quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Bateram cabeça

Brilhou e vai jogar muito na NBA
   Um jogo que era dado como um "estupro", como vi comentários em algumas páginas do face, que tinha-se a certeza de um massacre. Pois bem, eu achava que seria um atropelamento, e que o Heat conseguiria mais uma vitória e os Sixers estreariam com uma derrota, mas...
   Em uma noite de muitas estrelas em casa, como Doctor J, Moses Malone e Allen Iverson, a estrela que brilhou não foi a de Lebron, e sim a do novato Michael Carter-Williams. O jovem armador, selecionado no primeiro round do gráfico mostrou que está muito preparado para a NBA e que pode sim levar os Sixers longe. Na noite passada, o armador de 22 anos conseguiu fazer uma partida sensacional, jogou demais e fez o seu time entortar os atuais campeões da NBA, Carter-Williams anotou 22 pontos, pegou 7 rebotes, roubou 9 bolas e distribuiu 12 assistências, ficando próximo de um triplo-duplo e de um quadruplo-duplo. Além do armador, mais dois atletas jogaram demais, Evan Turner que anotou 26 pontos e distribuiu 5 assistências e Spencer Hawes com 24 pontos e 9 rebotes. 




Nem as 13 assistências e os 22 pontos ajudaram
   Os Sixers jogou tão bem, que chegou a liderar a partida por 22 pontos, com um primeiro período impecável que deixou o técnico Erik Spoelstra apavorado, e com cara de tapado. Imaginava ele que aquilo era impossível, só isso explica o espanto e a surpresa que demonstrava. Mas os campeões acordaram pra vida e jogaram um pouquinho, conseguindo se recuperar no placar e passar a frente no terceiro período, chegando a 9 pontos de frente. Infelizmente de nada adiantou, pois no final da partida os Sixers estavam jogando demais e venceram a peleia por 114 a 110. Pelo lado do Heat o destaque foi ninguém menos que, o King, James anotou 25 pontos e 13 assistências, Bosh anotou 22 pontos e aparentemente a ausência de Wade pesou, já que no jogo passado o ala foi fundamental para a equipe.
   O que se viu ontem foi um processo que eu acho que se repetirá na liga, o Heat está com a bola lá em cima, achando que vai vencer a liga de novo e fácil, e está esquecendo de jogar bola com vontade, principalmente com equipes que são consideradas fracas. Outro ponto é que, nesse ano todo mundo quer ganhar do Heat, nenhum jogo vai ser fácil e cada partida vai ser uma guerra. Um exemplo disso vem dos Bulls, a franquia não irá deixar de jeito nenhum que o Heat vença o terceiro campeonato seguido, Butler disse em entrevista no começo do ano que ia ser guerra. Agora pensem, o Spoelstra não é um bom técnico, treinar o Heat é fácil, qualquer um treinava, com o elenco que eles tem um cara comum que joga 2K treina. O que falta pro Heat é um técnico, e por isso eles não levam essa temporada, estou fazendo uma previsão, posso errar, mas essa é minha aposta da temporada.
   
    

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Resumo da noite

   A primeira noite da temporada da NBA trouxe três jogos, com duas grandes rivalidades, a da cidade de Los Angeles entre Clippers e Lakers, e uma nova rivalidade que surgiu a alguns anos entre Bulls e Heat. Além de um jogo onde o novato promissor voltou ao estado onde brilhou como universitário, e enfrentou o time da casa, Pacers e Magic em Indiana.
O CARA dos Pacers
   A partida que inaugurou a temporada foi entre Magic e Pacers em Indiana, e marcou o retorno de Victor Oladipo a cidade onde foi destaque no basquete universitário, tanto que um grupo de vermelho o saudou no ginásio, todos torcedores da Universidade de Indiana, a qual Oladipo defendeu. Como era de se esperar, a equipe da casa não sofreu para vencer o Magic, com boas atuações de Paul George, 24 pontos, 5 assistências e 6 rebotes e de Roy Hibbert com 8 pontos e incríveis 16 rebotes. Já pelo lado de Orlando, os destaques foram Nicholson, cestinha da equipe com 18 pontos e Oladipo com 12 pontos e 2 assistências, além do belo toco que sofreu de Paul George. Aliás, as duas jogadas mais bonitas da partida foram defensivas, sendo o toco citado acima e um outro bloqueio que Hibbert deu em uma tentativa de enterrada de Maxiell. Os Pacers encaram hoje a noite os Pelicans em New Orleans, enquanto o Magic mede forças com os Timberwolves em Minnesota.




