quarta-feira, 29 de maio de 2013

Beat the Heat

Lebron bloqueia contra-ataque de Hill
    Agora sim chegou a hora de mostrar qual franquia é a mais forte, ou qual franquia "merece" mais. Na noite passada em grande atuação em seu ginásio, em mais uma partida disputadíssima, os Pacers conseguiram "bater o Heat" como sua torcia entoava, e igualar a série em 2 a 2. Agora ninguém mais tem vantagem, o a série retorna até Miami e se sofrerem uma derrota o Heat fica por um fio de ser eliminado.
     Em outra partida maravilhosa, com grandes jogadas e erros grotescos da arbitragem, os Pacers jogaram a sua vida para manter a série. Com grande atuação de seu gigante Roy Hibbert que anotou 23 pontos e 12 rebotes, sendo 6 deles ofensivos. Além dos números, a presença defensiva de Hibbert foi decisiva fazendo com que os adversários mudassem seu arremesso, o que em muitas vezes gerou erro, além de conseguir cavar muitas faltas, pendurando os titulares do Heat a exceção de Lebron. David West anotou 14 pontos e 12 rebotes, Paul George anotou 12 pontos e 8 rebotes, mas foi fundamental pela marcação feita sobre Lebron, George Hill voltou a jogar bem e anotou 19 pontos e 6 assistências, e um destaque a parte foi Lance Stephenson que anotou 20 pontos, sendo três deles em uma cesta espetacular no estouro do cronometro no 3° período. A vitória de Indiana passou pela sua postura defensiva e agressividade, garantindo muitos rebotes, 49 contra 30 dos Heat e um bom aproveitamento de seus lances (50%).
O cara do jogo, Hibbert com 23 pontos e 12 rebotes
    Por Miami o destaque como sempre foi o King, Leron anotou 24 pontos, pegou 6 rebotes e deu 5 assistências, Mario Chalmers anotou 20 pontos e 100% de aproveitamento de seus lances-livres, Wade conseguiu 16 pontos e 6 assistências e Ray-Ray vindo do banco anotou 11 pontos e pegou 7 rebotes. Bosh saiu no terceiro período por um entorse no tornozelo esquerdo, mas retornou em seguida e não conseguiu ajudar sua equipe com apenas 7 pontos.
    Bem, falando agora da arbitragem os Pacers tem todo o direito de reclamar de um erro inexplicável, após uma disputa de rebote, Hibbert tocou a bola que bateu no aro e deveria zerar o cronometro, mas os árbitros não viram e deram estouro do cronometro contra os Pacers. Mas o pior veio no fim do jogo, em um bloqueio, que não tenho certeza que se foi ou não falta, Lebron foi excluído e isso decretou o fim do Heat na partida, faltavam menos de 40 segundos e Lebron seria o homem da última bola, mas não ficou em quadra por conta de sua exclusão. Sem ter o que fazer, resta ao Heat confirmar seu mando de quadra e vencer o jogo seguinte, sendo o contrário verdadeiro para os Pacers avançarem. 
O lance do jogo, Lebron excluído
    As equipes voltam a se enfrentar amanhã com transmissão do canal Space, não percam!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Os campeões da NBA

Título mais do que merecido
   Antes que falem que eu estou me precipitando, entendam que os Spurs venceram o Oeste varrendo uma franquia que estava em ascensão e jogando muito basquete. E nem só por esse fator, o velhinhos estão jogando muito melhor que qualquer equipe de garotos, ninguém consegue marcar os caras, seja em zona, individual, zona mista, box and one, nada para os caras, eles jogam muito e são muito INTELIGENTES. Essa é a maior virtude que um atleta deve ter, inteligência, saber o que fazer em situações adversas e inesperadas, lógico que mantendo a disciplina tática, mas nada interfere no jogo dos Spurs. Nada mesmo, ontem os Grizzlies marcaram diferente do último jogo, mas de nada adiantou, no começo abriram 4 pontos mas nada além disso, após se enquadrarem no jogo os Spurs foram novamente dominantes.
O melhor ala de força da história contra o melhor defensor do ano
     A vantagem é dos Spurs na final, afinal nas outras vezes que chegaram as finais foram campeões, o que acho que não será diferente esse ano. Na noite passada com atuações sensacionais de Tony Parker que marcou 37 pontos e 6 assistências e de Tin Duncan com 15 pontos, 8 rebotes e 4 tocos, considerado o melhor ala de força da história, participará da 5 final de sua carreira e buscará manter os 100% de aproveitamento. Além dos dois monstros, Tiago Splitter foi muito bem novamente, marcando muito bem Zach Randolph (14 pontos e 8 rebotes) e Marc Gasol (14 pontos, 5 rebotes e 5 assistências), anotando 9 pontos e dando 4 tocos. Kawhi Leonard marcou 11 pontos, 6 rebotes e roubou 5 bolas.
    Pelos Grizzlies, novamente errando muitos lances-livres (13 de 27), Mike Conley Jr anotou 9 pontos, 6 rebotes e distribuiu 7 assistências, enquanto Quincy Pondexter anotou o seu maior número de pontos em uma partida de Playoffs (22), mas nada que pudesse ajudar a sua franquia. Ainda assim, o ginásio não se esvaziou até o fim da partida, onde os Grizzlies foram ovacionados por conseguirem a melhor temporada da história da equipe, mesmo sendo varridos pelos Spurs. 
Mike Conley Jr. decepcionado com o final do jogo
     Em busca de seu quinto título na NBA, os Spurs esperam o vencedor de Pacers e Heat, mas independente de qual equipe for eu aposto que a NBA teve seu campeão conhecido na noite passada, ninguém vence esses caras.
     

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Deu conta do recado

Riso fácil de Wade e Lebron na vitória de ontem
   Em grande atuação da equipe da Flórida, o Miami Heat, conseguiu uma importante vitória na série final da Conferência Leste. Impondo seu jogo e tentando manter-se invictos fora de casa nos Playoffs, a equipe de Erik Spoelstra conseguiu o melhor primeiro tempo da história da franquia em mata-mata, anotando incríveis 70 pontos.
   Lebron e cia limitada venceu o jogo por 114 a 96, acabando com a invencibilidade da equipe dos Pacers em casa nos Playoffs. Com grande s atuações de Lebron com 22 pontos, Wade 18 pontos e 6 assistências e Bosh com 15 pontos, e contando com uma boa participação de Chalmers e Haslem marcando respectivamente 14 e 17 pontos, e 66% e 88% de aproveitamento. A partida foi tão boa que a equipe de Miami conseguiu 54,5% de aproveitamento dos arremessos de quadra, 52 pontos no garrafão, 28 pontos do banco e apenas 5 bolas desperdiçadas. 
Stephenson disputa rebote com Wade e Bosh
     O jogo só foi parelho no primeiro período, terminando 34 a 30 para o Heat. Depois disso só deu Heat, os caras estavam com sangue no olho, disputando cada bola como se fosse a última da vida. Pelos donos da casa, os melhores jogadores foram os grandões do garrafão, Roy Hibbert fez 20 pontos e anotou 17 rebotes e David West anotou 21 pontos e 10 rebotes, George Hill conseguiu 19 pontos e Paul George, que vinha sendo o grande destaque da equipe, anotou 13 pontos e 8 assistências. 

