sábado, 28 de setembro de 2013

Gestão

Comentarista e agora dono de parte dos Kings,
uma nova careira para Shaq
   Tudo bem que o assunto não é dos mais discutidos, apresentados ou interessante, mas é de suma importância na carreira de todo profissional do esporte.   Esse post é baseado em uma noticia do começo dessa semana, a qual falava sobre Shaquille O'Neal como um dos novos donos do Sacramento Kings, concomitando também com a noticia do mês passado sobre Kidd e a compra de um percentual dos Nets.
   Bem, decidi tratar desse assunto pois vejo que o basquetebol, mais precisamente a NBA possui uma preocupação com a gestã de finanças de seus profissionais. Logo em sua primeira temporada, os rookies ou novatos, recebem algumas aulas de como investir e gastar os seus salários, com o objetivo de demonstrar possibilidades de amanter uma vida boa e sabendo usar a sua renda. Acho de suma importancia esse tipo de ação pois, pensando bem são jovens de 19 a 25 anos ganhando em torno de  200 mil por mês e tendo que saber lidar com o dinheiro, afinal dinheiro mal gasto é dinheiro perdido. Se compararmos com o futebol a situação é ainda mais absurda, basta lembrar de Neymar, quando surgiu ganhava 8 mil e em um ano com sucesso passou  a ganhar 10 vezes mais  e isso com apenas 17 anos.


Técnico e dono de parte dos Nets
   Outra diferença em gestão esportiva é a aposentadoria dos atletas, em sua maioria independente da modalidade esportiva tornam-se técnicos ou continuam trabalhando nesse meio. Alguns migram para a televisão e trabalham como comentaristas, mas a principal diferença esta na qualidade de vida e em como os atletas conseguem manter seu padrão de vida, muito atletas principalmente no futebol somem, falem ou se endividam. Em contrapartida um fenômeno já a muitos anos desenvolvido na NBA, e que vem tomando forma em outros esportes, principalmente no futebol, é a atuação de ex-atletas como dirigentes e diretores de equipes. No futebol talvez o exemplo mais famoso seja de Leonardo, ex lateral da seleção e dirigente no PSG, mas no basquete essa ação é muito comum. temos inúmeros ex-atletas atuando dessa forma, Jordan dono dos Bobcats, Pat Riley no Miami Heat, mais recentes temos Kidd nos Nets e Shaq nos Kings, ambos comprando uma boa parcela das equipes e atuando como donos da franquia, sendo o primeiro técnico da equipe.
   Resolvi tocar nesse ponto por julgar a gestão esportiva fundamental na vida dos atletas, inúmeras vezes são divulgadas notícias de atletas que perderam tudo e isso é reflexo de sua organização na carreira. As ligas americanas fazem uma gestão ótima com os novatos, tanto que são raros os casos de atletas da NBA e da NFL que decretam falência ou vivem em condições precárias. Acredito que o exemplo apresentado pelas ligas americanas (NBA e NFL) poderia ser um padrão, deveria ser instituído em outros esportes como uma medida de prevenção aos atletas e uma maneira de ensiná-los a conviver com as suas finanças, uma vez que, ninguém vai jogar profissionalmente a vida inteira. 

