quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Mais um

Armador é indiciado por não ter registro de revólver e
ameaçar a esposa armado
   Na noite de ontem mais um atleta da NBA, entrou para o seleto grupo das polêmicas extra quadra, dessa vez o encrencado foi Raymond Felton, preso por ameaçar sua esposa com uma arma de fogo.
   Raymond Felton, armador do New York Kniks, foi autuado na última noite com um revólver e sem habilitação (porte). Um dos policiais disse que a esposa do atleta, Ariana Raymond-Felton, entregou a arma as autoridades. O jogador foi indiciado em segundo, terceiro e quarto grau, pelo porte de uma arma de fogo, que é considerado crime. Mesmo sem utilizar a pistola para intimidação, segundo a polícia, Felton foi indiciado por não possuir registro do armamento e Nova Iorque possuir leis rígidas quanto a isso. 
   Felton se entregou a polícia após a derrota para os Mavericks, perguntado sobre o assuntou o porta-voz da liga, Tim Frank, disse que a liga monitora a situação e até o momento não sabe se haverá alguma punição ao atleta.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

72-10: o recorde imbatível

Os 3 melhores defensores da liga e o verdadeiro big three
   Escrevo esse texto como um saudosista do melhor time de todos os tempos, e digo isso sem a menor chance de cometer uma heresia, apesar de torcer para o Bulls. O time dos Bulls de 1996 foi considerado por muitos como o melhor de todos, por ex-atletas campeões, por técnicos e jogadores que enfrentaram essa máquina. Também escrevo esse texto inspirado no livro: "Michael Jordan: a história de um campeão e o mundo que ele criou", com certeza uma leitura que vale muito a pena para os amantes do basquete.
   Falando rapidamente do livro, o mesmo conta a história de Jordan desde o seu começo no basquete até a aposentadoria, além de contar a história de vários jogadores e times da NBA. Retornando ao time dos Bulls, a máquina começou com a vinda de Dennis Rodman para substituir Horace Grant, que havia saído para o Magic em 1995 e que nunca aceitou muito bem viver a sombra de Jordan. A vinda de Rodman só foi confirmada após uma reunião com Phil Jackson, Michael Jordan e Scottie Pippen, para saber se os mesmos aceitariam trabalhar com um ex-bad boy dos Pistons, temidos rivais dos Bulls do final dos anos 80 e início dos anos 90. Jordan que voltará do baseball e como era dito por todos, um novo homem, mais paciente e que entendia as limitações de todos disse que se fosse para vencer poderiam trazer Bill Lambier. 
A peça que faltava para o melhor time de todos os tempos
   Rodman seria a peça que faltava para uma equipe perfeita, se conseguissem mantê-lo focado seriam imbatíveis, e foram. Com a chegada do ala de força, diziam que os Bulls já tinha os dois melhores marcadores da liga e com Rodman seriam três. No começo da temporada de 1996, Bill Walton ressaltou que os Bulls poderiam se tornar o melhor time de todos os tempos. Hubie Brown, ex-técnico e comentarista da TNT, disse que essa equipe dos Bulls tornara-se a melhor equipe defensiva da história da liga. Aliado a isso, Ron Harper, um ótimo armador somava-se a equipe e especializava-se em ser um excelente defensor, sendo assim com essa potência na defesa, eles pressionariam qualquer equipe e os esganariam em sua quadra. 
   Nessa temporada os Bulls começaram vencendo 23 dos 25 primeiros jogos, e a cada jogo a confiança crescia ainda mais. Chegando a impressionante marca, nos meses de dezembro e janeiro numa maratona de jogos, a 31 vitórias e 2 derrotas. Quando chegaram ao All-Star Weekend, a marca era de 42 vitórias e apenas 5 derrotas, foi aí que começaram a dizer que esse time era o melhor de todos os tempos. E ninguém mais, ninguém menos que Magic Johnson, após uma derrota no Staples Center por 15 pontos disse: "Eles são tão bons como os nossos times campeões. Estão melhores do que seus times campeões. Eles estão apavorando cara." 
   Junto com isso muito fenômenos surgiram na NBA, uma Rodmanmania, afinal ele era o melhor da liga em rebotes e mesmo tendo apenas 2,01 m, tanto que na Sports Illustrated, aparecerá em uma capa com uma questão: "O melhor no rebote de todos os tempos?". Para mim, sem dúvidas. A crescente onda de torcedores dos Bulls e o crescimento da franquia ainda mais. A equipe era coesa demais, eles sabiam o que fazer e como fazer todas as noites para saírem com a vitória e frequentemente conseguiam. Somente o Bulls poderia vencer esse recorde, mas nas duas temporadas consecutivas chegaram a 69 e 62 vitórias respectivamente. Coincidentemente, ali se encerrava um ciclo campeão e da melhor equipe de todos os tempos. Podem falar o que quiser, mas quem viu esse Bulls de 1996 sabe o que falo, nada pode ser maior, nem os Lakers de Abdul-Jabar e Magic ou os Celtics de Bird e McHale, ninguém supera essa equipe e vai ser sempre assim, a melhor equipe de todos os tempos e um recorde imbatível. 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