    Amanhã a noite as equipes voltam a se enfrentar no Bankers Life Fieldhouse, em Indiana, onde a equipe de Frank Vogel havia perdido apenas duas vezes por dois dígitos, uma para os Thunders (97 a 75) e para os Sixers (105 a 95, jogando com os reservas). Agora a vantagem é total do Heat , mas com a força apresentada em casa durante os Playoffs uma vitória dos Pacers não é tão impossível.

domingo, 26 de maio de 2013

Segura os velhinhos

Kawhi Leonard, um dos destaques do Spurs nessa série
  Em mais uma grande atuação de seus "velhinhos", os Spurs foram dominantes e impuseram-se, abrindo 3x0 na série, ficando a um passo da final da NBA. 
    Em uma partida muito disputada, que começou com um primeiro período com uma vantagem de 29 a 13 para os Grizzlies, Popovich retirou todos os titulares de quadra e colocou os reservas para correr e mudar a história do jogo. Apesar de muitos desperdícios de bola (7), Tony Parker jogou muito e anotou 26 pontos e 5 assistências, além dele Ginobili colaborou com 19 pontos, 7 rebotes e 5 assistências. Um destaque da partida foi Tiago Splitter que anotou 11 pontos e pegou 6 rebotes, convertendo 100% de seus arremessos de quadra, sendo duas cestas cruciais na prorrogação e mais uma noite de marcação implacável. Mas o cara do jogo foi Tin Duncan, com mais um duplo-duplo o 94° da carreira em Playoffs, alcançando Wilt Chamberlain e ficando atrás apenas de Magic Johnson, anotando 20 pontos e 10 rebotes.
Jogo 3 e mais uma vitória dos Spurs
    Pelo lado dos Grizllies, a dupla de gigantes  Zach Randolph (14 pontos e 15 rebotes - 9 ofensivos) e Marc Gasol (16 pontos, 14 rebotes e 5 assistências), além deles Mike Conley Jr 20 pontos, 5 roubos de bola, apenas 4 assistências e desperdiçou 5 bolas, que mudaram o rumo da partida. Até ontem a equipe de Memphis estava invicta em casa e tenta na segunda sobreviver na liga, necessitando de um milagre pra seguir em busca do título, uma vez que, em 107 oportunidades a equipe que abriu 3 a 0 na série conseguiu a vitória. O próximo jogo será nessa segunda, as 22:00 com transmissão da ESPN.

sábado, 25 de maio de 2013

E agora Heat?

Roy Hibbert = 29 pontos e 10 rebotes, um dos nomes do jogo
   E agora Heat? Depois do jogo de ontem ficou complicado para a equipe de Lebron, agora com dois jogos fora de casa as chances de serem eliminados aumenta e muito. Com Lebron nervoso e querendo confusão no segundo período, e contanto com uma grande atuação de Paul George, os Parcers venceram e mereceram.
   O nervosismo era nítido em Miami, depois de Lebron, Wade encrencou-se com Hansbrough e quase saíram no tapa. O jogo foi tão difícil para o Heat, que no final do segundo período perdiam por uma diferença de 13 pontos. Em uma volta espetacular para o segundo tempo, em 3 minutos o Miami Heat igualava a partida, e levaria o jogo equilibrado até o final. Porém, mesmo com uma atuação de gala (36 pontos e 8 rebotes), quando mais precisou de sua estrela, Lebron errou o passe na última posse de bola do jogo, e que poderia levar a uma prorrogação. Wade e Bosh jogaram bem anotando respectivamente 14 pontos, 6 rebotes e 5 assistências e 17 pontos e 5 rebotes.
Clima esquenta entre Lebron e  Young
   Do lado dos Pacers novamente destacou-se Paul George com 22 pontos e 6 assistências, mas o diferencial dessa vitória encontra-se no garrafão. Roy Hibbert jogou demais, tanto ofensivamente quanto defensivamente, anotou 29 pontos (seu recorde pessoal em um jogo de Playoffs) acertando 9/10 lances livres e conseguindo pegar 10 rebotes (6 ofensivos). Além dele, destacou-se David West que pegou 7 rebotes e fez 13 pontos, mas os dois lances mais importantes do jogo foram dele, onde interceptou dois passes de Lebron nos segundos finais do jogo, crucial para a vitória. Dos atletas titulares de Indiana, todos anotaram dois dígitos na pontuação, George Hill colaborou com 18 pontos, 5 rebotes e 5 assistências, bem diferente do primeiro jogo que passou despercebido, e Lance Stephenson anotou 10 pontos, 8 rebotes e 5 assistências. 
Lebron = 36 pontos e 8 rebotes
   Agora a série vai para Indiana, onde os Pacers possuem 100% de aproveitamento nos Playoffs, o que deixa ainda mais difícil a vida do Heat. Com o jogo de ontem acredito que não seja tão difícil assim que o Heat seja batido, se manter o mesmo padrão de jogo e as boas atuações a vantagem é dos Pacers. A próxima partida será domingo e terá transmissão do Space.


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Nada fácil

    Em um grande jogo, muito bem disputado e com muita marcação, os atuais campeões sofreram para vencer os Pacers em casa na primeira partida das finais do leste.
  Com uma grande atuação do MVP da temporada, King James, que anotou 30 pontos, distribuiu 10 assistências, pegou 10 rebotes e ainda deu 3 tocos, Miami suou muito para vencer na prorrogação os Pacers que jogaram com muita força e consciência tática, a ponto de estarem a frente do placar por várias vezes. Além de Lebron, os outros dois companheiros do BIG TREE (Wade e Bosh) anotaram respectivamente 19 pontos, 6 rebotes e 5 assistências, e 17 pontos. A grande surpresa e arma muito bem utilizada for Andersen , o Bird Man fez 16 pontos, pegou 5 rebotes e deu 3 tocos, além de anotar 100% nos lances livres e arremessos de quadra. 
   Por Indiana os destaques foram Paul George que fez a cesta a 0.7 décimos que levou o jogo para prorrogação, anotou 27 pontos, 4 rebotes e 5 assistências e David West que anotou 26 pontos e pegou 6 rebotes. Infelizmente, os destaques foram os responsáveis pela cesta da derrota, em uma falha grotesca de comunicação Lebron recebeu o passe e girou sozinho para a cesta. 
   Da forma como foi a partida não pode-se dizer que o Heat é favorito, não há um favorito, acredito que os Pacers irão com tudo no segundo jogo e acho que podem até ganhar a série e chegar a final da NBA. Hoje a noite o segundo jogo pode ser um divisor de águas, se os Pacers vencerem e confirmarem o mando de quadra acredito que ganham a série.


Baderna ao final do jogo: Flamengo, de novo!


