segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Sempre pode piorar

Eric Gordon fala sobre a situação de Houston

   Sabe aquela celebre frase: "nada é tão ruim que não possa piorar"? Pois ela nunca fez tanto sentido como para o Houston Rockets nessa temporada, de um grande contender, chegando a final de conferência no ano passado e hoje sendo a segunda pior equipe do lado oeste com 11 vitórias e 14 derrotas.
   Pra quem achava que o problema da franquia era o Carmelo, algo muito errado ainda está rolando lá pro lado de Houston. Definitivamente os Rockets não são o esperado, a equipe que chegou as finais de conferência e vendeu caro a série para os Warriors, parece estar perdida nesse começo de temporada e ainda não se ajustou.
   Embora isso tenha muito a ver com a organização geral da equipe, alguns jogadores individualmente, estão sofrendo. Eric Gordon, um ala que faz tudo, teve uma queda significativa em todas as suas estatísticas, a mais discrepante foi nas bolas de 3 pontos que diminuiu 5%. Mesmo quando Gordon joga bem, as vitórias não aparecem.
   Muito se fala das estrelas da equipe lutando muito na quadra, mas faltando ajuda vinda do banco. Prova disso são as boas atuações de Gordon que mesmo assim não se refletem em vitórias, o atleta comentou que não está sendo divertida a temporada e que os atletas do banco não estão sendo utilizados corretamente:
   "Eu apenas não estou me divertindo cara. Apenas não. Isso é uma merda, até mesmo quando tenho jogos bons. Nós não estamos usando alguns caras do jeito certo. Nós vamos fazer os sacrifícios certos? Nós temos a atitude correta? O ano passado foi o melhor ano que já tive em uma equipe. Nós apenas nunca tivemos um momento ruim. Quando tínhamos um jogo ruim como equipe, apenas sabíamos que no próximo jogos iríamos derrotar alguém. Não importava quem fosse".
   A equipe do Texas está com um recorde 11-14, o segundo pior da Conferência Oeste. A temporada apenas começou, têm muito tempo pra se recuperar, mas a menos que consigam trazer um jogador impactante ou resolver os problemas da equipe, eles vão terminar o ano lutando por uma vaga nos Playoffs ou perdendo a pós temporada totalmente.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

John Wall em Nova Iorque

John Wall cobiçado pelos Knicks


   O New York Knicks está supostamente disposto a levar John Wall para a Big Apple. De acordo com Marc Berman, do New York Post, os Knicks estão "estocando" seus jovens ativos e poderiam tentar negociá-los em uma troca por Wall caso ele esteja elegível.
   Berman relatou que a troca envolveria três equipes, e o Knicks trocariam Frank Ntilikina, Damyean Dotson e Courtney Lee, e uma escolha de primeira e segunda rodada de 2020. 
   Os Wizards estão 4-2 no momento desde o começo de temporada com um recorde 6-12, provavelmente diminuindo o desejo de explodir com o elenco. Adrian Wojnarowski disse que os Wizards pararam de ver Wall e Beal como intocáveis e passaram a ouvir propostas pelos atletas. Os boatos de troca começaram a diminuir a medida em que a franquia começou a sair do buraco nas últimas duas semanas. Wall ainda não está jogando o seu melhor basquete, pelo menos não que faça jus ao seu salário de US$ 42 milhões por ano, pelas próximas quatro temporadas, mas a franquia está claramente investindo em uma reviravolta.
   Enquanto isso, os Knicks vivem a situação oposta, Porzingis pode perder toda a temporada se recuperando da ruptura do ligamento cruzado anterior, e Kevin Knox mostrou aluns flashes promissores enquanto esteve em quadra. Muito se espera da franquia da Big Apple na agência livre, o que poderia descartar John Wall. Wall terá um limite de US$ 37,8 milhões para 2019/2020, o que tiraria Knicks da briga pelo tão cobiçado Kevin Durant. 
   Para os Knicks a chegada de Durant seria um novo ânimo para a equipe, mas John Wall poderia ser a porta de entrada de outros bons nomes. 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Já vai tarde

