Pular para o conteúdo principal

FIBA: mudança no calendário pode tirar astros das quadras


   Nada de Chris Paul, Austin Rivers, nem mesmo Lester Hudson, a equipe amerciana pode contar com jogadores da D-League para classificar a Copa do Mundo de Basquete de 2019.
   Na última sexta-feira (11) a FIBA anunicou um novo cronograma de qualificação para 2017, que contará com dois  dos quatro torneios de classificação, ocorrendo durante a temporada regular da NBA. Segundo Mark Woods da ESPN, isso foi desenvolvido com cooperação da NBA e da Seleção dos Estados Unidos, segundo Predrag Bogosavlej, diretor de esportes e competições da FIBA. 
   O conflito na agenda ocorrerá em novembro e fevereiro, forçando  equipe dos EUA a levar jogadores da D-League, do basquete internacional ou das universidades, em vez dos astros da NBA. Para a seleção norte-americana, conseguir uma vaga na Copa do Mundo não deve ser muito difícil, mesmo sem suas estrelas. A equipe que disputar o torneio só precisa ficar entre os 7 primeiros colocados nas Américas para garantir a vaga, e a Copa do Mundo ocorre no momento em que os astros da NBA estão em sua off-season. 
   Outras ligas de basquete estão dispostas a parar a temporada no meio para a competição, mas a NBA vai na contramão dessa proposta. Além dos Estados Unidos, equipes como Canadá, Itália, Espanha, França serão afetados com a mudança, já que dispõe de pelo menos três jogadores da NBA em suas seleções.
   Predrag Bogosavlej disse sobre as alterações: "Ao fazer a mudança no sistema, é uma escolha entre ter os melhores jogadores da NBA em nossos torneios finais ou não". Então pra que mudar?

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete