quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Dean Simth, The Coach: o revelador de estrelas

Smith e Jordan em seu ano de calouro
   Lendo o livro que ganhei de natal de minha esposa, Michael Jordan a história de um campeão e o mundo que ele criou, me deparo com a história de outros grandes nomes do basquete, e entre elas a de Dean Smith, que talvez tenha sido o maior técnico de todos os tempos. 
   Durante o livro, são apresentadas passagens que demonstram a grandeza desse cara, que era conhecido por seus ex-atletas como Coach, e o espiríto que Smith e o programa do Carolina do Norte agregavam a vida de seus jogadores, perdurava por toda a vida. Em uma passagem, Jordan conta que em uma visita ao estádio para um jogo com os então calouros, ele estava atrasado e seu colega Fred Whitfield disse para ele estacionar na vaga de deficientes, e Jordan respondeu: "Não posso fazer isso, se o Treinador Smith souber que parei em uma vaga de deficientes, me fará sentir muito mal". No programa da Carolina, como é exposto no livro, além de ter a função de preparar para o esporte e tornar os jovens em profissionais, ele tinha a intenção de formar para a vida e para o futuro, tanto que Smith cobrava muito que os alunos tivessem uma frequência altissíma e médias altas, sempre controlando tudo de perto.
Lenda do basquete, nunca esquecido
por seus ex-atletas e sempre aconselhando,
mesmo quando profissionais
   Dean Smith, nasceu no Kansas em 1931, é um dos técnicos do Hall da Fama, trabalhou por 36 anos no Carolina do Norte, se aposentando com 879 vitórias, recorde de vitórias até então. Além disso, possui o 9° maior percentual de vitórias para um técnico de basquetebol masculino na NCAA (77,6%), sendo campeão duas vezes em onze aparições no Final Four. Sua preocupação com o futuro de seus atletas se refletia em números, possuindo um grande percentual de graduação de seus atletas, onde 96,6% deles concluiram a sua graduação. O técnico foi responsável por aprimorar e revelar James Worthy, 3x Campeão da NBA, 7x All Star, MVP das finais de 1988, draftado em 1982 na primeiro round e na primeira escolha, jogando e sendo um dos destaques dos Lakers, Mitch Kupchack que foi 3x Campeão da NBA, 1 por Washington e duas pelos Lakers, Billy Cunningham, campeão da NBA em 1967 como atleta e em 1983 como técnico, 4x All Star e o mais famoso de todos, que dispensa apresentações, Michael Jordan.
   No livro mostra que Smith trabalhou muito com Jordan, muito mesmo sobre seu espiríto competitivo, que em muitas vezes passava dos limites, chegando ao ponto de brigar com um treinador que lhe ganhou em uma partida de sinuca. Jordan era o melhor que Smith tinha visto, sem dúvidas ele sabia disso e tentou, e conseguiu, fazer com que Jordan soubesse lidar com a fama repentina que teve ao entrar na Carolina do Norte e com as desições que teria de fazer no seu futuro. O espiríto que o Treinador Smith criou em sua equipe e naquele programa de recrutamento de atletas, dura até hoje, no livro apresenta que um atleta da geração de Jordan perdeu seus pais e no velório Worthy e Cunningham, que eram de gerações anteriores foram ao velório, e quando perguntados se conheciam o jovem, eles responderam: "Ele era um dos nosso".
Jordan, a grande revelação de Smith para o mundo
   Smith foi o técnico que revelou jogadores excelentes ao mundo, e que ensinou-lhes como se comportar e como encarar o mundo, sendo o responsável pela lenda Michael Jordan e sua forma de marcar (que aprendeu com Smith) e sua vontade de vencer e querer sempre melhorar (que já vinha de si próprio, mas que foi muito bem estimulada por Smith). O mundo do basquete só é dessa grandeza, graças a caras como esse, que até o começo da semana passada eu desconhecia, e que merece mesmo todas as honrarias que possuí.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Vitória suada

   Em partida disputada na noite passada, os líderes do leste travaram uma luta que teve momentos de combate e com muita rivalidade, mesmo sofrendo o time da casa e atual campeão, Miami Heat bateu o forte Indiana Pacers de Paul George. 
Duelo em quadra e também pelo MVP da liga,
no jogo melhor para Lebron 
   O jogo começou com superioridade do Heat, abrindo 6 a 2 com muitos desperdícios de bola dos Pacers. Mas após um pedido de tempo a história mudou, o Heat foi completamente dominado, a equipe de Lebron não se encontrava em quadra e isso facilitou o trabalhou de Indiana que fechou o primeiro tempo com uma vantagem de 11 pontos. Paul George comandava sua equipe a mais uma vitória em um jogo quente, a alguns dias Lebron disse em uma entrevista que não existia rivalidade na liga, mas não foi o que se viu no jogo. Uma partida quente, que teve um princípio de briga entre Chalmers e Stephenson, após uma bola presa Chalmers deu um chega pra lá no armador dos Pacers que não gostou e foi pra cima tirar satisfação, por sorte foram seguros e nada aconteceu.  Porém, o que se nota na liga é que há sim rivalidade, sempre houve e agora, com o Heat tentando um three-peat, são "todos" contra o Heat, claro que algumas equipes com mais vontade como os Pacers (que perderam a final de divisão ano passado) e os Bulls (com declarações de Butler que fariam de tudo para o Heat não se igualarem a Bulls, Lakers e Celtics com um three-peat).
O nome do jogo com 32 pontos
   Agora voltando a partida, na volta do intervalo os comandados de Spoelstra voltaram com gana de virar o jogo, apertaram e acertaram a marcação e foram com tudo pra cima. Mas mesmo assim foi difícil, no começo do terceiro período a vantagem dos Pacers chegou a 15 pontos e durante um pedido de tempo, no banco do Heat o clima esquentou. Lebron e Chalmers discutiram veemente e quase saíram no tapa, sendo separados pelos demais companheiros de equipe, a discussão se deu por Chalmers reclamar de Lebron deixar George livre demais e o clima fechou. A partir daí, o jogo mudou e o Heat começou a atuar melhorar, dominar o garrafão e forçar os Pacers ao erro, culminando no empate a 1:30 minutos do final da partida com Bosh em um chute de três. Em seguida, após Lebron roubar a bola de Paul George, no contra-ataque deu um passe para Ray Allen matar uma bola de 3 e virar o jogo faltando 59.5 segundos. O Pacers teve ainda duas chances de vencer o jogo a primeira a 25 segundos do final, mas George Hill errou o passe para Paul George, que teve de fazer falta em Lebron, que após converter os seus lances abriu 3 pontos de vantagem, 97 a 94. Com a posse da bola e 10 segundos no relógio, mas sem tempos para pedir os Pacers tentaram uma jogada com George que errou um arremesso que levaria o jogo a prorrogação e definiu a partida.
   Os destaques pelos Pacers foram Paul George com 25 pontos, 6 assistências e 8 rebotes, mostrando que vem forte para a disputa do MVP e sendo um atleta que evoluiu a cada ano. O outro destaque foi West que anotou 23 pontos. Pelo Heat, Lebron anotou 24 pontos, 7 assistências e 9 rebotes, e o principal nome foi Wade com 32 pontos e 60% de aproveitamento dos arremessos de quadra. 

