quinta-feira, 31 de março de 2016

Nada que não possa piorar

Jimmy Butler pode deixar o Chicago Bulls

   Com o Bulls chegando ou não aos Playoffs, essa temporada tem sido decepcionante na Cidade dos Ventos, e para piorar, a equipe está aberta para negociar a estrela da franquia, Jimmy Butler, de acordo com Chris Mannix do The Vertical.
   O Boston Celtics, que teria indagado sobre a disponibilidade de Butler antes do período de comércio no mês passado, e o Orlando Magic também se mostra interessado, segundo Mannix o Bulls está disposto a ouvir propostas. Além disso, o Bulls estará em uma encruzilhada ao final da temporada, a equipe ainda é a mesma de Tom Thibodeau, que operava em um sistema defensivo, completamente o oposto do novo treinador Fred Hoiberg, que atua com ações ofensivas de fluxo livre.  O que isso quer dizer? Para o desespero dos torcedores pode significar a saída de Joakim Noah e Pau Gasol, dois agentes livres irrestritos, tradicionais pivôs na casa dos 30 anos. 
   Pra ficar ainda pior, Butler e Hoiberg não se olham no olho, de acordo com vários relatos. Butler falou mal do treinador em dezembro publicamente, e a tensão ainda permanece,  de acordo com Mannix. Butler que ganhou seu espaço com o manto do Bulls, com o declínio de Derrick Rose assinou uma extensão máxima de contrato no verão passado. Ele tem a média mais alta da equipe de 21 pontos, embora sua precisão nos arremessos de três tenha caído para 32% depois de uma melhora absurda na temporada passada. 
   Hoiberg é conhecido por ser próximo do gerente do Bulls, Gar Forman, sendo nomeado o treinador principal após a rescisão com Thibodeau em Junho, depois de 5 anos no comando da equipe. 
   O Bulls tem atualmente 50% de aproveitamento com 37 vitórias e 37 derrotas, após a vitória de terça-feira contra o Pacers, está a duas vitórias de uma vaga nos Playoffs. Se o Bulls ficar fora da pós-temporada, será a primeira vez desde a temporada 2007/08.

terça-feira, 29 de março de 2016

Chris Paul deve se despedir da Seleção Americana

RIO 2016 pode ser a última vez de CP3 com a camiseta da seleção

   CP3 pode estar encerrando sua carreira na Seleção Americana, disse a super estrela do Los Angeles Clipeers a Lee Jenkins, do Sports Illustrated, sobre seu nome para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
   “Sinto que meu corpo está me dizendo que está passando o tempo.” – disse o armador que completará 31 anos de idade em maio. Paul tem duas medalhas de ouro olímpicas com a seleção, em Pequim 2008 e Londres 2012, estando envolvido com a seleção americana desde o ensino médio.
   “O que nós fizemos é muito pequeno comparado ao que as pessoas fazem para se proteger ou ter liberdade. Mas quando coloco a camiseta dos Estados Unidos, sempre me arrepio porque você percebe que faz parte de algo muito maior que você mesmo.”
   A decisão de Paul coloca em questão a nova geração. Amigos próximos e outras estrelas de sua idade, como Lebron James, que não está confirmado para o Rio de Janeiro, e Carmelo Anthony que desejava abertamente que o time contasse com Paul e James juntos novamente para mais uma corrida a medalha de ouro, incertos. 
   Um membro da nova geração, Anthony Davis, está fora nesse verão se recuperando de duas lesões. A lista com os 12 jogadores selecionados para os Jogos Olímpicos saí no final de Junho.
   Acredito que será a última participação desses caras, Lebron, CP3, Melo, Kobe e que os jovens atletas devam explodir nas próximas competições FIBA, casos de Durant, Westbrook, Lillard, Curry. De qualquer forma, é uma seleção que sempre se renova e está sempre repleta de muito material humano de qualidade, no momento impensável que alguém vá bater a Seleção Americana nos próximos 4 anos. Até lá nos resta esperar e ver os convocados para os treinamentos, e só assim elaborarmos em nossa ideia uma seleção americana.