All Star Weekend 3° dia: a lá anos 90

A nova geração no All Star Game
   Ontem a noite, no dia mais esperado do All Star Weekend, o Jogo das Estrelas, foi sensacional, salvando o evento do final de semana e com muitas marcas impressionantes, além daquela velha competitividade entre leste e oeste.
   No jogo ontem, podemos sentir novamente aquele ar de competição entre as duas conferências da liga, como eram na época de Jordan, Johnson e Bird. Claro que o jogo começou sem muita marcação e com muitas, mas muitas enterradas, mas como era de se esperar, com Frank Vogel comandando era esperado que houvesse marcação em algum momento do jogo. Mesmo que no comçeo a marcação não existiu, houve um equilíbrio no placar a todo momento, apenas no terceiro período a equipe oeste conseguiu abrir uma vantagem de 18 pontos.
   Quando essa vantagem foi instaurada, acreditei que o jogo iria ficar sem graça e que o leste iria se entregar, mas muito pelo contrário, após um pedido de tempo Joakim Noah voltou para o jogo e o negócio ficou sério. Com o espirito de marcação e vontade de Noah, o leste foi contagiado e reagiu conseguindo virar o placar e caminhar para a vitória. O que me alegrou e muito, foi poder ver o lado leste voltar a vencer e quebrar uma série de 3 jogos consecutivos do oeste, além de ver novamente um jogo competitivo e lembrou muito os anos 90, onde os All Star Games sempre eram disputados ponto a ponto e que qualquer jogador poderia ser o MVP.
MVP, Uncle Drew com 31 pontos e 14 assistências
Igualando recorde de pontos no segundo tempo
   A partida de ontem foi de números expressivos, dois atletas entraram para o Hall dos maiores pontuadores de um All Star Game, foram eles Kevin Durant com 38 pontos e 10 rebotes e Blake Griffin com 38 pontos e 6 rebotes. Os dois entram em um seleto grupo onde Chamberlain lidera com 42 pontos, seguido de Jodan com 40 e agora Durant e Griffin com 38. Além desse recorde, foram criadas novas marcas. Esse foi o jogo com maior pontuação na soma, um total de 318 pontos, também da maior pontuação de uma equipe para o leste com seus 163 póntos. Tivemos também o recorde de 3 pontos convertidos quebrados, onde Carmelo Anthony acertou 8 bolas de três e passou o recorde que era de 6. O MVP Kyrie Irving igualou o recorde de pontos no segunto tempo de jogo, conseguindo 24 pontos nos dois últimos períodos. E Howard tornou-se o primeiro atleta a jogar três All Stars seguidos por três equipes diferentes, Magic, Lakers e Rockets, antes dele Iverson foi selecionado da mesma forma, mas jogou apenas em duas ocasiões.
   Como esperado foi sensacional e os números falam por si, o leste mereceu a vitória e foi um jogo digno da grandeza que é o All Star Weekend. O MVP foi Irving que anotou 31pontos e distribuiu 14 assistências, um atleta da nova geração que vem sendo introduzida nesse evento e prova que vem para manter o espetáculo.