Flamenguistas de plantão, não venham com ofensas e ameaças, pois o que vi na TV foi um grande ídolo comportando-se de forma inadequada para as conquistas, o respeito e a liderança que possui no basquete brasileiro.
Também não adianta o SporTV dizer que foi algo recíproco, porque isso é uma posição de defesa unilateral da verdade. Sim, a verdade – essa companheira que anda tão escondida em nosso meio. O que as imagens mostram, para quem não estava in loco como eu, é o Marcelinho apontando e colocando o dedo na cara do Fúlvio e dando uma cabeçada de cima para baixo – é me chamar de burro querer que eu acredite que os dois atletas encostaram testa com testa, sendo que o Marcelinho tem 2,00m e o Fúlvio 1,86m. Após a atitude do Marcelinho é que começa uma reação do Murilo.
Finalmente, Marcelino diz para perguntarem ao armador do Flamengo o que o Fúlvio disse. Ficou no ar algo ruim, mas ele mesmo disse que foi provocação pela vitória e depois diz que isso não se faz.
Bem, a provocação merece um destaque. O basquete é um jogo de invasão, de disputa territorial, de objetivo claro: um time “A” quer pontuar, passando a bola de cima para baixo pelo aro de defesa do outro time, o “B”. E esse time “B” não quer deixar isso ocorrer.
Sendo assim, há uma tentativa de superar o adversário e em esportes de contato é impossível não ocorrer provocações, frases de efeitos e contato corporal mais acentuado – não fosse isso os atletas não estariam malhando e fazendo outras coisitas para ficarem fortes.
Portanto, a provocação também faz parte do jogo, dentro da quadra e fora dela, especialmente fora dela, de maneira que se possa superar o adversário e já intimidá-lo para a disputa. O experiente Marcelinho sabe disso. O que não pode é essa disputa, ameaça ou provocação terminar em brigas, violência e exemplos negativos para a juventude.
Vamos lembrar que, ao chegar na final em 2011, no quarto jogo, o Flamengo já criou um tumulto generalizado em Brasília, tendo como consequência a troca de ginásio e a punição de alguns atletas, com evidente prejuízo para a equipe do DF. Imaginei que teriam aprendido a lição. Lá foram o Wagner e o Duda que começaram a bagunça. Ontem, em São José, foi o Marcelino. Interessante, né?
Por outro lado, a LNB tem que agir. Ver e rever as imagens, analisar relatórios e punir o responsável. Isso é bom. Moraliza o jogo e mostra que não toleramos essas atitudes. Façamos, no basquete, diferente do futebol.
Mas mais interessante vai ser se a LNB punir o protagonista e for atrás do que disse a SPORTV, que houve cabeçadas mútuas (Fúlvio pegou uma cadeira para igualar a altura das testas?), como acreditar que houve na Arena, no jogo 3, agressões mútuas – aliás, a atitude do Fúlvio, de jogar a bola, seja no rosto, na região genital, nos pés ou no tronco do adversário é totalmente licita pelas regras. Portanto nada pode ser pior do que dizer que ele jogou no rosto e isso não pode. Esse ato é um recurso legal e a bola vai pode ser jogada onde possa bater e, preferencialmente, correr para fora da quadra. Mas enfim, fico com medo da LNB suspender os "envolvidos": de um lado um armador que começa a atingir a maturidade na função, fundamental para o bom desempenho de sua equipe e de outro lado um grande jogador, mas que passou a temporada no banco e se só saiu de lá para criar essa confusão.

Bela maneira de reduzir a eficiência de uma equipe é provocar o melhor jogador e vibrar com a reação dele. Espero que a LNB esteja de olho nessa possível e óbvia manobra, na reincidência do Flamengo e no prejuízo para apenas uma das equipes se Fúlvio e Marcelinho forem suspensos. Só não dá para deixar por isso mesmo e desejar que o jogo na Arena seja maravilhoso. Esta nas mãos da LNB encontrar a solução mais justa para o que ocorreu em São José, considerando a reincidência do Flamengo e as contínuas agressões que o Fúlvio tem sido vítima. Nosso dever é proteger o talento, sem dar-lhe poder excessivo. Bela sinuca de bico... 
Diga-me o amigo leitor, o que a LNB deve fazer? 


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mais difícil

  Na noite de ontem a equipe dos Spurs conseguiu a segunda vitória seguida e largou com uma boa vantagem nos Playoffs. Com um jogo inspirado de suas estrelas, os Spurs sofreram mas conquistaram a vitória e confirmaram o mando de quadra. 
   Em uma noite de atuação incrível de Tony Parker, que anotou a sua melhor marca da história em assistências, distribuindo 18 passes perfeitos, seu novo recorde pessoal em Playoffs, além de anotar 15 pontos. Tiago Splitter jogou muito bem, conseguindo fazer forte marcação em Zach Randolph e Marc Gasol, anotando 14 pontos, pegando 4 rebotes e dando 2 tocos. Tin Duncan fez 19 pontos, pegou 9 rebotes e deu 4 tocos, sendo o principal nome do ataque e da defesa da equipe texana. Além deles, Kawhi Leonard (12 pts. e 9 reb.) e Danny Green (11 pts.) colaboram com a equipe e completaram o quinteto titular.
   Os Grizzlies entraram em quadra em busca de uma marca, ser o primeiro time da história a virar 3 séries de Playoffs da NBA, ainda há chances, levando a série para casa onde estão invictos em Playoffs. Ontem a noite, Marc Gasol conseguiu 12 pontos, 14 rebotes, 4 assistências e 2 tocos, e Z-Bo conseguiu 15 pontos e 18 rebotes (7 OFENSIVOS), mostrando uma melhoria em comparação ao primeiro jogo. Conseguindo passar pela forte defesa do Spurs, a equipe de Memphis conseguiu empatar o jogo após chegar a perder por 13 pontos, mas não suportou a pressão do AT&T Center e a excelente atuação de Duncan no over-time. O veterano de 37 anos anotou 6 dos 8 pontos dos Spurs na prorrogação.
   Tentando fazer história, a equipe de Memphis joga as próximas duas partidas em casa, tentando manter sua invencibilidade em casa. Acredito que essa série será longa, aposto nos Spurs, mas acredito que tenhamos 5 a 7 jogos.



    

terça-feira, 21 de maio de 2013

Bad Boys

  Na semana passada eu conversava com alguns alunos que me diziam: "Basquete é esporte de viado, tudo é falta, não tem contato, não pode nada". E comecei a lembrar das brigas que ocorrem e dos "Bad Boys" do esporte. Aí hoje pela manhã me deparo com a notícia de que Terrence Williams, dos Celtics foi preso por agressão doméstica. 
  Calma, antes de pensar que não tem relação, tem sim, porque lembrei de outros jogadores que tiveram problemas com a polícia. Bem no topo da lista encontra-se Dennis Rodman, falido, envolvido com drogas e brigas em boates, Michael Jordan que foi investigado por apostas em Las Vegas, Michael Beasley por suposto estupro, Kobe Bryant por suposto estupro, Tyreke Evans por realizar um racha, Steve Francis acusado de "apalpar" uma cantora, entre outros tantos que não devem aparecer na mídia.
  Me veio na cabeça o titulo de Bad Boys, os meninos malvados, os atletas que não possuem uma indule exemplar, os quais estão presentes em todos os esportes. No futebol vários foram os Bad Boys, Edmundo, Romário, Maradona, Mario Balotelli, etc. Mas quando se tratá de basquete, também existiram Bad Boys, aliás uma equipe conhecida como Bad Boys. Quem nunca ouviu falar dos Pistons de 86/87, os Bad Boys, Bill Lambier, Dennis Rodman e Isiah Thomas, a equipe conhecida por jogar sujo e ser bem violenta em quadra. Além deles muitos jogadores "violentos" passaram pela liga como Reggie Evans, Kevin Garnett e Metta World Peace, que apesar do nome, não procura a paz na quadra.
  Como esquecer os anos 80/90 com confusões entre Lakers e Celtics, e Bulls e Kniks, a ponto das estrelas maiores das equipes trocarem socos. MJ e John Starks, MJ e Reggie Miller, Kareem Abdul Jabbar e Larry Bird. Nos anos 80 Larry Bird e Doctor J, a emoção a flor da pele e a vontade de vencer acima de tudo, atrelado a provocações e faltas violentas gerava tais confrontos.
  Minha intenção com esse texto não é exaltar a violência, muito pelo contrário, é ressaltar como isso acaba com o esporte e de fato mancha uma partida. Em contrapartida, é mostrar que o basquete é sim um esporte de contato e muita disputa, que não é um jogo onde tudo é falta como pensam a maioria das pessoas. A baixo segue um link como todas as confusões protagonizadas nessa temporada 2012-2013.