domingo, 27 de março de 2016

Heróis do passado: Anfernee Hardaway

Tempos de Memphis State
   Hoje nossa série relembra a carreira de um ídolo do Orlando Magic, um grande ala que fez sucesso na Universidade de Memphis antes de seguir carreira na NBA. O nome de hoje é Anfernee Penny Hardaway.
   Hardaway cresceu jogando basquete em Memphis, na Sheffield High School, onde teve médias de 36.6 pontos, 10.1 rebotes, 6.2 assistências, 3.9 roubos de bola e 2.8 tocos por jogo em sua última temporada, sendo nomeado o Jogador de Ensino Médio do Ano da National Parade Magazine. Ele terminou sua carreira no ensino médio com 3039 pontos, indo jogar na Universidade do Estado de Memphis (que virou Universidade de Memphis em 1994).
   Penny, seu apelido lhe foi dado por sua avó, ela o chamava de pretty, mas com o sotaque sulista parecia penny, daí a origem. Hardaway foi jogar na Universidade de Memphis, mas em sua primeira temporada nem entrou em quadra, ele era academicamente inelegível. Pra piorar em um assalto a mão armada, levou um tiro no pé que colocou em risco o seu futuro no basquete. No verão de 1992 ele participou da Seleção Americana de Desenvolvimento que jogava todos os dias contra o Dream Team de 1992, juntamente com Chris Webber, Jamal Mashburn, Bobby Hurley, Rodney Rogers, Allan Houston, Grant Hill e Eric Montross.
   Na sua última temporada, Hardway teve médias de 22.8 pontos, 8.5 rebotes, 6.4 assistências, 2.4 roubos de bola e 1.2 tocos, acumulando dois triplos-duplos na temporada. Foi All-American e finalista dos prêmios Naismith Jogador Universitário do Ano e o Prêmio John R. Wooden. Nesse ano tornou-se elegível para o Draft, e em 1994 teve seu número 25 aposentado, foi nomeado o 5° melhor armador de uma lista com 100 atletas da era moderna do basquete universitário e liderou as votações da ESPN para Conference  USA Silver Anniversary Team.
2° na corrida para novato do ano
   Sua carreira na NBA começou em 1993 quando foi a 3° escolha do Draft, escolhido pelo Golden State Warriors, mas foi negociado com mais três primeiras escolhas pelos direitos de Chris Webber. O Magic queria Webber para jogar com O'Neal, mas Hardaway impressionou um jogo treino e foi convincente o suficiente para que ocorresse essa troca. Penny começou a temporada como ala, e aprendendo a jogar como armador com Scott Skiles, assumindo a posição no meio da temporada. Sua mudança de posição surtiu efeito, o Magic teve uma temporada de 50 vitórias, ele foi o MVP do Jogo dos Novatos e teve médias de 16 pontos, 6.6 assistências e 5.4 rebotes, ficando em sexto na liga em roubos de bola. Foi o segundo colocado na votação para novato do ano atrás de Chris Webber. 
   Na temporada seguinte o Magic anotou o recorde da franquia de 57 vitórias, Penny aumentou suas médias para 20.9 pontos, 7.2 assistências, 4.4 rebotes e 1.7 roubos de bola, sendo titular no All-Star Game e All-NBA Primeiro Time. Nos Playoffs bateram o Bulls na segunda rodada como destaque dessa corrida as finais, que infelizmente perderam para o Houston Rockets. Ainda assim, ele teve médias de 24.5 pontos, 8 assistências e 50% de aproveitamento nos arremessos. A temporada de 1995/96 foi ainda melhor, com a lesão de Shaq, Penny teve de aumentar sua produtividade nas duas primeiras semanas da temporada, levando o Magic a um recorde de 17-5 e sendo o Jogador do mês de Novembro. Levou o Magic a mais um recorde de vitórias, 60, foi titular no All-Star Game, All-NBA Primeiro Time, 5° na liga em roubos de bola e terceiro colocado na votação de MVP com médias de 21.7 pontos, 7.1 assistências e 4.3 rebotes, além de ser o único jogador da liga com pelo menos 20 pontos e 5 assistências e 50% de aproveitamento. Nos Playoffs caíram nas finais de conferência para os futuros campeões da NBA, Chicago Bulls.
   Com a saída de Shaq, Penny ficou como a única estrela da franquia, ele lutou contra algumas lesões e disputou 59 partidas nessa temporada. O Magic chegou aos Playoffs com 45 vitórias e foi eliminado ainda na primeira rodada pelo Miami Heat, treinado por Pat Riley, mesmo assim Hardaway teve a segunda maior média de pontos dos Playoffs com 31 pontos, além de 6 rebotes, 3.4 assistências, 2.4 roubos de bola e 1.4 tocos. A temporada de 1997/98 não foi boa para Penny, devido as lesões ele jogou apenas 19 partidas, ainda assim foi All-Star, na temporada teve médias de 16.4 pontos, 4 rebotes, 3.6 assistências e 1.5 roubos de bola. Na temporada de 1998/99, o ano do lockout ele atuou nas 50 partidas da temporada e levou o Magic ao melhor recorde da Conferência Leste, mas foram eliminados na primeira rodada dos Playoffs.
Boa passagem no Suns
   No verão de 1999, por insistência de Jason Kidd, Penny foi negociado para o Phoenix Suns por Danny Manning, Pat Garrity e duas escolhas de primeira rodada. Junto com Kidd formaram uma dupla de armador e ala forte, mas com lesões de ambos apenas 45 partidas juntos foram disputadas. Ainda assim, os Suns chegaram as semifinais de conferência onde enfrentaram o Los Angeles Lakers e perderam em 5 jogos. Por tudo que foi feito, a temporada 2000/01 prometia, mas Penyy teve duas fraturas no joelho esquerdo e jogou apenas 4 partidas. A temporada 2001/02 marcou a volta de Penny saudável, atuando em 80 partidas ao lado de Stephon Marbury que foi negociado com Kidd, ambos dominavam a equipe, e no meio da temporada com a chegada de joe Johnson pela primeira vez na carreira Penny foi para o banco. No começo da temporada seguinte ele começou do banco, mas com a inconstância de Joe Johson voltou a ser titular, ele foi peça chave em uma jovem equipe de estrelas com Stoudemire, Shawn Marion e Marbury, mesmo perdendo 24 partidas por conta de uma lesão na mão, os Suns foram aos Playoffs e assustaram os Spurs ao perder em 6 jogos.
Rápida passagem em Nova Iorque
   
