quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Muito bem acompanhado

   

   Sabe a história de que uma imagem vale mais que mil palavras? Pois então, essa foto é bem isso, o novato sensação, Ben Simmons, treinou hoje com Lebron James e Dwayne Wade, ta com moral o aspirante a astro da NBA.
   Seus colegas novatos da classe 2016/17 podem não ter ficado impressionados com ele, mas sem dúvida o melhor jogador de basquete do mundo vê claramente qualidades para ser herdeiro de seu trono.
   O grupo que treinou junto nessa quarta-feira de manhã era composto por Wade, Lebron, Simmons, Richard Jefferson e Jordan McCrae. Simmons e Lebron são representados por Rich Paul, e já mantem uma relação estreita a um bom tempo, como havia falado em uma postagem (http://maisbasquete.blogspot.com.br/search?q=ben+simmons), eles mantêm uma relação de irmão mais velho, se falando regularmente a algum tempo.
   Simmons tem tudo para ser o sucessor de Lebron, e mais, ele é um pouco mais alto (2,08 contra 2,03), o que poe lhe tornar ainda mais imponente nas quadras. Vamos apreciar a história ser feita!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Eu nunca pedi para ser trocado


   Foi o que disse Sergie Ibaka sobre a sua troca para o Orlando Magic. O ala/pivô de 26 anos nativo do Congo estava jantando em Paris no dia 23 de Junho, quando seu telefone começou a bombar com mensagens sobre rumores de troca. Ibaka convencido de que não passavam de meros boatos, desligou o telefone para o resto da noite.
   No dia seguinte ele ouviu de seu gerente que a especulação era verdade, ele não estava mais nos planos do Thunder. Alguns rumores surgiram, dizendo que Ibaka não estava contente com seu papel reduzido no ataque e que planejava sua saída quando tivesse uma oportunidade, mas ele nega.
   "Eu nunca pedi para ser negociado, mesmo havendo um monte de conjecturas da mídia dizendo que estava infeliz com o meu papel. Eu deixei meu agente com o lado comercial das coisas. Eu apenas me concentro no basquete. Não sou o tipo de cara que vou pedir por uma troca, e eu teria sido feliz ficando no Thunder. Jogar na NBA era meu sonho, eu ficaria feliz de jogar em qualquer lugar". - disse Ibaka ao Sl.com.
   O ala de 2,08 m agradeceu aos fãs apaixonados em Oklahoma City, onde jogou suas primeiras sete temporadas na NBA. Mas expressou tristeza por não ter sido capaz de ganhar um título, apesar de ter um elenco que contava com Kevin Durant, Russell Westbrook e James Harden. "Estou decepcionado que nosso grupo nunca foi capaz de trazer a cidade um campeonato, mas eu tive alguns bons momentos lá, e tantos momentos que nunca vou esquecer".
   O Thunder fez várias boas campanhas nos Playoffs em seu pouco tempo de existência, e ficaram a três vitórias de conquistar o troféu Larry O'Brien em 2012. Deixando tudo isso para trás, Ibaka está ansioso para o seu novo começo na Costa Leste. 
   "Me sinto como um novato novamente. Estou emocionado de estar em Orlando. Eu sei que pode parecer loucura para algumas pessoas, que estou animado de ir de um candidato ao título, o Thunder, para uma equipe em reconstrução ... mas jogar agora para Frank Vogel, um técnico que prima pela defesa, é muito emocionante para mim. Temos um núcleo de jogadores com vontade, jovens, atléticos, que vai ser muito divertido. Nós somos old school, equipe smashmouth, e não posso esperar para vestir um uniforme do Magic n noite de abertura."
   Ibaka planeja capitalizar essa oportunidade e retornar a equipe All-Defensive, já que ficou fora das competições por dois meses. Suas médias foram de 12.6 pontos, 6.8 rebotes e 1.9 tocos, um grande nome do basquete.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Heróis do passado: Hal Greer

