sexta-feira, 29 de julho de 2016

É o time do Butler diz Wade

Dupla deve fazer sucesso na liga

   Wade é oficialmente um Bulls e depois de ser a cara do Miami Heat por 13 anos, chega para assumir um novo papel em Chicago. Quando perguntado de quem era o time respondeu brincando: "Eu acho que é a equipe de  Jerry Reinsdorf".
   "Eu acho que, você sabe, é engraçado estar sentado nessa cadeira. Eu lembro quando Shaquille O'Neal veio para Miami. Vindo dos Lakers, três campeonatos, chegou a Miami, não tínhamos campeonato no momento. Eu lembro de sua conferência de imprensa. Eu estava nos Jogos Olímpicos na época, como Jimmy está agora. E me lembro que Shaq disse: 'Nós não vamos passar por isso durante todo o ano. É a equipe de Dwayne Wade'. Disse Shaq."
   "Então, nós não vamos passar por isso durante todo o ano. Eu e Rondo estamos aqui para trazer o que nós temos como atletas, para esta equipe e para a cidade." - disse Wade em sua entrevista.
   Aos 34 e 30 anos, respectivamente, Wade e Rondo já são mais realizados que Butler, já têm anéis de campeonato na conta. No entanto, ambos aceitaram um contrato na agência livre, para serem o suporte de Jimmy Butler. Wade disse: "Ele tem 26 anos de idade, pode jogar por 40 minutos, se o treinador quiser isso dele, e talvez mais. Eu não estou tentando fazer tudo isso. E vamos depender muito dele. Este é um cara que conheço desde a Universidade de Marquette ... tenho muito respeito por ele."
   Wade credita ao camisa 21 do Bulls e 4 da Seleção USA por seu retorno a terra natal:
   "E tanto quanto, Gar e John Paxon, e todos que fizeram um trabalho incrível de certificar-se que isso podia acontecer, isso não teria acontecido se não fosse por Jimmy Butler. Jimmy Butler me ligo e disse que me queria aqui. E isso foi grande porque na época eu não sabia." - completou Wade.
   Jimmy será a cara do Bulls, o nome da franquia e Wade e Rondo, chegaram para completar o grupo e ajudar Jimmy. Como é bom ver que jogadores desse nível chegam para agregar ao grupo, entendo que um jovem atleta é o "dono" do time, isso só facilita o trabalho, acredito muito nesse Bulls, os Playoffs já são uma realidade.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Nossa História: Alessandra Santos de Oliveira

Uma das grandes jogadoras da história da Seleção Brasileira

   Hoje em nossa série sobre o basquete nacional quem respondeu a entrevista foi Alessandra, Campeã Mundial em 1994, participou de três Jogos Olímpicos e é lembrada até hoje pela cesta da vitória contra Rússia em 2000. Uma das grandes atletas da história do basquetebol feminino, obrigado pela disponibilidade.

Nome, apelido e data de nascimento

Alessandra Santos de Oliveira, natural de São Paulo/SP, nascida no dia 2 de dezembro de 1973.

Como conheceu o basquete e quando começou a jogar?

Eu sempre fui grande e comecei aos 10 anos na escola estadual que eu estudava na cidade de São Paulo, inicialmente foi vôlei, basquete, handebol e atletismo. Nível escolar, pois na época tinha jogos estudantis, era muito disputado, primeiro ser descartado foi o atletismo e handebol. Vôlei cheguei a jogar 2 anos no São Paulo Futebol Clube e basquete na escola que fiquei por causa das amigas. Quando o meu pai morreu fui fazer um teste em Piracicaba aos 14 anos, passei fiquei lá um ano. Fui para Jundiaí e fiz toda a categoria menor lá, minha primeira convocação para seleção foi em Jundiaí, nunca me esquecerei Olimpíada da juventude em 1991 na Espanha.

Quando começou a jogar basquete de maneira profissional?

Em Jundiaí aonde comecei jogar profissionalmente.

Qual foi o primeiro título da carreira? Qual o mais marcante?

Meu primeiro título foi o Campeonato Paulista em 94 com a CESP Unimep Piracicaba, e o mais marcante foi o Mundial de 94, pois nunca pensei de jogar na seleção brasileira, muito menos como titular e ainda mais ganhar o título mundial.

Conte um pouco sobre defender a seleção e participar de três Jogos Olímpicos.

Defender a seleção para mim sempre foi uma honra, estar representando o povo, uma nação, sentimentos indescritíveis. Jogos Olímpicos todos os atletas almejam estar lá, pois é o auge da tua carreira, treinar 4 anos para estar entre os melhores do mundo e entre os seus ídolos!!! Participar de três Jogos Olímpicos e sempre deixar os seu pais entre os 4 melhores do mundo na modalidade um orgulho.

Aquela cesta contra a Rússia nos Jogos Olímpicos de 2000, foi o momento mais marcante de sua carreira?

A cesta contra a Rússia foi um dos marcos mais emocionantes na minha carreira sem dúvida.

Como foi jogar na WNBA? Na sua opinião é a melhor liga do mundo para o basquete feminino?

Foi bom jogar na WNBA, só deveria estar mais preparada. Sim, com certeza a liga é muito forte.

O quanto o basquete é importante na sua vida?

O basquete é tudo na minha vida, me sustenta, me educou, me fez conhecer o mundo, ajudou a criar os meus irmãos, aliás, devo tudo a ele.

Qual a importância do basquete em nosso país? Como você vê o futuro da modalidade?

O basquete é importante no país como as outras modalidades, pois o esporte pode fazer muito a nossa nação, como educação e bem estar. Massificando a modalidade, apoiando as crianças e adolescentes, a prática esportiva, isto, será a chave para um país melhor. Saúde, educação e esporte são a base para um país melhor.

Para esses Jogos Olímpicos, nossa geração tem alguma expectativa de medalha?

