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Um jogaço, três árbitros e a vitória

Um jogaço! É isso que se pode dizer da quinta partida do play-off final do NBB. Nada de dramático. Foi um jogaço.
Com a excelente arbitragem do Renatinho, Pelissari e Pacheco o jogo fluiu como deve ser: defesa, ataque, estratégias, arremessos, bolas perdidas e recuperadas. Não houve intervenção de terceiros.
Essa partida me chamou a atenção pelo número de passes errados, bolas perdidas com a maior facilidade, arremessos precipitados e persistência do time de Brasília em arremessar de fora, sem quebrar a zona fazendo a bola circular pelo ala-pivô que estivesse na cabeça do garrafão e facilitando o ataque. Então, Alex, Giovani e Valtinho fizeram a diferença para o lado positivo e o Nezinho quase estraga tudo – não naquela bola perdida de bola para o Hélio no final do jogo, mas no conjunto da obra, como, por exemplo, quando faltava 1 minuto e 13 segundos e ele dribla para uma bandeja e toma um toco. Segura a bola, organiza e gasta o tempo (24 segundos).
Do lado do Flamengo, as bolas de três pontos não caíram como de praxe e aí o time se complica. O que funcionou foi a marcação zona 2 x 3 com variação para 3 x 2, com agilidade, velocidade e anulação da linha de passe. Isso confundiu o Brasília e forçou aqueles arremessos desequilibrados do segundo quarto ao final do jogo - quase nada de jogo interior.
Mas, enfim, chegamos ao final de mais uma etapa e com um campeão que teve o melhor desempenho e classificação durante a fase de classificação. Agora é torcer pela seleção no Sul Americano e no Mundial da Turquia.
Ah, claro, tem aquela audiência da Comissão Disciplinar da LNB.

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