http://www.youtube.com/watch?v=EMDHYd8X7pI

domingo, 19 de maio de 2013

Atropelamento no Texas

   Com domínio total da partida e sem tomar conhecimento da forte franquia dos Grizzlies, os Spurs passaram o trator em cima dos adversários. Voltando a se enfrentar em Playoffs, sendo a primeira vez em 2011, quando a equipe de Memphis bateu os favoritos Spurs. 
  No jogo de hoje a história foi diferente,  com uma grande estratégia e disciplina tática, os comandos de      
Popovich deram um baile. A estratégia ficou visível logo no inicio da partida, onde Marc Gasol e Zac Randolph sofreram uma fortíssima marcação, tirando-os do garrafão na tentativa de pegar rebotes ofensivos e deixando-os sem espaço para tentar arremessos e infiltrações. Na parte ofensiva, uma ataque misto foi utilizado intercalando jogadas de infiltração e arremessos do perímetro, visando confundir a defesa de Memphis. E realmente funcionou, visto a diferença conseguida no placar já no primeiro período (17 pontos), bem como os 14 arremessos convertidos em 29 tentados do perímetro, novo recorde para um jogo de pós-temporada.
   As ações ofensivas foram muito bem conduzidas por Tony Parker com 9 assistências e 20 pontos, além dele os "caras" dos três pontos foram Kawhi Leonard 18pontos (4 bolas de 3), Matt Bonner 12 pontos (4 bolas de 3) e Danny Green 16 pontos (3 bolas de 3). E o jogo coletivo dos Spurs fez diferença, com 28 assistências distribuídas nos 40 arremessos convertidos, com um aproveitamento de 70% das assistências. Até a metade do terceiro período Matt Bonner possuía 100% de aproveitamento dos arremessos do perímetro, o que ajudava muito na vantagem da equipe, a qual era de 16 pontos (73 x 57).
   No lado dos Grizzlies, apesar de muito marcado, Marc Gasol, o melhor jogador de defesa do ano, anotou 15 pontos e 7 rebotes, não sendo acompanhado pelos seus companheiros de equipe. Fato que decretou a derrota e um aproveitamento de 41,6% dos arremessos de quadra. Nessa terça-feira as franquias voltam a se enfrentar no AT&T Center no Texas. 
   

Hepatite C, Energéticos e Doping

Glucoenergan[1] e a Thiaminose[2] eram utilizadas pelos jogadores de futebol (ampola + seringa = injetável), em busca da elevação da resistência aeróbia dos atletas, ou seja, corriam mais e cansavam pouco. Assim, acreditavam, elevavam o nível de suas habilidades com resultado direto no jogo.

Lembro que tomávamos Cebion C (pó + água = "suquinho") que equivale aos repositores energéticos de hoje. Não mantém relação com esteróides ou ganhos exorbitantes de força e massa muscular. Mas hoje me parece que era doping do mesmo jeito, com o atenuante de que, em nosso caso, não havia efeito colateral, compartilhamento de agulhas - na pior hipótese escapávamos de uma gripe e ilusoriamente melhorávamos nosso jogo. Talvez um efeito placebo.
http://www.quebreosilencio.com.br/caravana/
Claro que, sem refletir e sem debate sobre o que é doping, ainda hoje um tema delicado, buscávamos, ser mais do que éramos. Agradeço muito que nossos técnicos eram responsáveis e nunca nos passaram qualquer tipo de anabolizante ou droga e fico feliz porque dos atletas de minha idade que conheci e vivi em nossa Bagé, não tenho conhecimento do uso de anabolizantes. Ganhamos e perdemos com nossos corpos, com nossas habilidades e fragilidades e com o efeito placebo do Cebion C+ - lembro-me de comprarmos e tomarmos o tal Cebion C+, sem esconder, sem imaginarmos que buscávamos elevar nossa resistência de forma artificial. 
Parece-me que era um remédio para estados gripais e poderia ser equivalente a maltodextrina, Gatorade: um repositor energético, porém menos eficaz.
Hoje escrevo por que o doping é um tema que me preocupa. Mas também quero contribuir com a saúde das pessoas, dos ex-atletas e deixar um alerta: vençam com suas próprias forças. Vitória forjada no doping, no ganho ilegal e desleal de força certamente não dá prazer e honra ao vitorioso e, como consequência, essa busca inconsequente pode deixar marcas na saúde do atleta que irá surgir muitos após o feito.

Isso esta correndo com jogadores de futebol dos anos 1960, 1970 e 1980. Infelizmente, para estes, o uso e compartilhamento de seringas de vidro, má esterilização, um vírus desconhecido e o resultado são muitas mortes pelo país, consequência da Hepatite C e escancaradas no RS por Zero Hora nesse domingo (ZERO HORA | 19 de maio de 2013 | N° 17437 |  HEPATITE C: Dos onze, sobram três).

Sei que doping é um tema delicado e concomitantemente importante porque, em algum momento, queremos superar nossos limites. Em algum momento qualquer coisa pode ajudar a elevar o nível e valorizar nossos treinos. A linha tênue da ética esportiva esta prestes a ser quebrada nesses momentos. Busca-se ser melhor que o grandalhão do outro lado e o caminho é a fraude, tendo êxito ou não. Busca-se por algo que não é nosso. E assim começa o doping. Os que não acreditavam nisso, na superação independente dos meios, estão vivos. Os que aceitavam pacificamente e não averiguaram os efeitos daquele ritual e negligenciaram os necessários cuidados com as próprias vidas, a hepatite C já levou ou esta quase recolhendo.