domingo, 15 de dezembro de 2013

Época de vacas magras

Fase difícil esta afetando os atletas
   Essa expressão mostra muito como é a situação dos Knicks, uma das franquias mais tradicionais da NBA, passa por uma de suas piores temporadas na história. Com mais derrotas que vitórias, a franquia virou chacota da liga e dos torcedores, aqui no Brasil muitas imagens e frases tirando onda com os Knicks circula pelas redes sociais.
   Com um elenco que quase não se alterou, e vindo de uma boa temporada, onde chegou aos playoffs e era cotado por lutar ao título, os Knicks passam um por um dos momentos mais complicados de sua história. As previsões e apostas da temporada 2013-2014 apontava que os comandados de Mike Woodson, brigariam para ser um dos líderes e uma das forças do lado leste. Com Melo na equipe, após ser o cestinha da liga, e com a chegada de Bargnani, um reforço de peso e com muito pra contribuir, fez com que a franquia fosse cotada como possível adversária do Heat e Pacers, pela Conferência Leste.
   Mas o que se vê é o contrário, uma equipe que não consegue se encontrar em quadra e que vê sua estrela frustrada com essa temporada e com as inúmeras derrotas. No momento possui uma campanha com mais derrotas que vitórias (6-16), além de estar fora da classificação para os Playoffs, no momento o 8° colocado são os Wizzards com 9 vitórias e 13 derrotas. O momento é tão ruim que a franquia vem sendo motivo de piada, vários blogs e páginas no facebook, brincam com a má fase, a alguns dias em uma página dizia: Nets x Knicks o primeiro empate da história da NBA, alusão as franquias de New York, que passam por temporadas frustrantes. Para fugir dessa situação atual, os Knicks contam com Melo que detêm médias de 26 pontos, 9.2 rebotes e 2.8 assistências por partida, e com Bargnani que tem contribuído com 15 pontos e 5.2 rebotes por jogo. Infelizmente, na maioria das partidas, isso tem sido insuficiente, o Sexto Homem do ano passado, J.R. Smith, tem contribuído com apenas 10.1 pontos por partida, bem menos que os 18.1 pontos e 5.3 rebotes, suas maiores médias na carreira nesses quesitos, e ainda conta com Stoudemire anotando apenas 7.9 pontos por jogo, um jogador que como Agra já comentou, aparenta ter perdido o seu "basquete", desaprendeu a jogar. 
Mesmo com um bom elenco as vitórias não aparecem
   Uma franquia que já não vence a 30 anos um campeonato, e que tinha essa temporada como o ano de mudanças, depara-se com dificuldades tremendas e que parecem não ter explicação, o elenco não é tão fraco assim no papel, se compararmos com Celtics e Bobcats, por exemplo. Porém, com 16 derrotas em 22 partidas, é pouco provável que os Knicks cheguem até os Playoffs e etão mais perto de lutar por Andrew Wiggins ou Jabaris Parker no Draft, do que de levantar uma taça ao final da temporada. Aos torcedores dos Knicks fica minha solidariedade, por que meu amado Bulls tá numa baita ruim também. 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Celta em ascenção

Fazendo a diferença pelos Celtics, Green está na melhor temporada de sua carreira
   


   A temporada para os Celtics não está sendo tão ruim quanto se projetava, com um "Roster" não muito qualificado e sem contar com sua estrela, Rajon Rondo, a franquia vem lutando bastante na liga e se mantém em sétimo na Conferência Leste (10-14). Isso deve-se a atuação de um cara em especial, Jeff Green.
   O ala de 27 anos e 2,06 m, tem jogado com muita vontade e tem levado o time em frente na liga. Esse ano, analisando as estatísticas de Green, tem sido o melhor ano de sua carreira que começou em 2007, sendo a 5° escolha da primeira rodada do draft, selecionado pelos Celtics e em seguida enviado para o então Seatle SuperSonics. Green atuou até o ano de 2011 pela franquia que tornou-se Oklahoma City Thunders, vindo do banco na maioria das vezes, obteve médias de 14.4 pontos e 5.7 rebotes em quatro temporadas. 
   Em fevereiro de 2011, Green foi para Boston, que era que o havia draftado originalmente, em troca de Nenad Krstic e uma escolha de primeira rodada de 2012, que era dos Clippers, em troca de Kendrick Perkins e Nate Robinson. Esse não foi um ano bom para Green, anotando médias de 9.8 pontos, 3.3 rebotes e 0.7 assistências por partida, perdeu espaço e minutos em quadra passando de 37 para 23.4 minutos. Nessa temporada os Celtics foram os terceiros do Leste, nos playoffs eliminaram os Kniks, mas esbarraram com o Heat e foram eliminados, ao final da temporada Green virou free agent restrito, mas em seguida assinou um novo contrato com os Celtics por $9 milhões.
   Mas, o maior desafio de sua carreira estava por vir, no dia 17 de dezembro de 2011 o ala foi diagnosticado com um aneurisma aórtico, um problema cardíaco que o tirou de toda a temporada de 2011-2012.  O ala fez a cirurgia e passou muito tempo com seus colegas de equipe durante a recuperação, sempre afirmando que queria retornar pelos Celtics na temporada 2012-2013. Nesse tempo que esteve parado, Green não fez apenas a sua recuperação, mas também aproveitou para retomar os estudos e concluiu sua Licenciatura em Inglês com especialização em Teologia, pela Universidade de Georgetown. Após esse tempo parado, o ala retornou as quadras no dia 23 de novembro de 2012, anotou 17 pontos, vindo do banco contra sua antiga franquia, os Thunders.
   Desde então, Green vem jogado em alta intensidade e bem, porém nessa temporada já mostrou que veio com tudo. Ontem a noite na derrota para os Clippers, Green anotou 29 pontos e pegou 4 rebotes, com um aproveitamento de 43,5% dos arremessos de quadra. Além disso, o ala já teve partidas memoráveis nessa temporada, como o "game winner" contra o Heat em Miami faltando menos de 1 segundo. Essa tem sido a melhor temporada da carreira de Green, mesmo que tendo uma média de pontos menor que outras duas temporadas (2008-2009, 2010-2011), o ala tem sido muito mais decisivo e tem contribuído ainda mais para o rendimento dos Celtics sem Rondo. Mantendo esse ritmo, Green conseguirá levar os Celtics até os playoffs, o que será um grande feito visto a equipe que tem.

sábado, 7 de dezembro de 2013

Muitas expectativas

O retorno tão aguardado será amanhã
   O semideus da NBA, kobe Bryant, enfrentará amanhã o seu maior desafio da carreira, provar que pode voltar a jogar em altíssimo nível, aos 35 anos e retornando de uma lesão no Tendão de Aquiles.
   Amanhã, o astro dos Lakers volta a ativa contra o Toronto Raptors no Staples Center, e todos os holofotes e a mídia estarão voltados para ele. Assim que teve a lesão, muito se comentou em um final de carreira e que Kobe não voltaria bem pra liga, que a lesão é grave e que a idade "avançada" poderiam atrapalhar a atuação. 
   Particularmente, acredito que Kobe volte jogando como sempre jogou, sim a lesão é grave, a recuperação deve ser bem feita, deve-se evitar corridas intensas e outros impactos, porém, a recuperação de Kobe é incrível. Quanto mais duvidam dele, mais ele joga com vontade e tem forças para se restabelecer, tanto que jogou muitas partidas com o dedo indicador fraturado e com tala, mudou sua forma de arremessar e ainda assim continuou decisivo. A lesão é muito comum em esportes de impacto, a recuperação é incrível, o ala se operou no dia 13 de abril e está retornando as quadras agora em dezembro, e detalhe, não foi a primeira vez que Kobe se recuperou de lesão grave, em 2011 fez uma cirurgia experimental no joelho e meses depois estava lá voando como de costume.
Semideus da liga voltando a ativa
   Kobe é a esperança dos Lakers, os atuais décimos colocados na Conferência Oeste, tem um aproveitamento de 53% e devem melhorar essa marca com sua principal estrela. Nessa temporada entrou para história da liga, com sua renovação de contrato tornou-se o primeiro atleta a jogar 20 temporadas pela mesma equipe e também é o atleta mais bem pago da liga, com uma renovação contratual de dois anos no valor de $48,5 milhões. Esera-se muito de seu retorno, principalmente se aos 35 anos e com todo esse investimento, o astro irá corresponder a altura. Acredito muito no Kobe, pra mim depois de Jordan é o melhor jogador da história, espero que volte no máximo e reerga o tradicional time de Los Angeles.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Time sensação