   Na temporada de 2003/04 Penny e Marbury foram negociados com o Knicks, ajudando a franquia a chegar aos Playoffs onde foram eliminados na primeira rodada. Na temporada seguinte atuou pouco, passou lutando contra lesões, o que seria ainda pior na temporada 2005/06 onde jogou em apenas 4 partidas, com as médias mais baixas da carreira 2.5 pontos, 2.5 rebotes e 2 assistências por partida. 
   Em 2006 foi negociado para o Orlando Magic, junto com Travor Ariza e Steve Francis, mas foi dispensado pela equipe para poupar dinheiro. Assim, acabou indo jogar no Miami Heat, sendo dispensado em dezembro após 16 partidas.
   Penny foi um dos grandes alas da liga, jogador habilidoso e atlético, muito consistente e inteligente foi 4 x All-Star, 2 x All-NBA Primeiro Time, NBA Novatos Primeiro Time e o primeiro MVP do Jogo dos Novatos, tem o número 25 aposentado pela Universidade de Memphis, e teve médias na carreira de 15.2 pontos, 5 assistências e 4.4 rebotes, além da medalha de ouro com a Seleção Americana nos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Mais uma derrota

   
Butler chamou para si a culpa da derrota de ontem contra os Knicks
   O Chicago Bulls está lutando para conseguir entrar nos Playoffs, a equipe não fica de fora da pós-temporada desde a temporada 2007/08, mas esse ano as coisas estão difíceis. A derrota de ontem para o fraco New York Knicks, por 115 a 107 no United Center, piorou a situação.
   A equipe de Fred Hoisberg perdia por 22 pontos, esboçando uma reação no quarto período antes de perder por oito pontos. O All-Star, Jimmy Butler foi o jogador do Bulls que teve um desempenho aquém, anotando 7 pontos, convertendo 3 dos 11 arremessos que tentou em 35 minutos. Por conta disso, após a partida Butler colocou a culpa da derrota sobre ele.
   "Meus companheiros não vão dizer isso. Meus treinadores não vão dizer isso. Mas se eu continuar a jogar assim, esse equipe vai sofrer. Não há nada de errado comigo fisicamente. Agora é mentalmente. A bola não está caindo. Eu deixei isso me afetar dos dois lados." - disse Butler a K.C Johnson do Chicago Tribune. 
   Depois de perder 15 dos últimos 17 jogos com uma lesão no joelho (3 fevereiro-11 de março), Butler tem médias de apenas 13.8 pontos com 36,4% dos arremessos, com 4.3 rebotes e 6.3 assistências, nos seis jogos que atuou.
   Com a vitória do Detroit Pistons contra o Orlando Magic, o Bulls agora se encontra em nono lugar na conferência leste, com 36 vitórias e 34 derrotas, um jogo atrás dos Pistons na corrida por uma vaga nos Playoffs da Conferência Leste. Hoje o Bulls procura a redenção, viajam até a Big Apple para enfrentar o New York Knicks no Madison Square Garden. Esse é o primeiro dos últimos doze jogos restantes, sendo que sete dessas equipes já bateram o Bulls.
   A situação é complicada para o time de Chicago, mas Butler não deve se achar o culpado, a franquia enfrentou inúmeros altos e baixos nessa temporada, ganhando um jogo, perdendo outro. Perdendo partidas em casa para equipes mais fracas, e tudo isso só contribui para a desconfiança quanto ao novo treinador, Fred Hoiberg que a meu ver mais desorganizou a equipe do que melhorou.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Los Angeles: a terra do escândalo