Como todo brasileiro sou otimista e queremos ver no pódio, mas é uma longa estrada, chances temos, basta acreditar.

Deixe um recado para nossos leitores.

Pratiquem esporte, pois ele é importante para a saúde e bem estar. Sempre acredite nos teus sonhos!

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Lembrem de nós




   Minnesota Timberwolves, é o time mais promissor da NBA em minha opinião, muitos jovens atletas de qualidade e com Thibodeau para desenvolver suas habilidades ao máximo possível serão monstros. Concordo com Karl-Anthony Towns, que postou no Instagram: Remember us!



   "Muitas pessoas tendem a pensar que somos os Timberwolves e estamos no fundo poço. Eu só quero que as pessoas saibam que estamos chegando. Basta lembrar de nós, porque onde nós fomos nos últimos 13 anos, as coisas estão prestes a mudar". - explicou seu post hoje para John Krawczynski da Associated Express. 
   O novato do ano passado estava se referindo a falta de sucesso da equipe nos últimos anos, já faz 12 anos que não chegam aos Playoffs e não tem o melhor recorde da liga desde a temporada 2004-05, quando Flip Saunders ainda era o treinador da franquia.
   Existem motivos para o entusiasmo. Os Timberwolves possuem um núcleo jovem de muita qualidade, com um pivô que faz tudo (Towns), o fenomenal ala que foi primeira escolha do Draft (Wiggins), um armador atlético e perspicaz arremessador, máquina de enterradas (LaVine), um sólido Playmaker (Rubio) e um dos jogadores mais prontos do Draft (Dunn). Aliado a Tom Thibodeau, a franquia com certeza vai conseguir melhor a defesa que foi a 27° da última temporada e conseguir mais vitórias. 
   Dos times da próxima temporada, um dos que mais me chama atenção é o Wolves, quero ver a evolução destes jovens de potencial absurdo sobre os comandos de um dos melhores técnicos da liga. Acredito que em cinco anos a franquia de Minnesota deva voltar a ter o sucesso dos tempos de KG como MVP, e quem sabe não possa ser um contender ao título.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Glen Rice Jr é preso de novo

Astro em Georgia Tech é preso

   O pessoal da NBA gosta de uma escândalo, de passar um tempo atrás das grades vendo o sol nascer quadrado. Hoje mais um atleta, ou ex-atleta da liga foi preso, dessa vez foi Glen Rice Jr. quem foi pego fazendo coisas ilícitas.
   O atleta filho do astro da NBA Glen Rice, não joga desde a temporada 2014-15 com o Washington Wizards e foi preso na segunda-feira na Georgia por acusação de roubo. A prisão foi noticiada pelo site TMZ, o jovem atleta foi preso as 6:37 da manhã por roubo, lesão corporal grave e posse de maconha, mas já foi liberado em custódia.
Glen Rice Jr. não seguiu os passos do pai
   O engraçado é o atleta acabou de completar um programa de intervenção pré-julgamento pelo incidente do ano passado, quando foi baleado e acusado por um incidente em um restaurante em Atlanta do rapper T.I. Ele foi preso após ser baleado na perna, e os policiais disseram que ele estava carregando 240 gramas de maconha e muito dinheiro, foi indiciado com maconha e posse de arma.
   Essa nova prisão deverá influenciar no julgamento do caso de Atlanta. Rice foi selecionado pelo Philadelphia 76ers vindo da Georgia Tech, onde era um astro, imediatamente foi negociado para o Washington Wizards e dispensado em janeiro de 2015. Em pouco tempo podemos dizer que o jovem de futuro promissor e astro na NCAA colocou um ponto final em sua carreira, o que acontece com esses caras?

Heróis do passado: Nate Archibald

Sucesso desde a NCAA
   Hoje nossa série irá contar a história de uma lenda das quadras de rua de nova Iorque, um jogador que quase teve a carreira encerrada antes de começar. Vamos falar sobre Nataniel "Tiny" Archibald, um dos grandes armadores da história e um dos 50 melhores jogadores da história da NBA.
   Archibald foi criado no South Bronx, um bairro barra pesada de Nova Iorque, e jogou basquete apenas por um ano e meio na escola, já que foi cortado no seu segundo ano da equipe de DeWitt Clinton High School. Ele retornou em seu último ano, mas enquanto esteve afastado do basquete quase abandonou a escola, depois de ter sido um aluno que matava muitas aulas. O jovem contou com a ajuda de dois mentores, Floyd Layne e Pablo Robertson, transformando-o. Robertson tinha sido destaque em Loyola de Chicago e era Globetrotter, empresário em Nova Iorque, tinha ficado impressionado com Nate nas quadras e fez seu treinador aceitá-lo novamente na equipe.
   Archibald explodiu somente em seu último ano, o tímido adolescente se transformou em uma estrela do ensino médio sendo o capitão da equipe All-City em 1966. Fora das quadras correu atrás de melhorar o seu rendimento escolar e frequentar aulas normalmente, ainda assim muitas universidades deixaram de lhe oferecer uma bolsa. Para aumentar suas chances de jogar em uma universidade maior, ele se matriculou em Arizona Western e depois se transferiu para Universidade do Texas em El Paso no ano seguinte. Jogando pela Universidade do Texas teve três temporadas de destaque, terminando sua carreira universitária com médias de 20 pontos, 3 rebotes e 50,7% de aproveitamento dos arremessos, em 1970 foi eleito para o Primeiro Time da Western Athletic Conference e tem o número 14 aposentado em sua homenagem.
Ídolo no Kings tem seu número aposentado
   Sua carreira na NBA começou em 1970, selecionado na segunda rodada na 19° posição pelo Cincinnati Royals e também foi selecionado pelo Texas Chaparrals da ABA. Ele optou por jogar na NBA, e em sua temporada de estréia teve médias de 16 pontos, 5.5 assistências e 3 rebotes. Tiny sempre foi um atleta excepcional, em constante evolução, duas temporadas depois (1972/1973) foi o primeiro jogador da história a liderar a liga em pontos e assistências, já que Big O quando liderou em 1967/68 foi baseado em totais não em médias. Os 34 pontos de média de Tiny foram o recorde da NBA para um armador, bem como suas assistências também (910 no total e 11.4 de média) e ele foi eleito o MVP da NBA da Sporting News.
   Mesmo sendo o jogador mais popular dos Kings, com médias de 25.2 pontos e 8.1 assistências em seis temporadas, foi negociado para o New York Nets por duas escolhas de draft e dois jogadores. Enquanto defendeu os Kings levou a equipe aos Playoffs uma vez em 1974/75 onde perderam por 4 a 2 para o Chicago Bulls nas semifinais de conferência. Com a equipe de Nova Iorque jogou apenas 34 partidas por conta de uma lesão e foi trocado na temporada seguinte para o Buffalo Braves, mas Tiny rompeu o tendão de aquiles e nunca atuou pela equipe, sendo enviado para o Boston Celtics como parte de um acordo que envolveu 7 jogadores.
Muito experiente ganhou seu único título de NBA
   Sua carreira nos Celtics começou mal, chegando a equipe quase 10 quilos acima do peso, mas Tiny correu atrás e ajudou a franquia a ter o melhor recorde da NBA por três temporadas consecutivas (1979-1982). Foi com a equipe de Boston que venceu o seu único título da NBA em 1981, ao lado da jovem estrela da NBA, Larry Bird. 
   Tiny foi um dos grandes nomes da NBA, foi 1 x Campeão da NBA, 7 x All-Star, 1 x MVP do All-Star Game, 3 x All-NBA Primeiro Time, Cestinha da NBA (1973), Líder em assistências (1973), tem o número 10 aposentado pelo Sacramento Kings, e teve médias de 18.8 pontos, 7.4 assistências e 2.3 rebotes. Essa homenagem é mais que merecida.