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Não estamos tão mal

O nome da França e MVP, exemplo de jogador a ser seguido
   No ultimo domingo, após assistir a final da Eurobasket, percebi algumas coisas que me deixaram menos preocupado com a nossa seleção e o nosso futuro nas competições intercontinentais. 
   Após ver a campanha vergonhosa da Espanha, que jogou muito mal para uma vice-campeã olímpica, que deu um trabalho para os americanos na final, perdeu partidas que jamais deveria perder. A derrota para a equipe da Sérvia, a qual possuía em sua maioria atletas em idade de seleção sub-22 em um jogo apático, provavelmente por desrespeitar o adversário e observar o jogo como uma vitória garantida. Depois, jogou contra a França e conseguiu sofrer muito em um jogo de baixa qualidade técnica, perdeu o jogo na prorrogação para o Tony Parker, que alias jogou demais em todos os jogos e mereceu o MVP. 
O país que mais mereceu vencer a Eurobasket e o exemplo a seguirmos
   Bem, o que notei de bom nisso tudo foi que nossa seleção não fica atras de seleções como Espanha, França, Argentina,entre outras. Pode-se notar também que, a França firmou-se como potência do basquete mudial, seleções jovens como Lituania e Sérvia irão incomodar as grandes e, que os Estados Unidos são a principal força do basquete mundial, um patamar acima dos demais.
    Acredito realmente que, em alguns anos, talvez 5, outro país venha a ser a maior força do basquete. E não falo de França ou Espanha, me refiro aos jovens do Canadá, uma seleção de qualidade, jovem com um excelente planejamento, contando com bons investimentos e profissionais capacitados, como o membro da comissão técnica, Steve Nash. Se manter esse patamar, aposto no Canadá, pelo mesmo processo que a Espanha passou para ser a melhor do mundo, atletas que jogam juntos na seleção desde a base. Não digo que em nosso país não exista esse processo, mas se compararmos com outras potências estamos muito atrás, e o ponto é sempre o mesmo, investimentos, mas se já fizemos tanto pelo esporte da bola laranja sem investimentos, imaginem com ele.
   Sendo assim, acredito ainda em nossos atletas e em nossa força no basquete, e se formos convidados para o mundial, com certeza vamos incomodar e jogar com a mesma raça de sempre.


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Um ídolo fora das quadras

A dupla épica dos Bulls
   No último dia 17/09 um dos maiores ídolos da história da NBA completou mais um ano de vida, e nada mais justo que fazer uma homenagem a ele, 11 vezes campeão da NBA, 2 como atleta pelos Kniks e 9 como técnico, estou falando da lenda Phil Jackson.
   Um dos melhores técnicos da história na NBA, o grande Phil Jackson, começou a sua carreira jogando pelos Kniks de 1967 a 1978 e depois jogando até o fim de sua carreira nos Nets de 1978 a 1980. Como atleta venceu a liga duas vezes com os Kniks nos anos de 1970 e 1973. Acumulou médias de 6.7 pontos, 4.3 rebotes e 1.1 assistências por jogo, encerrando a carreira com um total 5428 pontos, 3454 rebotes e 898 assistências. Além dos dois campeonatos que conquistou, foi eleito para o time principal dos rookies no ano de 68.
   Mas, não foi como atleta que Phil tornou-se uma lenda. No ano de 1987 começou a trabalhar nos Bulls como assistente técnico de Doug Collins, posteriormente tornando-se técnico em 1989.  Nesse período, trabalhou muito com Tex Winter e desenvolveram uma tática até hoje praticada, o triângulo ofensivo. Todo mundo já fez isso, basta lembrar dos jogos de trios, sempre é formado o triangulo ofensivo, movimentando sempre até um livrar-se para arremessar ou infiltrar. Nessa mesma época, como conta em seu livro que recomendo e muito "Cestas Sagradas", ele trabalhava muito com Michael Jordan para torná-lo um jogador ainda melhor, nessa época o Jordan marcava 40 pontos por noite mas o Bulls não era nada de mais. 
   Após um bom tempo de trabalho e com muita dedicação, conseguiu tornar Jordan um líder nato e fazê-lo entender a grandeza do jogo e conquistar um "three-peat" (1991-1993), sendo a primeira franquia desde os Celtics que venceram 8 vezes seguidas de 1959-1966. No ano de 1993 Jordan se aposentou e foi para o beisebol, após o assassinato de seu pai, retornando para mais um "three-peat" de 1994-1996. No ano de 1996 foi eleito o técnico do ano na NBA. E, como conta em seu livro, Phil utilizava uma filosofia de prática mental, a qual consistia em deixar os atletas após a preleção, ouvindo música ou sozinhos, imaginando as jogadas e arremessos que costumavam fazer. E bem, realmente deve funcionar, é só olhar os Bulls né? Sem contar que o recorde de vitórias em uma temporada regular é dos Bulls de Phil, com 72-10 que, acredito, jamais será batido. 
Anos épicos também nos Lakers
   Depois disso, em 1998 Phil iria se aposentar e nunca mais entraria em uma quadra. Porém, em 1999 decidiu voltar a treinar e foi ser campeão novamente com os Lakers. Logo de chegada, implantou a filosofia que utilizou nos Bulls e já obteve resultados, conseguindo uma temporada com 67 vitórias e 15 derrotas. Phil foi campeão com os Lakers nas temporadas de 2001 e 2002, e novamente em 2009 e 2010, tendo chegado as finais em 2008 e perdendo na decisão para os Celtics. 
   A carreira de Phil Jackson é uma das mais vitoriosas da NBA, o técnico realmente soube controlar todas as super estrelas com quem trabalho (Jordan, Pippen, Rodman, Shaq, Kobe, Payton,...) e ganhou tudo o que podia. Tanto que foi eleito como um dos 10 melhores técnicos da história da NBA, deixou aqui minha singela homenagem e as felicitações pelo aniversário dessa lenda viva do basquete. 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