O nome do jogo, atingindo sua maior marca na temporada
   Por melhor que fossem as projeções para essa temporada dos Blazzers, quem dissesse que estariam em segundo no Oeste, empatados em vitórias e derrotas com os Spurs, tendo 15 vitórias e 3 derrotas. Com a vitória de ontem, e o jogo dos Spurs adiado são os líderes dá conferência com 16 vitórias.
   Com o novato do último ano jogando em altíssimo nível, e contando com um grande ala/pivô, LaMarcus Aldridge, que vem dominando o garrafão e contando com Nicolas Batum muito consistente, a franquia de Portland vem encantando seus torcedores e os amantes da NBA. A equipe não possuía uma temporada boa desde 2009, última vez em que chegaram aos Playoffs, quando ainda contavam com Rudy Fernandez e Brandon Roy. Se analisarmos, nas últimas duas temporadas os Blazzers terminaram em 11° primeiro lugar no oeste e nesse ano são os líderes, a evolução que a equipe teve em quadra e em sua forma de jogar, fazendo frente a franquias consistentes nas últimas temporadas, como ontem na vitória contra os Thunders de Durant e Westbrook.
Nem Durant conseguiu salvar o revés
   Na noite passada, a equipe de Portland venceu em um jogo emocionante, com 15 trocas de liderança e sem definição até os 40 segundos finais, quando Batum fez uma bola de três e sacramentou a vitória. Pelos donos da casa o destaque foi LaMarcus Aldridge, anotando 38 pontos (maior marca sua na temporada) e pegando 13 rebotes, dessa forma os Blazzers quebraram uma série de 7 derrotas consecutivas em encontros contra os Thunders. Agora a equipe de Portland enfrenta o Utah Jazz, amanhã em casa, buscando se manter na ponta da tabela. Pelo lado do Thunders, o destaque foi KD, anotando 33 pontos e pegando 7 rebotes, auxiliado por Westbrook com 21 pontos e 5 assistências, que infelizmente não foram suficientes. Os Thunders enfrentam os Pelicans amanhã em New Orleans, buscando se aproximar dos líderes, com uma campanha de 13 vitórias e 4 derrotas.
   Não sei se chegarão as finais da liga, mas acredito que se conseguirem manter o ritmo e não tiverem problemas com lesões, a equipe de Portland pode chegar até as finais de conferência e provar que possui um elenco bom e consistente.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Desbravador da América

De Pelotas para conquistar a América
   De Pelotas, interior do Rio Grande do Sul, saí um grande atleta que vai brilhar ainda mais nas quadras do Brasil e do mundo, Maxwell Ribeiro atleta do Uniceub/BRB-Brasília, campeão sul- americano de basquete concedeu uma entrevista exclusiva para o nosso blog. O jovem pelotense de 22 anos, respondeu algumas perguntas sobre a carreira e seu futuro.

Blog: Queria que tu contasses um pouco da tua carreira e de como conhecesses o basquete?
Maxwell: Minha carreira está recém começando mas me sinto muito feliz pelas minhas conquistas desde já, tive poucas mas ótimas experiências até agora, que me fazem crescer cada dia mais. Esse mundo do basquete é muito difícil, aliás, estamos no país do futebol onde só ele é reconhecido, falo isso por conhecer atletas de outras modalidades, que trabalham duro todos os dias e não tem o mínimo de reconhecimento. Conheci o basquete através do meu primo, tinha ganho uma bola de basquete e nunca tive interesse pelo esporte (até jogava futebol com ela), mas decidi aprender, ou melhor dizendo, tentar aprender a jogar basquete. Foi na pracinha do Porto, que eu, meu primo e meus amigos começamos a jogar, depois praticava no colégio, na rua, na frente de casa, até que conheci a Praça Modelo, onde conheci grandes amigos que me ajudaram muito, e me ajudam até hoje, sempre quando estou em casa não deixo de ir lá bater uma bola. Cheguei a treinar no Gonzaga com o Professor Mário por um tempo curto, mas que me ajudou bastante, tanto ele quanto os guris que conheci lá, até que conheci o Professor Carlos Alex que me convidou para treinar com o PBC (Pelotas Basketball Clube). Lá começou tudo (PBC), as primeiras viagens, os primeiros títulos e o pensamento que poderia me tornar um jogador de baquete profissional com muito treino e esforço a cada dia.

Carreira curta mas de muito sucesso
Blog: Quais os clubes por onde passes?
Maxwell: Pelotas Basketball Clube, Associação dos Amigos de Basquete de Joinville (AABJ), Basquete de Joinville e Uniceub/BRB - Brasília.

Blog: Como é pra ti jogar ao lado de nomes conhecidos do nosso basquete e da seleção, como Alex e Giovannoni. E o que tens aprendido com eles?
Maxwell: Meu primeiro jogo pelo NBB foi justamente contra o time de Brasília, e a sensação de jogar contra Nezinho, Alex, Arthur e o Giovannoni pela primeira vez, foi de que eu evolui e treinei para estar ali, me esforçando pra jogar em alto nível com eles (naquela época foi bem difícil). Hoje estando ao lado deles, aprendo a cada dia, e ouvindo o que eles me falam e sendo treinado pelo Sergio Hernandez, sinto que posso ser um jogador melhor a cada dia, todos os dias temos coisas à aprender, tanto no esporte como em qualquer outra profissão.

Blog: Tu sonhas em atuar pela seleção?
Maxwell: Todo jogador sonha em estar defendo a seleção, não tem segredo, é treinar e treinar.

Blog: O que tu esperas para o futuro, pretendes ir pra NBA?
Maxwell: O futuro estou fazendo agora, treinando, me dedicando todos os dias. NBA penso sim, como muitos jovens como eu pensam, quem sabe em um futuro próximo, mas o foco é pensar no NBB e me destacar primeiramente aqui no Brasil. 

   Tive a oportunidade de jogar algumas vezes com o Max, como é conhecido, e nunca ganhei dele é bem verdade, mas sempre admirei a pessoa que é, sempre simpático e humilde, com muito potencial para evoluir e com vontade para ser um grande atleta. Max, te desejo todo sucesso do mundo e que realize teus sonhos, porque tu realmente merece.









segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

E agora Bulls?