   





























quinta-feira, 21 de julho de 2016

Um tapa na cara para nós

Jae Crowder deu entrevista sobre KD hoje 

   Assim Crowder definiu a decisão de KD em juntar-se a equipe da baía. Aparentemente não foram apenas Russell Westbrook e o Oklahoma City Thunder que sentiram-se largados no altar, com a escolha de Durant em juntar-se ao Golden State Warriors. Jae Crowder e o Boston Celtics ficaram com o mesmo ar de marido largado no dia casamento.
   Os Celtics foram uma das quatro equipes que Durant conversou e ouviu propostas, e depois ligou para dispensar a oferta, e foi a que, aparentemente, mais se empenhou em mostrar a sua estratégia para vencer o time que KD escolheu para atuar.
   "Fomos a única equipe na NBA que ganhou de Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors em seus domínios, a única equipe na NBA, o Boston Celtics. Nós falamos isso pra ele. Dissemos que jogamos rápido em ambos jogos, e contamos basicamente sobre o scout da marcação em Curry e Thompson. Basicamente todo nosso plano de jogo, isso que me deixou louco. Nós contamos toda p***a que fizemos para vencer esses caras, nós vencemos e ele foi e se juntou com eles". - disse Jae Crowder nessa quinta-feira aos repórteres de acordo com Tom Westerholm.
   Crowder completou dizendo que um pouco de culpa era dos Celtics, já que deixaram Durant um pouco afastado, mas nunca pensou que isso fosse importar, nunca esperava que KD fosse ir para Golden State. "Eu senti depois, falando com Isaiah, talvez depois de sentar, você não deve ter dito tudo. Mas p***a , quem pensou que ele estava indo para Golden State, de forma realista? Basicamente, foi como um tapa na cara para nós."
   O ala estava falando no programa, 60 Days of Summer, no Naismith Memorial de Basquete Hall da Fama, e também protestou contra a ascensão do Super Time na NBA, ele disse que os Warriors estão pintando um alvo em suas costas. "Essa é equipe é com certeza o vilão da liga. Cada outro cara na NBA, meus amigos, estão realmente indignados com o campeonato estar realmente se ligando a isso. Todo mundo está se unindo, todos querem ir para Cleveland ou Golden State."
   Mesmo jogando na mesma posição, Durant é mais alto e tem mais tendência de conseguir atuar como ala/pivô, o que indignou Crowder é que ele já estava disposto a perder alguns minutos e diminuir sua função para KD chegar aos Celtics. Mesmo assim, Crowder deixou claro que se preocupa com a equipe, e acredita que mesmo com a aquisição de Al Horford ele acha que faltam pelo menos duas peças na equipe. O ala disse que vão ter de aproveitar os jovens que possuem, e tentar ser o mais agressivos possível, mas nos limites da equipe.
   A movimentação de Durant causou muito impacto na liga, mas provavelmente os Celtics foram quem mas se indignaram e sentiram-se traídos. 