Wade, um dos destaques da partida
   Para os Bulls, nossa, foi feio o negócio. A equipe de Chicago amassou o aro, teve um percentual de arremessos péssimos principalmente no primeiro tempo, acabando a partida com 42,2% de aproveitamento dos arremessos. O destaque do Bulls foi a volta de Rose lógico, que não foi tão bem assim, acertando 4 dos 15 arremessos que tentou durante o jogo e terminando a partida com 12 pontos, 4 assistências e 5 desperdícios de bola. Para o time da cidade dos ventos o destaque foi Carlos Boozer, em noite inspirada anotou 31 pontos e pegou 7 rebotes, outro que jogou bem foi Butler que anotou 20 pontos e roubou 5 bolas. Porém, nada disso impediu um massacre, os Bulls chegaram a estar perdendo por quase 30 pontos e após uma boa recuperação terminaram com uma derrota de 107 a 95. Para Miami o destaque foi Lebron James, o King anotou 17 pontos, pegou 6 rebotes e distribuiu 8 assistências, uma delas maravilhosa e sem olhar para Birdman enterrar. Bosh e Wade vieram logo atrás na pontuação, com 16 e 13 pontos respectivamente. O Bulls recebe os Kniks quinta em Chicago com transmissão do Space, enquanto o Heat encara os Sixers na Filadélfia também na quinta.



Banco forte que deu a vitória para os Lakers
   No confronto que divide Los Angeles, melhor para o time principal da cidade. Os Lakers, sim os Lakers, contaram com muita ajuda de seu banco de reservas e conseguiram atropelar o co-irmão em casa, já que o mando era dos Lakers. Dominando o garrafão e jogando com muita vontade, os Lakers contaram com grande atuação de Xavier Henry, que anotou 22 pontos e pegou 6 rebotes. Os atletas oriundos do banco somaram um total de 76 pontos, fundamentais para o triunfo na estréia. Pelos Clippers destaques para Chris Paul com 15 pontos e 11 assistências, Blake Griffin com 19 pontos e 7 rebotes e DeAndre Jordan com 17 pontos e 11 rebotes, e mesmo assim não conseguiram superar seus rivais de cidade no clássico local. Amanhã os Clippers recebem o Golden State Warriors, enquanto que os Lakers jogam hoje a noite contra os mesmos Warriors.
   

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Racing to MVP

   Com o começo da temporada uma dúvida pairá no ar, quem será o MVP da temporada da NBA? Alguns nomes da lista são sempre citados e muito fortes, mas o nome mais consolidado é o do atual MVP, Lebron James.
   Para a temporada que se inicia agora, os nomes mais cotados para o título de MVP são, Lebron James (atual campeão), Derrick Rose (destaque da pré-temporada, que levou os Bulls a perfeição 6x0), Chris Paul, Kevin Durant, Carmelo Anthony e correndo por fora James Harden. Deixo claro aqui que esta lista foi feita por mim, expressando  minha opinião e análise sobre os atletas.
Em busca de mais um MVP na liga
   O primeiro nome da lista e favorito ao título (mais uma vez), podendo levar para casa o seu 5° MVP é The King, Lebron. No momento ele é o melhor atleta, sem concorrência de perto (no momento, Jordan e Kobe acima de Lebron), com uma capacidade de evoluir e jogar mais e mais. James foi o nome da temporada passada, tanto que estampa a capa do NBA 2K14 e teve as suas melhores médias na carreira. Se continuar jogando e evoluindo nesse ritmo, o cara vai ser capa do NBA 2K até parar de jogar bola e será MVP mais 15 vezes. Lebron é o nome favoritissímo ao título de MVP.


Jogando muito e sem lesão, maior adversário de Lebron

   Quem vem com muita força, e jogando demais, sendo talvez o único atleta que pode superar Lebron é Derrick Rose. Após ficar de fora por muito tempo por sua lesão, vem demonstrando um basquete de encher os olhos, com jogadas plásticas e com muita inteligência. Rose será o maestro dos Bulls, e provavelmente o melhor armador da liga, se conseguir jogar bem todo o campeonato pode levar os Bulls as finais do leste e bater o Heat. DRose é o nome mais forte para alcançar Lebron.
 