Sucesso na Universidade
   Hoje iremos relembrar a carreira de Hal Greer, um dos grandes nomes da NBA na década de 60. Jogador de grande sucesso no Philadelphia 76ers, foi parte de um dos melhores times da história da NBA e é dono de marcas históricas, venham conhecer mais sobre essa lenda do basquete.
   Nascido em Huntington, West Virginia, participou de Douglas Junior e Senior High School, em sua cidade natal. Depois, na universidade, jogou por Marshall onde teve três anos expressivos de 1955 a 1958, sempre em evolução. Nas suas três temporadas teve médias de 19.4 pontos e 10.8 rebotes, sendo o segundo quesito bem expressivo quando se trata de um armador, ala/armador.
   Suas habilidades chamaram a atenção do Syracuse Nationals, que lhe escolheram na 13° posição, na segunda rodada. Aos 22 anos, na sua primeira temporada teve números razoáveis, com médias de 11.1 pontos, 2.9 rebotes e 1.5 assistências nas 68 partidas que disputou. Como esperado, o seu potencial foi sendo lapidado e a sua evolução foi cada vez maior, em sua terceira temporada já tinha médias de 22.8 pontos, 7.4 rebotes e 4.4 assistências.
História no Sixers
   Em 1963, a franquia mudou-se para a Philadelphia e Hal Greer foi junto. Ficou ainda mais conhecido por compor um elenco com Wilt Chamberlain, para a temporada 1966/67, quando foram campeões da NBA e destronaram o Boston Celtics que já vencerá a liga oito vezes consecutivas. Nessa temporada, nos Playoffs teve a melhor média da carreira em pontos, 27.7 por jogo, e 5.3 assistências e 5.9 rebotes por partida, contribuindo muito para o título. 
   Uma peculiaridade chamava atenção em seu jogo, a maneira como realizava os lances-livres, com um pequeno salto no ato do arremesso. Ainda assim, sempre foi muito eficiente, encerrando a carreira com 80,1% de aproveitamento. Ele é considerado o terceiro melhor armador da década de 60, atrás apenas de Oscar Robertson e Jerry West, seu ex-colega de West Virginia.
Um dos melhores armadores de sua geração
   Greer participou de 10 All-Star Games consecutivos, e foi MVP em 1968, quando anotou 21 pontos e acertou todos os 8 arremessos que tentou, anotando o recorde de 19 pontos em um período. Ele se aposentou do basquete em 1973, jogando por uma única franquia 15 temporadas, terminou a carreira com 19.2 pontos, 5 rebotes e 4 assistências por jogo de média, 1 x Campeão da NBA, Líder de pontos da história dos Sixers, têm o número 15 aposentado pelo Sixers, número 16 aposentado pela Universidade de Marshall, primeiro negro atleta de Marshall, eleito como um dos 50 melhores jogadores da história da NBA, possuí um trecho de estrada em Hutington, West Virginia, batizada com o seu nome a Hal Grerr Boulevard, membro do Hall da Fama do Basquete, Hall da Fama da Universidade Marshall, único atleta afro-americano em um Hall da Fama de esportes de West Virginia.
   Todos os feitos de Greer só coroam a excelente trajetória como atleta, fica aqui a nossa singela homenagem.


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Nem Kobe, nem Duncan, muito menos Jordan


   A quantidade de anéis que se ganha determina o tamanho do seu legado esportivo, campeonatos são o que dão força para um atleta e sua história, um critério-chave na classificação para ser um dos melhores história.
   Atualmente, quem escreveu um ponto a mais em seu legado foi Lebron James, que venceu o seu terceiro título da NBA, levando os Cavs a uma virada de 4 a 3 para bater os históricos Warriors do 73-9. Ele oficialmente está correndo atrás de Miachel Jordan, o maior ícone do basquete e que Lebron disse estar perseguindo.
   Charles Barkley, amigo próximo de Michael Jordan e atualmente um comentarista da TNT, acredita que o King nem sequer passou ainda as lendas recém aposentadas, Kobe Bryant e Tim Duncan, muito menos chegou perto do GOAT. "O único problema que tenho com isso, não sei como ele vai passar Kobe Bryant e Tim Duncan"- disse Barkley hoje pela manhã a Howard Eskin no 94WIP Morning Show, quando perguntado sobre o desejo de Lebron em alcançar Jordan.
   Barkley acrescentou que seu top cinco pessoal seria Jordan, Oscar Robertson, Bill Russell, Wilt CHamberlain e Kareem Abdul-Jabbar, nunca vai mudar, com Kobe e Duncan em sexto e sétimo respectivamente. Lebron, que é o oitavo da lista, precisaria ganhar o troféu Larry O'Brien mais algumas vezes para atingir o nível de Duncan e Kobe.
   "Agora, se ele conseguir mais dois campeonatos, sim ele está nessa conversa, mas isso é um longo caminho a percorrer", disse Barkley. O Round Mound of Rebound, claramente intitulou a sua opinião. Lebron têm tudo para aumentar a sua galeria de títulos da NBA, de MVP da temporada e das finais e continuar subindo ainda mais na trajetória aos melhores de todos os tempos. 
   Particularmente, acho que Lebron vai chegar entre os cinco melhores da história, com o nível de basquete que joga e a dedicação que possuí deve conseguir. Tomara que possamos presenciar a história sendo feita, assim como foi com Kobe.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Relação estremecida

