segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Rosa Branca diz: "Tony se candatará a presidente da CBB"

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Durante minhas leituras, encontrei a excelente entrevista do Rosa Branca, concedida ao Basket Brasil. Lá, de repente, ele dispara: "O Tony se candidatará a presidente da CBB e eu tenho certeza de que se ele for eleito o basquetebol brasileiro terá uma nova cara. Eu acho que está na hora de mudar, não sei o que está acontecendo com a CBB, está deixando as seleções muito de lado. O basquete precisa ser bem administrado e São Paulo sabe fazer isso" [grifo e destaque nosso]. Isso é muito importante, pois saímos do campo imaginário e partimos para o real; saímos das especulações e chegamos a um fato concreto, dito por uma das lendas do nosso basquete.: chakmati é/será candidato à presidência da CBB. Agora Grego tem um adversário qualificado e com experiência na condução adminsitrativa do nosso basquete - referência a competentíssima administração que possui o basquete paulista e a possibilidade de transformar o Brasil a partir da experiência de São Paulo. É um desafio e tanto.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Chakmati: "A Federação Paulista exige respeito".

Leitores e amigos do basquete e do esporte brasileiro: dias atrás publiquei uma mensagem sobre a união entre Toni Chakmati e Carlos Nunes e me desmentiram, dizendo que os dois se odeiam. Eu continuo em dúvida, mas é o ônus do processo, depois de anos de manobras nada nobres por parte da CBB. Por outro lado, não conheço o Sr. toni Chakmati, apesar de chamá-lo asism, como se íntimo fôssemos. Creio que o Sr. Chakmati, para conquistar apoios, além da veroz carta que reproduzo com muita felicidade abaixo, deveria lançar sua candidatura à Presidência da CBB, pois ele representa o principal estado o basquete brasileiro e pode administrar o Brasil da mesma forma e ter melhores resultados que Grego e Cia Ltda. Não pode exigir respeito só em textos, mas na prática nào pode se juntar a gente do Cia Ltda que quer ficar alimentado-se da CBB sem nada produzir pelo basquete brasileiro. Fazendo isso, lançando-se candidato a CBB, deve divulgar seu vice-presidente também. Assim saberemos quem o acompanhará e poderemos apoiá-lo virtualmente, solicitando uma relfexão ao norte e ao nordeste e que estas regiões dêem um adeus a essa parceria com a CBB que não coloca as equipes dessa magnífica e bela região do país no mapa do basquete - não enchê-los de clínicas técnicas e de arbitragem se não são oportunizadas interações com os demais estados do país. Há verba pública nas mãos da CBB para isso: lembrem, foram 6, 5 milhões ede reais entre 2006, 2007 e 2008 e só da Lei Piva. Sem o norte e o nordeste, Grego não é nada; com o Grego, o norte e o nordeste não vão a lugar algum; sem o norte e o nordeste, o campeonato Brasileiro não passa de um campeonato do centro-oeste/sudeste/sul;

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Carlinhos, meu "amigo" de tantas jornadas...

Conheci Carlos Nunes nos jogos de basquete quando eu era guri e jogava contra a SOGIPA . Ele acompanhava a equipe por seu pai de um atleta. Sempre estava pela volta do time, mas eu o cumprimentava como um senhor. Pessoalmente, conheci o Carlinhos quando tentei encaixar meu irmão na SOGIPA no final de 1991. Conversei com ele e depois voltei a falar com ele na época que ele trouxe José Medalha apara ministrar um curso em Porto Alegre. Bateu na minha porta, com cartazes e promessas de repasse de percentual, além de livrar minha inscrição para participar. Mandei seis (06) pessoas e até hoje espero minha porcentagem pelo trabalho realizado. Depois disso ele me encontrou e falou da eleição para a FGB. Sempre viajei pelo interior como árbitro e falava com os árbitros. Nunca cheguei em um técnico ou dirigente para pedir voto para o Carlinhos ou para o Jairo, mas perguntava a posição deles sobre a eleição. Ele fez o lobby dele e a situação não acreditou que perderia, pela saída tumultuada que foi "largado" do cargo de Diretor de Basquete da SOGIPA . Aliás, esse clube votou contra ele ser o presidente da FGB naquela ocasião, ou seja, tentavam fechar a porta do basquete para um ex-dirigente do clube. Por quê?