domingo, 16 de fevereiro de 2014

All Star Weekend 2° dia: uma noite decepcionante

Momento de reunir as lendas da NBA
   Em uma noite que decepcionou os fãs do basquete, quatro eventos movimentaram o fim de semana das estrelas da NBA. Apesar dos pesares, uma nova era nas competições de enterradas surgiu.
   No primeiro evento da noite, o jogo que reunia ex craques da liga, como Karl "Mailman" Malone e Dominique Wilkins, além dos astros Tim Hardaway e Dell Curry, que jogaram junto com seus filhos. Nesse evento, a equipe de Chris Bosh, que contava com Swin Cash e Dominique Wilkins, sagrou-se campeã da competição de arremessos, onde Bosh fez os dois arremessos do centro da quadra e deu a taça a seus colegas.
   O segundo evento foi o desafio de habilidades, onde em duplas, o atletas deveriam realizar uma série de ações, entre elas dribles, passes, arremesso e bandeja. O final foi emocionante, a dupla formada por Lillard e Burke venceu com um décimo de diferença para Oladipo e Carter-Williams, com 45.2 segundos. Foi um dos melhores momentos da noite, pelo menos o que deu mais emoção a quem assistia.
   Em seguida tivemos o campeonato de três pontos, na primeira rodada Stephen Curry e Joe Johnson decepcionaram e não classificaram-se para a final, nem mesmo assustaram os finalistas, Bradley Beal e Marco Belinelli. O ápice foi a performance de Beal, que acertou os 6 arremessos finais, igualou a pontuação de Belinelli e forçou um desempate. Na rodada final, Belinelli não deu chances a Beal e venceu por 24 a 17.
Uma nova era das competições de enterradas
   O momento mais esperado da noite, o campeonato de enterradas, foi também o que mais deixou a desejar. Mesmo com uma reformulação em seu sistema de competição, proporcionando batalhas eliminatórias e uma rodada de dunks dos finalistas. Infelizmente, as enterradas são sem muita criatividade, a variabilidade de enterradas é pequena, porque muita coisa já foi feita, ainda assim Paul George e Wall fizeram coisas nunca antes vistas, especialmente Wall com a enterrada final, saltando o mascote dos Wizzards, pegando a bola e enterrando. Como dito por Magic Johnson, Wall colocou o Slam Dunk Contest em uma nova era com enterradas mais plásticas e de explosão notável. Para quem esperou até a uma da manhã, viu duas ou três enterradas incríveis, mas em um evento que deixou a desejar, que hoje a noite seja diferente.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

All Star Weekend: 1° dia, quebrando recordes

   No dia do jogo das celebridades e dos "calouros" contra "segundo-anistas", novos marcas foram configuradas e recordes estabelecidos. Um bom espetáculo para os amantes do basquete.
Arnie Duncan e o duas vezes MVP Hart
   No primeiro evento da noite, o jogo das celebridades, que reuniu grandes nomes da música, da WNBA, atores e até mesmo, pelo terceiro ano seguido o secretário da educação dos Estados Unidos. O que se notou, foi a nítida melhoria no nível dos "atletas", as celebridades convidadas possuíam um melhor domínio do basquete e conseguiram fazer boas atuações e jogadas. A presença mais ilustre, por assim dizer, foi de Snoop Dog, que realmente ama basquete, tanto que possui um carro nas cores dos Lakers (seu time do coração) e uma quadra de basquete em sua mansão onde coloca o nome dos jogadores que deixam o Lakers ou se aposentaram. O secretário, Arnie Duncan anotou 20 pontos (recorde), 11 rebotes e 6 assistências, liderando o leste a vitória na competição. Pelo lado oeste, o destaque foi o rapper Michael B. Jordan, com 16 pontos e 7 rebotes. Para os próximos anos, se espera que o nível seja mantido e que boas atuações como essa tornem-se rotina.
MVP e recordista em rebotes
   O jogo da noite que interessava, ou pelo menos era mais atrativo, colocou em frente as equipes de Grant Hill e Chriss Webber, que draftaram alguns jogadores e formaram seus elencos. O jogo foi, como esperado, franco e sem muita defesa, com muita transição, muitas enterradas e disputas acirradas. A que mais chamou atenção foi entre Tim Hardaway Jr. (36 pontos, 7 bolas de três) e Dion Waiters (31 pontos, 4 bolas de três), com uma sequência de bolas de três, e com dribles desconcertantes e marcação pressão. Mas, era impossível alguém se destacar mais que Andre Drummond, o pivô dos Pistons anotou 30 pontos e pego 25 rebotes (novo recorde), sendo 14 ofensivos e 11 defensivos, aparentemente o grandalhão entrou com vontade de levar o MVP para casa. O que mais se comentou, foram as possibilidades para o ano que vem, afinal o jogo pode ter nomes como, Wiggins, Jabari Parker, Aaron Gordon, Embid, Exum, entre outros. Já estou ansioso.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Mito