Dupla em conflito

   A coisa tá feia pro lado de Washington, as duas estrelas da franquia pareciam estar com a relação estremecida, mas a situação é pior do que o imaginado. De acordo com um agente da NBA, em entrevista a The Ringer's Kevin O'Connor: "Tudo o que é público, multiplique por cinco e é assim que eles sentem-se realmente com relação ao outro".
   A dupla, Wall e Beal, é considerada como uma combinação defensiva de elite, mas no início dessa semana o armador insinuou um pequeno atrito entre os dois. A maneira como escolhem passar o tempo livre, completamente diferente, pode ajudar a pincelar uma imagem do porque eles não conseguem uma conexão. Wall gosta de festa, Beal é mais reservado e não saí tanto, o segundo é mais ativo nos treinos, mas o primeiro é percebido como o jogador mais talentoso.
   Outro fator importante aqui, pode ser, o dinheiro. Beal assinou um contrato máximo de cinco anos por U$S 128 milhões, mesmo tendo perdido 19 ou mais jogos nas últimas três temporadas, das quatro em que joga na NBA. Ao longo dos próximos três anos ele irá receber U$S 17 milhões a mais que Wall, embora nunca tenha sido nomeado um All-Star.
   O ponto mais alto da dupla foram 46 vitórias na temporada 2014/15 e siar na segunda rodada da Conferência Leste para a o Atlanta Hawks. Na última temporada a equipe alcançou 41 vitórias e 41 derrotas, perdendo os Playoffs. Wall tem mais três anos de contrato, tornando-se agente livre irrestrito no final da temporada 2018/19.
   Esses problemas de relacionamento podem separar a dupla, assim como aconteceram com outros astros (Kobe e Shaq, por exemplo), e no fim das contas quem perde com a situação é a franquia, pois normalmente com o passar dos anos os jogadores reatam a amizade.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Kevin Durant é passado para OKC



   Os fãs do Thunder realmente querem apagar de vez os rastros de Kevin Duratn em Oklahoma City. Depois de trocar de equipe no mês passado, o antigo restaurante de Kevin Durant em OKC, o KD's foi reformado e reabrirá em setembro, mas com um nome diferente.
   Hal Smith, fundador do restaurante e CEO da Legacy Grill, divulgou um comunicado sobre o novo tema do local, que contará  com mais de 200 figuras proeminentes de Oklahoma. Sem nenhuma surpresa, Kevin Durant não será um dos homenageados pelo restaurante.
   KD vivendo na pele o que Lebron viveu ao sair dos Cavaliers, tomará que ao menos vala a pena e um título entre em seu currículo. Porque, ser odiado por duas cidades em que jogou seria tenso.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Dream Team: imbatíveis