quarta-feira, 20 de julho de 2016

"Eles sabem como jogar" diz Thibodeau sobre Rose e Noah nos Knicks

Trio brilhou nos tempos de Chicago e quase se juntou em Nova Iorque

   Se alguém tem ideia do que esperar de Rose e Noah é Tom Thibodeau, o ex-treinador do Chicago Bulls acha que a mudança de cenário de seus discípulos será boa tanto para eles, quanto para os Knicks.
   "Eu acho eles dois incríveis. Eles já provaram isso. Acho que vai ser bom para eles, acho que vai funcionar. Eles têm uma boa equipe, a forma como Carmelo Anthony joga, junto com Kristaps Porzingis e Courtney Lee, eles vão ser bons". - disse o treinador do Minnesota Timberwolves a Marc Berman do New York Post na terça-feira.
   Thibs treinou Rose e Noah por cinco temporadas, de 2010 a 2015 (embora Rose tenha passado mais tempo de molho que jogando), ainda assim o Bulls teve um registro de 255 vitórias e 139 derrotas, foi aos Playoffs em todas as temporadas, e duas vezes terminou a temporada como o líder da Conferência Leste.
   "Mentalmente eles são experientes. Quando se tem veteranos com isso, ele acrescenta muito para a sua equipe. Eles sabem como jogar. Eles mostram isso em jogos importantes. Eles não são egoístas e jogam para ganhar. Isso é uma grande vantagem. Eles são caras durões ... Eles são muito além ... Você tem que lembrar. Rose é de Chicago. Noah é de New York. Eles sabem lidar com isso." 
   No começo da primavera, antes de assinar com os Wolves como treinador e presidente, haviam rumores que colocavam Thibodeau no New York Knicks. Melo teria se mostrado favorável para isso, e acredita que Thibodeau teria aceitado uma oferta bem formulada. Mas o presidente do Knicks, Phil Jackson, teria recebido má recomendações de  antigos patrões rancorosos de Thibodeau, e não foi atrás.
   O treinador passou sete anos trabalhando com os Knicks, entre 1996-2003 como assistente, e teria se reunido com Rose e Noah se tivesse tido a oportunidade de voltar a New York. Ainda assim, ele diz não guardar mágoas por não ter recebido uma ligação. 
   "Eu estou bem. Consegui o emprego que queria. Estou feliz. Desejo-lhes bem."
   A chegada de Rose e Noah fecha um bom plantel titular, com Porzings provando ser um bom jogador, com Melo que é um excelente atleta,e com o sempre confiável Cortney Lee fechando o grupo. Se Thibodeau tivesse chegado a New York, com o conhecimento de basquete que tem e com dois atletas que já sabem como jogar com ele, os Knicks seriam um forte candidato as primeiras posições da conferência, e mesmo sem o treinador, eles devem fazer muitas coisas boas no próximo verão.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Larry Bird feliz com retorno de Paul George a seleção

   
Paul George e o retorno a Seleção USA alegram Larry Bird
   O Hall da Fama, membro do Dream Team, Larry Bird, agora presidente de operações do Indiana Pacers guarda a Seleção dos USA no coração. Ele sente-se muito orgulho do progresso que a sua estrela, Paul George, fez ao trilhar seu caminho para voltar a seleção, depois de uma fratura na perna direita em 2014.
   "É uma boa situação para ele, porque ele voltou e teve um ano muito bom ano passado. Nenhuma dor. Passou por tudo isso. E acho que seu objetivo sempre foi voltar e jogar por seu país e estar em torno dos caras que são os melhores da liga, ou alguns deles são. Apenas voltar a estar envolvido na Seleção dos USA, porque ele teve um longo período de dois anos." - disse Bird a Nick Friedell da ESPN.
   O Hall da Fama entende que não foi fácil para o jovem All-Star de 26 anos se recuperar da lesão, e o elogia por ter conseguido. "Quanto você passa por algo assim, acho que é algo mais mental do que físico. Mas foi uma lesão horrível. Levou tempo, mas ele trabalhou duro e fez as coisas necessárias para voltar."
   Bird poderia ter guardado mágoas da seleção, já que a lesão de Paul George aconteceu em um treinamento com a seleção e lhe afastou da maior parte da temporada 2014/15. Mas as lembranças de competir pelo seu país falaram mais alto, Bird sente-se honrado por jogar na seleção durante o ensino médio, a universidade e como jogador profissional. 
   "Eu só queria que todo mundo tivesse esse sentimento. Se você ama seu país e começa a representá-lo, e pode ganhar, é um dos melhores sentimentos, e eu queria que Paul sentisse isso. E sei que ele se importa, ele quer jogar e quer ganhar, e eu acho incrível". 
   Paul George teve uma recuperação muito boa pela gravidade de sua lesão, apresentou um bom basquete na temporada passada com 23.1 pontos, 7 rebotes e 4.1 assistências por partida. É um dos principais nomes da seleção que vem ao Rio e com certeza deve jogar o máximo para conquistar uma medalha olímpica, de preferência de ouro, que é um dos grandes marcos da carreira de um jogador da NBA. Tá com moral com o chefe, hein?!

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Heróis do passado: Nate Thurmond