Jogando muito e tentando levar o título     
 Kevin Durant está em todas as listas de MVP, e assim como Lebron vem jogando melhor a cada ano. Na temporada passada não pode levar seu time longe nos playoffs, até porque sozinho era muito difícil. Com 25 anos, e com muito para evoluir KD vem nessa lista como uma força que pode surpreender, e como diz a pulseira que usa nos jogos: "BELIEVE", acredito que possa tornar-se novamente o cestinha da liga e quisá MVP.





   O atual MVP do All Star Game, Chris Paul e considerado por muitos o melhor armador da liga, integra essa lista da briga pelo título de MVP. Com boas médias em muitas temporadas, obtendo médias na carreira de 18.6 pontos e 9.8 assistências por jogo, Paul vem correndo por fora por esse título. Juntamente com Paul, tamos Carmelo Anthony, atual cestinha da liga e que mantém uma fama péssima, assim como Lebron em temporadas passadas e em alguns jogos das finais, some nos momentos importantes da partida. Isso custou muito aos Kniks que não foram longe nos playoffs e que podiam fazer muito mais, e melo continua sem ganhar um anel de campeão. Outro atleta e maior azarão da minha lista, é o Barba do Capeta como diz Everaldo Marques, James Harden provou que pode ser o principal atleta de uma franquia, que pode ganhar jogos sozinho e que é um dos melhores SG da liga. Mas, está longe de ser MVP, vem correndo por fora e deve depender muito da sua temporada para saber onde irá chegar.
   Da minha lista o cara em quem aposto é DRose, espero que ele bata Lebron e leve Bulls ao título da liga, mas The King ainda é o cara. Vamos esperar e ver o que acontece, e pra vocês quem será o MVP? Responda no face: https://www.facebook.com/blogmaisbasquete?fref=ts
   
   

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Futuro promissor

Segundo Brad Stevens, Faverani terá mais minutos
   Recém chegado a NBA, Vitor Faverani impressiona seu técnico com boas atuações e demonstra que será um dos melhores brasileiros na liga. Ontem a noite, o pivô teve sua melhor apresentação com a camisa dos Celtics e contribuiu muito para o triunfo em casa diante dos Nets.
   O pivô Vitor Faverani mostra que entrou na NBA para fazer seu nome na liga, com ótimas atuações na pré-temporada prova que esta em Boston para disputar espaço na equipe titular. Ontem a noite diante dos Nets, jogando 28 minutos, acertou 6-9 dos arremessos, anotando 15 pontos e pegando 7 rebotes. Até então esse foi o ponto alto de sua carreira na liga, e que vai causar dor de cabeças no técnico Brad Stevens que já conta com Sullinger e Olynyk, dois pivôs jovens e de futuro promissor.
   Para nós brasileiros o que importa mesmo é que Faverani se firme na liga, e esse caminho está sendo trilhado com sucesso, tanto que em entrevista dada no incio da semana, o técnico Stevens disse que p gaúcho Faverani ganharia mais minutos em quadra. Se de fato Faverani será titular da posição é relativo, dependerá de como os Celtics irão jogar, nas últimas partidas tem feito dupla junto com Olynyk e pode ser que jogue muitos minutos vindos do banco.
Tocaço do gaúcho          
   Faverani obteve médias de 7.7 pontos, 4.4 rebotes e 1.25 tocos por partida em 15.5 minutos, se consolidando como uma boa opção e forte nome vindo do banco. Defensivamente tem demonstrado que será forte para equipe, forte e com muita vontade, sempre disputando espaço no garrafão e nos rebotes, e sem falar na facilidade em dar tocos. No ataque mostra um bom trabalho de pés e facilidade para infiltrações. 
   Espero mesmo que ele firme-se na liga, e se continuar nesse ritmo, em 4 temporadas poderá ser um dos melhores brasileiros da liga. vejam abaixo o toco da noite eleito pelo site da NBA.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Mostrando o potencial