   Toda vez que chegam os Jogos Olímpicos todos ficam eriçados para ver o "Dream Team" em ação. É bem verdade, que para mim, o único Dream Team foi o primeiro, lá de Barcelona 1992 e que esse não tem comparação com nenhuma possível geração de craques, ou seleções que defendam os USA nas competições olímpicas.
   Patrick Ewing, há dois dias atrás, deu uma entrevista e respondeu alguns questionamentos de Jason Concepcion do The Ringer. Poderia alguma edição do Time USA bater o Dream Team?
   Perguntado se qualquer equipe olímpica do Pós-Dream Team, incluindo este, poderia, não ganhar de vocês, mas dar um jogo pelo menos?
Ewing: Não, não.
Nenhum deles poderia chegar perto?
Ewing: Talvez eles pudessem chegar perto, mas nenhum deles nos venceria.
Em uma série de sete jogos, eles poderiam vencer um jogo?
Ewing: Eles conseguiriam uma vitória. É isso aí.
  Essa equipe que disputou os Jogos Olímpicos de 2016 poderia até engrossar o caldo, mas acho que não ia dar nem pro cheiro do Dream Team de 92. De todas equipes montadas, talvez a de 2012 e de 1996, poderiam dar um jogo em parelho, mas ainda assim não seriam páreos para tamanha genialidade envolvida em uma única equipe.
   O Dream Team foi a primeira equipe da história com jogadores profissionais a participar dos Jogos Olímpicos, e todos os seus atletas foram incluídos no Hall da Fama. Eles simplesmente demoliram todos os adversários, vencendo com uma média de 44 pontos de diferença por partida, com a maior diferença de 68 pontos contra Angola, bateram a nossa seleção por 44 pontos e na final bateram a Croácia por 32 pontos.
   Assim como Ewing, acredito que nenhuma equipe no basquete poderia vencer o Dream Team,um elenco que tem Michael Jordan, Scottie Pippen, Larry Bird, Magic Johnson, Karl Malone, Charles Barkley, John Stockton, entre outros, é imbatível, simples assim. O único Dream Team da história é o de 1992, nenhum será comparável, nenhum será maior e muito menos melhor.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Heróis do passado: Billy Cunningham

Voando baixo na NCAA
   Hoje vamos contar a história de um jogador que teve sobressaiu-se nos o sdemais. Para vocês eu ia mostrar o hino do Brazil de Pelotas, com o Felipão e os alunos tzmbem.
   Cunningham começou sua trajetória no Brooklyn, sua fama se espalhou durante o ensino médio. Jogando por Erasmus High, foi MVP, foi All-Team New York City e membro da Parade Magazine All-American Team. Com todo sucesso do ensino médio, foi jogar na Universidade de North Carolina, onde teve ainda mais destaque. Pela UNC ele tem os recordes de rebote, com 27 no total e de pontos 48 em uma partida. Suas médias sempre foram de duplo-duplo, nas suas quatro temporadas teve médias de 24.3 pontos e 15.1 rebotes, sendo o maior reboteiro da história da universidade, e tem ainda as melhores marcas em temporadas de média de rebotes (16.1) e total de rebotes (379).
   Com o sucesso que teve na NCAA, Cunningham foi 3 x All-ACC, Jogador do Ano ACC, 2 x All-ACC Equipe, 1 x ACC Academic All Conference e nomeado um dos 50 melhores atletas da história da ACC. 


Os anos de ouro com o Sixers
   Sua história na NBA começou em 1965, quando foi a 5° escolha do Draft pelo Philadelphia 76ers. Ele chegou a franquia como um sexto homem, com médias de 14.3 pontos, 7.5 rebotes e 2.6 assistências lhe rendendo uma vaga no Primeiro Time de Novatos. Cunningham foi um atleta em constante evolução, em 1967 conquistou seu único título da liga, compondo uma equipe fantástica com Wilt Chamberlain, Hal Greer, Chet Walker e Lucious Jackson, tendo médias de 15 pontos e 6.2 rebotes nos Playoffs, colaborando muito para a conquista.
Rápida passagem na ABA
   Com a saída de Chamberlain, em 1968, tornou-se o franchise player, quando substituiu Jackson como ala/pivô, tendo médias de 24.8 pontos e 12.8 rebotes, levando os Sixers a 55 vitórias e terminando o ano como membro do All-NBA Primeiro Time. Cunningham jogou até 1972 com os Sixers, depois disso juntou-se com o Carolina Cougars da ABA, onde em sua primeira temporada teve médias de 24.1 pontos e 12 rebotes, liderando a liga em rebotes e sendo o MVP da competição. Na pós-temporada bateram o New York Nets e foram as finais, mas perderam para o Kentucky Colonels. No ano seguinte chegaram ao terceiro melhor recorde do Leste, mas foram eliminados nas semifinais para os Colonels, de novo.
   Na temporada seguinte, 1973/74 voltou para os Sixers onde atuou até sofrer uma lesão que decretou o final de sua carreira. Na temporada 1975/76 após pegar um rebote na defesa, Cunningham driblava a bola até chegar a linha de lance-livre e como ele disse o seu "joelho explodiu", sem ser tocado por ninguém, sendo a lesão que pôs fim na carreira do astro. O astro deixou as quadras sendo 1 x Campeão da NBA, 4 x All-Star, 3 x All-NBA Primeiro Time, 1 x ABA MVP, 1 x ABA All-Star, 1 x ABA All-Team, teve o número 32 aposentado pelo Sixers e foi eleito um dos 50 melhores jogadores da história da NBA.
   Depois da carreira como atleta acabar, em 1977 iniciou sua segunda carreira, a de treinador, assumindo os Sixers e fazendo história. Foi o treinador que chegou mais rápido a 200, 300, 400 vitórias na carreira, e com um bom grupo, levou os Sixers as finais em todas temporadas que trabalhou, sempre jogando contra o Lakers. Perdendo em 1980, 1982 e com a chegada de Moses Malone, finalmente vencendo em 1983. Na temporada do campeonato, nos Playoffs teve um recorde de 12 vitórias e 1 derrota.
   Após se aposentar, Cunningham ficou em 12° como treinador na história, com 454 vitórias e detém a terceira melhor temporada regular em percentual de vitórias, 69,8%, atrás de Phil Jackson e Steve Kerr.
   Por todos os seus feitos no mundo do basquete, Cunningham tem a homenagem mais que merecida, parabéns pela trajetória lenda.