San Francisco Warriors o começo da lenda
   Nossa série hoje vai relembrar a história de Nate Thurmond, o primeiro jogador a anotar um quadruplo-duplo na história e que faleceu na última semana (16) por conta da leucemia. Thurmond fez história por onde passou, sendo um pivô dominante, que sabia pegar rebotes como ninguém e conseguia pontuar com maestria.
   O pivô começou a jogar basquete em Akron, sua cidade natal, pelo Akron Central High School, jogando ao lado de Gus Johnson, futura estrela da NBA e companheiro de equipe. Depois de formado, recebeu uma oferta de bolsa de estudos em Ohio State, mas não aceitou o convite para não ser banco de Jerry Lucas, seu rival nos tempos de ensino médio, assim optou por jogar em Bowling Green. 
   Pela modesta universidade fez história, em suas três temporadas com a equipe sempre foi o líder da Conferência Mid-American em rebotes, terminando a carreira com média 17 rebotes por partida e em 1963 foi All-American. Nas suas duas últimas temporadas foi responsável por levar a equipe ao torneio da NCAA e no seu último jogo estabeleceu o recorde da universidade de rebotes em uma partida, com 31. Thurmond teve média de duplo-duplo em suas três temporadas, terminando sua carreira com médias de 17.8 pontos e 17 rebotes por partida.
   Sua carreira na NBA começou em 1963 no Draft, quando foi a terceira escolha do até então San Francisco Warriors. Como novato ele simplesmente serviu como apoio para Wilt Chamberlain, e teve médias baixas de 7 pontos e 10.4 rebotes atuando em 25.9 minutos por jogo, ainda assim foi selecionado para o Time All-Rookie. Com a saída de Chamberlain para o Sixers, Thurmond tornou-se um pivô extremamente produtivo, estabelecendo o recorde de rebotes em um único período (18) e com médias de 21.3 rebotes na temporada 1966-67 e 22 na temporada 1967-68, ano em que foi o segundo colocado na votação para MVP atrás de Chamberlain. 
   Da temporada 1967-68 até a temporada 1971-72, teve médias de 20 pontos ou mais e atuou em sete All-Star Games como membro do Warriors. Infelizmente, mesmo com as contribuições de seus companheiros, principalmente Rick Barry, os Warriors nunca venceram um título com Thurmond como pivô, chegando as Finais de 1967 e perdendo para o Sixers de Chamberlain.
Bulls e o quadruplo-duplo
   Antes do começo da temporada 1974-75, Thurmond foi trocado para o Chicago Bulls por Clifford Ray e logo em sua estreia no dia 18 de outubro de 1974, tornou-se o primeiro atleta da história a anotar um quadruplo-duplo oficialmente com 22 pontos, 14 rebotes, 13 assistências e 12 tocos. Antes da temporada 1973-74 os tocos não faziam parte das estatísticas da liga. Pelo Bulls jogou duas temporadas com médias de 7.3 pontos e 10.5 rebotes, transferindo-se para a equipe de sua terra natal em 1975, o Cleveland Cavaliers.
A volta pra casa e a aposentadoria
   Com os Cavs o agora veterano com 35 anos, era um backup até a lesão de Jim Chones, quando ajudou a liderar a franquia até as finais da Conferência Leste onde foram batidos pelo Boston Celtics. Jogando com minutos limitados, Thurmond teve médias inexpressivas de 5 pontos e 4.4 rebotes em sua passagem pelo Cleveland, aposentando-se ao término da temporada de 1976-77. Depois de aposentado voltou para San Francisco, onde abriu uma churrascaria chamada Big Nate, depois de 20 anos vendeu o restaurante. Ele recebeu do Warriors o título de lenda e embaixador da franquia. Infelizmente no último dia 16 veio a falecer por conta da leucemia. 
   Sua carreira é marcada por grandes feitos, o primeiro atleta a anotar um quadruplo-duplo, um dos cinco jogadores da história com média de pelo menos 15 rebotes por jogo na carreira, um dos cinco jogadores a ter média de pelo menos 20 rebotes por jogo em uma temporada, um dos quatro jogadores da história a pegar pelo menos 40 rebotes em um jogo e recorde da NBA de rebotes em um período. Os números mostram o quão importante essa lenda foi, seu legado está aí para ser lembrado, ele é membro do Hall da Fama e tem o número 42 aposentado por Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors e é considerado como um dos 50 melhores jogadores da história. Merece muito a recordação.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Para Iguodala o Thunder era melhor que o Warriors

Iguodala diz que Thunder era melhor que o Warriors

   Andre Iguodala deu entrevista a uma rádio americana e com uma declaração bem forte, com relação aos Playoffs passados e a perda do título.
Durante as finais de conferência o Golden State Warriors enfrentou uma grande dificuldade, perdiam a série por 3 a 1 para o Oklahoma City Thunder e conseguiram virar e ganhar em 7 jogos. Mas mesmo com essa reviravolta, Iguodala acredita que o Thunder merecia ter sido campeão da NBA.
   "Agora que temos o Kevin Duratn posso dizer: Eles eram a melhor equipe nos Playoffs na temporada passada. Eles foram melhores do que nós. Eles foram melhores do que os Cavaliers. Eram a melhor equipe dos Playoffs, teveriam ter ganho o campeonato". - disse o ex-MVP das Finais em entrevista a uma rádio.
   Ele conta ainda como conseguiram reverter uma eliminação que era bem provável.
   "Nós os bloqueamos. Mas eles foram melhores do que nós. Eles jogaram melhor do que ninguém. Melhor que o Cavs jogou contra nós. Eles tinham a nossa cadência. Algumas das coisas que eles estavam fazendo, era como, 'oh cara'. Tivemos que jogar com perfeição".
   Mas o feitiço virou contra o feiticeiro e o Warriors provou do seu veneno, perdendo de virada após abrir 3 a 1 contra os Cavaliers. Ainda assim, a análise de Iguodala é boa, o Thunder jogou o fino do basquete contra o Warriors, mas não soube fechar a série. Não sei se foram a melhor equipe dos Playoffs, mas nessa temporada tinham a grande chance de ganhar o campeonato e deixaram escorrer por entre os dedos, pode ser que sirva de lição e daqui a um tempo consigam novamente se encontrar nesse momento e ter sucesso.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Howard e seu temperamento

Problemas de relacionamento fizeram Howard optar pelo Atlanta Hawks

   Howard mudou-se para Atlanta e como diria o Chapolin Colorado: "suspeitei desde o princípio", que o problema poderia ser o relacionamento com o Barba do Capeta. E foi exatamente o que o pivô confirmou hoje, dizendo que tinha uma relação um tanto quanto pesada com o ala.
   "Não foi tão bom quanto precisava ser para nós dois termos sucesso. Mas olhando para trás, não há nada agora que possamos fazer agora para mudar isso."  - disse Howard no programa Mike & Mike da ESPN na rádio.
   O pivô chegou em Houston em 2013, um ano depois de Harden, e a equipe teve uma corrida até as finais da Conferência Oeste de 2015, sendo a melhor campanha que os Rockets conseguiram fazer nos últimos anos. Howard não recebeu muito a bola durante seu tempo em Houston, e quando questionado se sentia que a equipe não tinha lhe envolvido muito ofensivamente respondeu:
   "Sem dúvida. Eu sei do que sou capaz. Não era como se eu fosse receber a bola em cada posse." Ainda assim, Howard liderou a liga em passes recebidos no post e foi o segundo em passes no garrafão. Porém jogando com uma estrela dominante como Harden, esse foi o primeiro passo para a tensão entre os dois surgir. 
   Mas para Howard os problemas com companheiros de equipe não são novidade, em 2012 Stan Van Gundy disse abertamente que o pivô queria a sua demissão quando treinava o Orlando Magic, depois no Lakers teve problemas nos vestiários com o exigente Kobe Bryant. E agora com James Harden. Mesmo assim, com problemas e sofrendo com algumas lesões o pivô foi bem eficiente nessas três temporadas, tendo médias de 16 pontos, 11.7 rebotes e 60,1% de aproveitamento nos arremessos de quadra.
   Howard finalizou dizendo: "Eu não quero que pensem que sou um jogador do tipo egoísta"
   Ficou bem claro que os problemas de relacionamento novamente prejudicaram D12, ele tem que controlar o seu temperamento e comportamento, sim egoísta. O cara é um pivô dominante, alto, forte e com uma impulsão invejável, mas não tem cabeça para segurar o seu ego. Em Atlanta pode funcionar, até porque lá não tem nenhuma grande estrela, tem o Millsap que joga na 4 e vai ajudar o Howard, muito provavelmente o jogo seja centrado neles dois e no garrafão, o que deve facilitar para o pivô experiente. Vamos aguardar a temporada e ver quanto tempo D12 vai durar em Atlanta.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