Jovem talento e cestinha dos Wizards
   Nessa pré-temporada um jovem ala tem chamado a atenção, jogando em altíssimo nível e com uma disciplina tática invejável. Bradley Beal de 21 anos, tem jogado e mantido médias muito boas nessa pré-temporada, se apresentando como forte aliado de John Wall no ataque e na armação dos Wizzards.
   Nos últimos jogos Beal foi um dos principais cestinhas, no último jogo contra a equipe dos Pelicans, anotou 30 pontos e foi o nome de sua equipe na derrota em New Orleans.  Nessa pré-temporada o ala aparece como o cestinha de sua equipe, com médias de 21.4 pontos por jogo e 2.2 rebotes por jogo. enquanto Wall não tem conseguido jogar com a mesma intensidade da última temporada, pelo menos não marcando tantos pontos, com uma média de 12.4 pontos por jogo, mas com uma média de 8 assistências por partida.
   Pelo que se notou da pré-temporada, o cara da franquia desse ano parece ser Bradley Beal, enquanto Wall não se encontra em quadra com seu melhor basquete, o sophmore Beal mostra todo seu potencial. Se mantiver a boa performance na temporada regular, tem boas chances de ser um forte concorrente ao prêmio de Most Improved Player ( Atleta que mais evoluiu). 
Forte candidato ao título de MIP
   O jovem atleta possui em seu currículo o título Gatorade de Jogador de Basquetebol do Ano (2011), Campeão Mundial Sub-17 (2010), MVP do Campeonato Munidal Sub-17 (2010) e Rookie Primeiro Time NBA (2013). Para um atleta em seu segundo ano na liga esta muito bem, apresentando grande evolução do ano passado para o atual. Na temporada passada obteve médias de 13.9 pontos, 3.8 rebotes e 2.4 assistências com 41% de aproveitamento dos arremessos de quadra. Nesse começo de ano está com médias de aproveitamento de 51.3%, e as demais já citadas.
   Estou apostando minhas fichas que Beal será um dos candidatos ao título de MIP (Most Improved Player), e em minha opinião um dos mais fortes e com grande potencial para se firmar na liga como um dos principais shooting guards.

sábado, 19 de outubro de 2013

Rio: a cidade que transpira basquete

A casa do basquete no Rio
   Sim, eu sei que Franca é o berço do nosso basquete e é a capital nacional do basquete, porém em minha ida ao Rio percebi e vivenciei algumas coisas que provam o que estou falando. 
   Um dos lugares que mais gostei de conhecer e que me deixou muito feliz foi a ABVRJ, Associação de Basquetebol de Veteranos do Rio de Janeiro. Para quem não conhece a associação fica situada na Praça da Bandeira n° 648, nesse local tem jogos todos os dias e a quadra pode ser alugada. Nas segundas feiras jogam os mais veteranos, nas terças e quintas tem jogos do pessoal entre 40 e 60 anos, e nas sextas um pessoal mais jovem joga. Porém o mais legal do espaço em si são as pessoas, primeiramente que o responsável pela associação é o Paulista, ex-atleta profissional e campeão mundial pela seleção brasileira em 1963, jogando com Rosa Branca e tantas outras estrelas que realizaram tal feito. Além dele, outros atletas que passaram pela seleção e foram destaques em clubes de nosso país.
Um espaço pra todos
   Tive a oportunidade de conversar com Marquinhos que jogou no Corinthians de Santa Cruz e foi atleta de Ari Vidal, imaginem o quanto o cara não joga. O melhor dessa visita foi a oportunidade de jogar com essas pessoas, além de serem ótimas pessoas jogam bola demais, nunca na vida tinha visto tanta gente habilidosa jogando junto e com uma inteligência tática que supera muitos jovens por aí. 
   Outro ponto que me faz pensar que o Rio é a cidade basquete, vem de uma liga chamada LSB, Liga Superbasketball. Essa liga é composta por equipes não são federadas, em grande número, a liga é dividida nas categorias Liga A, Liga B, Livre Feminino, Master +35, Categorias de base (sub 19, sub 17, sub 15 e Copa LSB). Algumas milhares de pessoas participam da liga, algumas equipes com mais outras com menos pessoas, mas movimentando muitos praticantes do esporte e torcedores todos os finais de semana. Sem falar, que no domingo a tarde em vários locais da cidade, como no Aterro do Flamengo, o pessoal se encontra pra jogar uma pelada.
   Se o Rio não é a cidade que mais prática basquete em nosso país é quase, e realmente isso é ótimo para esse esporte que amo. Quem derá que aqui no Sul voltassemos a ter tantos praticantes, se continuarmos assim Rios e São Paulo serão os pólos do basquete e as demais cidades e estados viram atrás. Espero que o basquete volte a ser o nosso segundo esporte principal, e quero relamente que isso aconteça, que o basquete retorne ao posto de onde jamais deveria ter saído. 
   Gostaria também de agradecer a oportunidade que me foi concedida pela Ana Fogaça da Adidas, que ajudou-me a realizar meu sonho de conhecer os atletas do Bulls. A meu companheiro de blgo Carlos Alex pela confiança de me ceder um espaço de escrita e a minha madrinha, Luciana Marins Nogueira Peil, além de paraninfa, professora e amiga me ajudou muito no Rio. Obrigado a vocês.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Novato do ano?

