segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Quem bateria Lebron no mano a mano?

The GOAT é o primeiro da lista sem dúvidas

   Essa postagem vai gerar muita discussão, mas isso é bom, faz parte da vida do blogueiro. Então, é o seguinte, concordo plenamente com está lista e ressalto que falo dos nomes abaixo no ápice de suas carreiras. 
   Lebron James tem dominado a liga nos últimos 5 ou 6 anos, ele mesmo disse que é o melhor jogador do mundo. Assim, uma grande questão vem a tona: quem poderia parar The King?  Lebron traz grandes dificuldades jogando no matchup, tanto no ataque contra na defesa, sendo muito difícil de encará-lo. Então alguns nomes do passado vem a tona, não que eles vencessem com facilidade, mas que poderiam fazer, a lista tem 10 nomes.
   10° Larry Bird: Bird pode não ter o físico igual, mas ele poderia arremessar de qualquer lugar e era tão bom defensor quanto Lebron James. Com pés um pouco lentos, Bird compensou essa deficiência com bom posicionamento e timing. Ele era uma máquina de roubar bolas como Lebron, e ambos tem um grande volume de jogo, o que tornaria a disputa ainda mais acirrada. Onde Bird têm vantagem é nas bolas de três, sua média na carreira de 37,6% supera em muito a de Lebron de 34,1%, o que faria Bird ter uma pequena vantagem e ter uma vitória apertada.
   9° Bill Russell: Se o 1 x 1 fosse baseado em anéis, Russell ganharia com as mãos nas costas. Com 11 campeonatos em 13 anos como profissional, junto com Maurice Richard do Montreal Canadiens para o maior número de títulos em qualquer grande liga. Dito isso, Russell tem duas polegadas a mais que Lebron, mas pesa pesa 25 libras a menos. Onde ele ganha vantagem sobre Lebron é na defesa, não era tão bom arremessador como Lebron, mas era um reboteiro e um bloqueador de arremessos rijo na dinastia dos Celtics do início dos anos 60. Russell é o segundo de todos os tempos no total de rebotes, então qualquer arremesso desperdiçado por Lebron é recuperado, e provavelmente convertido.
   8° Julius Erving: Pelos padrões modernos do basquete, Erving era fraco fisicamente. Lebron com 2,03 m e 108 quilos facilmente empurraria Erving para onde quisesse com seus 2,00 m e 90 quilos. No entanto, Erving era um dunker revolucionário e usava sua capacidade atlética para evitar ser bloqueado perto do aro. Usava também sua velocidade e perspicácia  para putbacks  nos rebotes ofensivos, o que sem dúvida ajudou nas suas estatísticas ofensivas já berrantes (mais de 30000 pontos na carreira e uma média de mais de 24 pontos por partida). Eles não o chamavam de Dr.J por acaso.
   7° Scottie Pippen: Jordan foi o estilo por trás de todos os títulos do Bulls nos 90, mas Pippen era a essência. Um arremessador subestimado, Pippen era um monstro na defesa e fez os alas oponentes trabalharem muito para conseguir pontuar. Como Lebron Pippen tem 2,03 m e é apenas um pouco mais magro. O que daria vantagem a Pippen é seu foco na defesa, com a capacidade de roubar a bola de Lebron e partir para a zona de arremesso. Pippen foi escolhido para All-Time de Defesa oito anos consecutivos na década de 90 e tinha médias de 16.1 pontos no mesmo período. Talvez não se iguale a Lebron no ataque, mas na defesa ganharia o jogo.
   6° Allen Iverson: Sim, Iverson. Apesar de ser bem menor com 1,82 m e 74 quilos, contra 2,07 e 108 quilos de Lebron, ele é listado por uma razão, a sua velocidade mortal. Em vários esportes é assim, é algo que não se pode ensinar e é difícil de defender ou manipular. Ele seria muito difícil de defender, e para Lebron sozinho seria impossível pará-lo. Isso faria Lebron defender um pouco longe de Iverson, o que abriria espaço para os arremessos do perímetro. Enquanto para Iverson será impossível marcar Lebron no garrafão, se conseguir levá-lo para longe, com mãos e pés rápidos, complicaria Lebron para driblar e com certeza perderia muitas bolas.
   5° Kevin Duratn: Se velocidade mata, tamanho complica muito. Durant certamente tem o tamanho certo. Não fisicamente, mas na altura. Sem altura fica difícil competir com Lebron. Um bom arremessador como Durant fará lebron defender o tempo todo, o cansando com estiver com a posse de bola. Defendendo Lebron no um contra um, está o problema, Durant é um sólido defensor mas não ótimo, e Lebron é incrível ofensivamente, o que não ajudaria em nada o MVP de 2014. O que ele precisaria é tentar tirar a movimentação de Lebron, forçando jumpers longos que possa contestar com seu tamanho. Mais fácil falar do que fazer, mas não vejo outra maneira.
   4° Tracy McGrady: Sim, T-Mac. Sabemos que ele não está na mesma classe de Lebron, mas habilidade por habilidade ele está lá em cima. Não é tão grande como Lebron, mas como já mencionamos Durant tem o tamanho, mas T-Mac é melhor defensor. Suas qualidades defensivas são os motivos pelos quais está na lista e não seu primo, Vince Carter. T-Mac terá que fazer tudo que foi mencionado com Durant, e ele é mais explosvio. T-Mac tem tamanho e capacidade para bater Lebron. Ele pode? Talvez.
   3° Magic Johnson: Earvin tem que estar na lista pelo simples fato de ser um armador no corpo de um ala de força. Não só por seus 2,10 m, mas sua agilidade. Ele podia jogar em todas as cinco posições, tanto que foi MVP das Finais duas vezes e em posições distintas: pivô e armador. Bem como, poderia defender nas cinco posições, algo fundamental no mano a mano com Lebron. A altura de Magic neutraliza a vantagem de Lebron sobre a maioria, e mais, Magic tem as habilidades necessárias para criar problemas a Lebron que a maioria dos caras de seu tamanho não tem. Lebron é um pouco mais atlético e rápido, e ele dependerá disso para tentar vencer a lenda dos Lakers.
   2° Kobe Bryant: Ele definitivamente tem chances de vencer Lebron no mano a mano. Kobe é um dos jogadores mais habilidosos em ambos os lados da quadra, que já se viu jogar. Ofensivamente ele é incrivelmente habilidoso e pode pontuar de várias maneiras, Lebron teria muitos problemas o defendendo. Defensivamente, Kobe é um exímio marcador e focado pode ser perfeito. Ele não será capaz de bloquear Lebron completamente, mas pode complicar muito. Além de Magic e Jordan, ele pode ter a melhor chance. 
   1° Michael Jordan: Existe algum questionamento do porque? Primeiramente ele é considerado o melhor de todos os tempos e há uma razão para isso. Durante o auge de Jordan a todos os jogadores da liga foram feitas duas perguntas: 1) Quem é o jogador que você menos gostaria de marcar? e 2) Quem é o jogador que melhor lhe marcaria? Adivinhem quem foi o líder das respostas de ambas as perguntas? Ofensivamente Jordan possuí um arsenal de jogadas imparáveis. Ele é um excelente arremessador de média distância, muito bom nas bolas de três, pode driblar qualquer um, pode recorrer a uma série de fakes, e pode saltar e arremessar de qualquer lugar da quadra. Se precisar pode jogar no post-up e contra caras maiores que ele, bem como, não apenas vencê-los fora. Seu fade away mortal, que pode fazer para ambos os lado, faz grandes defensores apenas ficarem olhando. Nunca houve ninguém capaz de marcá-lo no um contra um, e com Lebron não seria diferente. Enquanto foi capaz de marcar caras maiores (inclusive Magic), a força e agilidade de Lebron causariam problemas a Jordan, mesmo ele sendo um grande defensor. Assim, mesmo que não vá parar Lebron, ele deve atrasá-lo o suficiente para ganhar com seu jogo ofensivo.