"Não nos vejo como azarão" - Kyrie irving

Kyrie não vê os Cavs como azarões

   O Cleveland Cavaliers calou o mundo do basquete, quebrando um jejum de 52 anos de Cleveland sem título e tornando-se a primeira equipe da história a virar uma série com revés de 3 a 1. Mas, agora com a agência livre, os olhos do mundo voltaram-se para o Golden State Warriors depois da aquisição de Kevin Durant, e com a formação de um super time.
   Kyrie Irving que fez a cesta da vitória a menos de um minuto do final da partida número 7, não acredita que os Cavaliers devem ser vistos como azarões para repetir o título após o Warriors terem reforçado seu elenco de maneira tão potente.
   "Eu não sei como me sinto. Não sei o que se sente ao ser um azarão. Nunca me vejo como azarão, em nenhum momento da minha vida. Vindo para a próxima temporada, provavelmente haverão alguns favoritos, mas eu definitivamente não nos vejo como um azarão." - disse Irving a Zach Frydenlund do Complex Sports. 
   Irving quer desafiar as probabilidades de alcançar o sucesso. O armador três vezes All-Star teve de se recuperar de uma fratura no joelho esquerdo, lhe deixando de fora de quase todas as finais do ano passado contra o Golden State Warriors e agora, de lutar contra o ceticismo sobre a sua equipe ser capaz de vencer um campeonato.
   "Os haters não eram a minha verdadeira motivação para querer o campeonato. É bom provar que as pessoas estão erradas quando conseguimos fazer grandes coisas, mas eles não me fazem levantar de manhã para provar que estão errados. Eu apenas acho que solidificou nossa equipe, que solidificou as imagens que tínhamos de nós mesmos e o quão grande eramos como equipe. Nós finalmente nos solidificamos. Só me lembro de Vegas, e dos números e as chances de voltar de 3-1. Todos praticamente nos colocando fora e eles (Warriors) sendo novamente campeões. Todo aquele ruído foi ótimo. Ele acabou adicionando combustível para o fogo". 
   Acredito novamente em uma reedição da final, pela terceira vez consecutiva, e novamente o Warriors como favorito. Mas, até lá temos 82 partidas e muita coisa pode acontecer. De qualquer forma, não vejo o Cavs como azarão, pra mim são um dos favoritos com uma árdua tarefa pela frente, mas sim, favoritos a chegar ao título novamente. 

terça-feira, 12 de julho de 2016

Hack-a-Shaq tem regras alteradas

DeAndre Jordan uma das vítimas constantes do hack-a-shaq

   A NBA informou alterações nas regras para as faltas fora do lance de bola, conhecido popularmente como hack-a-shaq.
Apesar de não fazer uma mudança mais radical, proibindo a ação, foram feitos três ajustes significativos:
   Primeiro: A regra para faltas fora do lance feitas nos dois minutos finais do quarto período e nas prorrogações, que resultam em lances livres, será expandido para os dois minutos finais de todos os quartos.
   Segundo: Faltas defensivas no meio do jogo serão tratadas da mesma forma que qualquer falta fora do lance.
   Terceiro: A estratégia de pular nas costas de um adversário será imediatamente chamada como falta flagrante. Até o momento eram faltas normais, algumas chamadas como flagrantes mas não de forma automática.
   A prática de faltas intencionais em jogadores que tem um aproveitamento ruim dos lances livres atravessa gerações, mas somente nas últimas temporadas que a liga, e o comissionário Adam Silver, começaram a se preocupar sobre o seu efeito em estender os jogos. Particularmente acho uma prática chata, uma estratégia medíocre, sei que os caras devem ser bons em todos os fundamentos pois ganham milhões para isso, mas é o motivo de eu não acompanhar mais tantos jogos como antes. Os dois minutos finais se estendem em 20, tem jogadores que vem do banco somente para fazer falta e saem em segundos com o limite de faltas estourado, as alterações foram boas, mas eu ainda espero que a liga puna mais severamente, como flagrante (lance livre e posse de bola) ou que acabe de vez com essa ação, pelo bem do espetáculo.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Heróis do passado: Bernard King