Esperança do Magic
   Ontem a noite em partida disputada pela pré-temporada, o jovem armador Victor Oladipo do Orlando Magic deu mais uma demonstração de que pode ser o novato do ano. Jogando com incrível consciência tática e atuando muito bem também na defesa, o armador foi o destaque do Magic na vitória fora de casa contra o Dallas Mavericks.




Um excelente atleta universitário
                      Em 26 minutos em quadra Oladipo anotou 12 pontos, pegou 11 rebotes defensivos, distribuiu 4 assistências e roubou 2 bolas, mas como todo novato teve 5 desperdícios de bola. Acertou 4 em 8 dos arremessos de quadra, sendo um 1/3 do perímetro e 3/5 do garrafão. O jovem armador é promissor e tem demonstrado que pode ser o rookie do ano, é minha aposta para essa temporada para esse título. 
   O currículo de Oladipo o credencia para esse título, em 2013 foi eleito o jogador de defesa do ano da Big Ten Conference, Primeiro time All American, Primeiro time All Big Ten, NABC Jogador de defesa do ano e eleito o jogador do ano pela Sporting News. Com médias de 13.7 pontos, 6.2 rebotes e 2.2 roubos de bola por partida, encantou os dirigentes da NBA e foi cotado por outras equipes. Ele foi um dos dois atletas que conseguiu, em uma das conferências maiores, anotar 13 pontos, 6 rebotes, 2 assistências e 2 roubos de bola por jogo na temporada passada. 
   Com tudo apresentado e se conseguir impor seu estilo de jogo, Oladipo é favorito ao título de novato do ano, sem falar que é a grande espera para o crescimento do Magic na liga. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Simplicidade e descontração: entrevista exclusiva

   Na manhã de sexta feira na loja da Centauro, a maior do país diga-se de passagem, alguns jogadores do Bulls realizaram uma sessão de autógrafos e me concederam uma entrevista rápida. 
   Enquanto os atletas autografavam meu boné e um card com fotos deles, me responderam algumas perguntas e tivemos um diálogo pra lá de descontraído. Como não sou o cara com o inglês mais fluente do mundo, fui objeto de piada de Jimmy Butler e Marquis Teague, durante uma das perguntas com o inglês bem treinado e duro Butler olhou pro Teague e disse: "Esse cara fala mesmo inglês?" e o Teague respondeu: "Parece um robô falando". Eu tive que rir e tentar explicar que meu inglês era travado porque não falo fluente.
   Mas bem, na entrevista perguntei a Butler o que achava de jogar no Rio e de conhecer o Brasil. O atleta respondeu que nosso país é incrível e que sempre teve vontade de vir para cá, adorou jogar aqui e viu que o público brasileiro é fanático e realmente ama o esporte. Taj Gibson respondeu sobre o futuro do basquete no Brasil após esse jogo, e disse acreditar que o basquete será ainda mais difundido, que realmente vê o nosso país com potencial e público para isso.
   Para Tony Snell e Erik Murphy apenas desejei que tivessem  uma boa temporada e que estava realmente torcendo por eles e pelos Bulls, e ambos agradeceram o apoio e a torcida. E ao final da rodada de autógrafos recebi de Taj Gibson a caneta que ele usará para autografar os objetos.
   Realmente foi um momento ímpar em minha vida e quebrou muito com a impressão de que os jogadores são malas, pelo menos esses cinco são caras incrivelmente simples e que mostraram o tempo todo estar ali e gostarem disso. Outro momento emocionante foi de um garoto, um jovem
de 16 anos entregou uma carta para Jimmy Butler, em seguida perguntou para a responsável da NBA ali se ela poderia fazer eles conversarem e traduzir para Butler. A moça ajudou o garoto e Butler foi muito simpático conversando muito com o rapaz e lhe dando um forte abraço.
   E aí quem disse que jogador de basquete é metido?

