sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Noite de Ben Simmons

Ben Simmons anota sua melhor marca na carreira e da vitória ao Sixers


   Ontem o novato dos Sixers, Ben Simmons teve a melhor noite de sua carreira contra o Bulls em Chicago e foi decisivo para vitória nos segundos finais da partida. 
   O australiano teve uma noite épica, anotou sua melhor marca na carreira com 32 pontos, 11 assistências, 7 rebotes e 72,2% de aproveitamento dos arremessos, comandando a equipe ao lado de Joel Embiid com 30 pontos, 13 rebotes, 5 assistências, 4 tocos e 64,7% de aproveitamento dos arremessos. Depois da dupla, quem mais contribuiu para vitória foi Dario Saric com 13 pontos e 8 rebotes e J.J. Redick com 14 pontos.
   A vitória foi a sexta consecutiva dos Sixers e acabou com uma série de quatro derrotas fora de casa na sequência. Os Sixers abriram uma vantagem de 25 a 7 no primeiro período, até Bob Portis pegar fogo e atingir sua melhor marca na carreira, e as bolas de três do Bulls começarem a cair. A liderança que era de 33 a 29 no primeiro período acabou quando o Bulls anotou 40 pontos no segundo período, levando uma vantagem de 69 a 67 para os vestiários. Nesse período (2°) o Bulls acertou 9 em 12 bolas de três, sendo 4 de 5 de Bob Portis. 
   O último período começou com os Sixers anotando cinco pontados, em seguida Portis anotou seis consecutivos (uma bola de três e uma cesta e falta convertidos), dando ao Bulls a liderança 101 a 100. Faltando pouco mais de quatro minutos, Portis tentou pontuar contra Embiid e aumentar a vantagem para 111-105, mas errou. LaVine anotou uma bola de três faltando 1:02 para final e aumentou para 115 a 110 a vantagem, mas era noite de Ben Simmons.
   Com uma vantagem de 115-114 a 8 segundos do fim a partida parecia decidida, mas Embiid desviou um passe e forçou um erro da equipe de Chicago. Simmons recuperou a bola e sofreu a falta de Denzel Valentine no meio da quadra, convertendo os dois lances-livres e decretando a vitória dos Sixers. Portis também teve o melhor jogo da carreira com 38 pontos vindo do banco e LaVine colaborou com 23 pontos, mas não conseguiram segurar a vitória.
   Ben Simmons tem na temporada 6 triplos-duplos na temporada, empatando-o com Wilt Chamberlain e Billy Cunningham como maiores marcas da história da franquia em uma única temporada.
   Seria Simmons o Novato do Ano?
   
   

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Entrevista com Jumpmanrotation

Bruno F. tem uma coleção com 91 pares de Air Jordan

   Salve galera, pra quem viu todo o All-Star Weekend certamente conferiu a participação do Bruno no ESPN League especial. Ele é colecionador de tênis de basquete, mas não qualquer tênis, apenas de Air Jordans, conferiam a entrevista que fiz com ele.

1. Nome e idade

Bruno F., 31 anos.

2. Quando começou a colecionar tênis de basquete e por quê?

Meu interesse em tênis começou desde criança. A primeira vez que vi tênis que se tornaram sonhos de consumo foi no filme do Space Jam, nas cenas onde aparecem o Jordan 9 e o 11.

3. Como começou sua relação com o basquete e o quanto te influenciou na coleção?

O basquete teve total influência. Desde pequeno eu tinha tabela de basquete em casa, foi o único esporte que me dediquei e sou apaixonado até hoje. E os tênis de basquete acompanharam essa trajetória, lembro que economizava todo centavo quando era moleque para comprar um tênis novo.

4. Quantos pares têm na coleção, e quais os três mais raros?

Tenho 91 pares de Jordan, acredito que os mais raros são o Jordan 1 Fragment, Jordan 1 Banned (2011) e o Jordan 1 que desenhei e mandei fazer em LA com o @theshoesurgeon. 


5. Qual o seu tênis favorito?

Meu favorito é o modelo o Jordan 1, e o que fiz com o @theshoesurgeon é o mais especial pra mim (foto ao lado). Mas tenho uma história legal com o Jordan 13. A primeira vez que tive a oportunidade de comprar qualquer tênis foi em 2013, na Flight Club em NY, entrei na loja, comprei o AJ13 Bred e saí da loja com a sensação de sonho conquistado.