Dupla do Lakers envolvida em caso de assédio sexual 

   O Los Angeles Lakers está investigando as alegações de assédio sexual dos jogadores Jordan Clarkson e Nicky Young, que supostamente assediaram duas mulheres em um cruzamento em Hollywood na noite de domingo.
John Black, porta voz dos Lakers disse a Baxter Holmes da ESPN, disse que a franquia está levando o assunto muito a sério, mas recusou-se a comentar sobre o ocorrido.
   Uma ativista de Los Angeles, Alexis Jones disse que na noite de domingo estava em seu carro perto do cruzamento das avenidas La Brea e Melrose, quando os homens em outro carro fizeram gestos sexuais e vulgares para ela e sua mãe de 68 anos. A moça tirou uma foto dos homens que realizaram o ato e postou no Instagram, dois dos envolvidos foram reconhecidos como sendo Clarkson e Young.
   A jovem postou a foto com um texto onde dizia, que esperava que tornasse viral a foto, porque esse é o problema dos jovens. Que estava ferida, porque já dedicou sua vida a educar os jovens sobre o respeito, de forma geral, e que os rapazes riam e se divertiam com a situação, até perceberem estar sendo filmados e entraram em pânico. Alexis disse que sua mãe estava em estado de choque, que gostaria que o poder da mídia social ajudasse na identificação dos responsáveis para que pudesse falar com eles sobre assédio sexual, visando entender a sua mentalidade e para puder educar melhor os jovens para o futuro. 
   Alexis disse que foi procurada pelo vice-presidente de relações públicas dos Lakers para lhe pedir desculpas. Em contrapartida, Young twittou e logo em seguida apagou: "Sim, se você quiser um pouco de atenção tire uma foto minha e faça um post em seguida falando qualquer coisa ... O mundo em que vivemos.
Nick Young twitter
   Não se sabe ainda quem está falando a verdade, mas me lembra muito o caso do Kobe lá em 2004, que foi acusado de estupro por uma jovem de 20 anos que era recepcionista de um hotel de luxo. Na época o astro se dizia inocente, admitia ter tido relações com a mulher de forma consensual, e cinco dias antes de seu julgamento a acusação caiu por terra ao descobrirem que a jovem teve relações com 3 homens diferentes em 3 dias, o que não poderia condizer com um estupro entre esses dias. 
   Kobe foi inocentado, não se falou em mais nada. Quanto a Young e Clarkson nada é afirmado ainda, se realmente fizeram a ação devem ser suspensos da equipe e da NBA, mas a gravidade de suas ações não deve fazer com que sejam presos, ambos devem pagar uma multa e realizar trabalhos comunitários. Os jogadores da NBA gostam de um problema com a justiça.

quarta-feira, 16 de março de 2016

TOP 10 temporadas de MVP na história


   Ser MVP já é um grande feito, demonstra que é o melhor jogador da temporada, que superou os seus limites e outros companheiros jogando em altíssimo nível para poder obter essa honra. Imaginem então as 10 melhores temporadas de MVP'S, os caras literalmente fizeram chover, nevar, o que quiseram com a bola e com os adversários. Abaixo uma lista com as 10 melhores temporadas de MVP da história, até agora, sem contar essa maravilhosa temporada do Curry!
   10° Lebron James: Na temporada de 2012/13  The King dominou a liga, ganhou seu primeiro título da NBA, foi o MVP das finais e venceu o duelo contra Kevin Durant para ser o MVP da temporada regular. Lebron teve médias de 27 pontos, 8 rebotes, 7.3 assistências e 1.7 roubos de bola por jogo. 
   9° Larry Bird: O melhor jogador branco que a NBA já viu jogar foi demais na temporada 1984/85. Apesar de não ter conseguido levar os Celtics ao título da NBA, essa temporada lhe rendeu o título de MVP, com uma partida de 60 pontos e médias expressivas, com 28.7 pontos, 10.5 rebotes e 6.6 assistências, dá pra dizer que Bird cobrava o fundo bola, pegava o rebote e pontuava.
   8° Wilt Chamberlain: Considerado por muitos o pivô mais dominante que já jogou na NBA, Wilt destruiu na temporada 1966/67. Ele foi campeão da NBA, teve 68,3% de aproveitamento dos seus arremessos e médias de 24 pontos, 24 rebotes e 7 assistências por jogo, nem da pra acreditar.
   7° Shaquille O'Neal: Na temporada 1999/00, que marcou o primeiro título de Shaq na liga, ele foi o MVP das finais, MVP da temporada regular e mostrou o quão dominante podia ser. Para mim, o mais dominante pivô que já atuou na NBA, ele teve médias de 29.7 pontos, 14 rebotes e 3 tocos por partida.
   6° Michael Jordan: Em uma temporada impressionante, Jordan venceu Larry Bird e Magic Johnson e foi o MVP da temporada de 1991/92. De quebra, foi campeão da NBA, MVP das finais, cravou um recorde de 67 vitórias e 15 derrotas e teve médias de 30 pontos, 6 assistências e 6 rebotes. Esse foi o primeiro título de Jordan, o primeiro do three-peat.
   5° Oscar Robertson: Esse com certeza impressionará vocês, para mim o mais expressivo de todos os títulos de MVP. Big-O teve uma temporada em que foi chamado de "o time de um homem só", ele teve médias de 31.4 pontos, 9.9 rebotes e 11 assistências, quase média de triplo-duplo, uma coisa absurda.
   4° Michael Jordan: Novamente aparecendo na lista MJ com sua temporada de 1995/96, com o melhor time da história, com o recorde de 72-10 ainda recorde da liga, ele liderou os Bulls a mais um título. Jordan foi o MVP das finais, e teve médias de 30.4 pontos, 6 rebotes, 4.3 assistências e 2.2 roubos de bola por partida.
   3° Wilt Chamberlain: Na temporada de estreia na liga dominou demais, em 1959/60 Wilt teve médias de 37.6 pontos e 27 rebotes. Seu nível de domínio do jogo foi absurdo, quem poderia competir com uma temporada dessas para ser o MVP?
   2° Kareem Abdul-Jabbar: O criador do skyhook foi o MVP da temporada 1972/73 batendo só caras fracos, Wilt Chamberlain, Jerry West e Walt Fraizer. Suas médias foram incríveis com 35 pontos, 16.6 rebotes, 4.6 assistências e 57,4% de aproveitamento dos arremessos.
   1° Michael Jordan: Não poderia ser outra pessoa senão The Goat, em sua primeira aparição como MVP da liga dominou por completo. Além de ser o MVP, o Jogador Defensivo do Ano, liderou o Bulls ofensivamente e defensivamente, ganhou de Magic Johnson, Larry Bird e Dominique Wilkins, com médias incríveis de 35 pontos, 6 rebotes, 5.5 assistências e 3.2 roubos de bola por jogo.
Essas temporadas de MVP foram simplesmente absurdas, o nível de domínio do jogo desses atletas extrapolou todos os limites e mesmo assim nenhum deles foi eleito de forma unânime. Pode ser que Stephen Curry consiga o feito, a sua temporada é absurda, nunca ninguém arremessou de três com tanta facilidade assim, vamos esperar e ver se essa temporada pode ser incluída nessa liga.