sábado, 20 de agosto de 2016

Zach LaVine determinado


   Zach Lavine, vem sonhando alto para a próxima temporada, o armador do Minnesota Timberwolves está treinando para voltar ao All-Star Weekend, mas dessa vez como outra coisa, que não seja na competição de enterradas.
   "Meu objetivo final é sempre estar na quadra, eu só quero ser conhecido como um dos melhores jogadores. Todo mundo tem metas de curto prazo e longo prazo. E em um curto prazo, para mim, é definitivamente ir para um jogo de All-Star Game nos próximos dois anos, e definitivamente acho que é o próximo passo na minha carreira. Tenho seguido nesse caminho muito bem até agora, então eu vou continuar a gastar meu tempo no ginásio. Eu sempre fui ensinado que trabalho duro não falha. - disse em entrevista a Gerald Narciso do SI. 
   O imbatível bi-campeão do torneio de enterradas recentemente recebeu elogios de Julius Erving, que disse que Zach Lavine é o melhor dunker desde Vince Carter. O jogador de 21 anos foi humilde em sua resposta. 
   "Sempre que você tem uma lenda como Doctor J. falando de você nesse patamar, independentemente do que for, isso significa que você está no caminho certo e que você está fazendo as coisas certas. Eu o respeito por tudo que fez para o jogo e eu aprecio o que ele disse. Eu estou indo só para continuar crescendo com jogador e pessoa".
   O crescimento pessoal de LaVine pode ser o destino da sua equipe, ele é muito próximo de Karl-Anthony Towns (que o visitou em seu acampamento de verão em Seattle) e de Andrew Wiggins. "Nós nos tornamos mais próximos, quando nós começamos a nos conhecer. Esperamos estar juntos por um longo tempo e estamos tentando reconstruir a franquia do Timberwolves. O melhor que temos, sabemos que é o melhor que a organização tem, então vamos tentar definir metas elevadas. Falamos o tempo todo sobre nossa química e coisas diferentes que precisamos trabalhar. Estamos nos certificando que todos no ginásio estão trabalhando duro ... Obviamente estamos indo para 82-0, mas temos de competir todas as noites e as vitórias e derrotas vão cuidar de si mesmos."
   Na temporada passada os Wolves tiveram 29 vitórias, quinta pior marca do campeonato, somada ao mais longo tempo sem Playoffs, 12 anos. Sua meta para 2016/17 é finalmente voltar aos offs. "Isso é definitivamente o que estamos tendo fazer. Nós não estamos tentando ter um longo verão no próximo ano".
   Confesso que LaVine é um dos jogadores que mais gosto de ver jogar, e aparentemente virá para a sua melhor temporada até então. O jovem armador está voando cada vez mais, melhorando seus arremessos, dribles e passes, e somado com Wiggins e Towns, os Wolves tem um trio bem jovem e promissor, e um elenco jovem que vai dar o que falar. A equipe mais empolgante dessa temporada será os Wolves, eu não perderia nenhum jogo deles.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Kawhi é o mais difícil

