sexta-feira, 22 de maio de 2009

Sobre anonimato e meu post anterior...

Caríssimo Anônimo de Santa Cruz do Sul (adoro essa cidade!), não pode haver diálogo enquanto as pessoas assumem uma postura covarde, escondendo-se no anonimato. Não sei quem és, sei de onde postaste, mas te sugiro ler o post Anonimato é covardia e entenda meu pensamento.  Para esclarecer os demais leitores, acrescento que citei meu filho, mas poderia ter falado de outros meninos que conheço - fiz assim por achar interessante levantarmos a relação pai-técnico/filho-atleta e nossos desejos como pai que, nitidamente, superaram a postura ética de técnico. Dos meninos que citei, uns saíram daqui do RS, outros que conheci em SP,outros que se destacam no basquete brasileiro jogando o nacional e alguns que estão no exterior (como Renan, de Lajeado e na Espanha; Douglas Kurtz* que saiu do PBC, depois de outras equipes, para JUCO e agora vai para a University of Hawaii; Adonis, de Sorocaba; ou o irmão Dimitri, na Itália) e jogam um basquete muito bom, mas o pai deles não é assistente da seleção principal. 

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Quero meu filho na seleção

Que pai não quer? Com certeza essa será a resposta de muitos. Entretanto, em 2007, meu filho jogou contra o Raulzinho e o pai dele, o Raul Togni Neto, estava observando meu filho para a seleção mineira de base. Naquele jogo o meu guri fez mais de 30 pontos e o Raulzinho saiu do banco, jogando pouco.
Mas mais do que campanha e divulgação sobre as qualidades do meu filho, fico relembrando o que eu pensava em 1999, quando Hélio Rubens levou Helinho para seleção, pois achava o Waltinho melhor, mas o homem de confiança – e os títulos de Vasco, Uberlândia e Franca mostram isso – era o Helinho, que obedecia e fazia cumprir a estrutura tática da seleção. Mas carregou o estigma, pois era era filho do técnico e tiveram de ouvir muito...