domingo, 30 de agosto de 2015

Heróis do passado: Darryl Dawkins

Sua marca registrada
   Hoje nossa série vai homenagear um cara que nos deixou essa semana, Darryl "Chocolate Thunder" Dawkins, um jogador que impressionou por sua força nas enterradas, que o digam as tabelas que ele destruiu, um cara que mudou as tabelas e foi até mesmo proibido de enterrar. 
   Dawkins começou no basquete pela Maynard Evans High School, em Orlando,  seu técnico Fred Pennington o considerava como provavelmente o melhor jogador que a escola teve e uma das melhores pessoas que conheceu. Em 1975 foram campeões estaduais e Moses Malone foi levado pela Utah Stars da ABA, ele que jogava na Petersburg High School adversária na final. Aos 18 anos ele desistiu da escola e tornou-se elegível para o Draft da NBA de 1975, tentando seguir os passos de Moses Malone. Ele foi a quinta escolha geral pelo Philadelphia 76ers. Com seu tamanho, velocidade e toque, era esperado que ele dominasse a liga. 
   Como um talento bruto que necessitava ser lapidado, Dawkins amargava o banco dos Sixers nas suas duas primeiras temporadas. Como novato jogou apenas 37 partidas, anotando 2.4 pontos e 4,5 minutos por jogo. Na temporada seguinte teve pouco espaço na temporada regular, mas começou a surgir nos Playoffs. Ele foi crucial nas finais, mesmo com a derrota para os Blazers de Bill Walton, anotando 7.3 pontos e 5.4 rebotes por jogo na pós-temporada. Na temporada de 1978/79 ele achou seu papel, saindo do banco para 25 minutos por partida e médias de 11.7 pontos e 7.9 rebotes, ficando em segundo na liga em percentual de aproveitamento dos arremessos com 57,5%. 
O homem que quebrava tabelas
   Ele continuou evoluindo, nas duas temporadas seguintes os Sixers foram longe, em 1977/78 perderam nas finais de conferência e em 1979/80 perderam nas finais para os Lakers em seis jogos. Em 1979 Dawkins mudou o basquete ele enterrou com tanta força que quebrou a tabela, três semanas depois novamente fez isso. A NBA decidiu então decidiu que quebrar a tabela seria uma ofensa, e que seria passível de multa e suspensão. Ele foi o primeiro jogador a quebrar tabelas e os apelidos surgiram The Chocolate-Thunder-Flying, Robinzine-Crying, Teeth-Shaking, Glass-Breaking, Rump-Roasting, Bun-Toasting, Wham-Bam, Glass-Breaker-I-Am-Jam. 
   Ainda com os Sixers chegou as finais de conferência de 1981 e perdeu para os Boston Celtics, tendo 60,7% de aproveitamento dos arremessos, e médias de 14 pontos e 7.2 rebotes. Nas finais de 1982 perderam novamente para os Lakers, e Dawkins foi trocado para o New Jersey Nets por uma escolha de primeira rodada do Draft. Aos 25 anos chegava aos Nets, onde teve duas temporadas produtivas, 1982/83 ele foi o terceiro da NBA em aproveitamento com 59,9% e 12 pontos de média. Na temporada seguinte teve a mais alta média de pontos da carreira com 16.8 e 6.7 rebotes. 
   Infelizmente a campanha 1983/84 foi a última completa de Dawkins, as lesões o limitaram a 39 jogos em 1984/85. Na temporada de 1985/86 ele escorregou e machucou as costas na banheira, ano em que os Nets foram as finais e ele jogou apenas 32 partidas. Ele tentou voltar nas temporadas seguintes com Nets, Jazz e Pistons, mas os problemas nas costas o limitaram a 26 jogos nessas temporadas. Ainda assim foi campeão da NBA com os Pistons em 1989. 
   Ainda assim, tentou voltar em 1994 com os Nuggets e 1995 com os Celtics, participando dos campos de treinamento. Passou vários anos jogando fora da NBA, jogando na Itália, por Torino, Olimpia Milano e Telemarket Forli. Teve uma breve passagem pelos Globetrotters, Sioux Falls Skyforce e Winnipeg Cyclone. Em 2009/10 foi técnico da Lehigh Carbon Community College. No último dia 27 de agosto faleceu aos 58 anos de ataque cardíaco.
   Dawkins não foi uma super estrela da liga, mas soube se fazer presente e de certa forma ser dominante, a força que tinha para enterrar é muito absurda para época, era como Shaq nos anos 90. Graças a ele que as tabelas foram modificadas, com os aros retráteis que jogamos hoje. Ele é parte da história e merece nossa homenagem.
   Abaixo um vídeo com as enterradas do monstro, Dunkenstein como ele se intitulava.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

10 Busts da NBA: onde estão agora?

Sam Bowie, o homem escolhido antes de Jordan

   O Draft da NBA é repleto de muita esperança dos torcedores, é o momento em que eles procuram aquele cara que vai levar a sua equipe ao topo da liga. Infelizmente nem todo bem sucedido atleta universitário ou internacional está pronto para a NBA. Alguns caras não têm a movimentação, alguns se encontram no sistema errado, e outros simplesmente são cortados pela rapidez e maneira de jogar nesse nível. Seja qual for o motivo, essas estrelas caídas foram cortadas e tiveram de construir suas vidas longe dos holofotes.
   Você já não se pergunto onde esses caras estão hoje? Abaixo a história deles:
   10° Darco Milicic: Muitos de vocês provavelmente lembram de Milicic sendo selecionado logo após Lebron James e antes de vários All-Stars, como Dwyane Wade e Carmelo Anthony. Ele não durou muito na NBA mas ainda é atleta profissional, lutador de Kickboxing na Sérvia.
   9° Todd Fuller: Somente os fãs dos Warriors vão se lembra de Fuller pelo que fez em quadra, com médias de 3.7 pontos por jogo em cinco temporadas na liga. Fuller é um dos Busts mais notáveis, pois ele foi selecionado antes de Kobe Bryant, Fuller foi a 11° escolha de 1996. Ele agora reside na Carolina do Norte e é professor de matemática na Escola Comunitária Queen's Grant.
   8° Chris Washburn: Washburn foi banido da NBA após apenas três anos por falhar em três testes separados de drogas. Ele foi a terceira escolha da Draft de 1986. Ele continuo a lutar contra seu vício antes de finalmente procurar ajuda em 2000 após a morte de seu pai. Atualmente reside na Carolina do Norte onde é dono de um bem sucessido restaurante.
   7° Bryant Reeves: Bryant "Big Country" Reeves era um astro de Oklahoma State antes de entrar para o Vancouver Grizllies, na sexta posição do Draft de 1995. Ele lutou contra uma terrível dor nas costas durante a sua curta carreira de seis anos na NBA. Atualmente é dono de uma fazenda.
   6° Ed O'Bannon: O'Bannon era um jogador da UCLA em 1995, liderando os Bruins até o título da NCAA. Infelizmente seus joelhos não aguentaram e ele durou dois anos na NBA, antes de jogar em inúmeras ligas do exterior, ele foi a 9° escolha do Draft de 1995 pelos Nets. O'Bannon tem sido notícia nos últimos dias por conta de um processo de grandes proporções que move contra a NCAA por não compensar os direitos de uso de imagem. 
   5° Jonathan Bender: Bender entrou na NBA vindo direto do Ensino Médio com a esperança de ser habilidoso com 2.13 m, mas as lesões atormentaram a sua carreira de oito anos. 60 jogos foi o máximo que jogou em uma temporada. Ele foi a quinta escolha do Draft de 1999 pelos Raptors. Ele criou um dispositivo de treinamento para fortalecer os joelhos, JB Intensive Trainer.
   4° Robert Swift: Os Sonics tentaram a sorte com o fenômeno do Ensino Médio, mas logo viram que o grande erro que cometeram. Swfit foi a 12° escolha de 2004. Swift era mais conhecido por suas tatuagens ridículas do que qualquer coisa que tenha feito em quadra em seus quatro anos de NBA. Ano passado Swift foi preso depois que a polícia encontrou drogas, armas e um lançador de granadas em sua casa em Washington. 
   3° Adam Morrison: Os Bobcats acharam que tinham selecionado o salvador da franquia em 2006, na terceira posição. O All-American de Gonzaga não conseguiu traduzir suas habilidades para o nível profissional e nunca teve um grande impacto no jogo. Morrison agora é coordenador de vídeo assistente em Gonzaga.
   2° LaRue Martin: Martin só jogou quatro temporadas na NBA depois de ser a primeira escolha do Draft de 1972 pelos Blazzers, tendo médias de 5.3 pontos por jogo. Em um ponto a ESPN o nomeou como a pior escolha de Draft do esporte profissional. Ele trabalha na sede da empresa UPS como gerente de serviços comunitários em Illinois.
   1° Sam Bowie: Bowie jogou por 11 temporadas na NBA e foi selecionado para a equipe All-Rookie de 1985, onde foi a segunda escolha do Draft. Infelizmente as lesões atormentaram a sua carreira e ele ficou conhecido como o cara escolhido antes de Michael Jordan. Ele tem tido sucesso na carreira de treinador e proprietário de cavalos de corrida no Kentucky.  