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Quem deve ser o presidente da FGB?

Sem informações concretas sobre o processo eleitoral no basquete gaúcho, resolvi inovar e lançar uma enquete. Acima tu tens acesso a uma pergunta que confronta a atual administração da FGB (15 anos!!!!) e um jeito novo de mobilizar os clubes e o esporte. Não sei dizer se A e/ou B irão concorrer, mas é certo que ambos têm esse desejo. O primeiro quer mudar a situação do basquete gaúcho e o segundo é retrato da falência de nosso esporte no RS e, para quem não sabe, ele é Assessor do Grego na CBB e tem dito que está brigado com o chefe, em busca de apoio de alguma outra federação estadual para concorrer a CBB. Como a eleição lá é só em maio, é bem provável que concorra no RS em janeiro. Eu tenho meu ponto de vista claro, bem definido e, quiçá, pudesse votar no pleito da FGB.

Então, como estamos em período eleitoral, vamos ver o que pensam as pessoas ligadas ao basquete gaúcho. Lancei dois nomes, mas de repente temos outros possíveis candidatos, mas que não sei a posição, nem ouvi dizer que C e/ou D são candidatos a FGB. então, que fique claro que não se trata de desrespeito a qualquer outra pessoa que também sonhe em mudar o basquete gaúcho. Escolhe teu candidato, teu voto é secreto. Só quero contabilizar o que estão pensando as pessoas envolvidas com o basquete gaúcho.

 

Forte abraço e fico na escuta até domingo, 26/10, quando poderemos ver como pensa o basqueteiro gaúcho...

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Reeleição no COB: Resposta da Ouvidoria do Ministério do Esporte

Já estava preparando um novo texto, onde citaria a Presidência da República, o Ministério Público Federal e o Ministério do Esporte por não terem respondidos ao pedido de intervenção nas eleições do COB. Disseram o óbvio, mas disseram algo e assumiram uma posição. Qual seja? Que todas as confederações podem receber recursos público, não gorjeta, não moedas, mas recursos abundantes e fazerem o que quiserem por que nossa constituição assim determina. Então, mudem a constituição!!! Fazem isso toda hora para tirarem nossos direitos, não custa preservar um pouco dos nossos recursos. Dizem que a conta de Pequim foi de R$ 1,2 bilhão. Leiam a integra da resposta do ME.

Eu sou Carlos Alex Soares, brasileiro, casado, pai, professor de educação física, técnico de basquete e acreditaria em tudo, não fosse o Sr. Alberto Murray Neto, membro do COB, advogado dizer ao contrário: o COB é obrigado a licitar, a prestar contas dos recursos públicos recebidos e perde a condição de entidade esportiva de caráter privado por haver recebido dinheiro oriundo da Lei Federal 5.139 (12/07/2004). Está lá, no o parágrafo 1º do artigo 4º. Será que não leram? Será que desconsideraram tal entendimento legal? Usaram a Constituição e a Lei Federal e nem citam a Lei Piva, que nos leva a sugerir tal intervenção, mas lembram que a responsabilidade é do ministério público federal. Pilatos está no ME.

Fico na escuta... Carlos Alex Soares, Prof. de Educação Física, Pelotas-RS

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De: ouvidoria@esporte.gov.br [mailto:ouvidoria@esporte.gov.br] Enviada em: quinta-feira, 16 de outubro de 2008 16:31 Para: carlosalexsoares@gmail.com Assunto: Ouvidoria do Ministério do Esporte

