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O Brasil no draft

   Dois jovens brasileiros irão tentar a sorte no Draft da NBA, Bruno Caboclo e Lucas Mariano se inscreveram para esse que pode ser uma das mais espetaculares loterias da liga.Em um ano com grandes nomes inscritos como Jabari Parker, Andrew Wiggings, Aaron Gordon, Marcus Smart, Julius Randle, entre outros, os dois jovens brasileiros buscam seguir os passos de Nenê, Lucas Bebê e Raulzinho, selecionados para liga pelo Draft. 
Pivô que já treina com a Seleção 
   Pois bem, vamos então falar dos nossos atletas, o jovem pivô de Franca, Lucas Mariano que completa 21 anos em setembro, joga a três no NBB e vem travado batalhas com atletas experientes e com grande técnica e força física. O jovem tem mostrado seu valor, parecendo não se intimidar com seus adversários e apresentando boas qualidades como seu arremesso de média e longa distância, defende muito bem e possuí um bom porte físico e atleticismo para seus 2,06m. Na atual temporada, atuou em 38 jogos e possuí médias de 52,2 % de aproveitamento, 13,2 pontos e 3,9 rebotes por partida.
A jovem sensação do basquete nacional
   O outro brasileiro da lista, Bruno Caboclo, tem apenas 18 anos (fará 19 em setembro), é um ala alto com 2,06m, muito atlético e que lembro o porte físico do MVP Kevin Durant. O jovem começou a chamar a atenção depois de jogar e ser o MVP do Torneio Basquete sem Fronteiras, organizado pela NBA em julho do ano passado na Argentina, e desde então a liga o monitora de perto. Na LDB, terminou com médias de 14,8 pontos, 6,8 rebotes e 2,4 tocos, mas o jovem chamou ainda mais atenção em seu primeiro jogo internacional adulto, na Liga das Américas quando fez 24 pontos e pegou 5 rebotes, mas se machucou na fase seguinte e acabou não jogando mais. Não se tem certeza de como será a fase de treinamentos, se o atleta vai ficar no Brasil, vai pro Estados Unidos ou se juntará a vários atletas em Treviso (como fizeram Bebê e Raulzinho).
   Temos de ser realistas, é pouco provável que eles sejam selecionados (Caboclo tem mais chances), mas não por serem ruins, ambos são bons, o problema é que essa classe possuí uma gama de jovens que parecem estar prontos para a NBA e que vem brilhando desde o High School, mas fica aqui a minha torcida por esses dois jovens talentosos.

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