O Retorno

   
   
   Ontem a tarde foi dado como certo o retorno de Derrick Rose as quadras, e o melhor é que o jogo de sua volta será no Rio dia 12 de outubro. Foi divulgado na tarde passada, que Rose volta as quadras e está totalmente recuperado e pronto para jogar.
   O armador do Chicago Bulls disse em entrevista a CSNChicago, após o retorno de uma turnê pela Ásia, que sente-se 100% recuperado e que teve de aprender a intensificar os treinos, como correr e acelerar novamente. Falou ainda que após uma lesão como a dele, o atleta sente-se aflito como tudo deve ser feito, o primeiro passo, salto. Após uma cirurgia para restaurar os ligamentos cruzados do joelho esquerdo, Rose vem com força total para a nova temporada,após ter estendido seu prazo de recuperação  de oito meses para um ano e meio. O armador optou por não voltar nos playoffs da temporada passada, quando teóricamente poderia ter retornado, poupando-se para fazer uma temporada segura e em alto nível. 
   A alguns meses atrás Rose disse em uma entrevista, ser o melhor atleta da NBA, particularmente eu não duvidaria do cara, afinal foi o MVP de 2011 e jogou demais, mostrando do que é capaz e realmente é, pelo menos em sua posição, o melhor da atleta da liga. Obtendo em 2011 médias de 25 pontos, 7.7 assistências, 4 rebotes e 1 roubo de bola por partida, além de ter sido o rookie do ano de 2009. 
   Para a temporada que inicia em outubro, Rose virá recuperado e com muita vontade de provar que é realmente o melhor da liga. A expectativa agora fica para o dia 12 de outubro, com a sua participação no jogo entre Bulls e Wizzards, agora só nos resta torcer e esperar pela volta do astro dos Bulls.

sábado, 14 de setembro de 2013

Ansiedade


 Eu não sei vocês caros leitores e fãs de basquete, mas estou muito ansioso para esse grande evento, quiça o maior evento de basquete que nosso país já presenciou, um jogo da NBA. Imagem, eu nunca sonhei na vida que isso ia acontecer, não aqui, sonhava em ver um jogo desses, mas já sabia que teria de ir para os Estados Unidos para issoo. Pois bem, falta menos de um mês e o sonho será realizado.
   Minhas expectativas são para o espetáculo em si, não somente para a noite do jogo, mas para o que ficará depois. Acredito que seja um momento diferenciado para a NBA e para o nosso país em questões de basquetebol, de forma a esse ser o dia mais importante da NBA em nossas terras nos últimos anos. Digo isso pois, como escrevi na última postagem a liga possui interesses em dissiminar o basquete aqui e transmitir em rede aberta de TV. É uma oportunidade única e que deve ser aproveitada, já que as chances da pré-temporda da NBA ter um jogo em nosso país serão mínimas.
  Lógico que os ingressos são caros em sua maioria, mas em nosso país grandes eventos são assim infelizmente, mas para os amantes do basquete é um preço que vale a pena ser pago. O melhor de tudo, é que fora todo o jogo, rumores dizem que alguns ex-atletas das franquias estarão circulando no Rio e no dia do jogo. Imaginem que louco andar pelo ginásio e cruzar com Ron Harper ou Scottie Pippen? Só de pensar que estarei vendo um momento desses fico nervoso, é realmente um grande sonho. 

domingo, 8 de setembro de 2013

O retorno da NBA

  


