Pular para o conteúdo principal

Where dreams happens

Craque nas quadras e nos gramados
   Muitos dos atletas que jogam na principal liga de basquete do mundo, NBA, tinham como sonho estarem nessa liga e jogando contra seus ídolos, exemplos disso são Carmelo, Lebron, Wade, Bosh, entre outros. Porém um atleta na noite de ontem ficou perto de realizar um sonho, o de jogar futebol com uma equipe profissional. Já sabem de quem falo?
   Ele mesmo, Steve Nash, o craque da bola laranja que já jogou futebol e mostrou muita habilidade com os pés em uma partida da temporada passada. Lembram do jogo contra os Celtics no TD Garden? Aqui vai o link do vídeo onde Nash demonstra sua habilidade com os pés. http://www.youtube.com/watch?v=Ufghsa6I2E4
   Mas voltando ao tal sonho, Nash participará de um treino juntamente com a equipe da Inter de Milão, a qual encontra-se nos Estados Unidos para pré-temporada.  O armador declarou que :
"É um sonho ter a oportunidade de treinar com eles. Estar em campo com os integrantes da Inter de Milão, um dos maiores times do esporte profissional, me faz sentir como uma criança. Vou ficar mais nervoso do que em um jogo de basquete."
   A relação de amor com o futebol vem do berço, Nash aprendeu com o pai a amar o "Soccer" e esse vínculo persiste até hoje, além de escolher o número 10 para vestir, é um dos proprietários do Vancouver Whitecaps, equipe que disputa a Major League Soccer, e organiza peladas beneficentes com famosos em prol da sua fundação. Na última pelada realizada quem roubou a cena foi Joakim Noah, o grandalhão fez o gol da vitória de sua equipe e comemorou muito o gol marcado, roubando a cena da partida. 
   Nash na próxima terça-feira irá integrar a equipe da inter de Milão, em Nova Jersey. A equipe milanesa participa de um torneio que conta com Milan, Chelsea, Everton, Juventus, Valencia, Real Madrid e Los Angeles galaxy, que é o anfitrião do evento. Boa sorte Nash, tomara que demonstre um talento tão bom quanto o das quadras.

Comentários

Mais Visitadas

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Caipiras são tricampeões: parabéns, Franca Basketball

 Sem basquete forte no RS, sempre mantive uma paixão pelo basquete de Franca. Exatamente por ser uma equipe forte e do interior, como eu. Confirmei minhas observações, nos momentos finais de Hélio Rubens à beira da quadra, o que muitos de SP já sabiam: Helinho o substituiria com maestria. Este texto, de Bota, circula pelas redes e merece ser multiplicado. O faço aqui, sem sua permissão, pela clareza de ideias, pela contextualização histórica e como homenagem a Franca. As fotos são do Instagram do @helinhobasket Lá vem esses caipiras metidos a besta, outra vez… Se vocês não sabem, pois fiquem sabendo é assim que nós Francanos somos chamados, pelos invejosos Brasil afora: “Caipiras metidos a besta”.  Houve um tempo que ser do interior, era ser atrasado, muita coisa a gente nem ficava sabendo, os moradores das capitais, vinham passar as férias aqui e traziam as novidades, e sempre se colocavam como melhores que a gente. Muita gente foi embora de Franca, pois não se conformava em ...

RSS do Mais Basquete