King foi um astro no Tennessee
   Hoje relembraremos a história de Bernard King, uma lenda do basquetebol que fez história em Nova Iorque, também de muito sucesso na Universidade do Tennessee, um membro do Hall da Fama que merece ser lembrado.
   King atuou por três anos no Tennessee onde teve médias de 25.8 pontos, 13.2 rebotes e 2.1 assistências, com 59% de aproveitamento dos seus arremessos. Em todas as temporadas foi eleito o Jogador do Ano SEC. 
   Com tanto destaque assim na NCAA foi selecionado na 7° posição do Draft de 1977, pelo New York Nets. Ele foi o grande ala pontuador da NBA nos anos 80, com seus longos braços e um arremesso de rápida execução foi um excelente pontuador. Logo em sua primeira temporada já estabeleceu um recorde, o de maior número de pontos anotado em uma temporada (1909) com média de 24.2 pontos, recorde que ele mesmo quebraria em 1983/84 com 2027 pontos. 
Chegou fazendo história no Nets
   Depois de dois anos com os Nets foi jogar em Utah, e duas temporadas no Golden State Warriors. Aos 26 anos voltou a Nova Iorque, agora New York Knicks, onde fez muita história. Em 1984 jogando fora de casa contra o Spurs, tornou-se o primeiro jogador desde 1964 a anotar 50 pontos em jogos consecutivos. Na temporada seguinte, na noite do Natal, King anotou 60 pontos em uma derrota, tornando-se o 10° atleta a marcar 60 pontos em uma partida. Infelizmente no auge de sua carreira sofreu uma lesão grave em sua perna direita, enquanto tentava bloquear Reggie Theus do Kansas City Kings, ele fraturou a perna, rompeu o ligamento cruzado anterior e dilacerou a cartilagem do joelho. Para a sua recuperação perdeu toda a temporada de 1985/86, e nesse momento, nenhum atleta da NBA tinha retornado a jogar após uma cirurgia de uma lesão que poderia encerrar a carreira, e sem jogar a tanto tempo.
King o verdadeiro King da NBA
   Em seu tempo nos Knicks liderou a equipe aos Playoffs duas vezes, em 1982/83 e 1983/84, sendo varrido nas semifinais de conferência em 1982/83 e em 1983/84 novamente nas semifinais por 4 a 3.
   Ele se recuperou e retornou com boas médias, 22.7 pontos e 5.3 rebotes, mas infelizmente já não era mais o jogador explosivo de sempre e foi dispensado no final da temporada. Depois de ser mandado embora pelo Knicks foi jogar no Washington Bullets, onde teve quatro temporadas de ascensão, anotando em média 17.2, 20.7, 22.4 e 28.4 pontos, conseguindo chegar aos Playoffs na temporada 1987/88. Atuando praticamente duas temporadas inteiras 1988/89 e 1989/90 (81 e 82 jogos respectivamente), King tinha provado que sua durabilidade e habilidades continuavam, ao contrário do que a maioria pensava.
   Afastou-se na temporada 1990/91, na época como terceiro cestinha da NBA e All-Star pela última vez. Depois de um ano e meio em off, voltou para o New Jersey Nets, atuando em 32 partidas com médias de 7 pontos e 2.4 rebotes, as piores marcas de sua carreira, e com os problemas no joelho incomodando novamente, decidiu aposentar-se.
Bullets e um renascimento



   King deixo a liga como 4 x All-Star, 2 x All-NBA Primeiro Time e Cestinha da NBA na temporada de 1984/85, com médias de 22.5 pontos, 5.8 rebotes e 3.3 assistências, entrando para o Hall da Fama em 2013. Com certeza o ala foi um dos grandes nomes da história, um exímio cestinha e de qualidade absurda, mais um astro que se aposentou sem vencer um título. Merece nossa homenagem com certeza.

sábado, 9 de julho de 2016

Hoiberg e Rondo uma dupla que pode funcionar

Hoiberg ansioso para trabalhar com Rajon Rondo

   Hoiberg ainda não pode falar publicamente sobre a aquisição de Dwyane Wade, já que ainda não foi oficializada, mas sobre Rajon Rondo disse que ele e sua equipe já estão estudando as fitas sobre o atleta e vendo como ele vai se encaixar com Wade e o ala All-Star, Jimmy Butler.
   "Como equipe, estamos estamos no processo de assistir muitos filmes, vendo como certas equipes jogavam com certos jogadores na quadra. Eu joguei em uma equipe do Minnesota com Kevin Garnett, Sam Cassell e Latrell Sprewell, três caras que se poderia procurar para anotar uma cesta a qualquer momento. Dependendo de quem estivesse marcando, isso funcionava para nós. Funcionou, era um pouco instável no começo, acho que chegamos a 50% em 20 partidas, mas uma vez que funcionou, realmente decolou. A coisa que realmente estou mais animado com nossa equipe no próximo ano é a quantidade de playmakers que teremos, isso é tudo para o ataque, ter caras que recebam no garrafão e passam para fora. Nós ainda vamos tentar obter o máximo de arremessos do garrafão, mas eu estou animado com essa equipe." - disse o treinador antes da primeira partida do Bulls na Summer League.
   Rajon Rondo foi o líder em assistências da liga, com média de 11.7 por jogo, mas ele está com 30 anos e os Kings estavam dispostos a deixar o quatro vezes All-Star testar a agência livre, sendo assim, o Bulls será a sua quarta equipe em menos de dois anos. Hoiberg parece animado para treinar o experiente armador, ele e Rondo assistiram alguns vídeos juntos na visita do armador a Chicago e diz estar ansioso para trabalhar com o camisa 9.
   "Eu realmente estou animado com Rajon. Ele é cara que pode invadir o garrafão e fazer jogadas, obviamente sendo um cara que liderou a liga temporada passada com quase 12 pontos e 12 assistências. O que estou animado é sobre o quão inteligente e cerebral ele é, como ele pode observar a quadra, ler o jogo e fazer o certo. Quantos mais playmakers você tiver e mais caras que possam infiltrar o garrafão, melhor para você."
   As chegadas de Rondo e Wade foram surpreendentes para todos, e a recepção do Bulls é de que ambos vão trabalhar em conjunto com Jimmy Butler. Junto com o escritório, Hoiberg não quer se comprometer com Butler como o líder da equipe. O treinador disse: "É um esporte de equipe. Não estamos falando de tênis ou golfe aqui. Temos de ter cinco jogadores na quadra trabalhando juntos como uma engrenagem. Jimmy é um dos melhores jogadores do mundo no momento, e sei que está animado com as movimentações que fizemos na offseason. Ele está animado para chegar lá. Ele tem uma grande oportunidade a sua frente nesses próximos meses com a Seleção dos Estados Unidos, e está animado para vir para Chicago depois disso e trabalhar com seus companheiros. Então sim, é um jogo de equipe."
   Hoiberg foi contratado para melhor o ataque do Bulls, para fazer coisas inovadoras e na offseason com a chegada de Rondo e Wade, foram as aquisições dos piores alas arremessando da linha dos três pontos. Ainda assim, o treinador acredita que é apenas uma questão de adaptar o jogo aos atletas que possuí no elenco, particularmente como torcedor achei as aquisições boas e esperançosas o suficiente para apagar a saída de Rose da equipe. Realmente espero que o Bulls consiga voltar aos Playoffs ainda nessa temporada, mas ainda vejo falha a presença de garrafão, falta um pivô dominante na equipe e com certeza não é o Robin Lopez. Porém, com o tal do small ball bombando, quem sabe jogando com Rondo, Wade, Butler,Valentine e Gibson o Bulls não consegue fazer algo bom?