6. Qual seu tênis mais caro e o mais barato? 

O mais caro é o Jordan 1 que fiz em LA, que é um tênis absolutamente “handmade” com materiais muito nobres. O mais barato é a alegria de conseguir pegar um tênis a “retail” (preço de lançamento) e não precisar pegar da mão de reseller. O Jordan mais barato que me recordo de ter pego foi o J1 New Love, que custou 449 reais.

7. Como funciona para comprar tênis de qualidade? Tem algum site preferido pra isso?

Qualquer boa marca tem bons tênis e de qualidade boa. No meu caso que coleciono Jordans, corro para as lojas que recebem os lançamentos, GhettoSneakers, BaliShoes, Verse, Nike, Artwalk, Maze, Guadalupe são algumas delas. Muita coisa boa tem vindo pro Brasil!!! Para modelos mais raros que vão para o mercado de resell minha primeira opção de busca é através do app da @stockX. 

Air Jordan 1, onde tudo começou
8. Procura comprar todos que já foram usados pelo Jordan?

Sim! Ele usou no chicago os modelos do 1 ao 14, tenho todos eles em diversas variações de cores, mas não todas as que ele usou, ainda... rs 

9. Qual seu time favorito da NBA?

Não tenho time favorito, assisto todos os jogos, e torço pelo overtime. Quero ver a maior quantidade de basquete possível!

10. Na sua opinião os tênis fabricados na atualidade são melhores, mais bonitos que os antigos? 

Varia muito, alguns antigos eram melhores, alguns atuais também. Sinceramente não entendo quando um modelo retro é relançado com materiais não tão legais quanto um release anterior. Só consigo entender que há objetivo comercial em manter vivo desejo por outros releases ou expectativa para o próximo. Odeio quando parte da construção de um retro esperado leva algum material sintético, como por exemplo um couro sintético. 

11. Deixe um recado para os nossos leitores.

Gostaria de convidar o pessoal a seguir o insta da minha coleção, instagram.com/JUMPMANROTATION/, lá posto as fotos que faço dos meus tênis. Esse instagram foi a junção de dois hobbies, fotografia+tênis. Agradeço também o convite para falar um pouco dessa loucura toda! Abração!!!!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Heróis do passado: John Williamson

Uma lenda do ensino médio
  Nossa série continua falando dos grandes nomes da NBA e ABA, hoje vamos relembrar a carreira de John Williamson que fez sucesso na ABA e na NBA, foi um dos grandes alas/armadores da história. Tinha apenas um 1,88 m mas sabia como jogar e tinha um jump mortal. Não conhece a fera? Chega mais.
   Williamson começou a jogar basquete no ensino médio na Wilbur Cross High School em New Haven, Connecticut e já mostrava seu potencial na época. Ele ajudou a equipe da escola a chegar a três finais estaduais consecutivas, vencendo as duas primeiras em 1966/67 e 1967/68. Em seu último ano, 1969/70 foi o cestinha do país com 38.7 pontos por jogo, ano em que perderam na semifinal do campeonato estadual. Ainda em seu último ano, Williamson anotou 36 pontos e Hardy 22 quando eles enfrentaram a St. Anthonys Catholic de Washington, que era a n°1 da área metropolitana de DC e TOP 5 do país, vencendo por 74 x 66. O fato engraçado foi que o técnico adversário retirou sua equipe de quadra faltando 2 minutos e meio para o fim da partida, a equipe de Cross era  underdog e os adversários não aceitavam a derrota. Nessa temporada Williamson teve nove jogos consecutivos com 40 ou mais pontos.
Grande nome dos Nets nos anos 70
   Depois de se formar, o ala/armador foi jogar na New México State por dois anos, onde teve médias de 27.2 pontos e 6.3 rebotes por partida. Ganhou o apelido de Super John por conta de seu jump extramente preciso. Sua carreira profissional começou na temporada 1973/74 quando foi selecionado pelo Atlanta Hawks na 96° posição do Draft, mas não ficando na equipe. Assim, ele conseguiu um contratado como agente livre na ABA, com o New York Nets e já chegou voando na liga. Como novato não demorou muito para se tornar um titular da equipe, em sua primeira temporada teve médias de 14.5 pontos, 3.2 assistências e 2.8 rebotes com 49,1% de aproveitamento de seus arremessos. Os Nets melhoraram muito quando ele tornou-se titular, tanto que foram campeões da ABA e Williamson teve médias de 11.9 pontos, 3.3 rebotes e 2.9 assistências por partida.
   Obviamente ele foi selecionado para a Primeira Equipe de Novatos, se manteve como um grande atleta sempre melhorando suas médias. Na sua terceira temporada com a equipe conquistou seu segundo título, sendo fundamental para a vitória da série. No jogo 6 ele anotou 28 pontos, sendo 16 deles no último período e junto com Doctor J. que anotou 31, conseguiram tirar uma diferença de 22 pontos e sagrarem-se campeões da ABA novamente. Em sua quarta temporada teve médias de 23.7 pontos, 3 rebotes e 2.9 assistências, as melhores de sua carreira, sendo trocado para os Pacers no meio da temporada e retornando para os Nets.
   Ele jogou suas duas últimas temporadas com o Washington Bullets e apesar de ter apenas 29 anos, nunca mais conseguiu retornar a NBA por questões contratuais e dificuldades de manter-se em forma para jogar. Em 1982 ele jogou na CBA pelo Las Vegas Silver como tentativa de voltar a NBA, mas nunca recebeu uma proposta. 
   Williamson é detentor de vários recordes dos Nets, como por exemplo o maior número de lances-livres tentados em um jogo (24), terminou sua carreira com médias de 17.5 pontos, 2.8 assistências e 2.5 rebotes, sendo 2 X Campeão da ABA e teve o seu número 23 aposentado pela franquia (atual Brooklyn Nets).