Nova lesão atrapalha os planos da franqui
   Jogar sem seu astro já era rotina na temporada passada, ficando sem Rose por 18 meses, mas agora a mesma situação se repete, porém as coisas vão de mal a pior. Porquê?
   Simples, na temporada passada a equipe do Bulls possuía Nate Robinson que fazia muita diferença em quadra, o baixinho entrava e resolvia ou pelo menos ajudava e muito a franquia. Mas, com a sua saída o banco do Bulls ficou muito enfraquecido de armadores, tendo apenas Kirk Hinrich e Marquis Teague que não conseguem cadenciar o jogo como Nate. Isso é o que tem dificultado os Bulls, sem desculpas do abalo emocional pela lesão do cara e tudo mais.
   Infelizmente, para os Bulls o que resta é torcer para que Butler tenha uma temporada tão sensacional quanto a do ano passado, que os novatos Snell e Murphy joguem bem e que Teague seja constante. Contando claro com a força de sua dupla de garrafão, Noah e Boozer, que combinam em média para 23 pontos e 16 rebotes por jogo. Quem vem comandando os Bulls é Luol Deng, o ala possui médias de 18.2 pontos, 7 rebotes e 3.9 assistências, sendo o destaque da franquia, mesmo assim as vitórias não aparecem. Após a lesão de Rose, foram 3 derrotas e 1 vitória, se continuar nesse ritmo a campanha não será de Playoffs.
O baixinho que resolvia, está fazendo falta
   O problema dos Bulls está no banco, com a saída de nomes como Richard Hamilton, Nate Robinson e Marco Belinelli, que anotavam uma boa quantidade de pontos e contribuíam para a força da equipe sem Rose, a franquia está em uma descendente sem fim. Em um ano perderam três atletas que podiam decidir um jogo se necessário, com bom aproveitamento de arremessos e que sabiam cadenciar o jogo. Nesse ano, quem vem do banco é Taj Gibson que tem médias de 10.5 pontos e 6.1 rebotes, sendo o atleta que mais contribui saindo da reserva. 
   Essa temporada promete ser dura, acredito que os Bulls cheguem aos Playoffs, mas lá pela 6°, 7° posição, e não como previa no começo do ano entre os 3 primeiros. Resta a mim e os demais torcedores dos Bulls, esperar que o próximo ano seja melhor que esse e que o Rose volte e não se machuque de novo.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Desencantou?

Destaques da partida,  Johnson e DeRozan
   Ontem a noite, os Nets encontraram novamente o caminho da vitória, jogando fora de casa venceram o Toronto Raptors por 102 a 100 com boas atuações dos ex-Celtics.
   Em um jogo onde dominou a partida na maior parte do tempo, os Nets conseguiram uma vitória suada ao final da partida após sofrerem um apagão no quarto período. Com uma diferença de 15 pontos (5:23, por jogar), os Nets pareciam ter o jogo ganho, mas os Raptors correram atrás e colocaram a diferença em 1 ponto a 23.7 segundos do final. Parecia a reação que os Maverciks tiveram semana passada contra os Rockets, mas infelizmente não conseguiram acertar o arremesso final que mataria o jogo.
   Pelo lado dos donos da casa os destaques foram DeRozan com 27 pontos, 3 assistências e 6 rebotes, e kyle Lowry com 24 pontos e 6 assistências. A próxima partida dos Raptors será sexta, quando receberão os atuais campeões Heat e suas superestrelas. 
Blatche jogou bem e ajudou na vitória com 24 pontos
   Os destaques da partida ficaram para o novato Plumlee, pivô que veio de Duke, que teve 4/5 dos arremessos de quadra e anotou 9 pontos, além de ter uma jogada no Top 10. Os veteranos vindos de Boston foram bem, Garnett anotou 12 pontos, pegou 6 rebotes e distribuiu 4 assistências e Paul Pierce com 16 pontos, 4 rebotes e 4 assistências. Porém os nomes do time na partida foram Joe Johnson com 21 pontos e 6 rebotes e Andray Blatche 24 pontos 5 rebotes. Aparentemente a equipe se encontrou em quadra, e sem contar com Brook Lopez e Deron Williams ambos com lesão.
   A esperança pode ter renascido para os torcedores dos Nets, agora a franquia chega a quarta vitória em 13 partidas e pode começar a engrenar na competição. Hoje a noite enfrenta os Lakers em casa tentando embalar.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Se meus joelhos não doessem mais

Mais um problema no joelho e assim as lesões vão marcando a carreira de um astro
   Infelizmente, alguns atletas sofrem com lesões que encurtam a sua carreira, um dos nomes que passa por um momento de incerteza sobre seu futuro é Derrick Rose. O armador de 25 anos, sofreu mais uma lesão no joelho, dessa vez no esquerdo.
   No último dia 22 durante a derrota para o Portland, em uma disputa de bola, aparentemente sozinho e sem aparentar um entorse, rompeu o menisco medial do joelho direito e necessita de cirurgia, ficando de fora entre 41 e 70 dias. Perto dos 18 meses que ficou fora, isso ainda coloca Rose de novo nessa temporada, o que acalma um pouco os torcedores dos Bulls. Não quero fazer sensacionalismo nem levantar falsas expectativas, mas quando veio ao Rio, Rose mancava ainda e nessa temporada em muitas partidas puxava a perna, poderia ser um prenúncio dessa lesão que o afetou?
41 a 70 dias fora por lesão no joelho direito
   Mas mesmo assim, para um atleta de 25 anos ter lesões nos dois joelhos é preocupante, o futuro do Bulls necessita do Rose e sem ele a franquia de Chicago será apenas mais um bom time, Rose é a estrela que leva a franquia e encanta com seu estilo de jogo. Espero que se recupere e não sofra mais com leões, isso pode manchar a carreira promissora dele, assim como aconteceram com outros atletas, Greg Odem era cotado como um grande pivô e devido a muitas lesões sumiu da liga. 
    Torço muito pelo Rose e pelos Bulls, espero realmente que ele se recupere e não sofra mais lesões, até porque essa lesão não é tão complexa, foi a mesma que Blake Griffin sofreu ainda na época de College Basketball e o cara está na ativa e bem recuperado. Fico na esperança de ver Rose recuperado totalmente, e que isso não afete a sua carreira com uma aposentadoria antecipada. 
    

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Rivalidade texana

Nowitzki um dos nomes do jogo com 35 pontos
   Em grande partida de Nowitzki e Ellis, Mavericks vira jogo em casa e batem os fortes Rockets de Howard e Harden. Quem acompanhou o início da partida de ontem podia prever uma vitória fácil dos Rockets, ainda mais após o término do primeiro período, com uma diferença de 11 pontos para os visitantes. 
   Essa diferença foi se mantendo, ao final do primeiro tempo de partida a equipe de Harden e Howard venciam porn 68 a 61 e dominavam o jogo por completo. A diferença chegou a 18 pontos no terceiro período, sendo a maior da partida. Mas a partir daí só deu Dallas, após um pedido de tempo a equipe veio com tudo e com uma motivação vinda da arquibancada, jogando como podia e atacando e defendendo muito. O esforço valeu a pena e a 47.7 segundos do final da partida a virada aconteceu, com um arremesso de três pontos de Shawn Marion. E ainda contaram com a sorte de que Harden, com 9 segundos para o final do jogo errou seu segundo lance livre e depois a 3.8 segundos errou um arremesso de 3 que empataria a partida, e ainda reclamou muito de falta de Marion, que para mim não foi nada, assim como viram os árbitros.
Fundamental na vitória, 37 pontos e
8 assistências
   


   A partida terminou com uma fantástica virada dos Mavericks, contando com duas atuações monstruosas, uma de Dirk com 35 pontos e 5 rebotes e outra de Ellis, que vem se sagrando como um dos nomes da franquia, com 37 pontos e 8 assistências. Pelo lado dos Rockets os destaques foram Chandler Parsons com 21 pontos e 11 assistências, Howard com 33 pontos e 11 rebotes e James Harden com 23 pontos e 8 assistências. Pela próxima rodada da liga os Rockets recebem os Wolves em casa, no sábado e os Mavericks encaram o Jazz em casa na sexta-feira 22.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O que está acontecendo?