terça-feira, 15 de março de 2016

O retorno de Phil Jackson?

Será que Phil Jackson retornará as quadras?

   A possível solução para os problemas do New York Knicks deve vir do escritório da equipe, o presidente da equipe Phil Jackson voltar a quadra.
   O Zen Master poderia treinar a equipe nas partidas em casa, no Madison Square Garden, enquanto o treinador Kurt Rambis continuaria com a equipe na estrada de acordo com Ramona Shelburne da ESPN.  Essa proposta já tinha sido feita quando trabalhava nos Lakers, mas Jerry Buss não aceitou. Com seus problemas de saúde em ambos os joelhos e nas costas, única maneira que jackson havia previamente aceitado para voltar a trabalhar como técnico seria a redução de seu trabalho a metade. No entanto as coisas mudaram e sua saúde vem melhorando constantemente, Jackson já perdeu 9 dos 13 quilos que ganhou nos últimos dois anos com os Knicks.
   Rambis foi trazido após a demissão de Derek Fisher e atualmente ocupa o status de interino, o plano é de que ele permaneça como parte da franquia para a próxima temporada. Sabendo que a temporada 2016/17 pode ser a última de Phil Jackson em Nova Iorque, devido a uma clausula de seu contrato, não seria bom para Rambis (treinador experiente) dividir a quadra com Phil Jackson fazendo o que ele faz de melhor. 
   Os Knicks não conseguem se classificar desde a chegada de Phil Jackson como presidente, e nessa temporada não parece que vai ser diferente, a franquia atualmente tem um recorde de 28-40 ocupando o 13° da Conferência Leste. Mas como treinador as credenciais de Jackson são altas, ele tem 11 títulos da NBA com os Lakers e o Bulls, além de ter o maior percentual de vitórias de todos os tempos em pelo menos 200 partidas (70,4%). Simplesmente o Zen Master é o maior treinador da história e seria muito bom para os Knicks lhe ter na quadra, para Rambis seria difícil dividir o comando da equipe, mas seria um grande aprendizado e para os jogadores a melhor maneira possível de aprender e aperfeiçoar o triângulo ofensivo, acredito que seria perfeito para os Knicks. 