domingo, 13 de outubro de 2013

Tudo errado

Um jogo que poderia ter sido melhor
   Antes que me crussifiquem, eu fiquei muito feliz pela vinda da NBA para o Brasil e com o jogo ter sido realizado aqui, mas muitas coisas foram erradas e vou explicar o porque. Primeiramente, que a transmissão realizada pela RedeTV foi vergonhosa, onde na vida uma pessoa que conhece basquete vai confundir Scottie Pippen (dupla eterna de Jordan e ídolo dos Bulls) com o Charles Barkley (comentarista da NBA e grande ídolo dos Sixers e Suns)? Além de fazer comentários vazios e sem nenhum cunho de jornalismo.
   Outro ponto, pra mim o mais importante, o fato de o ginásio estar vazio.  Vão dizer que tinha muita gente, tinha mesmo, mas os buracos que haviam ali não eram normais. Dos 18000 lugares estavam ocupados pouco mais de 13000, o que não chega a 70% da lotação da Arena, e pela TV parecia muito com um jogo do Toronto Raptors em final de temporada, onde os torcedores não vão pois sabem que não tem mais chances de nada.Eu, por exemplo, não consegui ingresso porque a excessão de um valor de R$ 520,00, não haviam ingressos disponíveis. Os ingressos de R$ 2000, que pagariam um jantar para dois no Staple Center (Los Angeles) e ainda os ingressos mais caros, será que foi caro para o nosso país? Como explicar aqueles buracos então? Fácil, além de ingressos caros,foi um jogo que não agradou o público na venda e mais, conversei com algumas pessoas que não foram ao jogo e falaram algo sobre o Eike Batista ser um dos organizadores, por isso fizeram questão de não ir. 
   Além disso, o jogo foi de nível pifio, um jogo feio e sem graça de ser assistido e digo isso mesmo sendo fanático pelos Bulls. E penso ainda que dei sorte de não ir ao jogo, pois o dia do fã foi exatemente o que teve no jogo, e pelo menos o Rose e o Noah participaram. Imaginem só, os principais atletas não jogaram pelos Bulls (Noah e Rose) e ainda pelos Wizzards um astro sem vontade nenhuma (Wall). Quem salvou o jogo foram os novatos e os reservas que deram um pouco de emoção. E o momento ápice do dia foi a presença de Oscar na Arena, foi o momento que comoveu a todos e deixou o público em extase. Sem falar nas vaias para Nenê e Leandrinho, que convenhamos realmente foram merecidas, até porque como disse Magic Paula comentando o jogo, o maior orgulho que se pode ter é ir representar o Brasil e usar a amarelinha.
O homem que todos queriam ver, queriam
   Entretanto, rolam boatos pela mídia de que Rose foi vetado pela diretoria do Bulls, temendo nova lesão e por isso não jogou. Acredito que se isso aconetceu mesmo, foi uma sacanagem e desconsideração com os brasileiros que queriam vêlo jogar. E está rolando um tramite para no ano que vem, novamente no Brasil, ocorre uma partida entre Cavaliers de Varejão e Spurs de Spliter, que mesmo com a pouca presença de público e um jogo chato a NBA quer voltar para o Brasil, não sabendo informar ainda para qual cidade.  
   Mesmo com todos esses problemas, já tivemos o nosso jogo da NBA aqui, um marco na história, mas que realmente poderia ter sido muito melhor e espero que se houver uma outra oportunidade, os ingressos sejam mais baratos e os astros joguem com mais vontade e por mais tempo, fazendo valer o espetáculo mundial que é a NBA.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Estamos no RIO

   Estamos no Rio caros amigos, hoje começaremos as nossas atividades, teremos muitas novidades e fotos para vocês, se tivermos sorte algumas entrevistas também. Conseguimos convites para alguns eventos exclusivos e vamos trabalhar com força máxima para cobrir todos o eventos. Aguardem, muitas publicações virão!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

The Basketball Arena

A arena do basquetebol, onde tantos atletas do nosso amado esporte, NÃO brilham.