Hoiberg é demitido e já vai tarde 

   Finalmente o tempo de Fred Hoiberg como treinador do Bulls chegou ao fim. Depois de três temporadas deprimentes, o Bulls finalmente demitiu o treinador que nunca conseguiu fazer um bom trabalho com a franquia.
   Em um comunicado o vice-presidente executivo de operações, John Paxson disse: "Decisões como essa nunca são fáceis de fazer, no entanto, senti que esta era a escolha certa para nossa organização neste momento. Após uma avaliação completa, decidi fazer essa movimentação pensando no desenvolvimento de nossa equipe. Como uma equipe, acredito que é imperativo que demos passos firmes na direção certa e construamos os hábitos corretos para colocar nossos jogadores na melhor posição para evoluir, não apenas agora, mas no futuro. Quero agradecer a Fred por sua dedicação e esforço, bem como pelo seu compromisso duradouro com a equipe".
   Jim Boylen foi efetivado então como novo treinador principal dos Bulls. K.C. Johnson do Chicago Tribune disse que Hoiberg foi pego de surpresa com a demissão, ele chegou nas instalações pronto para o treinamento nessa segunda-feira. O repórter informou também que Hoiberg pretende continuar atuando como treinador e que não quer sair da NBA, lembrando que o mesmo trabalhoiu em Iowa State da NCAA.
   A chegada de Hoiberg foi a promessa de um ataque mais rápido e moderno, algo que não aconteceu com o comando de Tom Thibodeau. O Bulls não evoluiu sobre o comando de Hoiberg, na temporada 2015/16 tiveram a campanha de 2-40, no ano seguinte 41-41, foi aos Playoffs e perdeu na primeira rodada para o Boston Celtics. 
   Pra deixar mais difícil ainda o trabalho, o Bulls entrou em um processo de renovação na temporada 2017/18, mandando embora Jimmy Butler para os Woles e recebendo joves promessas como Zach LaVine, Kris Dunn e selecionando Lauri Markannen. Com essa nova proposta a temporada terminou 27-55, mas demonstrou potencial em dezembro quando teve 10 vitórias e 6 derrotas. 
   Hoiberg esperava um elenco saudável, mas em seus primeiros 23 jogos não contou com Markannen e têm um recorde de 5-19. O Bulls novamente vai encarar uma temporada de muita luta, tentando encaixar o jogo em torno de LaVine, Dunn e Markannen, enquanto segue com esperanças de chegar a pós-temporada.

terça-feira, 27 de novembro de 2018

Jimmer Fredette quer nova chance

Jimmer Fredette é um astro na China, será que merece outra chance na NBA?

   Já faz dois anos que Jimmer Fredette jogou pela última vez na NBA. Desde então, o armador conquistou seu espaço na liga chinesa, onde teve médias de 37.4 pontos por jogo com o Shanguai Sharks e ganhou o prêmio de MVP internacional no ano passado.
   Enquanto o atleta têm muito sucesso no exterior, o ex-astro da BYU tem alguns negócios inacabados na NBA. Fredette disse a Bryan Kalbrosky, da HoopsHype: "Depois que essa temporada acabar, eu quero outra chance na NBA. Desta vez eu vou conseguir. Me sinto muito bem sobre como estou jogando. Sei que, se tiver uma chance, vou tirar proveito disso, ser bem sucedido e ajudar um time a vencer. Estou animado com o que o futuro reserva. Eu termino meu contrato na China, mas depois disso, vou ver o que têm por aí e tentar entrar em alguma lista de pós-temporada da NBA".
   Sobre sua carreira na NBA, Fredette disse que era mais "passivo" do que deveria ser em alguns momentos. Ele acredita que, se tiver outra chance, será mais assertivo todas as noites, o que vai mudar sua forma de jogar. Ele acredita que pode ajudar os jovens a evoluir, que se encaixa muito bem no vestiário e quer ser parte de uma cultura vencedora. 
   Agora aos 29 anos, acredita que jogar longe da NBA foi a melhor coisa que fez na sua vida. Amadurecendo como pessoa, e pra ele, um jogador dominante com bola, melhorou seu jogo na defesa e no ataque sem bola. Fredette melhor seu arremesso, tornando-o mais rápido, melhorou seu arremesso catch and shoot, melhorou seu footwork, arremessa com facilidade saindo de cortas luzes. 
   Jimmer Fredette foi uma escolha de primeira rodada em 2011 pelo Bucks, saindo de BYU com status de estrela e médias de 18.7 pontos e 3.7 assistências por jogo. Sendo que em sua última temporada teve médias de 28.9 pontos e 4.3 assistências, dando indícios de que seria uma estrela, mas que nunca vingou.
   Será que ele merece outra chance?
   

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Presente de Natal?