Coach Kidd, sofrendo com a inexperiência
   Nessa temporada da NBA, está acontecendo com os Nets o mesmo que ocorreu com os Lakers ano passado, uma seleção de grandes atletas e que davam quase como certa a facilidade na liga e talvez, a chance de ser a melhor equipe do leste. Porém, como ocorreu com os Lakers, uma série de derrotas e atuações pífias vem marcando a temporada dos Nets.
   Com grandes contratações, adquirindo um trio de peso dos Celtics (Pierce, Garnett e Terry), parecia que o ano seria só flores, que ninguém faria frente aos poderosos Nets, que contam ainda com Derron Williams e Brook Lopez, dois All-Stars. Além disso, contam com um técnico novato e ex-atleta de renome, Jason Kidd, que era cotado como um cara que faria sucesso na liga como Head Coach.
   Infelizmente, nada dos pontos positivos vem contando, os Nets possuem uma campanha medíocre perto do elenco que possuem, tendo 7 derrotas e 3 vitórias, perdendo inclusive para o Boston Celtics que se enfraqueceu demais nessa temporada. Os atletas principais das temporadas anteriores não tem rendido como esperado, Joe Johson tem médias de 12.8 pontos e Deron Williams de 10 pontos por jogo, exceção de Brook Lopez com médias de 20.5 pontos e 6.5 rebotes. Não dá para entender o que ocorre, mas é muito parecido com os Lakers do ano passado, ao contratar D12 se tornaram uma das melhores franquias, no papel, mas só no papel e após a saída do Superman, e nessa temporada a franquia, mesmo sem Kobe, está jogando bem e vai chegar aos Playoffs.
Garnett em sua nova casa, dificuldades de adaptação
   É complicado explicar o que acontece, mas talvez a junção de estrelas de outras franquias em uma equipe complica o trabalho, não por uma disputa de egos, mas por uma dificuldade em trabalhar em conjunto. Visto que os caras vinham acostumados a um estilo de jogo e agora adaptam-se a outro, talvez até formem um novo, um tempo será necessário para entrarem nos eixos, só espero que não demorem uma temporada, como os Lakers.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Irregularidade e vitória suada

Aproveitamento baixo de novo
   Ontem a noite em partida disputada em Atlanta, a equipe do New York Knicks sofreu para conseguir a vitória, com muita irregularidade de Carmelo Anthony, que sumiu no segundo e terceiro períodos.
   Os Knicks começaram o jogo dominando os donos da casa, que não conseguiam acertar nada, terminando o primeiro tempo com 1 bola de três convertida em 11 tentativas. Enquanto que Carmelo dominava, conseguindo 10 pontos no primeiro período e contanto com a ajuda de Bargnani com a mão quente, e de Tim Hardaway Jr. que veio do banco e colaborou muito. Mas a história mudou no segundo tempo de jogo, os Hawks reagiram e contaram com grande atuação de Jeff Teague (25 pontos e 8 assistências) e de All Horford (23 pontos e 5 rebotes), para passar no placar e abrir uma diferença de seis pontos a oito minutos do fim da partida, após estarem perdendo por dezessete pontos.
Excesso de minutos e forçar jogadas podem justificar
aproveitamento irregular
   Nesse momento eis que ressurge Carmelo Anthony, acertando arremessos importantes e uma bola de três que virou o jogo, os Knicks aceleraram o jogo e conquistaram uma vitória sofrida. Porém o que chamou a atenção no jogo foi a atuação de Carmelo Anthony, o ala acertou apenas 9 de 25 arremessos tentados, com melhor aproveitamento nas bolas de três (50% - 3/6). Durante a partida na transmissão da ESPN, comentava-se nos problemas físicos de Melo, de forma que seu jogo sempre decaí durante as partidas, e que seu aproveitamento é sempre irregular. Ontem Zé Boquinha dizia que, tal atuação deve-se ao fato de Melo ficar muito tempo em quadra, e que tem um desgaste físico muito elevado o que o prejudica em sua precisão, tanto que Melo foi o atleta que ficou por mais tempo em quadra ontem. Mas, deve-se considerar outro aspecto, durante todos jogos dos Knicks e dos Nuggets, Melo forçava arremessos desnecessários, as vezes com dupla marcação, bolas desequilibradas e sem uma boa posição de arremesso.
   Não estou criticando ele, até porque o admiro muito, e torço mais por ele que por Lebron desde o Draft de 2003, mas realmente jogar muito tempo e forçar bolas desnecessárias, são os motivos que o diferenciam de caras que já venceram campeonatos (Kobe, Wade, James). Mesmo assim, Melo foi o cestinha da temporada passada e vem crescendo a cada ano, realmente podendo ser a chance de acabar com um jejum de títulos que perdura por 40 anos.  

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Pequenos tropeços

Derrotas para times fracos podem ser a diferença depois
   Pra quem achava que ia ser fácil o "three-peat" do Heat, esta vendo que na NBA nada é fácil. Com alguns tropeços inimagináveis, as derrotas para Sixers e para os Celtics em casa, o Heat sente as dificuldades que o esperam nessa temporada.
   Com uma campanha de 4 vitórias e 3 derrotas, sendo duas extremamente surpreendentes, para adversários que lutam, teoricamente, para não serem os piores da liga (Celtics e Sixers) e a outra derrota para uma franquia forte e que vem para incomodar no leste, os Nets. As suas vitórias foram contra franquias fáceis, a exceção dos Clippers que nos últimos anos vem lutando por uma vaga nas finais pelo oeste. Mas o que poderia estar acontecendo com o Heat?
   Acredito que estejam sofrendo duas pressões diferentes, a primeira psicológica, o fato de vencerem dois campeonatos seguidos e sendo a melhor franquia durante toda a temporada, pode estar fazendo os seus jogadores acreditar que o jogo está ganho, que jogar contra algumas franquias é só cumprir tabela e que vão levar o caneco de novo. Outra pressão vem dos adversários, ninguém quer perder de novo pro Heat e menos ainda que consigam o three-peat, principalmente as franquias rivais (Bulls, Celtics e Nets). Não estou dizendo que eles estão fazendo corpo mole, ou algo assim, apenas estou levantando hipóteses, pra mim as franquias eu enfrentam o Heat nessa temporada estudaram os adversários e por alguns momentos estão conseguindo marcar os caras bem e equilibrar o jogo, o que leva a esse começo de temporada com um 4-3.
   Sinceramente como torcedor dos Bulls, quero realmente que o Heat perca, nada contra Lebron e cia limitada, mas não gostaria de ver alguém fazendo um three-peat e se igualar aos Bulls, Celtics e Lakers. Pela tradição na NBA o Heat não deveria conseguir, mas por uma boa gestão e um bom marketing (que gerou muitos torcedores, graças a Lebron) a franquia tem chances. Essa temporada promete ser muito disputada e com boas surpresas, vamos torcer e ver quem leva esse ano.
   