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

As 10 melhores escolhas de segunda rodada do Draft da década

Escolha de segunda rodada que joga em nível de primeira

   Existem muitos bons jogadores que jogavam muito na escola e na faculdade, mas isso não é o suficiente para impressionar os olheiros, assim, eles acabam sendo escolhidos na segunda rodada. Uma vez assinado com uma equipe tudo é possível, inclusive ter nível de jogo de escolha de primeira rodada.
   De Alex English a Manu Ginobili, a segunda rodada do Draft está pronta para produzir as estrelas mais surpreendentes. Abaixo uma lista com as 10 melhores escolhas de segunda rodada da última década.
   10° Khris Middleton: Foi selecionado na 39° posição do Draft de 2012 pelo Detroit Pistons. Depois de uma temporada mediana como novato, foi negociado para o Milwaukee Bucks onde tem intensificado o seu jogo. Durante as últimas duas temporadas teve médias de 12 pontos por jogo, e têm se tornado uma das peças ofensivas da equipe. Nesse Bucks cheio de promessas, o céu é o limite para Middleton.
   9° Louis Williams: Foi selecionado na 45° posição do Draft de 2005 pelo Philadelphia 76ers, Williams não teve muito tempo de jogo em suas duas primeiras temporadas. Na temporada 2007/08 teve médias de dígitos duplos em pontuação e se tornou um jogador para jogar como ala. Em sua segunda passagem como agente livre assinou com os Hawks e dois anos depois foi negociado para os Raptors, onde foi eleito o Sexto Homem do Ano com uma média de 15.5 pontos por jogo vindo do banco. 
   8° Chandler Parsons: Foi selecionado na 38° posição do Draft de 2011 pelo Houston Rockets e imediatamente provou que sua posição estava errada. Em sua temporada de novato teve médias de quase 10 pontos e 5 rebotes por jogo, sendo titular a maior parte do tempo. Depois de três temporadas produtivas em Houston, Parsons assinou com os Mavericks depois que os Rockets não quiseram igualar uma oferta. Em Dallas foi titular em todos os jogos que disputou e é uma das peças fundamentais da equipe.
   7° DeAndre Jordan: Foi selecionado na 35° posição do Draft de 2008 pelo Los Angeles Clippers, começou a receber um tempo de jogo em sua terceira temporada, começando a se destacar como um jogador mediano. Desde então, liderou a liga em percentual de arremessos três vezes e em rebotes duas vezes. Depois da novela com o Mavericks, que deixou todos perplexos, assinou com o Clippers por 4 anos e U$ 80 milhões, algo que não se espera de uma escolha de segunda rodada.
   6° Nikola Pekovic: Foi selecionado na 31° posição do Draft de 2008 pelo Minnesota Timberwolves e tornou-se um dos melhores pivôs da liga em sua segunda temporada, depois de aumentar muito sua produção. Depois de muitas temporadas com boa produtividade, se machucou e ficou de fora da maior parte da temporada 2014/15. Seu tempo de jogo será menor agora que os Wolves tem Karl-Anthony Towns, a primeria escolha de 2015, mas ele deve aproveitar cada minuto.
   5° Isaiah Thomas: Foi selecionado na 60° posição (última) do Draft de 2011 pelo Sacramento Kings. Você não espera que a última escolha do Draft anote 11 pontos por jogo na sua temporada de novato, mas Thomas provou ser tudo que os Kings precisavam. Ele, assinou com os Suns e foi trocado para o Boston Celtics, onde teve médias de 17.5 pontos por jogo em sua primeira aparição em Playoffs.
   4° Monta Ellis: Foi selecionado na 40° posição do Draft de 2005 pelo Golden State Warriors e na sua segunda temporada ganhou o prêmio de Jogador que mais evoluiu, com médias de 16.5 pontos. Em 2011 foi para o Bucks e dois anos depois foi para os Mavericks, onde obteve médias de 26 pontos por jogo na pós-temporada de 2015. Com a eliminação precoce dos Playoffs, ele assinou com os Pacers, e ele pode ser o melhor jogador da liga a não ser selecionado para um All-Star Game.
   3° Paul Milssap: Foi selecionado na 47° posição do Draft de 2006 pelo Utah Jazz. Ele intensificou seu jogo na terceira temporada e tem melhorando desde então. Ele foi nomeado All-Star em 2014 e 2015 e foi membro chave para a histórica temporada regular dos Hawks. Milssap é um bom arremessador, reboteiro e defensor e é atualmente um dos melhores jogadores da liga.
   2° Goran Dragic: Foi selecionado na 45° posição do Draft de 2008 pelo San Antonio Spurs, mas foi negociado imediatamente para o Phoenix Suns. Ele era uma opção de armador acima da média na temporada 2013/14, quando se tornou um armador de elite com médias de 20 pontos por jogo e recebendo o prêmio de Jogador que mais evoluiu. Ele agora joga para o Miami Heat e é uma das peças chave da franquia que está sendo montada para o futuro.
   1° Marc Gasol: Foi selecionado na 47° posição do Draft de 2007 pelo Los Angeles Lakers, mas foi trocado por seu irmão Pau, que levou a franquia para as Finais de 2008, 2009 e 2010. Mal sabiam eles que Marc se tornaria uma estrela e candidato a MVP antes dos 30 anos. Marc Gasol é a melhor segunda escolha da última década e uma das melhores da história.  Todo mundo dizia que ele foi escolhido por causa de seu irmão, mas ele está chegando a um nível de jogo que nem Pau alcançou.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