O engraçado nisso é que não teríamos mais uma opção de debate sobre o doping se o efeito não fosse devastador. Teríamos, mais uma vez, o silêncio hipócrita de nossa sociedade, onde muitos sabiam da busca da vitória a qualquer preço, mas não utilizam a experiência para educar nossos jovens.
Hoje o basquete não é mais ingênuo. É de se lamentar isso. Hoje os anabolizantes estão nos vestiários, nos torneios e campeonatos sabe-se quem são os usuários pelo ganho rápido e excessivo de massa muscular. E agora essa galera é denominada de jovens com perfil atlético, ou seja, atletas privilegiados geneticamente, altos fortes e com “facilidade”  para desenvolver massa muscular. Mas eu desconheço, no Brasil, seleção de atleta de basquete por biótipo, qualidade da alimentação e exames de falanges distais. Acontece ao acaso: o grandão que quer jogar vai para o volei ou para o basquete. E ele precisa de massa muscular. Como fazer esse milagre?
Dessa maneira, enquanto o cara não cai em um exame antidoping, ele é deus. Mas quando cai, ele conhece o inferno e, geralmente, é uma queda solitária. Enquanto isso não ocorrer, lhe dê bomba. A hipocrisia reina da mesma forma que a maconha circula nos ambientes esportivos como "relaxante", esquecendo-se de mencionar o ciclo criminoso que o "coitadinho" do usuário patrocina e do efeito nas gerações futuras que veem aquilo e passam a acreditar que é o correto.
Novamente agradeço por meu filho sonhar e lutar para ser jogador de basquete, mas refugar todas as ofertas insanas de ganhar força e massa rapidamente - já seria um atleta fisicamente destacado se tivesse cedido às primeiras ofertas e se, quando nos perguntou, disséssemos que poderia fazê-lo. Orientamos e ele sobrevive, abaixo de pancadas, mas encarando os adversários com sua própria constituição física e habilidade técnica.

http://www.quebreosilencio.com.br/index.php/diagnostico/
No futebol do passado, as orientações de enfermeiros disseminaram a Hepatite C, causando mortes mais pela ignorância (de ignorar o quão mortal é a doença) e medo do preconceito ("é doença de gay, é coisa de alcoólatra”) do que pelo efeito mortal a curto e médio prazo – normalmente o vírus fica incubado por até quatro décadas, por isso as mortes estão correndo nos últimos anos.
Se o leitor jogou futebol ou conhece alguém que jogou nesse período, indique a busca por exames que podem detectar e podem levar a cura de uma doença mortal.
Quer saber mais? Clique nos links dessa postagem ou visite a página que criamos para informar sobre a Hepatite C
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[1] GLUCOENERGAN era uma injeção intravenosa, misturada com Fostimól ou Energisan e servia como  estimulante para os jogadores.
 [2] THIAMINOSE é uma solução glicosada hiperosmótica contendo Vitamina C e Vitamina B1. A indicação principal é como energético e a indicação complementar é como auxiliar no tratamento das doenças infecciosas dos estados de sensibilidade e debilidade orgânica. Também utilizada na prevenção e tratamento das intoxicações hepáticas.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Uma sobreivida

    Ontem em uma partida bem disputada, a equipe de Nova Iorque conseguiu uma vitória importantíssima, ganhando uma sobrevida para o próximo jogo em Indianapólis. Os Kniks jogaram muito bem e administraram o resultado nos períodos finais, contando com grande atuação de sua estrela, Melo que anotou 28 pontos, pegou 6 rebotes e conseguiu anotar cestas no último período, fato que não vinha acontecendo a dois jogos.
   Além de Melo, J R Smith, o sexto homem do ano, anotou 13 pontos e pegou 6 rebotes, mas outro destaque foi o calouro Chris Copeland que anotou 13 pontos e pegou 4 rebotes em apenas 19 minutos. Para sonhar com uma final contra o Heat, os Kniks precisam vencer o próximo jogo em Indiana. Se conseguirem vencer e virar a série no jogo 7, serão apenas a 9° franquia da história a conseguir esse feito, sendo que desde os Suns de Nash em 2006 isso não acontece.
   Com as belas atuações de J R e de Melo, não é impossível, porém a vantagem é total dos Pacers, ainda mais que poderão contar com George Hill que estava fora do jogo por uma pancada na cabeça. Acho difícil os Kniks virarem a série, pelo adendo de que os Pacers tem jogado bem em casa e que Paul George vem jogando demais.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

O sonho acabou

SONHO MEU, SONHO MEU...

   Na noite passada o sonho de duas franquias foram extintos. O Chicago Bulls, que era a cinderela dessa fase semifinal, começou sua série muito bem, surpreendendo o Heat, mas em dois jogos com uma arbitragem tendenciosa se perderam. Ontem a noite, a equipe do Heat sofreu mas venceu, o time da cidade do vento fez um duro jogo, entregando a vaga depois de muita luta, chegando ao intervalo com uma vantagem de 11 pontos. Porém,o nítido cansaço abalou a equipe, e com um último período impecável (24-11) o Miami Heat venceu e chega a final novamente. Aliás, em todas as vezes que chegaram as semifinais desde a formação do trio Lebron-Wade-Bosh, a equipe de Miami foi para a final da conferência. O trio marcou juntos 53 pontos, sendo Lebron 23 pts., 7 reb. e 8 ast., apesar de acertar apenas 5 de 14 dos arremessos, Wade 18 pts., 5 reb. e 6 ast., e Bosh com 12 pts.
  Pelo Bulls, Nate Robinson voltou a jogar bem, anotando 21 pontos e 6 assistências, e Jimmy Butler, que jogou toda a partida, anotou 19 pontos, 5 rebotes e 4 assistências e o incansável Carlos Boozer, que anotou mais um duplo-duplo 26 pontos e 14 rebotes. Agora, o Heat espera a definição de hoje entre Pacers e Kniks, com vantagem os Pacers estão a uma vitória da final do leste.
                                                  Pelo oeste, ontem a equipe de Memphis fez história, pois é a primeira vez desde a fundação em 1995 (já que a mesma era situada em Vancouver, Canadá) que a franquia chega a final da conferência. Além de  classificarem, bateram os fortíssimos e favoritos Thunders, confirmando 100% de aproveitamento em sua quadra nos Playoffs. Com uma atuação incrível de Zack Randolph, anotando 28 pontos e dominando o garrafão, com 14 rebotes (melhor marca da carreira em Playoffs), os Grizzlies dominaram o jogo a base de muita defesa. Marc Gasol colaborou muito na defesa com 7 rebotes, 3 roubos de bola e 10 pontos, sendo 3 cestas decisivas no período final. Ofensivamente o destaque ficou para Mike Conley Jr com um duplo-duplo, sendo 13 pontos e 11 assistências.
  De fato a falta de Westbrook dificultou a vida dos Thunders, tanto que o número de erros da equipe aumentou com sua saída, ontem foram muitas cestas perdidas e que normalmente caem. Durant anotou 21 pontos, 8 rebotes e 6 assistências, acertando apenas 5 de 21 arremessos de quadra, incluindo o arremesso que levaria a partida para prorrogação da cabeça do garrafão. Reggie Jackson que teve a dura tarefa de substituir Westbrook, anotou 16 pontos, pegou 9 rebotes e distribuiu 6 assistências. Agora, a equipe de Memphis espera a definição de Spurs e Warriors que fazem o jogo 6 hoje, com vantagem de 3 a 2 para os Spurs que jogam em casa para fechar a série. 

sábado, 11 de maio de 2013

Vencer como?