 Nessa última semana uma notícia veio para alegrar a vida dos amantes da NBA, em entrevista a Erich Beting (UOL), o gerente geral da NBA no Brasil, Arnon Mello, afirmou que a liga tem interesse em ter jogos transmitidos na televisão aberta e tentará esse espaço.
   Para quem é da geração dos anos 90, a NBA já fez parte da grade de programação da Rede Bandeirantes, foi nessa época que conheci o Chicago Bulls, o basquete e a NBA. Nessa época os jogos eram transmitidos por Luciano do Vale e o basquete fazia muito mais sucesso que hoje em nosso país. Porém, como informou o senhor Arnon Mello, o Brasil é o quinto país que mais compra licenças no NBA League Pass, e esse é o principal motivo que interessou a NBA a retornar a televisão aberta. Em sua entrevista, disse que é de interesse da NBA colocar transmissões gratuitas de alguns jogos ao vivo, pela internet, TV a cabo e televisão aberta.
   No momento a NBA é transmitida pela ESPN, que detêm todos os direitos e pelo canal Space, que transmite algumas partidas. No ano passado a NBA liberou também algumas transmissões gratuitas pela internet, o que pode tornar-se ainda mais comum. Agora a meta da liga é chegar a novos públicos, as pessoas que ainda não acompanham a liga, daí a importância de conseguir espaço na grade de horários da  televisão aberta. Isso tudo seria incrível se desse realmente certo, mas temos um pequeno porém, qual canal de televisão irá transmitir os jogos? Se for a Globo será provavelmente da mesma forma que é o UFC, com gravações e com melhores momentos. A Bandeirantes já transmitiu a NBA e pode ser o nome mais forte para isso, mas temos que lembrar que entre 2003 e 2004, algumas patidas eram televisionadas na RedeTV, antes de a mesma ser uma emissora de canal aberto e de âmbito nacional (anteriormente era transmitida apenas para São Paulo e Rio de Janeiro). 
   Como amante do esporte eu quero muito que a NBA volte a ser transmitida na rede aberta, por outro lado, dependendo de como for organizada a grade de horários o espaço destinado a NBA será em horários alternativos como a madrugada ou algo assim, que não adiantaria para tornar o esporte ainda mais difundido e com novos adeptos. Torço, sinceramente, para que uma emissora competente e com vontade de transmitir a NBA abra espaço na sua grade e faça um trabalho competente e com condiza com a seriedade e grandiosidade da liga.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Saudades de uma era

Os anos 2000
   Como não pensar que esse final está próximo? Como não se emocionar ao ver lances ou lembrar de partidas dos anos 2000? Como não lembrar das lendas que jogavam ainda e os jovens que brilhavam? Essa sensação que me emociona e motiva meu post. Nesse último mês duas lendas da geração 2000 aposentaram-se, Iverson e T-Mac, demonstrando que uma era está chegando ao fim.
   Se formos pensar, da geração 2000, faltam Ray Allen, Kobe, Vince Carter e Steve Nash, penturarem os tênis. Eu sei que a geração 90 foi a melhor, isso é quase indiscutível, porém o novo milênio trouxe grandes coisas. Eu começava a me interar do mundo do basquete, começava a acompanhar a NBA e vi astros como Malone, Rodman, Jordan, Pippen Reggie Miller, Mutomobo e outros vários jogando em final de carreira, mas jogando muito. E vinha uma geração nova prometendo, Iverson, Carter, T-Mac, Nash, Kidd, Kobe, Wade, Lebron, Melo e muitos mais. 
Um dos melhores All Star de todos (2000)
   A geração do Novo Milênio é uma das melhores da história, muitos atletas bons surgiram e jogam até hoje em alto nível. Mas um fenômeno está acontecendo, esse ninguém supera, o nome desse fenômeno se chama TEMPO. Ele passa pra todos, ninguém foge. O mais legal disso é poder olhar pra trás e pensar que foram coisas que fizeram parte da nossa vida, se você que está lendo tem 20 anos ou mais certamente lembra de alguns momentos que citarei aqui e colocarei vídeos para ver, afinal recordar é viver.
   Os momenots mais espetaculares pra mim foram, as enterradas de Carter no Slam Dunk Contest de 2000, a cesta de Iverson na cara de seu sósia dos Lakers nas finais de 2001, o All Star Game de 2000 e o All Star Game de 2003, o último de Jordan que teve aquela cesta do Jordan na cara do Shawn Marion que levou o jogo para a 2° ou 3 ° prorrogação.E o momento mais incrível pra mim, o Slam Dunk Contest de 2003, nunca tinha visto ninguém enterrar como Jason Richardson. Esses momentos mexeram com meus sentimentos e provavelmente com o do pessoal da minha geração também, e podemos sim defender os anos 2000 que foram incriveís para a NBA e esperar pelo melhor. Não sei vocês, mas eu sinto que um pouco do brilho da NBA foi se perdendo quando as LENDAS começaram a se aposentar, e isso vai ser ainda mais forte em um 5 ou 6 anos. 
   Espero sinceramente que a geração 2010, seja boa o suficiente para manter o jogo apaixonante para as próximas gerações que vem por aí. O futuro é agora e com vocês a nova geração: 