A Ouvidoria do Ministério do Esporte, ao encaminhar sua reclamação ao departamento referido, envia-lhe a resolução tomada com relação à mesma. Parecer Técnico:Prezado Senhor, Informamos que, de acordo com o inciso I do Art. 217 da Constituição Federal, as entidades desportivas são autônomas quanto a sua organização e funcionamento, sendo desta forma, um impedimento constitucional do Ministério intervir. O Art. 2°, da Lei 9.615/98, afirma que “ O desporto, como direito individual, tem como base os princípios: II - da autonomia, definido pela faculdade e liberdade de pessoas físicas e jurídicas organizarem-se para a prática desportiva; e em seu Art. 16, afirma que “As entidades de prática desportiva e as entidades nacionais de administração do desporto, bem como as ligas de que trata o Art. 20, são pessoas jurídicas de direito privado, com organização e funcionamento autônomo, e terão as competências definidas em seus estatutos”. Lembramos a Vossa Senhoria que cabe ao Ministério Público a observância da ordem jurídica, dos interesses sociais e dos interesses individuais, bem como dos princípios constitucionais relativos ao desporto, conforme estabelece o § 2º do art. 4º da Lei nº 9.615/98 – Lei Pelé e Lei Complementar 75/93. Atenciosamente, Ouvidoria-Geral Ministério do Esporte

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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Dia das Professoras e dos Professores

À:

Minha Mãe-Amiga-Professora, Minha Esposa-Amiga-Professora-Colega, Minhas Professoras e professores do jardim de infância e da 1ª série, da Fundação Bradesco, do Colégio Auxiliadora, das equipes da FUnBa de Basquete, do Colégio Espírito Santo, do Colégio Estadual Carlos Kluwe, do Colégio Municipal Pelotense, da Escola Técnica (hoje CEFETRS), do Michigan/Albert Einstein, da ESEF-UFPel, do Pré-Vestibular Universitário, da pós-graduação da FaE-UFPel, da pós-graduação da FACED-UFRGS (curso interrompido por causa do acidente), dos mestrados (FaE e ESEF da UFPel) e do doutorado (FACED-UFRGS) onde fui aluno especial (curso também interrompido por causa do acidente).

Hoje estou de folga (13/10): anteciparam o dia do professor em minhas escolas e fizemos um feriadão – desde sexta sem ver aluno na minha frente e uma segunda-feira silenciosa... Ao descer as escadas me senti despreocupado, como se um dia de domingo fosse. Tranqüilo, a única tarefa era ajeitar as coisas e mandar dois dos pimpolhos para a aula. Então lembrei de minha primeira professora, não a da escola, mas a de casa que além de minha mãe também é professora. Nessa época do ano, na minha adolescência, sempre aparecia alguém na minha casa, um ex-aluno com a noiva ou com o filho recém nascido; uma ex-aluna que estava na faculdade; enfim, ex-alunos e ex-alunas dela. Sempre levavam um presentinho na mão e palavras que, mesmo que nós fossemos educados para deixar as visitas da mãe e do pai a vontade, percebíamos que traziam lágrimas ao rosto sofrido de minha mãe. Eu pensava: “o que esse cara ta fazendo pra minha mãe chorar?” Mas logo, no ímpeto juvenil de protegê-la, eu a via dando um abraço, recebendo um bem apertado e ficava tudo bem. Sempre nos dizia quem era, lembrava da história da pessoa, as dificuldades para estudar ou o desdém ao esforço dos pais que estudassem. Quase não a vi perguntar qual era o nome da pessoa.

A questão do dia dos professores não são os presentinhos, mas os abraços, os presenciais e os carregados de boas energias que se recebe daquele aluno que está centenas de quilômetros distantes e que, ao perceber que é dia do professor, lembra-se imediatamente daquele que fez diferença em sua vida, uma professora ou professor especial para ele. Esse é o carinho mais representativo do grau de importância que cada mestre teve em nossas vidas e todos nós sempre lembramos de alguém – hoje comecei o dia pensando em minha mãe e em minha esposa, professora e também colega de profissão.