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Superação

Da grave lesão ao retorno as quadras, sete meses de batalha
  Na noite passada uma história de superação foi concretizada e com uma grande saudação do público presente. Kevin Ware, lembram dele? O jovem ala de Lousville que sofreu uma gravissíma lesão na perna direita, com uma fratura exposta de tíbia e fíbula.  
   Ware fez sua estréia na noite passada, em um jogo de exibição e na primeira oportunidade que teve anotou uma cesta de três pontos marcado, que levou o público ao delírio. O estádio veio a baixo e a emoção contagiou a todos, e pode-se notar a emoção de Ware.
   O jovem retornou as quadras após sete meses fora de ação, mesmo anotando apenas 6 pontos e 4 rebotes, o simples fato de estar jogando já mostra a superação que esse atleta possui e que, tomara, tenha uma carreira de sucesso e possa jogar na NBA. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Atleta da semana e novato sensação

Mitando na liga
   Quando foi draftado na primeira rodada, na 11° posição, os Sixers esperavam que o jovem fosse fazer uma diferença na equipe extremamente jovem e que pudesse vir a ser, com o passar dos anos, uma estrela da franquia assim como Iverson e Doctor J. O que não esperavam era que isso aconteceria agora.
   Em apenas uma semana, o jovem de 22 anos conseguiu igualar-se a Lebron e Shaquille O'neal. Na sua partida de estréia, a melhor de um novato desde Lebron James, anotou 22 pontos, pegou 7 rebotes, roubou 9 bolas e distribuiu 12 assistências, começando a temporada como o melhor novato. Mas o melhor ainda estava por vir, em uma semana espetacular, Carter-Williams ficou com médias de 20.7 pontos, 4.7 rebotes, 9.0 assistências e 4.3 roubos de bola por partida. Sendo assim nomeado o Jogador da Semana pelo lado Leste, igualando-se a Shaq (1992), e sendo apenas a segunda vez na história que um novato é eleito jogador da semana, feito que Jordan, Lebron, Kobe e tantos outros não puderam igualar.
   Com essa semana arrasadora, em muitos lugares o armador lidera votações e discussões como o favorito a ser o novato do ano, e se realmente mantiver essas médias, será o novato do ano, All-Star e talvez ganhe outros prêmios. Pode-se notar na forma que atua, que é um jogador pronto para a NBA, apesar de novato se mostra muito inteligente e com um incrível controle de bola e com muita facilidade em pontuar e em, encontrar ou deixar, colegas livres para pontuar.
   Para as próximas temporadas, os Sixers verão esse jovem armador se tornar um dos grandes da liga e levar a franquia longe.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Noite notável

   Na noite passada duas partidas foram disputadas, em ambas fatos importantes aconteceram e duas atuações brilhantes renderam as vitórias de Bulls e Clippers. Graças a seus armadores (Rose e Paul), as equipes obtiveram triunfos diante de suas torcidas.
O nome do jogo, sacramentando a vitória do Bulls
   No jogo entre Bulls e Kniks, que marcou o retorno de Rose a sua cidade em um jogo oficial, foi uma grande disputa, definida nos segundos finais e por Rose, voltando com tudo. A partida foi muito bem disputada, com o Chicago Bulls na maior parte do tempo a frente do placar e mantendo uma diferença de 10 pontos, as vezes mais ou menos. Porém, no último período o time de Thibodeau dormiu e os Kniks passaram a frente quando faltavam 5 minutos para o fim da partida. Daí pra frente foram uma série de erros para os dois lados, até que Noah fez falta em Chandler na disputa de rebote faltando 10.6 segundos para o fim do jogo. O pivô dos Kniks converteu um dos lances livres, e os Bulls armaram uma jogada, Rose bateu pra dentro contra dois defensores e converteu uma cesta a 5.7 segundos do final. Os Kniks tiveram mais uma chance com Melo, que em noite de baixo aproveitamento errou e a vitória dos Bulls foi decretada. Pelo lado de Chicago os destaques foram, Rose com 18 pontos e 3 assistências e Noah que ,defensivamente foi um monstro, conseguindo 15 rebotes e 6 pontos. Pelos Kniks o destaque foi Melo, que acertou apenas 8 de 24 arremessos e terminou o jogo com 24 pontos, 6 rebotes, 6 assistências e  6 roubos de bola. Os Bulls enfrentam os Sixers na Philadelphia no sábado, enquanto os Kniks recebem os Timberwolves no Madson Square Garden no domingo.
Noite notável, será Paul MVP esse ano?
   O outro jogo da noite teve muita emoção e algumas confusões. A primeira discussão acirrada foi entre o técnico Mark Jackson dos Warriors e Blake Griffin, que no fim das contas não se sabe porque começou ou sobre o que estavam discutindo.  Mais para o meio do jogo, durante uma jogada, DeAndre Jordan recebeu uma falta mais dura de Adrew Bogut e trocaram empurrões, rapidamente contidos por colegas de equipe e árbitros. Se as franquias se enfrentarem nos Playoffs prometem ter disputas bem acirradas, uma rivalidade nova pode estar surgindo. Fora isso, o jogo foi sensacional, em especial para Chris Paul que conseguiu números impressionantes, anotando 42 pontos (1 ponto de seu recorde), 15 assistências e 6 roubos de bola. Além do armador quem jogou bem foi Blake Griffin, a arma de enterrar anotou 23 pontos e pegou 10 rebotes, com 3 enterradas monstruosas em contra-ataques. Seu companheiro de voos  Jordan anotou 9 pontos e pegou 17 rebotes, mostrando a dominância do garrafão dos fortes Clippers. Pelo lado dos Warriors o atleta que mais pontuou foi Stephen Curry, com 38 pontos e 9 assistências, porém foi o atleta que mais errou em toda a partida. Juntamente com ele os destaques de sua equipe foram Lee com 22 pontos e Iugodala com 14 pontos e 11 assistências. Nessa sexta os Clippers vão a Sacramento enfrentar os Kings, enquanto os Warriors recebem os mesmos Kings no sábado.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Bateram cabeça

Brilhou e vai jogar muito na NBA
   Um jogo que era dado como um "estupro", como vi comentários em algumas páginas do face, que tinha-se a certeza de um massacre. Pois bem, eu achava que seria um atropelamento, e que o Heat conseguiria mais uma vitória e os Sixers estreariam com uma derrota, mas...
   Em uma noite de muitas estrelas em casa, como Doctor J, Moses Malone e Allen Iverson, a estrela que brilhou não foi a de Lebron, e sim a do novato Michael Carter-Williams. O jovem armador, selecionado no primeiro round do gráfico mostrou que está muito preparado para a NBA e que pode sim levar os Sixers longe. Na noite passada, o armador de 22 anos conseguiu fazer uma partida sensacional, jogou demais e fez o seu time entortar os atuais campeões da NBA, Carter-Williams anotou 22 pontos, pegou 7 rebotes, roubou 9 bolas e distribuiu 12 assistências, ficando próximo de um triplo-duplo e de um quadruplo-duplo. Além do armador, mais dois atletas jogaram demais, Evan Turner que anotou 26 pontos e distribuiu 5 assistências e Spencer Hawes com 24 pontos e 9 rebotes. 




Nem as 13 assistências e os 22 pontos ajudaram
   Os Sixers jogou tão bem, que chegou a liderar a partida por 22 pontos, com um primeiro período impecável que deixou o técnico Erik Spoelstra apavorado, e com cara de tapado. Imaginava ele que aquilo era impossível, só isso explica o espanto e a surpresa que demonstrava. Mas os campeões acordaram pra vida e jogaram um pouquinho, conseguindo se recuperar no placar e passar a frente no terceiro período, chegando a 9 pontos de frente. Infelizmente de nada adiantou, pois no final da partida os Sixers estavam jogando demais e venceram a peleia por 114 a 110. Pelo lado do Heat o destaque foi ninguém menos que, o King, James anotou 25 pontos e 13 assistências, Bosh anotou 22 pontos e aparentemente a ausência de Wade pesou, já que no jogo passado o ala foi fundamental para a equipe.
   O que se viu ontem foi um processo que eu acho que se repetirá na liga, o Heat está com a bola lá em cima, achando que vai vencer a liga de novo e fácil, e está esquecendo de jogar bola com vontade, principalmente com equipes que são consideradas fracas. Outro ponto é que, nesse ano todo mundo quer ganhar do Heat, nenhum jogo vai ser fácil e cada partida vai ser uma guerra. Um exemplo disso vem dos Bulls, a franquia não irá deixar de jeito nenhum que o Heat vença o terceiro campeonato seguido, Butler disse em entrevista no começo do ano que ia ser guerra. Agora pensem, o Spoelstra não é um bom técnico, treinar o Heat é fácil, qualquer um treinava, com o elenco que eles tem um cara comum que joga 2K treina. O que falta pro Heat é um técnico, e por isso eles não levam essa temporada, estou fazendo uma previsão, posso errar, mas essa é minha aposta da temporada.
   