2. Iverson metendo cesta na cara (3:34) http://www.youtube.com/watch?v=ImAMVqA6mug
4. Jordan na cara do Shawn Marion All Star Game 2003 http://www.youtube.com/watch?v=6RMphNr_aaY
5. Sprite Slam Dunk Contest 2003 http://www.youtube.com/watch?v=QaTz1dOS5es

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Mundial, duvido muito?

Carrasco do Brasil, Joseph e seus 28 pontos
   Após essas duas partidas iniciais, duvido muito que nossa seleção chegue até o Mundial de Basquete. É impressionante como atletas que jogam na NBA fazem falta, sem os nossos astros a equipe ficou baixa e forte, e acabou perdendo de equipes muito inferiores.
   Já não bastasse uma derrota para Porto Rico, mesmo que tenha Barea armando e Arroyo no banco, a equipe depende e muito dos seus arremessos do perímetro e se não caí não funciona. Porém, o incrível foi que dominaram os brasileiros no garrafão e mesmo sem ter pivôs de ofício. Como pode isso? Fácil, nossos pivôs são baixos e muito fracos tecnicamente o que facilita a marcação de qualquer adversário. Mas o que é ainda pior, é o fato de estarmos dominando o jogo até certo momento e ao começar a perder o controle, nosso técnico nada vez, esperou estar perdendo para só assim pedir tempo. Isso foi uma vergonha, mas o pior ainda viria.
A dura realidade de nossa seleção
   




   Ontem no horário do almoço (12:30), nossa seleção passou um dos maiores, quiçá o maior vexame dos últimos anos. Ao enfrentar a jovem seleção do Canadá, Magnano conheceu a sua derrota mais vexaminosa como técnico da seleção. Na semana passada uma derrota por 20 pontos para Argentina era a pior do currículo, agora a pior foi a derrota por 91 a 62 (29 pontos de diferença). Um jogo que era para a seleção vencer e fácil, assim como na semana passada, e foi um fiasco. O destaque foi Cory Joseph que anotou 28 pontos, 9 rebotes e 4 assistências, infernizando a defesa brasileira com infiltrações fatais. Essa foi a segunda pior derrota da seleção neste século, ficando atrás apenas dos 110 a 76 contra os Estados Unidos de Duncan, Kidd e companhia em 2003 no Pré-Olímpico. 
O futuro promete ser negro
   O que dá pra perceber é que nosso basquete vai sofrer, sim, vamos sofrer nas próximas temporadas e competições. Necessitamos e muito de atletas de qualidade, e os de melhor qualidade estão na NBA, a exceção de Huertas, mas ele não faz milagre sozinho. Outro ponto relevante é o fato das dispensas da seleção, sei que não adianta muito, mas se eu fosse o técnico e chamasse um atleta que pedisse dispensa, mesmo que fosse o Michael Jordan, eu nunca mais chamava o cara. Onde está a honra de defender a nação? Vão dizer que estão machucados e tal, ou resolvendo problemas contratuais, as lesões até se entendem, mas pelos contratos? Deixa o empresário e vem jogar, é o teu país, não é uma pelada de final de semana. Espero que as gerações futuras tenham mais vontade de defender a seleção, talvez tenhamos mais chances. O que resta agora é vencer o Uruguai e a Jamaica e rezar para terminar em 4° na Copa América, senão Mundial de Basquete só em 2018.