1960: A década que mudou o basquete

A maior rivalidade da década Bill x Wilt
   O debate entre Bill Russell e Wilt Chamberlain parece ter sido resolvido, como estudioso do basquete para compreender e analisar a defesa, o impacto de Russell sobre o jogo foi absurdo. Isso não diminui as incríveis façanhas de Chamberlain (com um jogo de 22 pontos, 25 rebotes e 21 assistências e uma temporada com médias de 50.4 pontos e 27.2 rebotes de média), ele foi um dos cestinhas mais imparáveis da história e um dos melhores reboteiros de boa parte da década de 60.
   O que fazia com que Chamberlain fosse parado por Russell? A resposta é simples, os elencos de apoio, os de Chamberlain nunca foram tão bons quantos de Russell e Boston. Quando foram bons, como em 1967 na Philadelphia (Hal Grerr, Chet Wlaker e Billy Cunningham) e 1972 em Los Angeles (Jerry West e Gail Goodrich), ambas equipes eram sensacionais, foram campeãs e estabeleceram o recorde de maior número de vitórias em uma temporada. O recorde dos Lakers de 1972, só foi batido em 1996 pelos Bulls, que também tinham um grupo fantástico e não foi batido por mais ninguém. Sendo assim, as duas melhores temporadas de Chamberlain estão entre as cinco melhores da história. As equipes de Russell ganharam todos campeonatos que puderam, mas nunca ganharam mais de 62 jogos em uma temporada.
   Isso é tudo a favor de Chamberlain, ele realmente era incrivelmente bom, um dos cinco melhores jogadores da história e o segundo melhor da década de 1960. Mas Russell era o primeiro. Ele era a estrela e líder de uma equipe nove vezes campeã na década, foi All-Star em toda a década, um bom pontuador, um habilidoso passador e um incrível reboteiro. Ele melhorou o seu jogo nos Playoffs, onde por duas oportunidades teve médias de 20-20 e a média de rebotes mais alta por jogo na pós-temporada, 30 rebotes por jogo em 1961.
   Mas o mais importante,Russell modificou completamente a arte de defender. Houveram grandes defensores antes, George Mikan foi um deles, mas as diferenças físicas eram tão grandes que Russell parecia ser de outro esporte. Ele estudou muito o jogo, em sua autobiografia conta que junto com seu companheiro de Universidade, KC Jones, eles estudavam os arremessos, onde a bola iria cair se batesse em determinado ponto do aro e onde posicionar-se, e encontraram novas maneiras de serem grandes. Russell era um atleta fenomenal, aprendemos com essas gerações que dotes físicos combinados com inteligência criavam jogadores imparáveis. Ele foi a vanguarda desse tipo de atleta (com Mikan como um protótipo), não era apenas alto ou rápido, ou apenas muito inteligente, ele era tudo isso. E ele usou esses atributos para dominar onde a maioria das superestrelas não fez, na defesa. 
   Em muitos aspectos Russell transformou um jogo de parque em um esporte de homens que pensam. Ele elevou o nível do basquete rapidamente em suas 13 temporadas como atleta, e ajudou a moldar as futuras gerações de pivôs. Nós adoramos ver bandejas acrobáticas, enterradas potentes, passes impossíveis e pontes aéreas, mas a defesa é metade do jogo. E Russell dominou dos dois lados, e avançou mais do que qualquer um na liga. Essa é a história dos anos 60. 
   Uma década repleta de estrelas, algumas se aposentando mas ainda jogando em alto nível, alguns novos astros chegando e uma mudança tremenda na forma de se jogar basquete sendo vista. Não é a toa que muitos dos nomes aqui citados são lendas da NBA e membros do Hall da Fama.
   Abaixo o Time de da Década de 1960
Primeiro Time: Bill Russell, Elgin Baylor, Jerry Lucas, Oscar Robertson e Jerry West.
Segundo Time: Wilt Chamberlain, John Havlicek, Tom Heinsohn, Hal Greer e Richie Guerin.
Terceiro Time: Bob Pettit, jack Twyman, Bailey Howell, Sam Jones e Lenny Wilkens.
Menções honrosas: Walt Bellamy, Willis Reed, Nate Thurmond, Billy Cunningham, Chet Walker e Dick Barnett. 

domingo, 23 de agosto de 2015

Heróis do passado: Jason Williams

   Hoje a nossa série vai contar a história de um dos armadores mais sensacionais que já atuou na NBA, Jason White Chocolate Williams, um monstro do controle de bola e dos passes espetaculares. Um cara que você precisa conhecer, se já não conhece.
   Williams começou a jogar basquete na extinta, DuPont High School em Belle, onde jogou pelos Panteras em 1994, levando sua equipe para o campeonato estadual onde perderam nas finais. Ele tornou-se o único jogador da história de sua equipe a anotar 1000 pontos e 500 assistências.
   Na universidade ele jogaria por Providence, mas escolheu a Universidade Marshall depois que o técnico de Providence, Rick Barnes foi para Clemson. Em Marshall jogou para o técnico Billy Donovan, onde anotou em sua primeira temporada 13.4 pontos e 6.4 assistências por jogo. No verão de 1996, quando Donovan aceitou o cargo de técnico principal na Florida, Williams decidiu seguir seu técnico e foi junto com ele para os Gators. Depois de ficar um ano fora, segundo o regulamento da NCAA, Williams tornou-se o armador titular, estabelecendo um recorde de assistências para a equipe, com 17 assistências. Em 1998, foi suspenso para o resto da temporada por uso de maconha, motivo também de algumas suspensões anteriores.
O começo da carreira
   Com a suspensão da Universidade, Williams decidiu tornar-se elegível para o Draft da NBA. Em 1998 ele foi a 7° escolha, selecionado pelo Sacramento Kings. Em seu ano de estreia, os Kings contavam com um elenco que tinham os recém chegados Chris Webber, Peja Stojakovic e Vlade Divac, tornando-se um contender de Playoffs. Nesse ano, a sua camiseta número 55, foi uma das mais vendidas da liga. Em julho de 2000 foi suspenso para os primeiros cinco jogos da temporada 2000/01, por violar suas obrigações no programa da NBA de tratamento anti-drogas. Em 2001 os Kings negociaram Williams e Nick Anderson com os Grizzlies, por Mike Bibby e Brent Price. Em 2002, o técnico Hubie Brown foi contratado e a franquia melhorou seu recorde com 28 vitórias a mais que no ano anterior.
Seu único título 
   Em 2005, Williams e seu companheiro de equipe James Posey foram dois dos treze jogadores envolvidos no maior comércio de jogadores da história, indo para Miami em troca de Eddie Jones. Ele começou como titular na temporada 2005/06 para o Heat, e nos Playoffs, até ficar de fora por uma lesão no joelho. No jogo 6 das finais anotou 21 pontos e acertou 10 de 11 arremessos tentados. Nessa temporada foi campeão da NBA, tendo médias de 12 pontos 5 assistências por partida nos Playoffs. Na temporada seguinte jogou apenas 61 partidas, sendo titular em 55, por conta de lesões. Teve médias de 10.9 pontos e 5.3 assistências, médias que caíram nos Playoffs, culimando na varrida para os Bulls na primeira rodada.
   Na temporada 2007/08 jogou 67 partidas, com médias de 8.7 pontos e 4.6 assistências, com 41,5% de aproveitamento dos arremessos, 86,3% dos lances-livres e 35,3% das bolas de três. Anotou 34 pontos contra o Magic acertando cinco bolas de três, e teve dois duplos-duplos na temporada, ambos com 21 pontos e 10 assistências. Em 2008 acertou um acordo com os Los Angeles Clippers, a princípio de um ano, mas anunciou sua aposentadoria por conta das lesões. Em 2009 saiu da aposentadoria e assinou com o Orlando Magic, por um ano, depois reassinando o contrato. Voltou para Memphis dia 7 de fevereiro de 2011, mas dia 18 de Abril anunciou oficialmente a sua aposentadoria.
   O que mais chama atenção em Williams não são suas médias (10.5 pontos e 5.9 assistências), mas sim o seu estilo de jogo, chamado na época de jogo de rua, com passes mirabolantes. Ele constantemente dava assistências sem olhar, do meio da quadra, pelas costas, o que não se via com tanta frequência. Ele tinha um estilo de jogo agressivo, e que infelizmente as vezes não agradava os técnicos, por exemplo contra os Lakers nos Playoffs de 2000 ficou de fora do último período em praticamente todos os cinco jogos da série. Ainda assim, o jogo de Williams é inigualável, não via nenhum atleta com tamanha visão de jogo e precisão com passes nada comuns, ele é um monstro, um dos grandes da história.
   Abaixo alguns lances da fera.

   