  Se já não bastasse enfrentar os campeões da NBA, ainda estar enfrentado um arbitragem condizente com os adversários complica. Pela segunda noite seguida, mas dessa vez em casa, o que deixa ainda mais evidente a situação, a atuação da arbitragem contribuiu em muito com a derrota dos Bulls.
  No jogo de agora a pouco, em muito momentos cruciais os erros além de muito evidentes, decretaram a vantagem do Heat. No meio do segundo período, quando Lebron se engalfinhou e deu uma cotovelada em Mohamed, que revidou jogando Lebron ao chão, apenas Mohamed foi ejetado do jogo, Lebron que começou a confusão ficou em quadra. Em seguida, quando faltavam apenas 2 minutos para o fim do 2° período, em um contra-ataque, como disse Zé Boquinha: "Cris Bosh sapateou igual ao Fred Aster e o juiz não marcou nada, e foi na frente dele". Foram inúmeros erros, Noah foi agarrado em um rebote por Andersen que enganchou seu braço e cavou uma falta. Em um rebote que Noah pegou, e que foi limpo, o árbitro marcou a falta que foi a sua 5 e o tirou do jogo por um bom tempo. 
  O jogo foi muito pegado e disputado, todas disputas eram tensas, e tudo graças a arbitragem. Os árbitros são tão despreparados que o próximo jogo tem tudo pra virar uma guerra, a começar que ao final do jogo os atletas não se cumprimentaram, nem mesmo os técnicos, como o costume de todo o jogo da NBA.
  Estou aqui alertando para uma ameaça a integridade física desses atletas, com árbitros tão fracos assim qualquer coisa pode acontecer. Mas ainda assim, até o final do terceiro período, Lebron tinha apenas 13 pontos e 5 rebotes, mas terminou o jogo com 25 pontos, 7 assistências e 8 rebotes. Pelos Bulls os melhores jogadores foram Bellinelli, Boozer e Nate Robinson com 17 pontos. Resta agora aos Bulls conseguir vencer em casa e fora para chegar as finais, e tomara que os árbitros não interfiram mais nos resultados.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Heat superior, será?

  Antes de mais nada, realmente o Heat foi superior, comandou durante todo o jogo e obtiveram uma vantagem de 37 pontos, a pior derrota da história dos Bulls em uma série de Playoffs e a maior vantagem do Heat. Lebron teve uma noite a altura do astro que é, conseguindo 19 pontos e dando 9 assistências, sem falar em Noris Cole com 100% de aproveitamento (4/4, terminando o jogo com 18 pontos e 6 rebotes e Ray Allen que foi o cestinha com 21 pontos, convertendo todos os 10 lances livres que cobrou. 
  Mas foi só isso, porque a arbitragem, infelizmente foi mais decisiva, começando com duas faltas que Lebron cavou contra Noah, ambas nada foram, eram apenas lances normais do jogo, do contato que existe. Depois, marcou uma técnica para Nate Robinson inexplicável, no momento de um tempo para Tom Thibodeau. No segundo tempo da partida, marcou uma andada de Taj Gibson que irritou Thibodeau, e em seguida expulsou Noah e Taj Gibson. Antes que pensem, "tu torce pro Bulls, óbvio que vai reclamar de arbitragem", eu reclamo sempre que acontecem erros grotescos e independente da equipe. 
   Voltando ao basquete, apenas Bellinelli (13), Noah (12) e Robinson (11), anotaram dois dígitos na pontuação. A defesa não funcionou bem no jogo passado e a irritação com a arbitragem prejudicou a atuação dos Bulls. Porém, a vantagem é total do Bulls, já que tem 2 jogos em casa e caso os vença elimina o favoritíssimo Heat. Nessa sexta as equipes se enfrentam com transmissão da ESPN. 
    Abaixo segue o link dos lances do jogo para conferirem os melhores momentos e as lambaças dos árbitros.


terça-feira, 7 de maio de 2013

Rose pra que?

   Novamente a equipe dos Bulls mostraram toda a sua força, na noite passada em uma grande partida contra os atuais campeões e na casa do adversário, venceram e convenceram. Com grandes atuações defensivas e um ataque coeso conseguiram ao final da partida abrir uma vantagem pequena e vencer.
   Como bom torcedor dos Bulls ontem eu pensava: "Bah agora vem os campeões e estamos sem o Rose, o que vai ser dessa série?" Porém, com todo o trabalho de equipe e as atuações incríveis de Jimmy Butler com 21 pontos e 14 rebotes, anulando Lebron James no primeiro tempo da partida, e com o baixinho insano Nate Robinson anotando 27 pontos e 9 assistências, a equipe da cidade dos ventos apresentou toda a vontade necessária para ser campeão.
   Alguns momentos do jogo lembram em muito os Bulls dos anos 90, com Marco Bellinelli acertando muito de 3 pontos não tem como não lembrar de Steve Kerr, ambos não marcam muitos pontos por jogo, mas se tratando de 3 pontos possuem um aproveitamento excepcional. Jimmy Butler lembra em muito a força defensiva de Scottie Pippen, tanto que foi capaz de anular lembra em momentos importantes da partida. No papel as equipes são bem diferentes, os Bulls realmente não são favoritos para ganhar essa série de Playoffs, mas se conseguirem jogar com essa consistência e consciência, vejo aqui uma equipe finalista da NBA.
   Mas para responder a pergunta, "Rose pra que?", é fácil, no jogo de ontem Nate Robinson mostrou que é um armador de excelente nível capaz de substituir Rose, mas mais do que isso, os Bulls superam a falta de seu astro com muito trabalho coletivo e inteligência tática, graças
a Tom Thibodeau.

 


Trinômio do Sucesso: Bons Exemplos, Formação de Base e Oportunidade


Impressionante. Ligo a TV e vejo um placar apertado. Logo mostram as parciais anteriores: Franca 23 x 02 Bauru no primeiro quarto. Meu pensamento imediato: Bauru recuperou-se disso, vão vencer.
Entretanto, jogo a jogo tenho visto um time jovem, formados em Franca, com alguns jogadores experientes que seriam os modelos a serem seguidos e que guiariam os moleques. Que nada, os moleques receberam carta branca do técnico e jogam dentro do sistema estipulado, com um armador (Figueroa), um ala-armador (Socas), dois alas (Cauê e Léo) e um pivô (Lucas).
Nesse momento, Bauru pressiona, sem obter êxito. A gurizada joga com leveza, com fluidez nos movimentos. Com serenidade nos momentos importantes. Vários ataques definiram restando menos de quatro segundos no reloginho dos 24 segundos. Não vi um rebote que fosse de média distância virar ataque rápido. Voltavam no armador e movimentavam: a bola e os jogadores em uma sinfonia calculada. E com isso gastavam o tempo.
Eu fico pensando de onde vieram esses jovens? E a resposta todos já sabemos: são os chamados prata da casa. Eles foram formados pelos técnicos da base de Franca. E tiveram como espelho os grandes times de Franca da última década. Treinaram sob a batuta de Hélio Rubens. Tiveram Helinho, Rogério, Drudi como exemplo. Márcio como colega de equipe. Viram o quanto esses jogadores trabalham para permanecer no topo.
Agora, são comandados por Lula, que hoje foi ovacionado após o jogo. Merece. Transformou jovens, sob a  orientação de Teichmann e Figueroa em quadra, em protagonistas. Sem Teichmann, souberam fechar o grupo e encarar a força de Bauru.
Entretanto, no quarto período foram quatro atletas formados por Franca - e conduzidos por um maestro em quadra, Figueroa - que assumiram o jogo. Quatro jovens que cresceram entre grandes jogadores e grandes técnicos. Quatro jovens que estão jogando contra dois americanos e jogadores mais velhos e experientes. Franca, mais uma vez, não tem americanos no elenco. Essa gurizada ficou em quadra quase todo o jogo, mais de 80% do tempo de jogo da equipe. Se incluirmos o Romário (21 minutos e 32 segundos), estes seis atletas ficaram 90% do tempo do jogo em quadra. Veja os demais:
  • Cauê, 37 minutos e 29 segundos; 
  • Figueroa, mais de 36 minutos e 48 segundos; 
  • Socas, 20 minutos e 51 segundos; 
  • Lucas Mariano, 33 minutos e 37 segundos; e
  •  Léo Meindl, 34 minutos e 36 segundos.