Um dos melhores jogadores de todos os tempos
  Hoje é aniversário de um mito da liga, o maior vencedor de títulos da NBA, somando 11 campeonatos e um dos melhores pivôs de todos os tempos, Bill Russell. No alto de seus 80 anos, membro do seleto grupo de 50 maiores astros da NBA de todos os tempos e do Hall da fama do basquete, o cara merece uma singela homenagem.

   Russell nasceu no dia 12 de fevereiro de 1934, em West Monroe, Virginia. O pivô começou a joga basquete no ensino médio, pela Heritage High School, onde já se destacava por sua altura e tamanho das mãos, porém, não chamou a atenção para o draft universitário. Foi selecionado pela Universidade de São Francisco, onde o técnico gostou de sua forma física e sua habilidade "clutch" e seu instinto para o jogo. Somando a sua velocidade de ala, com sua altura e habilidade de bloquear, Russell tornou-se o centro de uma forte equipe universitária.
   Naquela época, Russell e mais alguns colegas negros sofreram muito com o racismo exacerbado da época. Em um dos episódios mais fortes, um hotel de Oklahoma, não aceitou o pivô e os demais negros da equipe, em protesto toda a equipe foi alojar-se em uma escola. O pivô contou anos depois que o racismo era muito forte, tanto que ele foi eleito MVP do Final Four, eleito para a equipe All-American, vencendo 28 de 29 jogos, com médias de 20 pontos e 20 rebotes por partida e sendo os campeões nacionais. Porém, no jantar de premiação dos melhores do esporte, um outro pivô do Norte da Califórnia como jogador do ano. Depois desse fato, Bill pensou em sempre colocar a equipe em primeiro lugar e não tentar alcançar realizações pessoais, pois segundo ele, teria de esperar até ser velho e se tornar um homem amargo.
Bill Russell e seus 11 anéis da NBA
   Em sua carreira universitária anotou médias de 20.7 pontos e 20.3 rebotes, sendo campeão em 1955 e 1956, conseguindo 55 vitórias consecutivas e conseguindo bloquear 13 arremessos em um jogo. No final da temporada universitária de 1956, Russell foi convidado para ingressar nos Harlem Globetrotters, mas recusou a oferta e se inscreveu para o draft da NBA. O pivô foi a segunda escolha do draft, selecionado pelo Saint Louis Hawks e trocado por Cliff Hagan, essa foi eleita por uma revista, como uma das mais importantes trocas dos esportes americanos. Ainda em 1956 foi campeão olímpico, contra a União Soviética, anotando 14.1 pontos por jogo e sendo o líder da equipe.
   Russell defendeu os Celtics de 1956 a 1969, ganhando 11 títulos em 13 temporadas, sendo um dos maiores campeões do esporte norte-americano juntamente com um jogador de hóquei. Encerrou a carreira com média de 15.1 pontos, 22.5 rebotes e 4.3 assistências, num total de 14552 pontos, 21620 rebotes e 4100 assistências. Definitivamente, a carreira de Russell foi uma das melhores da NBA, e Jordan quando começou era sempre comparado a ele, Russell era o melhor da história antes de Jordan e seus números expressam o quão bom foi. Parabéns Bill Russell!
   

