Pular para o conteúdo principal

Justiça social: Papa Francisco recebe jogadores da NBA

Encontro com Papa é o reconhecimento de toda luta

 

   O esporte se mostra cada vez mais forte na luta por justiça social, a NBA provou sua força nessa última temporada com diversas manifestações e ações nos jogos. Na noite de ontem, um grupo de cinco atletas encontrou-se com o Papa Francisco no Vaticano para conversar sobre o assunto defendido por ambos.

   Uma delegação de cinco atletas e vários dirigentes da Associação de Jogadores da NBA (NBPA), reuniu-se com o Papa para conversar como os atletas enfrentam as questões de justiça social.  A santidade queria conversar e conhecer mais sobre as ações, lembrando que a NBA e a WNBA assumiram a liderança entre todas as ligas esportivas profissionais quanto as questões de justiça social. Funcionários da NBPA comentaram para ESPN que o Papa estava especialmente interessado em aprender como os jogadores chamaram atenção nacional para essas questões e quais são seus planos para continuar esse trabalho no futuro. 

   Cinco jogadores viajaram ao Vaticano para o encontro: Sterling Brown, Kyle Korver, Marco Belinelli, Jonathan Isaac e o secretário-tesoureiro, Anthony Tolliver. Brown e Korver faziam parte da equipe do Bucks que não entrou em quadra e gerou protestos em toda liga e cancelamento de vários jogos. Korver falou para o USA-Today:

   "Estamos extremamente honrados por ter tido essa oportunidade de vir ao Vaticano e compartilhar nossas experiências com o Papa Francisco. Sua abertura e entusiasmo para discutir essas questões foram inspiradores e um lembrete de que nosso trabalho teve um impacto global e deve continuar avançando".

   A delegação está prevista para retornar para os Estados Unidos na terça-feira, uma reunião dessas somente reforça a ideia de que o papel social e político do esporte fazem sim a diferença!

   

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

As 10 melhores temporadas de novatos da história

          Enquanto esperamos por mais um temporada do melhor basquete do mundo, muito se especula sobre o que os novatos podem contribuir de imediato e o que eles precisam melhor. Não é fácil se ajustar ao estilo de vida de um jogador profissional, e ao mesmo tempo jogar na melhor liga do mundo, realizando um sonho para muitos.     Alguns jogadores lutam muito no começo, mais em poucos anos se consolidam, outros levam muitos anos para encontrar o seu espaço e outros tantos não encontram. Há um seleto grupo de jogadores que mostram o seu potencial logo de cara, e em poucos anos são astros da NBA.  Sendo assim, aqui abaixo temos uma lista das melhores temporadas de novato da história, entendam que são apenas 10 e que outros bons ficaram de fora.    10° Tim Duncan (1997/98): os números de Tim Duncan em sua temporada de estréia não são muito mais baixos que os de sua carreira, mostrando o quão rápido Duncan teve ...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

RSS do Mais Basquete