"Erros" estatísticos

   
O maior erro de todos os tempos
   As estatísticas não mente, são perfeitas, mas as vezes deixam algumas lacunas. Em muitas ocasiões "trágicas", as equipes perdem excelentes jogadores no Draft por causa das estatísticas ruins ou porque não olham para um jogador em determinada posição. Há também jogadores que começaram sua carreira como "esquentadores de banco" e que acabaram se tornando All-Stars ao longo de suas carreiras.
   10° Gilbert Arenas: O 3 x All-Star, Most Improved Player, e o cara que teve uma temporada com média de 29 pontos por jogo, Arenas passou por toda liga antes de provar o seu valor nos Wizards. Olhando para sua carreira, Arenas jogou um bom basquete por um tempo e teria jogado ainda melhor, se as lesões não acabacem com a sua carreira. Um jogador como Arenas não merecia ser a 31° escolha, com certeza.
   9° Dennis Rodman: Rodman foi 2 x All-Star, 2 x Melhor defensor do ano, e liderou a liga em rebotes 7 vezes na carreira, mesmo sendo pequeno. Quando se aposentou os Pistons aposentaram a sua camiseta por todas as suas contribuições pelos campeonatos. Isso é a última coisa que se espera  para uma 27° escolha do Draft.
   8° Tony Parker: Parker foi campeão da NBA 4  vezes com os Spurs e MVP das Finais de 2007. Foi 6 vezes All-Star, e os Spurs não tinham ideia que a 28° escolha do Draft renderia um atleta tão bom e um futuro Hall da Fama.
   7° Alex English: Foi 8 vezes All-Star, líder em pontuação da liga em 1983, maior cestinha de todos os tempos do Denver Nuggets, motivo pelo qual tem seu número aposentado pela franquia. Um jogador com média de quase 30 pontos por jogo em uma temporada não deve ser um prospecto para a segunda rodada do Draft.
   6° George Gervin: George Gervin, The Iceman, foi 9 vezes All-Star, 5 vezes All-NBA Primeiro Time, 4 vezes o cestinha da liga e tem o número 44 aposentado pelos Spurs. Ele teve médias de 26 pontos por jogo em sua carreira, e anotou 63 pontos em uma partida. Acreditem, ele foi a 40° escolha.
   5° Dirk Nowitzki: Apesar de a nona escolha do Draft não ser tão ruim assim, no caso de Dirk, que é sem dúvida um dos melhores jogadores de todos os tempos, ser pego nessa posição é um erro. Dirk foi 13 vezes All-Star, liderou os Mavericks ao seu único título em 2011, onde ele foi o MVP das Finais. Por último e não menos importante, foi o MVP da temporada de 2007 e é o melhor jogador europeu da história da NBA.
   4° Manu Ginobili: Um grande jogador que quase não foi selecionado para a NBA, causou grande impacto com suas seleções para o All-Star Game e seu status de melhor sexto homem da liga por anos. Manu com 38 anos ainda é parte importante dos Spurs, foi 4 vezes campeão da NBA e jogando o seu jogo.
   3° Karl Malone: O maior jogador da história que não ganhou a NBA. Foi 14 vezes All-Star, 2 vezes o MVP da liga, é o segundo maior cestinha da história com mais de 36000 pontos. Ele foi a 13° escolha do Draft, um bom projeto, mas ele era melhor que todos os outros da classe e poderia facilmente ter sido o número um.
   2° Steve Nash: O armador recém aposentado foi duas vezes MVP e 8 vezes All-Star. Foi um dos melhores armadores da história e um dos passadores mais incríveis de ser visto. Nash foi a 15° escolha em possivelmente a melhor classe do Draft de todos os tempos, mas com toda a habilidade que ele apresentou na sua carreira poderia facilmente ter sido uma dos 3 primeiros.
   1° Kobe Bryant: Quem pode esquecer de Kobe. De um jogador muito jovem que não está pronto para o profissional, a um dos melhores jogadores da história. É um desperdício de tempo ficar falando sobre todas as suas realizações, as mais importantes são os 5 títulos da NBA, 2 MVP das Finais, o 3° maior cestinha de todos os tempos, o cestinha de todos os tempos dos Lakers, e o cara que chegou mais perto dos 100 pontos de Chamberlain, anotando 81. Kobe foi a 13° escolha do Draft pelo Charlotte Hornets e imediatamente negociado com os Lakers. 

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

As 10 piores atuações de estrelas nas Finais da NBA

Dennis Johson, a pior atuação de uma estrela em finais

   Legados são definidos pelo que você faz nas Finais da NBA. Alguns jogadores fenomenais nunca ganharam um título, mas os caras que consideramos os melhores tem pelo menos alguns anéis. 
   As Finais sempre apresentam o grande poder da estrela de uma equipe, as últimas finais da NBA sem Lebron, Kobe, Shaq, Duncan, Jordan, ou Olajuwon foram nos anos 90, mas ainda tínhamos o grande Isiah Thomas com os Pistons.    Esperamos que esses grandes nomes joguem o seu melhor no palco principal, mas nem sempre é assim. Quando você chega as finais tantas vezes quanto esses caras, você têm uma noite ou mesmo uma série em baixa.
   Aqui estão 10 das piores performances de estrelas da NBA em Finais.
   10° Ray Allen, 2010, Jogo 3: Ray Allen é conhecido mais por ser um heróis das finais do que um tolo, mas em 2010 o seu desempenho no Jogo 3 contra os Lakers custou a sua equipe uma vitória crucial. Allen arremessou 0-13 de quadra e 0-8 de três, marcando seus únicos dois pontos em lances-livres, nos seus 42 minutos em quadra. Se tivesse acertado alguns desses arremessos, a vitória apertada contra o Lakers teria sido mais fácil. 
   9° Reggie Miller, 2000, Jogo 1: Depois de cair para os Bulls de Jordan e os Knicks nos Playoffs, Reggie finalmente chegou as finais com os Pacers em 2000. Indiana caiu em seis jogos, mas o tom foi estabelecido com uma péssima atuação no Jogo 1 das finais de Mileer. Em seus 41 minutos em quadra errou todos os arremessos de três que tentou e acertou 1 em 16, onde o Lakers venceu por 17 pontos de diferença.
   8° Karl Malone, 2004: Malone jogou bravamente nas finais da NBA de 1997 e 1998 quando seu Utah Jazz chegou apenas perto em cada ocasião contra o Chicago Bulls. O Mailman levou seis anos para voltar as Finais, desta vez com um Lakers carregado de estrelas com Kobe, Shaq e Payton. Os Lakers que facilmente tinham vantagens sofreram em cinco jogos contra o Detroit Pistons, e Malone foi sofreu muito. Durante a série final, Malone antou 5 pontos por jogo e sumiu por longos períodos de tempo.
   7° Stephen Curry, 2015, Jogo 2: Voltamos as Finais desse ano, onde todos achavam que Curry iria figurar com seus arremessos de três contra o Cavs, assim como tinha feito com os adversários da Conferência Oeste. Esse não foi o caso no Jogo 2, onde errou 13 arremessos de 3, e terminou o jogo com 21,7% de aproveitamento dos seus arremessos. Curry respondeu a essa miserável atuação vencendo o Jogo 5, e eventualmente ganhou seu primeiro título da NBA em seis jogos.
   6° Russell Westbrook, 2012, Jogo 5: Westbrook levou o Thunder a vitórias emocionantes com frequência, mas no Jogo 5 das Finais da NBA de 2012, ele teve uma atuação horrorosa que estendeu a série contra o Heat. Enquanto Lebron e o Heat estendiam a sua liderança, Russell continuava perdido arremesso após arremesso, correndo para um recorde de 4-20.
   5° Kobe Bryant, 2010, Jogo 7: Se o Lakers não vencessem o Jogo 7 todos nós não esqueceríamos que Kobe teve um dos piores desempenhos de uma estrela nas Finais. Ele acertou apenas 6-24 dos arremessos de quadra, com um número de erros que fez seus companheiros coçarem a cabeça. Felizmente para Kibe, Gasol e Artest tiraram folga também, enquanto o Celtics marcava.
   4° Kenyon Martin, 2003, Jogo 6: Kenyon Martin foi da equipe All-Rookie 2003 e All-Star em 2004, mas seu desempenho nas finais contra os Spurs em 2003 ainda é incompreensível. Especialmente no Jogo 6, onde Martin acertou 3 arremessos em 23 com o Spurs sendo campeão 88 a 77.
   3° Lebron James, 2007: Os Cavaliers foram gigantes na temporada 2007, como cachorros grandes, e jogou com um dos grandes que lhe varreu, o San Antonio Spurs. Os Cavs contaram com Lebron para levá-los as finais, mas os Spurs contavam com um sistema de jogo para pará-lo. Lebron acertou apenas 35,6% dos arremessos e 20% das bolas de três, para toda a série. No Jogo 1 Lebron jogou 44 minutos, mas acertou apenas 4 de 16 arremessos. 
   2° John Starks, 1994, Jogo 7: John Starks foi o melhor jogador do New York Knicks ao lado de Patrick Ewing , no inicio e meados dos anos 90. Juntos levaram sua equipe para uma vantagem de 3 a 2 contra os Rockets em 1994, antes de tudo se desfazer. Depois de uma derrota apertada no Jogo 6, Starks errou 11 arremessos de três, acertando 2 em 18 tentados na derrota dos Knicks por 90 a 84.
   1° Dennis Johson, 1978, Jogo 7: Antes juntar forças com Larry Bird e os Celtics, para grande parte dos anos 80, Dennis Johnson era uma estrela dos SuperSonics que chegou as finais em 1978 e 1979. Johson ganhou seu primeiro título em 1979, mas poderia ter tido outro se tivesse jogado bem o jogo 7 de 1978. Com o campeonato sendo decidido, Johson não acertou nenhum arremesso, 0 de 14, e os Sonics perderam para o Washington Bullets por apenas 6 pontos.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Rá Tim Bum FUnBa! FUnBa! FUnBa!!!