Enfim, o basquete brasileiro tem uma referência com jovens jogadores. Enfim, podemos ver um grupo jovem chegando ao topo. Não são jovens implorando por dois minutos no time adulto. São protagonistas. E assumem o jogo como tem que ser e reconhecem os erros quando eles ocorrem. Enfim, é um time que tem um forte processo de formação, com ídolos de grande porte e que agora tem novos heróis: forjados em Franca e jogando por Franca. E dizer que outro dia, no carnaval, alguns desses moleques jogavam a final da LDB. Eles não precisam mais da Liga de Desenvolvimento. Vencendo ou perdendo dia 10, em Bauru, fixaram seus nomes e conquistaram seus espaços. Parabéns ao Lula pela coragem de promovê-los.



segunda-feira, 6 de maio de 2013

Lebron MVP, foi merecido?

 Aposto que muitas pessoas ao lerem esse post vão ficar loucos comigo, mas essa é minha opinião e vou argumentá-la e sustentá-la. Nesse ano eu descordei completamente da escolha do MVP da NBA, e a seguir apresentarei os motivos para isso.
  A temporada pra Lebron foi comum, todos os anos o cara joga muito e tem médias altas, é sempre decisivo e competente. Na temporada regular Lebron obteve médias de 26,8 pontos, 8 rebotes e 7,3 assistências, igualando o feito de Bill Russel que conseguiu em um período de cinco campeonatos ser MVP 4 vezes  (1961, 1962, 1963, 1965), foi o único atleta a liderar uma franquia nesses três quesitos, obteve 6 jogos consecutivos com 6 pontos ou mais, além de ser o atleta mais jovem da história a alcançar 20000 pontos. Tudo bem, o cara é chamado de rei e é um dos jogadores mais completos da atualidade, talvez seja o mais completo, mas ainda assim, acredito que a temporada de Carmelo Anthony foi ainda melhor.
   Melo vem de temporadas boas, sempre a sombra de Lebron e Durant, e nessa temporada acho que Melo os superou. Nessa temporada o crade dos Kniks foi o cestinha da NBA, com uma média de 28,7 pontos por jogo, a segunda melhor marca de sua carreira e contribuindo na defesa com 6,9 rebotes por jogo. Além do mais, o cara conseguiu reerguer uma das franquias mais vitoriosas da NBA, que após 13 anos venceu em uma fase dos Playoffs. Ainda assim, não foi o suficiente e como disse antes, Lebron teve uma temporada como outra qualquer, fez o que espera-se que faça, já Melo foi melhor que ele mesmo nos últimos anos e tem conseguido coisas grandes para sua franquia. Não sei o porque ele não conseguiu vencer, mas merecia e para mim, foi o melhor da temporada, o verdadeiro MVP. Talvez toda a mídia em volta de Lebron o tornou o favorito mesmo que não fosse tão merecido, mas isso acontece, agora só resta para Melo tentar ser o MVP das finais e levar os Kniks ao título. 

domingo, 5 de maio de 2013

Incansáveis

   O Chicago Bulls, provou na noite passada que é realmente uma equipe incansável, mesmo sem Deng e Hinrich com problemas médicos, a equipe das cidades dos ventos venceu o jogo 7 contra os Nets. Vou, antes de mais nada, trazer um momento nostalgia aqui, já que mais ou menos nessa situação no ano de 1997 contra o Utah Jazz, Michael Jordan, jogando com 39° de febre e dor de cabeça, recorrentes de um entoxicação alimentar, decidirá o jogo e levará os Bulls a mais um triunfo e praticamente garantir o 5° título da franquia.
   A história de superação e a raça de Jordan pareciam estar em quadra com os Bulls, no jogo 6 mesmo, em um tempo pedido por Thibodeau, Nate Robinson, que jogava com uma forte gripe, acabou vomitando numa lata de lixo que pediu para lhe alcançar. Pensem só a motivação que os caras tinham, jogar com febre ou doente é complicado demais, já joguei doente e nem me mexia direito, mas os caras voavam e brigavam por todas as bolas possíveis. Mas, voltando ao jogo passado, tivemos mais uma aula de defesa do Chicago Bulls, provavelmente a melhor defesa da competição, com superioridade em rebotes defensivos e com uma mão precisa, acertando 92,3% dos lances livres e sendo superior em aproveitamento de 3 pontos (33,3%)  e de quadra (48,8%) a equipe da cidade dos ventos, não ficou atrás do placar em nenhum momento da partida, terminando o primeiro tempo com 17 pontos de vantagem (61 a 44).
   O pior momento dos Bulls foi o terceiro período, onde perderam na parcial por 31 a 21, mas de nada adiantou. O destaque dos Bulls foi novamente Joakim Noah, pra mim um dos melhores pivôs da liga, um cara alto, ágil, inteligente e com a melhor qualidade possível, aguerrido. Noah terminou a partida com 24 pontos, 14 rebotes e 6 tocos, sua melhor marca em Playoffs, além dele, Boozer contribuiu com 17 pontos e 7 rebotes e o cara que aproveitou a chance de ser titular, Bellinelli anotou 24 pontos, mostrando frieza nos lances-livres, já que no último período se errasse algum lance batido poderia ver a vitória escapar por entre os dedos. 
   Os Bulls, ainda bateram uma marca considerável da luga, 80% das equipes da casa no jogo 7 consegue a classificação, mas dessa vez não. Agora nas semifinais os Bulls enfrentam a forte equipe do Miami Heat, mas como torcedor e com a força apresentada eu não descarto a possibilidade de uma série equilibrada e quem sabe com uma vitória dos Bulls. Agora é só acompanhar as partidas da série e torcer. GO BULLS, SEE RED!!

sábado, 4 de maio de 2013

A violência Recorrente de Bauru


Triste a notícia sobre o Jhonatan Luz. Mais triste ainda a decisão do STJD do Basquete. Os atletas de Bauru cometem atos de violência contra seus colegas de profissão quando estes realizam drible e fintas e buscam a emocionante cravada/enterrada/dunk. Os fatos mostram isso. Busquem o jogo de Bauru x Joinville e olhem Maxwell Ribeiro. O atleta de Joinville foi agredido quando partia para a Dunk. O árbitro não deu nem falta antidesportiva no lance. Mas o resultado foi uma fratura no punho, perda dos demais jogos, cirurgia e o atleta ainda esta com o braço engessado. Agora, Jeff Agba agride Jhonathan Luz e tudo foi uma "simples falta antidesportiva". Estamos caminhando bem. Tanto pela postura negligente dos delegados e dos árbitros, como pela tolerância passiva.

Há, no futebol, uma corrente que busca penas para os agressores em igual período ao lesionado. Assim, se o processo de recuperação é de um mês, o agressor fica suspenso por igual período. No caso, Jhonatan - destaque de Franca e do NBB - ficará até seis afastado. Portanto, que o STJD do Basquete cumpra com seu papel de coibir a violência e suspenda Jeff Agba por seis meses e sem que Bauru o dispense, pois a equipe tem que sentir a falta do atleta e ser penalizada no cofre.