segunda-feira, 14 de março de 2016

Heróis do passado: Shawn Kemp

Concord onde tudo começou
   Hoje contaremos a história de um dos maiores ídolos do Seatle SuperSonics, o ala/pivô Shawn Kemp um jogador de muita qualidade e que por muitas vezes teve problemas com a balança na sua carreira.
   Kemp começou no basquete jogando por Concord High School, em Indiana, onde foi titular da equipe durante seus quatro anos. Em seu último ano era considerado entre os quatro ou cinco melhores jogadores do país, levando sua equipe a final estadual, além de ser o cestinha de todos os tempos da escola, e deter os recordes de pontos na carreira, em um único jogo e em uma única temporada. Apesar de tudo isso foi ignorado no prêmio de Mr. Basketball de Indiana, dizem que ele só perdeu o título pois havia acordado verbalmente com Kentucky e não seguiria no basquete universitário de seu estado natal. 
   Sua carreira universitária nem existiu, Kemp não passou na pontuação mínima e teve de perder seu primeiro ano de basquete universitário. No ano seguinte, novamente se inscreveu em Kentucky, mas dessa vez se envolveu em uma confusão onde penhorou duas correntes de ouro de um companheiro de equipe, as quais haviam sido roubadas, e o jovem era filho do treinador de Kentucky, sendo assim foi transferido para o Texas, para Trinity Valley Community College onde não jogou. Aos 19 anos tornou-se elegível para o Draft.
SuperSonics foram os melhores anos de sua carreira
   Na NBA sua carreira começou com a 17° posição do Draft de 1989 pelo Seatle SuperSonics. Ele foi muito bem orientado por companheiros de equipe, principalmente Xavier McDaniel, que era seu mentor. Em sua primeira temporada Kemp, o mais novo jogador da liga, procurou se enquadrar a NBA, mas deslanchou a partir de seu segundo ano ao lado de Gary Payton e uma forte equipe. O pico de sua carreira foi na temporada 95/96, onde ele e Payton lideraram a franquia para seu recorde de vitórias (64) e sua primeira aparição em Playoffs desde 1979. Nas finais jogaram contra o Bulls de 72 vitórias, e empurraram a equipe de Chicago até o jogo seis, quando perderam. Kemp teve médias de 23.3 pontos, 10 rebotes e 2 tocos, convertendo 55% de seus arremessos. 
Mostrando seu atleticismo no Slam Dunk Contest
   A temporada seguinte começou tumultuada por questões contratuais, com Kemp faltando a 22 dias dos treinamentos e ameaçando não jogar na temporada 96/97. Mesmo assim, ajudou os Sonics a chegarem a 50 vitórias e chegaram a segunda rodada dos Playoffs perdendo para o Houston Rockets. Ao final da temporada foi envolvido em um acordo triplo e chegou ao Cleveland Cavaliers. Em Cleveland atuou por três temporadas, sempre lutando contra problemas sérios de peso, nem parecendo a força que fora em Seatle. Mesmo assim, em 1997/98 atingiu sua marca mais alta da carreira em rebotes, os Cavs chegaram aos Playoffs mas caíram contra o Indiana Pacers, na série Kemp teve médias de 26 pontos e 13 rebotes. Na temporada seguinte, chegou bem acima do peso para os treinamentos e não conseguiu entrar em forma, ainda assim teve médias de 20.5 e 9.2 rebotes, mas não conseguia ser o cara explosivo que todos esperavam.
Carreira em declínio
   Em 1999/00 foi trocado para o Portland Trail Blazzers, marcando o começo de um declínio em sua carreira. Os seus últimos anos seriam marcados por problemas com o peso, abuso de álcool e cocaína, tanto que na primeira temporada com os Blazzers acabou mais cedo pois teve de entrar em um programa de reabilitação contra as drogas. Após mais duas temporadas foi dispensado.
   A temporada 2002/03 foi com o Orlando Magic, vindo do banco ajudou o Magic a alcançar os Playoffs, mas caíram para o Detroit Pistons em sete jogos e Kemp foi trocado por Juwan Howard, na época agente livre. Depois disso tentou retornar a NBA mais algumas vezes, mas nunca comparecendo ao treinamento programado com as equipes interessadas. Em 2008 atuou em 3 jogos no Premiata Montegranaro da Itália, mas teve de voltar aos Estados Unidos por conta de um furacão que destruiu parte de sua casa e não retornou mais a Itália. Pondo assim ponto final em sua carreira.
   Kemp foi eleito como membro do Time de 40 anos do Seatle SuperSonics, foi 6 x All-Star e 3 x All-NBA Segundo Time, sendo um dos jogadores mais atléticos da história. Encerrou a carreira com médias de 14.6 pontos, 8.4 rebotes e 1.2 tocos por partida, sendo um dos grandes nomes da NBA. No livro que conta a carreira de Michael Jordan, tem uma passagem que relembra uma tentativa de troca de Scottie Pippen por Shawn Kemp, que Jordan nunca deixou acontecer, e o GM do Bulls via Kemp como melhor parceiro para MJ do que Pippen.
   Kemp deixou um legado de atleticismo, mesmo com problemas de peso dominou a NBA, e fica aqui a nossa lembrança.

quinta-feira, 10 de março de 2016

Lebron diz que jogaria na quatro para Joe Johnson ser titular em Cleveland

Lebron mudaria de posição para ter Joe Johnson como companheiro

   Lebron James havia informado ao GM de Cleveland e a Joe Johnson, que estava disposto a mudar-se para ala/pivô de forma permanente para acomodar o ala no elenco.
   "Tudo que importa é ganhar. Isso é tudo que importa pra mim. Uma peça como Joe você sabe o que faz pela equipe, e se ele estava preocupado com o tempo de jogo ou se seria titular, então eu vou me sacrificar. Vou me sacrificar para ter um cara como ele para tentar nos ajudar a vencer um campeonato". - disse Lebron.
   Joe Johnson assinou com o Miami Heat. 
Lebron tem sido relutante em jogar como ala/pivô por tempo integral. Ele disse: "Escuta cara, eu vou fazer de tudo para vencer. Eu vou sequestrar minha mãe para ganhar".
   Quando questionado se faria tal esforço no passado respondeu: "Eu não sei. Não sei. Eu não posso responder isso, mas sei que farei agora. Quero dizer, você está tentando fazer um esforço. Estamos em março. Começar com Joe Johnson, é ter um cara que pode mudar a sua equipe para melhor. Eu não problema em me mover para quatro. Se ele viesse e fosse titular, manteríamos JR na equipe titular e Double T (Tristan Thompson) ou Mozzy (Timofey Mozgov) teriam de vir do banco, e o Kev (Kevin Love) seria movido para cinco". - disse Lebron ao cleveland.com.
   Se Joe Johson realmente tivesse ido para Cleveland a equipe titular teria um poder ofensivo imenso, com ele e JR fazendo as alas, Lebron e Love no garrafão seriam um quinteto que geraria perigo iminente de todos os locais da quadra. Com certeza, se chegassem as finais, iriam dar mais trabalho.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Heróis do passado: Chirs Mullin