    

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Resumo da noite

   A primeira noite da temporada da NBA trouxe três jogos, com duas grandes rivalidades, a da cidade de Los Angeles entre Clippers e Lakers, e uma nova rivalidade que surgiu a alguns anos entre Bulls e Heat. Além de um jogo onde o novato promissor voltou ao estado onde brilhou como universitário, e enfrentou o time da casa, Pacers e Magic em Indiana.
O CARA dos Pacers
   A partida que inaugurou a temporada foi entre Magic e Pacers em Indiana, e marcou o retorno de Victor Oladipo a cidade onde foi destaque no basquete universitário, tanto que um grupo de vermelho o saudou no ginásio, todos torcedores da Universidade de Indiana, a qual Oladipo defendeu. Como era de se esperar, a equipe da casa não sofreu para vencer o Magic, com boas atuações de Paul George, 24 pontos, 5 assistências e 6 rebotes e de Roy Hibbert com 8 pontos e incríveis 16 rebotes. Já pelo lado de Orlando, os destaques foram Nicholson, cestinha da equipe com 18 pontos e Oladipo com 12 pontos e 2 assistências, além do belo toco que sofreu de Paul George. Aliás, as duas jogadas mais bonitas da partida foram defensivas, sendo o toco citado acima e um outro bloqueio que Hibbert deu em uma tentativa de enterrada de Maxiell. Os Pacers encaram hoje a noite os Pelicans em New Orleans, enquanto o Magic mede forças com os Timberwolves em Minnesota.




Wade, um dos destaques da partida
   Para os Bulls, nossa, foi feio o negócio. A equipe de Chicago amassou o aro, teve um percentual de arremessos péssimos principalmente no primeiro tempo, acabando a partida com 42,2% de aproveitamento dos arremessos. O destaque do Bulls foi a volta de Rose lógico, que não foi tão bem assim, acertando 4 dos 15 arremessos que tentou durante o jogo e terminando a partida com 12 pontos, 4 assistências e 5 desperdícios de bola. Para o time da cidade dos ventos o destaque foi Carlos Boozer, em noite inspirada anotou 31 pontos e pegou 7 rebotes, outro que jogou bem foi Butler que anotou 20 pontos e roubou 5 bolas. Porém, nada disso impediu um massacre, os Bulls chegaram a estar perdendo por quase 30 pontos e após uma boa recuperação terminaram com uma derrota de 107 a 95. Para Miami o destaque foi Lebron James, o King anotou 17 pontos, pegou 6 rebotes e distribuiu 8 assistências, uma delas maravilhosa e sem olhar para Birdman enterrar. Bosh e Wade vieram logo atrás na pontuação, com 16 e 13 pontos respectivamente. O Bulls recebe os Kniks quinta em Chicago com transmissão do Space, enquanto o Heat encara os Sixers na Filadélfia também na quinta.



Banco forte que deu a vitória para os Lakers
   No confronto que divide Los Angeles, melhor para o time principal da cidade. Os Lakers, sim os Lakers, contaram com muita ajuda de seu banco de reservas e conseguiram atropelar o co-irmão em casa, já que o mando era dos Lakers. Dominando o garrafão e jogando com muita vontade, os Lakers contaram com grande atuação de Xavier Henry, que anotou 22 pontos e pegou 6 rebotes. Os atletas oriundos do banco somaram um total de 76 pontos, fundamentais para o triunfo na estréia. Pelos Clippers destaques para Chris Paul com 15 pontos e 11 assistências, Blake Griffin com 19 pontos e 7 rebotes e DeAndre Jordan com 17 pontos e 11 rebotes, e mesmo assim não conseguiram superar seus rivais de cidade no clássico local. Amanhã os Clippers recebem o Golden State Warriors, enquanto que os Lakers jogam hoje a noite contra os mesmos Warriors.
   

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Racing to MVP

   Com o começo da temporada uma dúvida pairá no ar, quem será o MVP da temporada da NBA? Alguns nomes da lista são sempre citados e muito fortes, mas o nome mais consolidado é o do atual MVP, Lebron James.
   Para a temporada que se inicia agora, os nomes mais cotados para o título de MVP são, Lebron James (atual campeão), Derrick Rose (destaque da pré-temporada, que levou os Bulls a perfeição 6x0), Chris Paul, Kevin Durant, Carmelo Anthony e correndo por fora James Harden. Deixo claro aqui que esta lista foi feita por mim, expressando  minha opinião e análise sobre os atletas.
Em busca de mais um MVP na liga
   O primeiro nome da lista e favorito ao título (mais uma vez), podendo levar para casa o seu 5° MVP é The King, Lebron. No momento ele é o melhor atleta, sem concorrência de perto (no momento, Jordan e Kobe acima de Lebron), com uma capacidade de evoluir e jogar mais e mais. James foi o nome da temporada passada, tanto que estampa a capa do NBA 2K14 e teve as suas melhores médias na carreira. Se continuar jogando e evoluindo nesse ritmo, o cara vai ser capa do NBA 2K até parar de jogar bola e será MVP mais 15 vezes. Lebron é o nome favoritissímo ao título de MVP.


Jogando muito e sem lesão, maior adversário de Lebron

   Quem vem com muita força, e jogando demais, sendo talvez o único atleta que pode superar Lebron é Derrick Rose. Após ficar de fora por muito tempo por sua lesão, vem demonstrando um basquete de encher os olhos, com jogadas plásticas e com muita inteligência. Rose será o maestro dos Bulls, e provavelmente o melhor armador da liga, se conseguir jogar bem todo o campeonato pode levar os Bulls as finais do leste e bater o Heat. DRose é o nome mais forte para alcançar Lebron.
 
Jogando muito e tentando levar o título     
 Kevin Durant está em todas as listas de MVP, e assim como Lebron vem jogando melhor a cada ano. Na temporada passada não pode levar seu time longe nos playoffs, até porque sozinho era muito difícil. Com 25 anos, e com muito para evoluir KD vem nessa lista como uma força que pode surpreender, e como diz a pulseira que usa nos jogos: "BELIEVE", acredito que possa tornar-se novamente o cestinha da liga e quisá MVP.