Em todo o Brasil os atletas habilidosos ou atleticamente favorecidos são caçados com a conivência da arbitragem. O STJD do basquete deve dar o recado: não aceitaremos que o jogo vigoroso, físico seja substituído por agressões de mal perdedores, por jogadores e clubes desleais, que querem dominar pela brutalidade, desrespeitando o jogo limpo.

Sugiro que leiam o excelente texto de Dante de Rose Junior, Amizade acima de tudo. Nele podemos ler sobre o prazer que o esporte pode proporcionar ao torcedor quando o time vence. Mas como ter prazer se meu time vence de forma desleal e maldosa, prejudicando um atleta adversário? Não venham dizer que foi uma fatalidade. Em dois meses já são duas "fatalidades"...

Abaixo a nota oficial de Franca Basquete.



COMUNICADO SOBRE O ATO DE VIOLÊNCIA CONTRA JHONATAN
A diretoria do VIVO/FRANCA vem manifestar o seu profundo pesar e constrangimento em face da reconsideração, pelo STJD do Basquete, com apoio em tortuoso “parecer” da coordenadora de arbitragem da Liga Nacional de Basquete, da suspensão preventiva que havia sido aplicada ao atleta Jeff Agba pela agressão praticada contra o atleta Jhonatan Luz, no primeiro jogo da série entre Franca e Bauru, que provocou sérias lesões no punho esquerdo do atleta de Franca, o qual deverá ficar afastado das quadras por seis meses ou mais, como já é de domínio público.
Segundo a coordenadora de arbitragem, a agressão de Jeff Agba contra Jhonatan, desequilibrando-o quando estava no ar e causando sua violenta queda ao chão, na chamada “cama de gato”, seria passível de punição com mera falta anti-desportiva.
Quem assistiu ao lance, gravado em transmissão da SPORTV, viu que se tratou de uma agressão intencional, maldosa e perigosa, passível de séria punição, que inicialmente foi reconhecida pelo STJD, antes da lamentável reconsideração. A imagem fala por si.
A Liga Nacional de Basquete e o STJD perderam uma grande oportunidade de homenagear o tão decantado “fair play”. Saiu ganhando a violência, a maldade e o cinismo dos que pregam que vale tudo para conseguir uma vitória, mesmo matar ou aleijar, desde que dentro da quadra de jogo.
O VIVO/FRANCA repudia a violência e lamenta que a LNB e o STJD tenham cedido a pressões cínicas e condenáveis pela impunidade de um ato que envergonha aos amantes do esporte limpo e exemplar.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Fantasma batido

  Agora a pouco os Kiniks conseguiram espantar o temido fantasma da virada, ao vencer de forma dramática a franquia mais vencedora da NBA, os Celtics. Apesar de estar a frente do placar por toda a partida, a equipe dos Kniks sofreu para garantir a vaga nas semifinais, já que viram os Celtics se aproximando no último período, terminando o jogo com uma vantagem de apenas 8 pontos (88 a 80).
  Quem se destacou nessa noite foi um novato bem veterano, do alto de seus 36 anos, Prigioni acertou incriveis 4 de 6 bolas de três, terminando com 14 pontos a partida. Além dele, a estrela da equipe, Melo, terminou o jogo com 21 pontos e Iman Shumpert 17 pontos, completando o trio dos principais pontuadores. Mesmo com a derrota a equipe dos Celtics saem da competição de cabeça erguida, já que perderam Rondo e com ele o cérebro da equipe, e lutaram brutalmente para entregar essa vaga para os Kniks. 
    Na próxima rodada os Kniks enfrentaram a forte equipe de Indiana, com mais uma série que promete ser longa e marcada pela intensa defesa. Nesse domingo começa mais uma batalha.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A arte de se complicar

   Na noite passada, duas equipes da NBA mostraram como se complicar em uma série de Playoffs, os Kniks e os Thunders, conseguiram complicar suas vidas. Para os Kniks é ainda pior, pois após terem quebrado um mando de quadra dos Celtics, abrindo 3 a 0, perderam as últimas duas partidas e podem sofrer a pior virada da história da liga. 
   Jogando mal em casa, e contando com uma atuação irregular de sua estrela (Carmelo Anthony), foram uma presa fácil para os destemidos Celtics, que vem jogando com uma vontade sobre-humana e com muita força.  Em uma noite inspirada e utilizando apenas 2 reservas, os Celtics venceram por 92 a 86, contando com uma dominância do garrafão de KG que pegou 18 rebotes e marcou 16 pontos, além dele, Jeff Green (18 pts, 4 reb e 4 ast), Paul Pierce (16 pts) e Brandon Bass (17 pts e 5 reb) que completaram a pontuação dos titulares. Dos reservas Jason Terry foi o destaque, anotando 17 pontos, convertendo 5 de 9 arremessos de 3 pontos. Inspirados ofensivamente, os Celtics obtiveram 1005 de aproveitamento dos lances livres e 50% dos seus arremessos do perímetro. Agora a vantagem é dos Celtics, que levam o confronto pro TD Garden, e após um final de partida com um princípio de confusão, os nervos estarão a flor da pele durante toda a partida desta sexta-feria.
    No lado oeste, quem mostrou que sabe se complicar foram os Thunders, que encontrava-se como os Kniks, vencendo uma série 3 a 0, agora corre riscos. Tudo bem que os Rockets podem não ser tão fortes como os Celtics, mas temos que ressaltar o desfalque de Russel Westbrook que é muito importante tecnicamente e táticamente. No jogo de ontem nem mesmo os 36 pontos de KD foram suficientes, já que o barba do capeta (James Harden) acertou 10 de 16 bolas arremessadas, sendo 7 de 9 em bolas de 3 pontos. Além dele, Omri Asik fez 21 pontos e pegou 11 rebotes para colaborar com a vitória importantíssima. Agora resta saber se alguma dessas franquias conseguirá vencer e reverter a série, o que seri algo inédito, nas outras vezes que chegou a um 7 a franquia que começava com revés de 3 a 0 perdeu, será que eles farão história?




quarta-feira, 1 de maio de 2013

E agora Curry?

   Na noite passada pude observar que a vontade de vencer se prevalece, independente da qualidade de seu adversário. Ontem, no jogo entre Nuggets e Warrirors, a vantagem era total dos Warrirors, se confirmassem uma vitória, já estariam garantidos nas semifinais do lado Oeste da NBA, porém, a o porém, uma equipe bem montada e com uma raça incrível cruzou o seu caminho. Com muita vontade, cabeça e até um jogo um tanto quanto "feio", devido as chegadas mais fortes fora da bola em Stephen Curry, os Nuggets foram soberanos em toda a partida.
   Desde o primeiro quarto dominaram no placar, abrindo em certo momento uma vantagem de 18 pontos. É bem verdade que em certo ponto, no terceiro período, onde ambas equipes decaíram e muito de produção. Mas a emoção foi guardada para o final, onde a 1 minuto e 17 segundos o jogo tinha uma diferença de apenas 5 pontos para os donos da casa. Em menos de 50 segundos a vantagem subiu para 10 e assim ficou até o final.
   Agora a série retorna para Golden State, que ainda assim, na minha opinião continua com a vantagem. Mas pra isso precisa jogar muito mais, Curry foi muito mal, marcando apenas 15 pontos e o melhor de seu time foi Klay Thompson com 19 pontos e 6 rebotes. Agora resta saber se Curry e os Warriors conseguirão segurar a força física dos Nuggets.