Pular para o conteúdo principal

Ruim com ele, melhor sem ele?

Clippers melhor sem Chris Paul?

   Para Doc Rivers a saída de CP3 para o Houston Rockets pode deixar a equipe melhor na distribuição da bola. O treinador disse em entrevista hoje pela manhã:
   "Bem, teremos movimentação de bola (agora que Chris se foi). Essa é uma das coisas que, na maioria das vezes, sempre preguei. Com a habilidade de Chris, você quer aproveitar o que ele pode fazer. Ele era um cara que precisava da bola para fazer jogadas, e ele fez isso tão bem que você muda para fazer isso. Se você olhar para o meu trabalho historicamente, tem sido muito mais movimentação de bola, corte, trabalho em equipe, e é isso que vamos voltar a fazer". - disse o treinador na conferência de imprensa sobre as movimentações da off-season.
   Mesmo com Paul em quarto lugar no número de assistências (9.2 por jogo), o Clippers foi o 15° em total de assistências (22.5), 13° em passes feitos (301) e recebidos (229.8), e 23° e 25°, respectivamente, em secundárias (4.8) e potenciais assistências (42.1). 
   CP3 foi o principal criador de jogadas dos Clippers, principalmente quando Blake Griffin se machucou faltando um bom pedaço de competição ainda. O ataque estava em suas mãos, sendo o 7° da liga em tempo de posse de bola (7.2 minutos), culminando nos Clippers como a 2° equipe que mais fez jogadas de isolação (929), o que não interferiu muito no ataque visto que foram o 4° melhor da liga com 110.3 pontos por 100 posses.
   Rivers têm uma ideia de como quer os CLippers, espalhando a quadra, não se estagnando e criando o maior número possível de espaços abertos. Lou Williams, Patrick Beverly, Austin Rivers e Milos Teodosic não têm o mesmo currículo que CP3, mas talvez um dos quatro prospere e torne-se o general da quadra que Rivers procura. Desses armadores, quem vejo com mais possibilidades de prosperar é Teodosic, um grande armador, com passe absurdo, inteligência e visão de jogo acima da média, deve ser o titular e quem mais espero ver nesse novo Clippers. 
   Mas não sei se o Clippers fica melhor sem CP3. Qual sua opinião, fica melhor ou pior?

Comentários

Mais Visitadas

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

Educação Física e Esporte

 O esporte só atinge a maioria dos adolescentes se a Educação Física Escolar existir com qualidade, infraestrutura, inclusão e equidade. por antoniodivico . De Visualmente .

Lives 13 (Edição 2020)

Apesar do estresse que 2020 gerou, especialmente por causa do SARS-CoV-2 e da COVID-19, pode-se dizer que realizamos algumas coisas que não imaginávamos no final de 2019 ou mesmo nos primeiros dias de 2020. Nossa ação com o Mais Basquete também foi muito diferente. Realizamos uma série de entrevistas, bate-papos que denominamos de  Lives 13 , em alusão ao décimo terceiro aniversário do Blog que criei em 2007 e que já havia gerado a Revista Mais Basquete , o livro Em busca de mais basquete: feedbacks e insights . e a compilação de algumas crônicas que, divertidamente denominamos Calexdoscópio: fragmentos, reflexões e memórias . Os livros foram publicados em parceria com o Centro Esportivo Virtual . As Lives 13 , realizadas e gravadas em vídeo, reuniram personalidades do nosso basquete - ex-atletas, técnicos, professores - em torno de debates diversos sobre a modalidade. Nem haviam sido publicados, pois o objetivo era editar com vinhetas e embelezar o início e o final de cada vídeo. ...

RSS do Mais Basquete