Cousins perto de seu retorno na NBA

   Uma boa notícia para os fãs dos Warriors, na verdade um presentão de Natal. Hoje, Logan Murdock do Mercury News, trouxe a notícia de que DeMarcus Cousins, pivô do Golden State Warriors espera voltar as quadras depois do natal.
   De acordo com Murdock, o pivô queria fazer sua estreia com Warriors durante uma série de cinco jogos fora de casa, que começa na próxima quinta-feira (29) e vai até o dia 7 de dezembro. Murdock disse: "Houveram contratempos em sua recuperação e a decisão de empurrar sua data de estreia foi feita para que Cousins possa recuperar seu condicionamento e entrar na equipe na melhor forma. Espera-se que ele seja reavaliado amanhã, segundo fontes dos Warriors".
   Cousins ainda se recupera de uma ruptura no tendão de Aquiles sofrida em janeiro. O fato de perder uma grande parte da temporada 2018/19 já era conhecida quando ele assinou com os Warriors. Zach Lowe da ESPN, relatou em julho que havia alguma crença de que Cousins poderia voltar em no final de novembro, começo de dezembro, mas que "não seria um choque se ele não aparecesse em um jogo real até o natal".
   Para o Warriors a situação está sobre controle, eles têm um jogador 4x All-Star no banco e nem precisam se preocupar com a demora na recuperação, são os atuais bicampeões, defendendo o título e com um elenco recheado de estrelas. Acreditando que Cousins esteja de volta antes do ano novo, Steve Kerr terá tempo de sobra para adaptar suas rotações e estratégias antes dos Plaoffs de 2019. Cousins ainda terá mais de metade da temporada para provar que ainda é um dos pivôs mais dominantes da liga, lembrando que ele é agente livre para a temporada 2019/20.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Noah perto de Memphis

Pivô pode jogar em Memphis nessa temporada

  Um dos meus atletas favoritos da NBA, Joakim Noah, está muito perto de assinar um contrato com o Mephis Grizzlies, de acordo com Marc Stein do New York Times. Segundo o reporter ambas as partes teriam interesse na negociação e já estariam em conversas bem adiantadas.
   Noah ainda não atuou em 2018/19 desde que foi dispensado pelos Knicks em outubro, ele ainda tinha duas temporadas restantes no seu contrato de quatro anos e US$ 72 milhões de dólares. A franquia de New York optou por usar a provisão de extensão para cortar gastos no CAP.
   Ainda assim, Noah é um dos grandes defensores da liga e pode ajudar como um bom backup para Marc Gasol, tornando assim a segunda unidade mais forte defensivamente. Vamos ficar de olho nessa negociação!

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Ainda no comando

Até quando essa dupla trabalhará junta?

   A pressão já começou a tomar conta do vestiário dos Lakers, após uma reunião tensa como Magic Johnson disse, Luke continua como treinador da franquia. De acordo com Wojnarowski e Dave McMenamin da ESPN, Magic comentou que o cargo não estava ameaçado.
   Para o Los Angeles Times, em entrevista para Tania Ganguli, Bill Plaschke e Brad Turner, Magic afirmou que Luke Walton terminará a temporada com os Lakers. O dirigente falou: "Eu disse isso, Luke aceitou e estamos todos bem. Ele vai terminar a temporada, a menos que algo drástico aconteça, o que não acontecerá".
   No começo da semana as notícias demonstravam que o emprego de Luke parecia ameaçado, e que a avaliação de Magic sobre a equipe de treinadores demonstrou haver pressões intensas e imediatas para que Walton torna-se a franquia vencedora novamente em pouco tempo. Essa reunião com um tom "agressivo", teria circulado pelos ouvidos de todos na organização, inclusive da proprietária principal, Jeanie Buss. 
   Com um começo de temporada de 4-6, nada espetacular, muito menos bom para o atual elenco, o Lakers vem de derrota e Lebron ainda mostra apoio a  Walton. Na vitória contra o Trail Blazers, Lebron disse para Ohm Youngmisuk da ESPN.com: "Quero dizer é ótimo vencer, ponto final. Escuta, a equipe técnica nos colocou em posição de ganhar, cabe a nós ir para quadra e executar. Luke pode se importar menos com o que acontece lá fora, nós podemos também. Sou a última pessoa ake não é fácil, além de ter de desenvolver jovens talentos como Ingram, Kuzma, Hart e Lonzo, precisa incorporar um bom fluxo de veteranos (Rondo, Lebron, Lance, McGee e Beasley). E mais, esse grupo ainda precisa provar que vai funcionar sem bons arremessadores ao redor do Lebron. Além disso, as expectativas são altas para a equipe, vamos ver quanto tempo Walton vai durar, será que chega ao final dessa temporada?