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Wade voltando a cidade natal

Nativo de Chicago assinou por dois anos

   Uma free agency com muitas contratações inesperadas, saídas de astros que aparentemente jogariam toda a carreira pela mesma franquia, primeiro Rose por troca, depois Kevin Durant e agora Dwyane Wade que deixou o Miami Heat após 13 temporadas com a franquia.
   O ala assinou um contrato com o Chicago Bulls por duas temporadas no valor de US$ 47,5 milhões, só dependendo da franquia organizar as finanças para recebe-lo. No início desta quarta-feira o time indicou que havia encontrado equipes interessadas em Mike Dunleavy e Jose Calderon, liberando o ala para os Cavs e o armador para o Lakers.
   Para os torcedores de Miami é uma notícia triste, já que Wade jogou por 13 anos, ganhou três títulos da NBA, e muitas vezes se descrevia como um "Heat lifer". Pelo que se pode analisar, a relação se desfez por conta da posição da organização em não atender as demandas de Wade.  Ele reuniu-se na quarta-feira em Nova Iorque com o Heat, que estavam dispostos a adicionar um terceiro ano de contrato, segundo Adrian Wojnarowski do Vertical.
   O jogador de 34 anos usou os "descontos da cidade natal" no passado, inclusive quando um super time foi criado em 2010 com a chegada de Lebron James, já não estava disposto a diminuir-se. Em nenhum momento de sua carreira Wade foi o jogador mais bem pago, mesmo sendo o cestinha de todos os tempos da franquia. Wade, que é nativo de Chicago, teve 19 pontos de média na última temporada em 74 partidas, o maior número de jogos que disputou desde 2010-11.
   A chegada de Wade deixa os fãs de Chicago mais esperançosos, uma offseason  que parecia um inferno se animou. Um big-three com Wade, Rondo e Butler já empolga no papel, somasse a isso a aquisição de Denzel Valentine que terá um grande mentor para a sua primeira temporada. A equipe de Chicago está longe de ser favorita a título, mas pelo menos já se desenha para uma temporada menos desastrosa.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Os "velhinhos" de olho no Warriors

Ray-Ray pode voltar a jogar com o Warriors

   O Golden State Warriors é o centro das atenções para os veteranos da NBA, eles estariam dispostos a receber um "salário mínimo" para juntar-se a essa que pode ser uma das melhores equipes da história. Além da chegada do astro Kevin Durant, as contratações de David West e Zaza Pachulia, aliada as possíveis permanências de Leandrinho e Varejão fazem com que o Warriors seja um expoente para veteranos que querem um anel de campeão. 
John Chick do The Score trouxe uma lista com os quatro principais veteranos para auxiliarem o Warriors.
   Ray Allen: seu nome foi ligado ao Warriors automaticamente já que é o líder de todos os tempos em bolas de 3 pontos, ainda não aposentou-se oficialmente o que deixa uma porta aberta para um retorno. Seu estilo de jogo complementaria o Warriors, nem ia precisar se adequar, sua última equipe foi o Miami Heat em 2014 e de lá para cá muitas propostas foram feitas mas nenhuma aceita.
   Jermaine O'Neal: jogou pela última vez com os Warriors, na temporada 2013-14 um pouco antes da equipe conseguir sucesso. Completando 38 anos em outubro, o 6 x All-Star disse recentemente que ele poderia jogar "provavelmente melhor que 60% dos pivôs da liga atualmente". Essa afirmação é um tanto quanto ousada, mas ainda assim ele poderia ser utilizado com as saídas dos pivôs Andrew Bogut, Festus Ezeli e Marreese Speights. 
   Amar'e Stoudemire: Mais um pivô que pode completar, o veterano de 33 anos é um agente livre após uma temporada com o Miami Heat. Mesmo longe de ser o jogador que era, Stoudemire foi titular em 36 jogos, não haveria necessidade disso no Warriors a menos que lesões dizimassem a equipe, mesmo assim, ele jogou para o Steve Kerr quando estava no Phoenix Suns e o treinador era GM da franquia de Phoenix.
   Kevin Martin: 33 anos de idade, cujo o seu melhor está provavelmente no passado. Ele é uma ameaça do perímetro, que deixou o Timberwolves e foi atuar com o San Antonio Spurs na última temporada na tentativa de chegar ao título. Agora ele é um agente livre, e se o Warriors estiver a procura de um ala, e Martin estiver disposto a assinar por pouco, poderia haver um negócio. Ele teve as médias mais baixas da carreira na temporada 2015-16 no percentual de arremesso, precisão das bolas de três e PER, mas ainda assim ele pode ajudar uma equipe vindo do banco como um spot-up shooter. Ele é muito bom para cavar faltas e possui um aproveitamento de 87% da linha do lance-livre.