Lenda em St. John's
   Hoje nossa série relembra um grande astro do Golden State Warriors, um excelente jogador universitário de sucesso na NBA e membro do Dream Team de 1992, falaremos sobre Chris Mullin.
   Nascido no Broklyn, Nova Iorque, ele estudava muito os jogos dos Knicks, embora admirasse Larry Bird e jogasse com o número 17 em homenagem a John Havlicek. Ele viaja para o Broxn e Harlem, bairros predominantemente de negros para enfrentar os melhores jogadores de lá, sendo assim trilhou seu caminho para ser uma lenda da Diocese de Broklyn. Começou a sua carreira no basquete jogando na Power Memorial Academy, depois sendo transferido para Xaverian High School.
   Depois de ser eleito como o Mr. Basketball do Estado de Nova Iorque, ele foi recrutado por Lou Carnesecca (técnico Hall da Fama) para jogar em St. John's. Logo em seu primeiro ano estabeleceu um recorde de pontos para um calouro, com médias de 16.6 pontos por jogo. Nos três anos seguintes foi três vezes o Jogador do Ano da Conferência Big East, três vezes All-American, foi medalhista de ouro em 1984 nas Olimpíadas, em 1985 ganhou o Prêmio John Wooden e USBWA Jogador Universitário do Ano. Em seu último ano levou St John's até o Final Four como a equipe n°1 do país, e teve médias de 19.8 pontos por jogo. Na carreira universitária teve médias de 19.5 pontos, terminando como o cestinha de todos os tempos de St. John's com 2440 pontos. Ele é o único jogador na história a vencer o prêmio Haggerty, destinado ao melhor jogador universitário da região de Nova Iorque, também é o único a receber por três anos o prêmio de melhor jogador da conferência Big East.
Sucesso na NBA
   Sua carreira na NBA começou em 1985, quando foi a 7° escolha do Draft pelo Golden State Warriors. Nas suas três primeiras temporadas da NBA, foi o ala /armador principal da defesa ao lado de Eric Floyd. Na sua segunda temporada, treinado por George Karl os Warriors chegaram as semifinais de conferência, mas caíram para os eventuais campeões Los Angeles Lakers. A temporada seguinte, 1987/88, sob os comandos de Don Nelson, Mullin iria tornar-se um ala mas após admitir ser alcoólatra foi suspenso e entrou na reabilitação.
   Recuperado, de 1988 a 1993 manteve médias de 25 pontos e 5 rebotes, chegando a cinco Playoffs e formando o trio Run TMC com Mitch Richmond e Tim Hardaway. Após vencer o ouro olímpico de 1992, Mullin começou a se machucar e perder jogos, e com a chegada de Chris Webber, ele e Nelson tiveram problemas com seu tempo de jogo. Após a saída de Nelson, todos os técnicos sequentes organizaram a equipe em função de Latrell Sprewell, notando que Mullin era propenso a lesões. 
Número 17 aposentado pelos Warriors
   Na temporada 1996/97 foi trocado para o Indiana Pacers em troca de Ercik Dampier e Duane Ferrell. Na sua primeira temporada, treinado por Larry Bird, ajudou os Pacers a chegar até as finais de conferência, perdendo para os Bulls. Após a temporada de 2000 foi dispensado pelos Pacers, assinou com os Warriors e encerrou sua carreira em 2001.
   Mullin foi um dos grandes nomes do basquete universitário e atualmente é treinador de St. John's, ele terminou a carreira na NBA com médias de 18.2 pontos, 4.1 rebotes e 3.5 assistências. Ele foi 5 x All-Star, 1 x All-NBA Primeiro Time, 2 x All-NBA Segundo Time e tem o número 17 aposentado pelos Warriors. 


Ty Lawson no Pacers

Armador chega a Indiana pelo restante da temporada

   Na segunda-feira o Indiana Pacers anunciou que assinariam com Ty Lawson. Os termos do acordo não foram divulgados.
   Em comunicado a imprensa o presidente de operações da franquia, Larry Bird disse: "Estamos contentes em ter Ty para jogar conosco até o final da temporada. Acreditamos que ele traga velocidade para a nossa defesa, ele pode atuar nos dois lados da quadra e vai ajudar a fortalecer a nossa segunda unidade".
   Lawson disse: "Essa é uma boa oportunidade para mim aqui, tentar ajudar os Pacers a vencer e entrar nos playoffs. Eu estou pronto para jogar e fazer o que for necessário".
   Depois de ser negociado para o Houston no verão passado, os Rockets chegaram a um buyout após uma desastrosa temporada de 53 partidas. Depois de ter médias de 15.2 pontos e 9.6 assistências em 2014/15, suas médias caíram para 5.8 pontos e 3.4 assistências, arremessando para seu pior percentual de aproveitamento da carreira.  Com Lawson em quadra o Houston diminuiu 9.9 pontos por 100 posses.
   Para que Lawson pude-se chegar, os Pacers tiveram de dispensar Chase Budinger para poder criar espaço na equipe.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Corrida maluca