Sábado voltei à quadra. Sensação indescritível! O que me surpreende foi o verdadeiro espírito de autossuperação e de confraternização com o adversário – me superei, acredito, por que as dores musculares ainda são sentidas em todo meu corpo. Não infartei, como a expectativa dos mais pessimistas, mas embriagado da endorfina que foi produzida nos momentos que tentei quicar a bola ou driblar ou pontuar como pivô e ainda sinto o efeito da serotonina produzida pela alegria de estar ao lado de velhos e bons amigos. Sim, faltaram muitos e sentimos a falta de tantos que não puderam estar lá no SESC Campestre de Porto Alegre neste histórico 15/08/2015.
Lucas, Guilherme, Árbitros, FUnBa Mirim, Marrecas-PR, ABPA, FUnBa-TRT e Julia (de costas!).
Mas do que falamos hoje? Falamos da paixão pelo basquete, do reencontro de atletas, agora veteranos e podemos estender uma lembrancinha aos "fazedores de políticas públicas" pelo desenvolvimento incipiente desta área em projetos básicos, quiçá qualquer ação que desenvolva e fortaleça o lazer dos cidadãos de meia idade.
Como de praxe, as iniciativas partem de grupos sociais distintos e, neste processo, um grupo de amigos que jogaram basquete nos anos 1980, resolveu partir para a ação promovendo a atividade física através do esporte e mobilizando colegas de outrora. Dissemos: "hein, você é importante em minha vida"! E isto transformou-se no 1º Encontro de Basquete da FUnBa (EBaF), sem desconsiderar as mobilizações que outros colegas tem promovido em nossa cidade natal, Bagé-RS, e que atrai ex-jogadores de nossa adolescência. Queremos, mesmo, é que todos entrem em ação, pratiquem o velho e bom basquetebol, compartilhem a alegria da vida de todos e elevem a qualidade de suas vidas com muita saúde. Vencer foi um objetivo presente, mas sabiamente não foi o objetivo central ou o único objetivo – e isto mesmo quando pressionei a arbitragem, pois foi para não perder o costume.
Carlos Roberto Ocaña "Paquito", Gerson Moraes, Cesare Marramarco (ao fundo Reginaldo Moraes)
Assim, sob a liderança do competente Marcelo Afonso, confraternizamos e homenageamos nossos técnicos de outrora (Cesare Marramarco e Carlos Roberto Ocaña – o Paquito), destacando a importância destes em nossas vidas, muito além dos jogadores que éramos ou poderíamos ter sido, mas da contribuição na formação dos cidadãos que nos tornamos. Outros profissionais também merecem tal homenagem e a receberão no próximo encontro, já que a trupe irá ao encontro deles em outubro/novembro.
Guilherme e Luciano Gomes
Sei que em outros estados há um basquete de veteranos e aqui no RS a ABPA, vencedora do 1º EBaF, têm mobilização de longa data e o pessoal de Santa Cruz do Sul mantém-se ativo reunindo ex-jogadores e, vejam só, participando de JIRGS e campeonatos estaduais com parte da geração dos anos 1980 - resta saber se eles são excepcionais jogadores ou o basquete gaúcho estagnou... Entretanto, mais do que competição - seria ingenuidade negar que ela está presente, mas atenuada pela confraternização e gratidão - vale o reencontro, a aproximação de antigos amigos, o surgimento de novas amizades e a exaltação da paixão pelo basquete que, para minha surpresa, está em nossas vidas proporcionando felicidade. Este sentimento motiva nossas vidas para além do evento, para as coisas que fazemos em nossas vidas, em nossos diferentes caminhos.
Coração recebido de Júlia :)
Não dá para deixar de lado a curiosidade dos filhos dos meus amigos – aqueles muito jovens. Curiosidade pura! Até a Júlia foi conhecer o Chocolate e me deu este coração que ilustra a postagem. Quem sabe novas gerações de basqueteiros/basqueteiras surjam daí? Júlia tem basquete no sangue: o pai Gerson e os tios Reginaldo e Ricardo foram grandes atletas de nossa equipe e uma prima mais velha integrou recentemente seleções gaúchas. Dicas e estímulos não faltarão! O Marcel Loguércio ficou feliz ao ver seu pequeno Theo radiante na volta da quadra. E o Guilherme, filho do Luciano "Dente" Gomes, caracterizado com o mesmo uniforme retrô da FUnBa? Melhor foi ver o Lucas, filho do Marcelo “Gordo” Afonso, pronto para o futsal, mas no fim estava lá na quadra arremessando e jogando com o Guilherme... Isto foi sensacional!!!
Enfim, estamos todos felizes, mobilizados e prontos para o próximo encontro. E você, leitor, quando vai reencontrar velhos amigos e jogar um bom basquetebol? Já joga? Conta para gente divulgar o que ocorre de basquete veterano pelo Brasil.
Cláudio Gonçalves, Sérgio Cóssio, Marcelo Afonso e o "manto sagrado" da FUnBa.

Os 10 recordes mais chocantes da NBA que você não conhecia

Dale Ellis, para muitos um desconhecido mas com um recorde absurdo

   A NBA é cheia de estatísticas sobre coisas diferentes do jogo e que ajudam a analisar os jogadores. Os números podem ser manipulados de várias maneiras ajudar a tirar conclusões, mas alguns deles realmente não tem valor nenhum.
Como esses recordes, por exemplo. Todos eles contam histórias interessantes, e para os propósitos desta lista são perfeitos. Estas estatísticas não vão ajudá-lo a avaliar um jogador, mas vão mostrar um lado do jogo que você nunca viu.  Aqui estão 10 registros chocantes sobre a NBA que você provavelmente não sabia.
   10° Pior recorde a chegar aos Playoffs: Baltimore Bullets 16-54, voltamos a temporada 1952/53 quando a NBA só tinha 10 equipes e 8 delas iriam para os Playoffs. Equipes com recordes negativos chegavam a pós-temporada, mas 16-54 é uma piada. Eles rapidamente foram varridos pelos Knicks, e essa franquia Bullets foi fundada antes de uma outra franquia Bullets de 1963.
   9° Mais rápida exclusão por faltas: Bubba Wells em 3 minutos. Bubba Wells só atuou uma temporada pelos Mavericks, mas sempre será lembrado como o cara que foi excluído por faltas em 3 minutos. Ele entrou no jogo para fazer faltas em Dennis Rodman, que era ruim na linha de lances-livres, como um Hack-a-Shaq. Em três minutos todas as faltas de Bubba se esgotaram.
   8° Mais exclusões consecutivas: Don Boven, 6. Durante a temporada de 1951/52 com os Milwaukee Hawks, Don Boven de alguma forma conseguiu ser excluído de seis partidas seguidas. O swingman teve médias de 9 pontos em sua carreira de apenas três anos, mas carrega consigo essa estranha estatística.
   7° Maior número de tentativas de bolas de três convertendo apenas uma: Trey Burke e Antoine Walker. Ambos jogadores podem acertar uma sequência de bolas de três, mas por uma noite a bola não queria entrar. Podemos pensar que depois de errar 6 ou 7 eles iriam para, mas ele continuaram e após errarem 11 arremessos conseguiram converter uma cesta.
   6° Maior número de lances-livres consecutivos convertidos: Micheal Williams, 97. Esse número é ainda mais absurdo quando se vê que Williams, era um jogador com apenas 72% de aproveitamento desses arremessos. Ele conseguiu converter 97 arremessos consecutivos, talvez seja uma marca que possamos ver Stephen Curry batendo um dia.
   5° Mais minutos por jogo durante uma temporada: Wilt Chamberlain, 48.5 minutos. Durante a histórica temporada de 1961/62, onde teve médias de mais de 50 pontos e 25 rebotes por jogo, o pivô membro do Hall da Fama jogou cada minuto pelos Warriors, enquanto alguns ainda se perguntam como conseguiam energia para ser dominante todo o tempo. Quando acabava o tempo regulamentar, Chamberlain jogava toda a prorrogação que acontecesse, permitindo-lhe esse recorde de 48.5 minutos.
   4° Maior número de jogos disputados em uma temporada regular: Walt Bellamy, 88. Em 1969, Bellamy era fundamental nos Knicks. Ele jogou os primeiros 35 jogos da equipe antes de ser negociado para o Detroit Pistons,  que só havia jogado 29 partidas. Assim, Bellamy atuou por 53 partidas com os Pistons, o que lhe permitiu jogar 88 partidas em uma temporada.
   3° Maior pontuação em um jogo: 370 pontos no total. Um jogo louco entre Denver Nuggets e Detroit Pistons em 1983, terminou com uma pontuação de 186-184, após três prorrogações, estabelecendo um recorde para pontos acumulados em uma partida. O jogo terminou no tempo regular com uma pontuação já bem elevada, empatados em 145.
   2° Maior número de faltas técnicas em uma temporada: Rasheed Wallace, 40. Os jogadores podem ser suspensos por um número elevado de faltas técnicas, por isso é difícil de se imaginar que esse recorde será quebrado. O rei de técnicas para si, Rasheed Wallace, somou 40 faltas na temporada 2000/01.
   1° Mais minutos jogados em uma partida: Dale Ellis, 69. Em 1989 os Sonics enfrentaram os Bucks, em um jogo que aprecia não ter fim. Após cinco prorrogações, os Bucks prevaleceram e venceram a partida, 155-154. No esforço para tentar vencer Ellis atuou por 69 minutos (um a mais que seu companheiro de equipe Xavier McDaniel) e anotou 53 pontos.