   O atual MVP do All Star Game, Chris Paul e considerado por muitos o melhor armador da liga, integra essa lista da briga pelo título de MVP. Com boas médias em muitas temporadas, obtendo médias na carreira de 18.6 pontos e 9.8 assistências por jogo, Paul vem correndo por fora por esse título. Juntamente com Paul, tamos Carmelo Anthony, atual cestinha da liga e que mantém uma fama péssima, assim como Lebron em temporadas passadas e em alguns jogos das finais, some nos momentos importantes da partida. Isso custou muito aos Kniks que não foram longe nos playoffs e que podiam fazer muito mais, e melo continua sem ganhar um anel de campeão. Outro atleta e maior azarão da minha lista, é o Barba do Capeta como diz Everaldo Marques, James Harden provou que pode ser o principal atleta de uma franquia, que pode ganhar jogos sozinho e que é um dos melhores SG da liga. Mas, está longe de ser MVP, vem correndo por fora e deve depender muito da sua temporada para saber onde irá chegar.
   Da minha lista o cara em quem aposto é DRose, espero que ele bata Lebron e leve Bulls ao título da liga, mas The King ainda é o cara. Vamos esperar e ver o que acontece, e pra vocês quem será o MVP? Responda no face: https://www.facebook.com/blogmaisbasquete?fref=ts
   
   

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Futuro promissor

Segundo Brad Stevens, Faverani terá mais minutos
   Recém chegado a NBA, Vitor Faverani impressiona seu técnico com boas atuações e demonstra que será um dos melhores brasileiros na liga. Ontem a noite, o pivô teve sua melhor apresentação com a camisa dos Celtics e contribuiu muito para o triunfo em casa diante dos Nets.
   O pivô Vitor Faverani mostra que entrou na NBA para fazer seu nome na liga, com ótimas atuações na pré-temporada prova que esta em Boston para disputar espaço na equipe titular. Ontem a noite diante dos Nets, jogando 28 minutos, acertou 6-9 dos arremessos, anotando 15 pontos e pegando 7 rebotes. Até então esse foi o ponto alto de sua carreira na liga, e que vai causar dor de cabeças no técnico Brad Stevens que já conta com Sullinger e Olynyk, dois pivôs jovens e de futuro promissor.
   Para nós brasileiros o que importa mesmo é que Faverani se firme na liga, e esse caminho está sendo trilhado com sucesso, tanto que em entrevista dada no incio da semana, o técnico Stevens disse que p gaúcho Faverani ganharia mais minutos em quadra. Se de fato Faverani será titular da posição é relativo, dependerá de como os Celtics irão jogar, nas últimas partidas tem feito dupla junto com Olynyk e pode ser que jogue muitos minutos vindos do banco.
Tocaço do gaúcho          
   Faverani obteve médias de 7.7 pontos, 4.4 rebotes e 1.25 tocos por partida em 15.5 minutos, se consolidando como uma boa opção e forte nome vindo do banco. Defensivamente tem demonstrado que será forte para equipe, forte e com muita vontade, sempre disputando espaço no garrafão e nos rebotes, e sem falar na facilidade em dar tocos. No ataque mostra um bom trabalho de pés e facilidade para infiltrações. 
   Espero mesmo que ele firme-se na liga, e se continuar nesse ritmo, em 4 temporadas poderá ser um dos melhores brasileiros da liga. vejam abaixo o toco da noite eleito pelo site da NBA.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mostrando o potencial

Jovem talento e cestinha dos Wizards
   Nessa pré-temporada um jovem ala tem chamado a atenção, jogando em altíssimo nível e com uma disciplina tática invejável. Bradley Beal de 21 anos, tem jogado e mantido médias muito boas nessa pré-temporada, se apresentando como forte aliado de John Wall no ataque e na armação dos Wizzards.
   Nos últimos jogos Beal foi um dos principais cestinhas, no último jogo contra a equipe dos Pelicans, anotou 30 pontos e foi o nome de sua equipe na derrota em New Orleans.  Nessa pré-temporada o ala aparece como o cestinha de sua equipe, com médias de 21.4 pontos por jogo e 2.2 rebotes por jogo. enquanto Wall não tem conseguido jogar com a mesma intensidade da última temporada, pelo menos não marcando tantos pontos, com uma média de 12.4 pontos por jogo, mas com uma média de 8 assistências por partida.
   Pelo que se notou da pré-temporada, o cara da franquia desse ano parece ser Bradley Beal, enquanto Wall não se encontra em quadra com seu melhor basquete, o sophmore Beal mostra todo seu potencial. Se mantiver a boa performance na temporada regular, tem boas chances de ser um forte concorrente ao prêmio de Most Improved Player ( Atleta que mais evoluiu). 
Forte candidato ao título de MIP
   O jovem atleta possui em seu currículo o título Gatorade de Jogador de Basquetebol do Ano (2011), Campeão Mundial Sub-17 (2010), MVP do Campeonato Munidal Sub-17 (2010) e Rookie Primeiro Time NBA (2013). Para um atleta em seu segundo ano na liga esta muito bem, apresentando grande evolução do ano passado para o atual. Na temporada passada obteve médias de 13.9 pontos, 3.8 rebotes e 2.4 assistências com 41% de aproveitamento dos arremessos de quadra. Nesse começo de ano está com médias de aproveitamento de 51.3%, e as demais já citadas.
   Estou apostando minhas fichas que Beal será um dos candidatos ao título de MIP (Most Improved Player), e em minha opinião um dos mais fortes e com grande potencial para se firmar na liga como um dos principais shooting guards.

sábado, 19 de outubro de 2013

Rio: a cidade que transpira basquete

A casa do basquete no Rio
   Sim, eu sei que Franca é o berço do nosso basquete e é a capital nacional do basquete, porém em minha ida ao Rio percebi e vivenciei algumas coisas que provam o que estou falando. 
   Um dos lugares que mais gostei de conhecer e que me deixou muito feliz foi a ABVRJ, Associação de Basquetebol de Veteranos do Rio de Janeiro. Para quem não conhece a associação fica situada na Praça da Bandeira n° 648, nesse local tem jogos todos os dias e a quadra pode ser alugada. Nas segundas feiras jogam os mais veteranos, nas terças e quintas tem jogos do pessoal entre 40 e 60 anos, e nas sextas um pessoal mais jovem joga. Porém o mais legal do espaço em si são as pessoas, primeiramente que o responsável pela associação é o Paulista, ex-atleta profissional e campeão mundial pela seleção brasileira em 1963, jogando com Rosa Branca e tantas outras estrelas que realizaram tal feito. Além dele, outros atletas que passaram pela seleção e foram destaques em clubes de nosso país.
Um espaço pra todos
   Tive a oportunidade de conversar com Marquinhos que jogou no Corinthians de Santa Cruz e foi atleta de Ari Vidal, imaginem o quanto o cara não joga. O melhor dessa visita foi a oportunidade de jogar com essas pessoas, além de serem ótimas pessoas jogam bola demais, nunca na vida tinha visto tanta gente habilidosa jogando junto e com uma inteligência tática que supera muitos jovens por aí. 
   Outro ponto que me faz pensar que o Rio é a cidade basquete, vem de uma liga chamada LSB, Liga Superbasketball. Essa liga é composta por equipes não são federadas, em grande número, a liga é dividida nas categorias Liga A, Liga B, Livre Feminino, Master +35, Categorias de base (sub 19, sub 17, sub 15 e Copa LSB). Algumas milhares de pessoas participam da liga, algumas equipes com mais outras com menos pessoas, mas movimentando muitos praticantes do esporte e torcedores todos os finais de semana. Sem falar, que no domingo a tarde em vários locais da cidade, como no Aterro do Flamengo, o pessoal se encontra pra jogar uma pelada.
   Se o Rio não é a cidade que mais prática basquete em nosso país é quase, e realmente isso é ótimo para esse esporte que amo. Quem derá que aqui no Sul voltassemos a ter tantos praticantes, se continuarmos assim Rios e São Paulo serão os pólos do basquete e as demais cidades e estados viram atrás. Espero que o basquete volte a ser o nosso segundo esporte principal, e quero relamente que isso aconteça, que o basquete retorne ao posto de onde jamais deveria ter saído. 
   Gostaria também de agradecer a oportunidade que me foi concedida pela Ana Fogaça da Adidas, que ajudou-me a realizar meu sonho de conhecer os atletas do Bulls. A meu companheiro de blgo Carlos Alex pela confiança de me ceder um espaço de escrita e a minha madrinha, Luciana Marins Nogueira Peil, além de paraninfa, professora e amiga me ajudou muito no Rio. Obrigado a vocês.