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Os caras do Dunk Contest

  
Os caras que vão "voar" no Slam Dunk Contest de 2014
   Na noite de quinta, vi que a NBA divulgou a lista dos competidores do Slam Dunk Contest (Campeonato de enterradas) e alguns nomes me surprenderam na lista. O nome certo era o de Terrence Ross, que com certeza viria para defender seu título. Nesse ano não terá nenhum homem do garrafão competindo, apenas alas e armadores, o ano dos "baixinhos". Com certeza será um ano de grandes enterradas, pois todos os atletas convidados voam e são muito atléticos, preparem-se para enterradas impossíveis.
   Os convidados dessa temporada são, o meu favorito, Paul George que está em seu melhor ano da carreira e tem mostrado em jogo que pode levar a taça para Indiana. Com uma explosão e muita impulsão, George é capaz de voar alto e rodar com facilidade, além dá força nas enterradas, daí o porque de ser meu favorito.
  Terrence Ross vem para tentar manter o título, e se for com a força que enterrou na cara de Kenneth Faried é um forte candidato. Ano passado foi muito bem no campeonato, com jogadas incríveis e com muita força atlética. Que o diga Kenneth Faried que tomou uma marretada na cara semana passada. Outro participante, e favorito de Shaquille O'Neal, é John Wall, o armador dos Wizzards possui ótima impulsão e explosão muscular, e durante a temporada mostrou que pode voar.
   Os participantes da conferência oeste, são Harrison Barnes, ala dos Warriors que é provavelmente o atleta que fará as enterradas com mais força. Damian Lillard armador dos Blazzers, que apesar de ser "baixinho" (menor dos competidores), fez durante a temporada muitas enterradas explosivas, e o último participante é Ben McLemore dos Kings, o ala que voa e mostrou em alguns vídeos dos treinos da franquia que pode incomodar os favoritos, e se for como na época de Kansas, vem com tudo para erguer a taça.
   Como disse, meu favorito é George, mas acho que esse ano será bem disputado, já que todos tem muitão explosão e impulsão, sinônimo de enterradas surpreendentes. 
    

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

O basquete e seus escandâlos

George e Daniela pivôs de um novo escandâlo envolvendo astros da NBA
   A alguns dias uma notícia abalou o mundo do esporte, o atleta da NBA, Paul George, estaria envolvido em um escandâlo de grandes proporções e repercurção.
   Ao que tudo indica, uma stripper de Miami estqriq esperando um filho do astro dos Pacers, e que George teria oferecido 1 milhão de dólares para a moça abortar. Daniela a stripper está grávida de uma menina, essa será a primeira filha do atleta que atualmente namora a filha de Doc Rivers (técnico dos Clippers).
   Porém George não é o primeiro, e nem será o último a se envolver em escandâlos ou problemas maiores. Grandes astros sofreram com problemas semelhantes, alguns piores até, como Jordan que foi acusado de apostar dinheiro em cassinos clandestinos. Kobe que em 2003, foi acusado de estupro por uma funcionária de um hotel, na época o atleta confessou o adultério, mas disse que o ato foi consentido pela mesma, ainda, na época um de seus patrocinadores o iria abandonar. Algum tempo depois Kobe foi absolvido do crime. 
   No ano passado, publiquei aqui mesmo a história de Terrence Williams, foi preso por agressão doméstica (http://maisbasquete.blogspot.com.br/2013/05/bad-boys.html), sem falar em Lamar Odom, que bateu nos repórteres com um guarda-chuva e tentava lutar contra seu vício em drogas. Infelizmente, o esporte de modo geral acarreta algumas situações assim, não se sabe o porque e ainda assim a NBA possuí uma política que ensina os novatos a admistrar seu dinheiro e como se comportar fora de quadra, justamente para evitar esses constrangimentos.
   Mesmo com todo o suporte que tem, os atletas fazem algumas m...., imaginem se não fosse oferecido? O que se vê são jovens cada vez mais novos, que recebem muito dinheiro, muito rápido e não sabem como gastá-lo e menos ainda como administrá-lo. Querendo ou não isso é parte do esporte.