domingo, 16 de agosto de 2015

Heróis do passado: Clyde Drexler

Tempos de Universidade
   Hoje nossa série vai contar a história de uma lenda do Portland Trail Blazers, membro do Dream Team e um dos melhores alas da história. Vamos lembrar a carreira desse astro da liga.
   Clyde Drexler nasceu em New Orleans, mas foi criado em Houston no Texas. Como estudante do segundo ano, jogou beisebol e tentou ser um atleta da equipe de basquete sem sucesso. Como senior,com 1,98 m ele jogou como pivô. E começou a receber a atenção dos treinadores universitários quando jogou um torneio de Natal em 1979, anotando 34 pontos e 27 rebotes.
   Após se formar em 1980 Drexler recebeu propostas de Universidade Estadual do Novo México, Universidade Técnica do Texas e da Universidade de Houston, sendo que a última o selecionou graças a Michael Young, seu amigo que falou para o técnico Guy V. Lewis que Drexler havia sido o melhor jogador contra quem tinha jogado no ensino médio. Aliado a amizade dos dois e o desejo de ficar em casa, Drexler foi para Houston. Drexler e Young, juntaram-se a Larry Micheaux e Hakeem Olajuwon, ganhando atenção nacional por seu jogo acrobático e plástico. Houston fez duas aparições no final-four, a primeira em 1982, onde perderam para os campeões North Carolina, onde Drexler obteve médias de 15.2 pontos e 10.5 rebotes por jogo. 
  No ano seguinte, chegaram ao Final-Four como a número um do país e enfrentaram a número dois, Louisville, em um jogo memorável onde Drexler anotou 21 pontos, 7 rebotes e 6 assistências. Na final, novamente contra North Carolina, não pode fazer muito, já que chegou a quatro faltas antes do intervalo do jogo. Ainda assim, sagrou-se campeão da NCAA e se elegeu para o Draft de 1983, deixando Houston com médias de 14.4 pontos, 3.3 assistências e 9.9 rebotes, sendo nomeado o Jogador do Ano da Conferência Southwestern e nomeado All-American. Até hoje é o único jogador da história de Houston a combinar 1000 pontos, 900 rebotes e 300 assistências na carreira, além de ser o líder de todos os tempos em roubos de bola com 268.
Enterrada na cabeça de Isiah Thomas pelas finais de 1990
   A sua carreira começou na NBA em 1983, quando foi o 14° colocado do Draft selecionado pelo Portland Trail Blazers. Ele teve médias baixas em sua temporada de novato, com 7.7 pontos em 17.2 minutos em quadra de média. Em sua segunda temporada teve médias de 17.2 pontos, 6 rebotes, 5.5 assistências e 2.2 roubos de bola por jogo. Na temporada seguinte foi All-Star pela primeira vez, com médias de 18.5 pontos, 5.6 rebotes, 8 assistências e 2.6 roubos de bola.
   Na temporada de 1989/90, levou o Portland até as Finais da NBA, mas perderam para o Detroit Pistons. Ele obteve médias de 26.4 pontos e 7.8 rebotes. Na temporada seguinte liderou sua franquia aseu melhor recorde, com 63 vitórias e 19 derrotas, mas sucumbiram nas finais da conferência oeste para o Lakers. A temporada de 1991/92 foi All-NBA Primeiro Time e terminou em segundo na votação para MVP. Levou os Blazers para as Finais da NBA, mas perdeu para o Chicago Bulls de Michael Jordan. Na série contra os Bulls, em seis jogos teve médias de 24.8 pontos, 7.8 rebotes e 5.3 assistências. Em 1992 foi membro do Dream Team e campeão olímpico em Barcelona.
No Houston Rockets, onde sagrou-se campeão da NBA
   Longe da disputa de um título o Portland ouviu o pedido de Drexler e o trocou para o Houston, que era um candidato real ao campeonato por Otis Thorpe no meio da temporada de 1995. Mesmo terminando a temporada regular em 6° na Conferência Oeste com recorde de 47-35, mas que ainda assim impulsionado por Drexler e Olajuwon, foi bi-campeão da NBA, de forma improvável varrendo o Orlando Magic. Na sua terceira aparição nas finais, Drexler teve médias de 21.5 pontos, 9.5 rebotes e 6.8 assistências por jogo. Em 1996 foi nomeado um dos 50 melhores jogadores de todos os tempos, e em 1998 se aposentou.
   Drexler é um dos grandes jogadores que já pisou na quadra, com uma grande facilidade em enterrar e com um arremesso muito bom, dominou as quadras e é o grande nome da história do Portland. Seus tempos de Houston também foram de excelência e por isso, tem o seu número aposentado por ambas as franquias. Deixou a NBA com médias de 20.4 pontos, 6.1 rebotes e 5.3 assistências por partida, 1 x Campeão da NBA, 10 x All Star, 1 x All NBA Primeiro Time, teve seu número aposentado por Rockets, Portland e pela Universidade de Houston. 
   

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Os 10 melhores All Time Teams da NBA