   

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Com muita moral

Embiid será dominante na NBA

   Joel Embiid está com tudo na liga, nessa temporada ele participou dos três dias de eventos do All-Star Weekend e ainda foi elogiado por Kevin Durant. Para o ala do Golden State Warriors, o pivô do Sixers está pronto para dominar a liga nos próximos anos.
   "Ele pode arremessar de três. Pode driblar. Ele desenvolveu suas habilidades ao longo do tempo, e ele continua fazendo isso. Ele é um grande jogador. ele é definitivamente um cara que você respeita e vai dominar a liga antes de eu sair". - disse KD em entrevista ontem depois do treino do All-Star Game. 
   Em sua segunda temporada na NBA, Embiid se consolidou como um dos melhores atletas two-way dá liga. Na temporada passada o atleta jogou apenas 31 partidas, devido a uma lesão no joelho e uma cirurgia de menisco, nesse ano em seu primeiro All-Star está com médias de 23.7 pontos, 11.1 rebotes, 3.1 assistências e 1.8 tocos por jogo.
   O site Basketball Reference trás médias incríveis, o pivô é um dos únicos três atletas da liga com pelo menos 20 pontos, 10 rebotes, 3 bolas de três e 1 toco por noite. Os outros dois são Antetokounmpo e Cousins. Não é atoa que o jovem de apenas 23 anos é comentado por todos na liga, Lebron James também rasgou elogios ao atleta.
   "Ele é bom. Ele é muito bom. Muito talentoso. Multidimensional, pode arremessar de fora, consegue infiltrar no garrafão, tem bom trabalho de pés, consegue fazer fakes, joga com muita energia e ele é divertido. Ele é muito engraçado. Um cara muito engraçado".
   Na noite de hoje The Process jogará ao lado de Curry, contra Lebron e Durant que tanto lhe elogiaram. Será que o pivô vai dominar o jogo de hoje?