O cara mais cobiçado da agência livre de 2017

   Vai começar a corrida maluca pelo agente livre mais cobiçado para a próxima temporada é Kevin Durant, o ala do Oklahoma City Thunder tem em suas mãos o poder de escolher para onde quiser ir, pois os rumores de muitas propostas já o cercam desde a temporada passada.
   Com o aumento do teto salarial das franquias de 70 milhões para 92 milhões, uma grana legal entra para as equipes, um adendo a ser somado, aumento o valor das propostas. Conhecido por ser um cara mais discreto e que não procura tanto os holofotes, Durant reiterou que não está a procura de um tapete vermelho ou um desfile em seu nome. Disse: "Eu não sou realmente um cara que procura toda essa atenção, mas sei que os holofotes estão sobre mim, tanto agora quanto no futuro. Sabia que estava chegando, sabe? Eu não sabia como, mais sabia que iria chegar, mas isso é apenas uma parte. Eu apenas procuro ficar perto das pessoas que realmente só se preocupam comigo como homem, e como jogador de basquete, que me querem feliz e meus amigos que amo todos os dias".
   Além disso, o Oklahoma City Thunder perdeu seis dos últimos oito jogos, vai enfrentar o Golden State Warriors hoje fora de casa e tenta quebrar uma sequência de 44 vitórias consecutivas de Curry e seus companheiros no seu território. Como se não bastasse a difícil tarefa, e os problemas que a franquia vem enfrentando, o final dessa temporada pode ser determinante para um processo de rebuilding, com Westbrook e Durant sendo agentes livres, se não acontecer uma renovação a equipe será destruída, pois ambos jogadores carregam-na nas costas. 
   O final dessa temporada ainda trará muitas trovoadas e clima tenso para os lados de Oklahoma.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Blake Griffin eternizado pela Universidade de Oklahoma

Número 23 aposentado pela Universidade de Oklahoma

   Na noite passada Oklahoma homenageou sua ex-estrela, Blake Griffin, aposentado o seu número em cerimônia no intervalo da partida entre os Sooners e Baylor. 
   Griffin foi nomeado AP Jogador do Ano na temporada 2008/09 após ter uma média de 22.7 pontos e 14.4 rebotes por jogo, liderando o país em rebotes e duplos-duplos. Os Sooners terminaram a temporada com 30 vitórias e 6 derrotas, chegando a Elite Eight.
   "Eu não sabia o que eu ia sentir, o que esperar. Sempre que eu volto aqui, é uma atmosfera familiar. É meu lar. Eu sou um pouco sobrecarregado com emoção, e como eu disse, sou incrivelmente honrado por estar lá em cima. Muito agradecido a todos". - disse Griffin.
   Seu número se junta a nomes como Alvan Adams, Wayman Tisdale, Stacey King e Mookie Blaylock. Tisdale também usava o número 23, e Griffin lhe pediu pessoalmente para pode usar.
   Griffin perdeu dois meses na recuperação de uma ruptura parcial no tendão do quadríceps, após quebrar a mão ao agredir o gerente de equipamentos Matias Testi, quando saudável, terá de cumprir quatro jogos de suspensão. Griffin disse estar muito perto de retornar, não sabe exatamente quando, mas perto.

terça-feira, 1 de março de 2016

Joe Johnson fala em aposentar-se no Heat

Boa aquisição para o Heat, ala diz querer encerrar carreira em Miami

   A família de Joe Johnson já está em Miami com ele, e se o sete vezes All-Star conseguir o que pretende eles não se mudam tão cedo. No dia 27 de fevereiro o ala assinou com a equipe de Miami, Johnson e o presidente da equipe Pat Riley, tem se reunido sobre ele terminar sua carreira no Heat, uma das razões pelas quais assinou com a franquia na semana passada.
   "A coisa mais importante que Pat me disse foi que esse não é apenas um acordo de curto prazo, que ele gostaria que terminasse minha carreira aqui. E é isso que estamos trabalhando". - disse Johnson. O ala disse que está em uma fase da carrreira de ano-a-ano, mas que não  pensa essa como sendo a sua última temporada.
   Johson foi dispensado pelos Nets semana passada, renunciou no sábado e assinou com o Heat logo em seguida. No domingo já fez sua estréia contra o New York Knicks, e hoje a noite estreia em casa contra o Chicago Bulls.  Seus filhos de 9 e 2 anos acompanharam ele na segunda-feira e disseram que estavam ansiosos para voltar a cidade. Foi a segunda vez em Miam em pouco tempo, a família passou o All-Star Weekend em Miami, e Johnson passou os últimos sete verões de férias e treinando na cidade.
   Johnson e o ala Dwayne Wade são amigos por mais de uma década, e há algum tempo já pensava em jogar no Miami. Terça-feira foi a primeira vez dentro da arena como jogador do Heat, e ficou impressionado.  "Ouvi dizer que eles são primeira classe. Mas nos últimos dois dias, eu vi muitas coisas que não vi em 15 anos de carreira, então eu fiquei impressionado. Os caras andam muito juntos pra cima e pra baixo, um grande vínculo e é assim que se torna uma equipe vencedora".