Magic o líder do All Time Lakers
   Não houve tanta paridade desde de 1970. Com Lakers e Celtics dominando os anos 80, os Bulls mandando nos anos 90, e os Lakers e Spurs dominando a década de 2000, agora mais do que nunca temos muitas equipes capazes de ganhar um título.
   Equipes como Clippers e Cavaliers tem chegado perto de vencer, mas os seus times de todos os tempos não podem nem ser comparados com os Lakers e os Knicks por exemplo. Essa história de time de todos os tempos voltou a tona, quando Shaquille O'Neal afirmou que o Lakers de todos os tempos bateira o Bulls de todos os tempos por 50 pontos. Uma declaração extrema mas que pelo menos vale a discussão, qual franquia tem o melhor time de todos os tempos? Abaixo uma lista das 10 melhores.
   10° Houston Rockets: (PG) James Harden, (SG) Tracy McGrady, (SF) Clyde Drexler, (PF) Moses Malone e (C) Hakeem Olajuwon. O Rockets de todos os tempos possuí um grupo de cestinhas implacáveis, chegariam a 120 pontos por jogo facilmente.
   9° Detroit Pistons: (PG) Isiah Thomas, (SG) Joe Dumars, (SF) Dave DeBusschere, (PF) Ben Wallace e (C) Bill Laimbeer. Os Bad Boys dominam está lista com uma força defensiva que faria os demais jogadores ficarem desconfortáveis.
   8° Golden State Warriors: (PG) Stephen Curry, (SG) Chris Mullin, (SF) Rick Barry, (PF) Nate Thurmond e (C) Wilt Chamberlain. Curry, Mullin e Barry mandando tudo de fora com Chamerlain e Thurmond tomando conta do garrafão? Os Warriors de todos os tempos seriam assustadores.
   7° Philadelphia 76ers: (PG) Allen Iverson, (SG) Hal Geer, (SF) Julius Erving, (PF) Charles Barkley e (C) Wilt Chamberlain. Apesar das temporadas horrorosas, os Sixers são lar de figuras emblemáticas da NBA. Chamberlain é o único jogador em duas franquias nessa lista, uma cara que faz 100 pontos num jogo tem esse direito. Tenho certeza que Iverson e Barkley teriam sido uma das melhores duplas da liga.
   6° New York Knicks: (PG) Walt Frazier, (SG) Earl Monroe, (SF) Bernard King, (PF) Patrcik Ewing e (C) Willis Reed. É surpreendente pensar que os Knicks venceram apenas dois títulos em sua história, com tantos jogadores fantásticos vestindo esse uniforme. Ewing e Reed tomariam conta de qualquer jogador forte ou grande, e Frazier e King fariam sua mágica no ataque.
   5° Miami Heat: (PG) Tim Hardaway, (SG) Dwyane Wade, (SF) Lebron James, (PF) Chris Bosh e (C) Alonzo Mouring. Se você pegar o Big Three de 2011-14 e adicionar Tim Hardaway e Alonzo Mouring, você já venceu os melhores times de várias franquias para uma franquia relativamente jovem  como o Heat. Com Lebron James muito é possível.
   4° San Antonio Spurs: (PG) Tony Parker, (SG) Manu Ginobili, (SF) George Gervin, (PF) Tim Duncan e (C) David Robinson. The Iceman (George Gervin), adicionaria uma qualidade ofensiva monstruosa para a franquia cinco vezes campeã da NBA.
   3° Chicago Bulls: (PG) Derrick Rose, (SG) Michael Jordan, (SF) Scottie Pippen, (PF) Dennis Rodman e (C) Artis Gilmore. Qualquer equipe com Michael Jordan está indo para a excelência, especialmente os Bulls melhores de todos os tempos. Pensar em Rose saudável jogando com Jordan e Pippen é loucura demais, e Gilmore foi um dos melhores pivôs de sua época, merecendo seu lugar na equipe.
   2° Boston Celtics: (PG) Bob Cousy, (SG) John Havlicheck, (SF) Larry Bird, (PF) Kevin McHale e (C) Bill Russell. O 17 vezes campeão Boston Celtics possuí alguns dos melhores jogadores de basquete que já pisaram nas quadras. Russell dos anos 60, Havlichek dos anos 70, e junte com os Celtics dos anos 80 e você tem uma equipe que muitos vão dizer ser a melhor da história. 
   1° Los Angeles Lakers: (PG) Magic Johson, (SG) Kobe Bryant, (SF) Elgin Baylor, (PF) Kareem Abdul-Jabbar e (C) Shaquille O'Neal. O Lakers tem um título a menos que os Celtics, mas 31 títulos de conferência falam o quão inacreditável são os talentos que vestiram a camisa roxo e amarela. Todos sabem que o cinco que começam são seguidos, de Jerry West (The Logo), James Whorty e George Mikan.
Se formos analisar todos esses times com certeza os Lakers parecem uma máquina, se pensarmos na possibilidade desses caras jogando juntos seria uma utopia maravilhosa de ser vista, ainda bem que podemos fazer isso, ou quase, no vídeo-game. 

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

As 10 melhores temporadas de novatos da história


  
   


   Enquanto esperamos por mais um temporada do melhor basquete do mundo, muito se especula sobre o que os novatos podem contribuir de imediato e o que eles precisam melhor. Não é fácil se ajustar ao estilo de vida de um jogador profissional, e ao mesmo tempo jogar na melhor liga do mundo, realizando um sonho para muitos. 
   Alguns jogadores lutam muito no começo, mais em poucos anos se consolidam, outros levam muitos anos para encontrar o seu espaço e outros tantos não encontram. Há um seleto grupo de jogadores que mostram o seu potencial logo de cara, e em poucos anos são astros da NBA.  Sendo assim, aqui abaixo temos uma lista das melhores temporadas de novato da história, entendam que são apenas 10 e que outros bons ficaram de fora.
   10° Tim Duncan (1997/98): os números de Tim Duncan em sua temporada de estréia não são muito mais baixos que os de sua carreira, mostrando o quão rápido Duncan teve um impacto positivo nos Spurs. As médias de 21.1 pontos, 11.9 rebotes e 2.5 tocos por jogo fizeram dele o novato do ano e membro do All-NBA Primeiro Time, uma grande honra para o Big Fundamental em sua ilustre carreira.
   9° Larry Bird (1979/80): Larry Legend já era um jogador completo para o Boston Celtics como novato, ajudando os Celtics a chegar a 61 vitórias na temporada. Ele foi o novato do ano com médias de 21. 3 pontos, 10.4 rebotes, 4.5 assistências e 41% de aproveitamento dos arremessos de 3.
   8° Shaquille O'Neal (1992/93): O Big Diesel deixou sua marca na NBA já em seu primeiro jogo, com um nível físico incomum na liga naquela época. Além de dominar o garrafão, corria por toda a quadra, buscava bolas perdidas e fazia passes incríveis para um cara do seu tamanho. Shaq se tornou o tesouro do Magic em sua caminhada para ser o Novato do Ano, com médias de 23.4 pontos, 13.9 rebotes e uma incrível marca de 3.5 tocos por jogo.
   7° Kareem Abdul-Jabbar (1969/70): Antes de trocar o nome, Abdul-Jabbar era Lew Alcindor, a primeira escolha do Draft de 1969 dominava no ensino médio e na faculdade com seu físico alto, magro e combinado com um gancho imparável. Como novato teve médias de 28.8 pontos e 14.5 rebotes, e já na sua segunda temporada venceu o seu primeiro título da NBA. 
   6° David Robinson (1989/90): David Robinson não teve a mesma sorte de Duncan, e contando com um elenco de apoio médio, ajudou o time a vencer 35 jogos a mais que na temporada anterior e foi o Novato do Ano. Nessa temporada teve médias de 24.3 pontos, 12 rebotes e 3.9 tocos por jogo, acertando 53% dos arremessos de quadra.
   5° Walt Bellamy (1961/62): Em 1961 o Chicago Packers foram a piada da liga, mesmo com os esforços Wilt, a franquia teve recorde de 18-62. Suas médias eram altas, pois ninguém ao seu lado podia fazer muito, com 31.6 pontos, 19 rebotes e 2.7 assistências lhe renderam o prêmio de Novato do Ano, mas nada que salvasse a temporada do Chicago.
   4° Oscar Robertson (1960/61): O Big O é o único jogar da história da NBA a ter médias de triplo-duplo em uma temporada, e ele quase fez isso como novato. O Novato do Ano, selecionado pelo Cincinnati Royals, foi eleito para o All-NBA Primeiro Time e teve médias de 30.5 pontos, 10.1 rebotes e 9.7 assistências.
   3° Michael Jordan (1984/85): Ficou claro desde o início que o Portland Trail Balzers tinha cometido um erro ao não escolher Jordan. Ele tornou-se o trunfo do Chicago Bulls e já de cara deu indícios do que seria a sua brilhante carreira. Durante a campanha de Novato do Ano, teve médias de 28.2 pontos, 6.5 rebotes e 5.9 assistências, com 14 ações de vitória.
   2° Magic Johnson (1979/80): O Los Angeles Lakers já tinha um elenco sólido quando Magic foi escolhido na primeira posição, mas mesmo assim ele teve médias de 18 pontos, 7.7 rebotes, 7.3 assistências e 2.4 roubos de bola por jogo. Magic foi eleito o MVP das Finais como novato, anotando 42 pontos e pegando 15 rebotes, com 7 assistências no 6° Jogo Decisivo contra os Sixers na Philadelphia.
   1° Wilt Chamberlain (1959/60): Esse Novato do Ano era basicamente um homem no meio dos meninos em sua temporada de estréia pelo Philadelphia Warriors, ou pelo menos é o que os seus números mostram. Wilt foi o MVP da liga e tirou o Philadelphia do pior recorde da liga para o segundo melhor. Suas médias incríveis foram de 37.6 pontos e 27 rebotes por partida.