Minha mãe, no fim da carreira, teve um tijolo escondido em sua bolsa, que levava para a aula (nós deixamos guardadas em armários cadeados e bem protegidos), pois o respeito que ela tinha pelo que era dos outros a fazia crer que os outros também tinham entre si – aquela coisa que Paulo Freire chamou de ética universal do ser humano. Pois em um tumulto de sala de aula, saiu com dois alunos, solucionou o problema e voltou a sala. As risadinhas e o silêncio que se seguiu lhe deram a impressão de que algo havia acontecido, mas como ninguém falava, ficou esperta, mas sem se manifestar. Ao terminar a aula, pegar seu material e a bolsa, percebeu que estava pesada. Algum aluno, desses bem engraçadinhos, havia aberto a bolsa e colocado um tijolo dentro da bolsa da professora de quase 60 anos. Foi uma tristeza receber a ligação dela naquela noite me contando o que ocorrera e a sugestão ao final: por que a senhora não se aposenta? Passou 30 anos em escolas, não enriqueceu, viu o salário reduzir desde que ingressou no magistério gaúcho, várias perdas salariais, mas sente-se gratificada por ter exercido a profissão dela com dignidade. Quinze desses trinta anos foram cumpridos viajando pelo interior de Bagé, saindo de casa antes das 6h da manhã e muitos alunos da zona rural foram privilegiados ao tê-la como professora – em conta arredondada feita por mim foram mais de 120 mil quilômetros rodados entre Trigolândia, Candiota e Bagé.

Se hoje, com as novas tecnologias, com a blogmania, eu consigo escrever um parágrafo e gostar dele, devo aos muitos livros que ganhamos para ler – meus irmãos e eu. Quando uma professora me chamou para fazer a leitura de um texto e eu me saí mal, foi à minha mãe que eu recorri. Dali em diante, recebi uma intensiva na leitura que depois, quando muitos livros chegavam e repousavam sobre a estante, ficavam a disposição para pegá-los, manuseá-los e, ao estilo de Rubem Alves, ou seja, antropofagicamente, devorar suas histórias e o saber que neles repousavam, era uma atitude normal. Se eu passar um dia sem escrever, sem juntar palavras e fazer de um amontoado delas uma minúscula sinfonia podes ter certeza, o dia foi incompleto. Não precisa estar concluído, publicável, mas um rascunho já é suficiente. E com a informática, o celular com mensagem, sempre consigo dar o ponta-pé inicial em algo que me chama a atenção.

Então, como mãe é incalculável minha dividia com Dona Maria Luiza; mas também é da professora que foi que me sinto orgulhoso e quero destacar hoje. Também me sinto saudoso das viagens para o interior de Bagé e das aulas que assistia pelas janelas ou escutando da porta sua voz doce e firme ensinando nosso português aos seus alunos. Portanto, ao homenagear, an passant, minha mãe-amiga-professora, quero estender meu abraço a todos os professores que passaram em minha vida e dizer que, sem eles, não seria o que sou. Quiçá a juventude possa ter, como eu tive e ainda tenho, pessoas preocupadas em lhes passar o conhecimento, a ensinar-lhes posturas, a educar-lhes as almas de maneira que além de aprender a ler e a somar, aprendam a conviver em paz, mas com decisões firmes e éticas e, se for preciso, saibam ir a luta contra as injustiças, as manobras dos poderosos, os tijolos colocados nas nossas bolsas... Hoje, pelo menos nessa postagem, vamos deixar de lado os problemas do nosso basquete, do nosso olimpismo, de nossas políticas públicas (ou a falta delas) para a educação e para o esporte e o lazer e vamos nos lembrar de nossos mestres. Todos eles, em especial minha mãe, deixaram marcas no meu coração, no meu jeito de ser, de ver o mundo, de refletir, de educar. Eu creio que é isso que eu faço, EDUCAR. Nada de doutrinar e tornar meus alunos engajados politicamente, mas dar-lhes um arsenal de conhecimentos que os torne capazes de, apropriados do saber de nossa história, escolherem o próprio caminho – não o meu caminho, a minha ideologia –, mas aquele caminho que dá sentido as próprias vidas.

Meu beijo muito especial em minhas professoras e meu quebra costela nos professores. Parabéns pelo nosso dia!!!

Educar é construir pontes

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Centro Esportivo Virtual

Tu conheces o Centro Esportivo Virtual? Se não conheces é hora de fazê-lo e se já conheces, uma visita mostrará a nova proposta visual e funcional montada pelo Alexandre Castelani e pelo Laércio Elias Pereira. O endereço é www.cev.org.br. Mas vou te falar um pouquinho do CEV e do Laércio, mesmo que tu possas ter acesso as informações essenciais em http://cev.org.br/sobre/ e http://cev.org.br/qq/laercio/, respectivamente. O CEV é a proposta de doutorado do professor Laércio que desde o início dos anos 80 vem procurando maneiras de interligar o pessoal da educação física – é um dos fundadores do Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte (CBCE). Passou pelo telememo e iniciou o CEV com as Listas de Discussão, unindo o Brasil do Oiapoque ao Chuí.