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Meu All Star Game favorito

O último All-Star Game de Michael Jordan

   Enquanto rola esse jogo ruim das celebridades abrindo o All Star Weekend, resolvi escrever sobre o meu jogo favorito do All Star Game. Alguns dos leitores não devem ter visto essa partida, mas devem fazer isso, vale muito a pena é só procurar no youtube.
   Bem, meu jogo favorito foi o All Star Game de 2003, o último jogo que Jordan faria em sua carreira e na época os duelos eram sempre fortes e disputados entre as duas equipes. Muitas coisas boas aconteceram nesse jogo, foi o primeiro da história a ser transmitido pela televisão a cabo pela TNT, foi disputado em Atlanta e foi o 52° jogo das estrelas.
   Yao Ming foi o primeiro novato em oito anos a ser eleito All-Star, obviamente que o povo chinês ajudou muito pra isso, foi a primeira vez na carreira de Isiah Thomas (como técnico) foi selecionado para a partida. Foi também a primeira vez na história que a liga liberou a votação em três idiomas, inglês, português e chinês. Os titulares foram eleitos por votação, sendo dois armadores, dois alas e um pivô e os reservas por votação dos treinadores da liga. Se alguém se machucasse um substituto era escolhido pelo comissário.
   Outro fato muito importante, se não fosse por Vince Carter, Jordan não teria participado dessa partida. O ala do Toronto Raptors na época foi o terceiro jogador mais votado do lado leste, mas abriu mão de participar da partida como titular para que Jordan fosse fazer sua despedida (obrigado Vinsanity). O jogador mais votado parra esse All-Star foi Kobe com 1.474.386 votos, depois Yao Ming que foi o primeiro novato titular desde Grant Hill em 1995. Pelo lado leste o mais votado foi T-Mac com 1.316.297.
   Por que esse é meu jogo favorito? Além de belas jogadas, enterradas, tocos e tudo mais, teve um famoso fadeway de Michael Jordan para dar ao Leste a vantagem a 3 segundos do fim da prorrogação. No lance seguinte Jermaine O'Neal fez falta em Kobe lhe permitindo dois lances-livres para empatar o jogo. No segundo tempo extra, fato que ocorreu pela primeira vez na história, Garnett dominou e decidiu o jogo.
    No lado Oeste Kevin Garnett anotou 37 pontos, 9 rebotes e 5 roubos de bola, Kobe anotou 22 pontos, pegou 7 rebotes e deu 6 assistências. Pelo lado Leste Iverson anotou 35 pontos, deu 7 assistências e pegou 5 rebotes, Jordan fez 20 pontos e pegou 5 rebotes e T-Mac anotou 29 pontos e pegou 5 rebotes. Somente um atleta foi substituído, Chris Webber foi trocado por Peja Stojakovich por conta de uma lesão.
   O MVP foi Kevin Garnett, mas o mais emocionante foi Jordan se despedir do All-Star Game com uma boa atuação, sou muito sortudo de ter acompanhado a carreira de MJ. Esse é o meu jogo favorito com toda certeza. Jordan foi homenageado no intervalo com Mariah Carey cantando a música Hero, usando um vestido com a estampa da camisa de MJ no Wizards enquanto passava um vídeo com grandes lances de sua carreira. Jordan foi ovacionado de pé por todos no ginásio e fez um discurso agradecendo sua família, ex-companheiros, adversários e fãs por tudo que conquistou na carreira e disse que poderia ir pra casa em paz com o basquete.
   Qual seu All-Star favorito?

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Heróis do passado: Wendell Ladner

Campeão com os Nets
   Continuado com nossa série, hoje vamos relembrar a carreira de sucesso que foi encurtada por circunstâncias do destino. Iremos falar sobre Wendell Ladner, jogador que brilhava pelas quadras da ABA e que foi inspiração para um personagem de filme, teve sua carreira interrompida aos 26 anos em um acidente de avião. Não conhece? Vêm conferir.
   Ladner começou a jogar basquete por Hancock North Central High School em Kiln no Mississippi. De lá foi jogar basquete universitário na Universidade do Sul do Mississippi, antes de ir para a ABA em 1970. Ele entrou na liga sem ter sido selecionado no Draft, mesmo assim foi selecionado para o All-Rookie Primeiro Time com médias de 17 pontos, 11.4 rebotes e 2.1 assistências, provando ser uma ala de potencial atuando pelo Memphis Pros.
Um dos grandes defensores da época
   O ala jogou por cinco equipes diferentes, Memphis Pros, Carolina Cougars, Memphis Tams, Kentucky Colonels e New York Nets. Com 1,96m e 100 quilos, foi um dos grandes responsáveis pelo reforço do garrafão na liga, um ala forte e um dos pioneiros fazendo esse papel ao lado de Dan Issel em Kentucky e depois com Doctor J. nos Nets. 
   Foi duas vezes All-Star, foi ainda campeão da NBA em 1973/74 com o New York Nets, onde teve médias de 8.2 pontos e 5 rebotes por partida. Com um grande potencial, era muito bom defensor e um dos grandes reboteiros da época, mas teve sua carreira encurtada. Após oito temporadas na ABA, Ladner faleceu em um acidente de avião em 1975, só sendo identificado por usar seu anel de campeão da ABA. 
   Os Nets nunca aposentaram formalmente seu número (#4), porém por anos o número ficou inelegível. Apenas Rick Mahorn utilizou em sua passagem pela franquia, em respeito ao atleta o técnico Fritz Massmann não permitiu que nenhum atleta o utilizasse por 17 anos. Atualmente Jahlil Okafor joga com o número que foi de Ladner.