A uma semana do inicio do torneio nacional, os treinos mudaram da escola para a Arena do Basquetebol, sim, a principal arena de todo o país. Mas não esqueça, estamos situados em uma pequena ilha, por isso o basquetebol não esbanja talento como nas quadras do Brasil ou outros países da Europa, por um lado isso é bom, pois me permite jogar de igual a igual com eles.


Um dos principais desafios de jogar basquete em Dublin, é chegar até o basquete, e antes de entrar nos pontos positivos, porque diabos fizeram a Arena mais importante tão longe do centro? ela se situa em Dublin 24, e para se ter uma ideia, o centro aonde esse que vos escreve reside é na região de Dublin 1. Quer dizer, não só o ônibus é caro, como demora uma hora e, além de tudo, ele faz uma volta completamente desnecessária fazendo com que eu desça na parada errada e tenha que correr cerca de quinze minutos. Mas tudo bem porque dessa forma consegui a foto da placa sinalizando o caminho para a Arena.
Para começar, quando se entra em um ginásio você tem que ser aclimatizado por ele, imaginar a legião de fans entrando pelas portas, comprando cachorro quente e coca cola e torcendo bravamente pela sua vitória, e é assim que o hall de entrada fez eu me sentir.



 Da direita para a esquerda:

Fast Food e Balcão de atendimento.



Outro fator importante é o valor dado ao esporte e aos ídolos do passado e do presente, após o hall de entrada as paredes exibem camisas de convidados especiais, todas autografadas e emolduradas, além dos uniformes masculino e feminino das seleções nacionais em manequins entre outros produtos, e outra parede apenas com matérias dos jornais da cada feito das equipes irlandesas da bola ao cesto. Um ginásio é muito mais que um mero ginásio, ele é um museu, um centro de inspiração, um motivo de orgulho quando se pode pisar nele como protagonista, e isso, a Arena tem de sobra. A energia que o lugar passa é sensacional, pode ser porque me acostumei com locais pequenos, mas a Irlanda é um exemplo de organização e estrutura, tendo em vista que o esporte não é de longe popular e sequer as pessoas conhecem algum time ou alguém que jogue por aqui.






E por ultimo, mas nem de perto menos importante, as facilidades para os atletas, sem os quais não existiria o espetáculo. Minha concepção de quadra ideal não é baseada em tamanho e imposição, para mim é sempre mais atraente jogar nas pequenas e bem cuidadas quadras no estilo high school americano, e aqui temos duas, que podem se transformar em uma só, maior. Tabelas com aros retrateis irretocáveis, arquibancadas, retrateis também, não muito altas, pertinho da quadra para deixar aquele clima que faz uma falta depois que se para de jogar. A quadra esbanja fome de bola, e pontuar nela pela primeira vez com um gancho de canhota me faz um ex-atleta muito satisfeito. Outra parte que sempre senti falta, foram vestiários adequados
 para concentração e conversas com o técnico, um corredor muito bem iluminado e estilizado com quadros
de astros e musica ambiente leva aos vestiários e banheiros, e para a minha surpresa o nosso já tem o nome do time (Templeogue, TBC) inscrito na porta, chique né? dentro há uma cadeira e um armário para cada atleta, além de ser muito bem iluminado e limpo. Da mesmo para pensar que é profissional. Para terminar, gostaria de frisar que essa será minha casa durante a temporada, e que investimento não é só para o público, atletas e jovens que sonham em se tornar profissionais se espelham no que lhes é concedido, a motivação vem da diversos fatores, e eu admiro quem tem apenas a praça modelo como centro de treinamento, mas tenho que admitir, que se eu tivesse um lugar como esse, um centro voltado somente para o basquete, a minha mentalidade quanto ao esporte teria sido diferente. Por agora é só, semana que vem o campeonato tem inicio e vamos ver se a bola quica melhor em solos irlandeses, porque enquanto ela fica assim, na penumbra, esperando a pelota subir.





PS: Parabéns a equipe masculina de Pelotas que depois de anos conseguiu a classificação para a fase estadual do JIRGS. Me pareceu uma equipe unida e equilibrada, queria ter participado mas estava aqui torcendo, chegou bastante perto da minha concepção de equipe ideal para os padrões de Pelotas, que sigamos assim, cada vez mais unidos para que nos próximos anos possamos colher desses frutos.