Eu conheci o CEV no LEPE (Laboratório de Ensino e Pesquisa da ESEF-UFPel) e imediatamente me cadastrei na Lista de Discussão Educação Física e Esporte . Em seguida o Laércio, por intermédio do Giovani Pires da UFSC, me convidou para administrar a lista de discussão do Movimento Estudantil em Educação Física, pois estava vinculado a ExNEEF naquela época. Há 10 anos administro a Lista de Basquete e recentemente acumulei com a de Etnia e Esporte. E assim ele foi criando as listas do CEV, até atingir as 119 disponíveis na página principal e ter 11 mil pessoas interligadas na atualidade – já fomos mais de 20 mil, mas as migrações de sistema e provedores derrubaram muitos e-mails.

Esta postagem é uma campanha para te convidar a participar das Comunidades do CEV. Entra lá, vê se tem algum tópico de teu interesse. Tenho certeza que se tens algum vínculo com a educação física, o esporte e o lazer acharás um tema, uma comunidade onde poderás trocar idéias, contribuindo, construindo e aprendendo com outras pessoas. Tua visita é importante, tua adesão só engrandecerá esse magnífico projeto e tua participação honrará a todos nós.

Eu sou Carlos Alex Soares e fico na escuta...

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Anulação da Eleição do COB



De: Carlos Alex Soares [mailto:carlosalexsoares@gmail.com]
Enviada em: segunda-feira, 13 de outubro de 2008 01:34
Para: 'presidencia@presidencia.gov.br'; 'pfdc@pgr.mpf.gov.br'; '1ccr@pgr.mpf.gov.br'; 'esporte@esporte.gov.br'
Cc: 'jcruzz'; (akfouri@lancenet.com.br); 'blogdojuca@uol.com.br'
Assunto: Anulação da eleição do COB

Excelentíssimo Presidente, Sr Luís Inácio Lula da Silva;
Digníssimo Ministro do Esporte, Sr. Orlando Silva;
Senhores Procuradores do Ministério Público Federal;
Senhores Jornalistas; e
Senhores leitores do Mais Basquete:

Após os jogos olímpicos seria cordial congraçar-me com os destinatários dessa mensagem pelo desempenho do país em Pequim. Ainda que tarde, também seria a oportunidade de destacar o bom desempenho do Pan do Rio-2007. Infelizmente, esse não são os motivos do meu e-mail. Primeiro por que em nenhum dos eventos tivemos o desempenho  esperado, quando relacionado com os valores investidos pelo poder público brasileiro. Segundo que questões mais importantes tem tomado o tempo da nação, como o rombo financeiro que está acabando com economias mundo afora.

sábado, 11 de outubro de 2008

jogada de Nuzman (poder eterno) não é novidade no basquete brasileiro

Pois é, que feio fez seu Carlos Arthur Nuzman, o “cara” que fez o voleibol crescer estratosfericamente até atingir o apogeu nos últimos anos, já sob o comando Ari Graça. Dizendo querer transformar o esporte brasileiro, foi para o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) – ou foi para o COB pelos interesses de aproveitar as mordomias que o olimpismo proporciona aos cartolas? Agora, depois dessa eleição, tudo o que fez ficará sob a sombra da dúvida, somado ao hiper-mega-superfaturamento do Comitê Organizador do Pan Rio 2007 e a eleição na ODEPA. Infelizmente o esporte nacional passa por esse momento de escândalos, talvez para que os verdadeiros desportistas resolvam assumir o trabalho árduo de comandar com suas experiências e contribuir com a educação dos brasileiros através e pelo esporte e, ao mesmo tempo, compreendendo e dando suporte ao esporte como um caminho alternativo de lazer, prazer e diversão que precisa ser gerenciado com responsabilidade, profissionalismo e ética.