   O ala teve a carreira encerrada tragicamente, manteve médias de 11.6 pontos, 8.3 rebotes e 2.1 assistências por jogo e poderia ter sido ainda melhor. Doctor J. disse que Ladner foi seu companheiro mais engraçado, disse certa vez que o colega queria ser o Burt Reynolds com uma bola de basquete. Anos mais tarde no filme Semi-Pro, comédia sobre o basquete nos anos 70 retrata Will Ferrell utiliza-se desse esteriótipo para seu filem. 


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Olho neles

Zion Williamson foi disputado por 29 universidades

   Fala galera, hoje trago no texto o TOP 3 do ensino médio dos EUA, jovens que entraram na NCAA na próxima temporada. Acredito que algum deles vocês já devem ter visto em vídeos que rolam pelo Youtube, especialmente Zion Williamson que é o fenômeno dessa classe de 2018.
  O melhor calouro dos mocks que rolam pela internet, mas tomando como base o da ESPN é R.J. Barrett, da Monteverde Academy. Um ala/armador de 2,01 m e 91 Kg, nascido em Ontário no Canadá, foi MVP do Jordan Brand Classic (2016) e do Mundial de Basquete Sub-19 (2017). Na temporada 2017/18 teve médias de 50,4% de aproveitamento dos arremessos, 34,4% das bolas de três e 64,8% do lance-livre, 27.2 pontos, 8.1 rebotes, 3.8 assistências, 1.2 roubos de bola e apenas 1.5 erros. Barrett mostrou ser um jogador que sabe proteger a bola, com muita qualidade na finalização, mas que precisa melhorar seus arremessos de três pontos e os lances-livres. 
   Possuí como pontos fortes: sua envergadura, excelente em transições com passadas longas, busca o contato, possuí um raro nível de confiança para sua idade, excelente passador quando acionado, bom trabalho de pés, grande potencial defensivo para sua estatura, chutador, potencial playmaker, consegue criar seu próprio arremesso. Seus pontos fracos são: pernas pouco flexionadas na defesa, não faz muita força nas trocas de direção, não atingiu seu potencial explosivo, depende de sua estatura e capacidade de finalização mais do que de sua explosão para pontuar, diminuiu sua explosão, passa em momentos errados, lance-livres. 
   O jovem já assinou com a Universidade de Duke, depois de receber proposta de 13 universidades.
   O segundo colocado nos mocks é Zion Williamson, jogador da Spatanburg Day apesar de não ser o primeiro do ranking é disparado o atleta mais cobiçado dessa classe. O jovem ala/pivô tem 17 anos, 2,01 m e 123 Kg, foi All-American na temporada de 2018, com médias de 31.6 pontos, 11.3 rebotes, 2.9 assistências, 2.9 roubos de bola e 2.9 tocos por partida. Sua explosão e atleticismo são simplesmente absurdos para um jovem de sua idade, o grande diferencial de seu estilo de jogo.
   Seus pontos fortes são: envergadura, explosão, velocidade e agilidade, controle corporal, habilidoso, sabe criar seu arremesso, tem bom trabalho de pés. Fraquezas: força os arremessos principalmente saindo do drible, imenso potencial para marcação pois sabe ler o jogo mas não demonstra vontade de fazê-lo, não é bom passador, procura sempre pontuar e tenta driblar com sua mão dominante sempre que possível. Apesar de ser um pouco baixo para sua posição, compensa com sua força e explosão. 
   Williamson é considerado por muitos como melhor atleta dessa classe, sua capacidade de sair do chão é absurda, por conta disso recebeu proposta de 29 universidades, optando por Duke a pouco mais de uma semana.
   Na terceira posição dessa lista está Cameron Reddish, um ala de 2,01 m e 18 anos, jogador de Westtown School, que jogou pela seleção americana Sub-19 no campeonato mundial de basquete. O jovem teve médias de 23.8 pontos, 7.6 rebotes, 3.1 assistências e 1.5 roubos de bola por partida, chama a atenção desde seus 16 anos em training camps. Seus pontos fortes são: sua envergadura e porte físico (comparáveis a Michael Kidd-Gilchrist e Harrison Barnes), atleticismo, velocidade na troca de direção e movimentos. Como pontos fracos: não sabe utilizar bem seu tamanho e porte físico, parece evitar o contato próximo a cesta, não consegue se posicionar bem na quadra, muitas vezes ficando escondido. 
   Recebeu propostas de 5 universidades e optou por Duke.
   O Coach K está bem servido pra próxima temporada ou não?