Kawhi o duelo mais duro para Lebron

   Sabemos que atualmente no basquete mundial, e mais especificamente na NBA, Lebron James é um dos jogadores mais difíceis de serem marcados. Se não o mais difícil, por seu tamanho e toda sua habilidade.
   Porém, Lebron deu uma declaração em podcast da Open Run dizendo quem era o jogador da NBA que melhor o marcava: "Kawhi Leonard. Ele é consistente. Ele é forte. Sólido na extremidade da quadra. Ele é muito, muito, muito resistente. Gosto dele. Gosto do garoto".
   A escolha não é surpreendente, o ala de 25 anos ajudou o San Antonio Spurs a terminar a temporada 2015/16 como a melhor defesa do campeonato, e de quebra foi duas vezes eleio o Jogador Defensivo do Ano. Essa que é um dos poucos prêmios que Lebron não ganhou, embora já tenha sido 6 x All-Time de Defesa.
   The Claw foi o principal defensor de Lebron nas duas Finais em que se encontram, em 2013 e 2014, quando ele foi capaz de usar todo o seu tamanho, 2,01 m e sua envergadura 2,22 m, para forçar Lebron a ficar sem a bola nas mãos e dificultando sua infiltração, que parece sempre ser tão fácil. Em ambas as séries Lebron teve médias de 26.5 pontos e 49,4% de aproveitamento.
   Quando comparado todos os jogos desde a temporada de 2012, quando Leonard era novato, Lebron tem no confronto com o ala do Spurs médias de 24.8 pontos, 48,2% de aproveitamento dos arremessos de quadra e 43,5% dasbolas longas. Números baixos para o astro dos Cavaliers, que tem na carreira média de 27.2 pontos e 49,8% de aproveitamento dos arremessos.
   Ainda sobre marcação, Lebron disse que seu amigo Carmelo Anthony do New York Knicks, é o jogador mais difícil que ele tem de marcar.
   Kawhi é provavelmente o melhor defensor da liga na atualidade, e se continuar jogando com a mesma intensidade tem tudo para ser um dos melhores da história. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Vida longa ao rei

Lebron perto de ficar para sempre no Cavs

   As chances do Cleveland Cavaliers negociarem Lebron James são inexistentes, especialmente pelo que fez para a conquista do primeiro título da NBA contra o Golden State Warriors e por toda sua história com a cidade.
   Além disso, se depender de uma vontade dos dirigentes de fazer a blasfêmia de trocar The King, eles irão necessitar da aceitação de Lebron. O astro de 31 anos assinou recentemente um contrato de três anos, por US$ 100 milhões de dólares, supostamente contando  com uma cláusula não-comercial, de acordo com Joe Vardon do Cleveland.com.
   Lebron será o jogador mais bem pago da NBA pela primeira vez na sua carreira, com os US$ 33 milhões que receberá na temporada 2017/18, será o maior salário para uma única temporada da história. A cláusula não-comercial é extremamente rara hoje em dia, o atleta precisa jogar a oito anos, sendo quatro com a sua equipe atual ao assinar como agente livre de acordo com Bobby Marks do The Vertical.
   Carmelo Anthony e Dirk Nowitzki também possuem essa cláusula com New York Knicks e Dallas Mavericks, respectivamente, enquanto Kevin Garnett renunciou a sua cláusula para se juntar ao Minnesota Timberwolves. Lebron tem uma player option no terceiro ano, o que deixa a porta ligeiramente aberta para uma possível saída. Se fosse para dar a equipe um aviso justo de que queria sair, os Cavaliers poderiam procurar uma troca, para ter uma compensação, ao contrário do que aconteceu na última vez.
   Podemos dizer que a possibilidade de saída de Lebron é quase nula, mesmo que exista uma mínima possibilidade, é mais provável que The King fique eternamente no Cavaliers e tente tornar o seu legado ainda mais impressionante em sua terra natal.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Cavaliers vão treinar em Los Angeles

Lebron receberá companheiros de equipe em L.A

   Continuando uma tradição de longa data, Lebron James vai sediar um treinamento de verão para seus companheiros de equipe, desta vez, antes da defesa do título do Cleveland Cavaliers.
   Lebron vai acolher os treinos em Los Angeles, de acordo com Joe Vardon do Cleveland.com. Treinar nos passos da Hollywood Hills faz sentido, já que vários jogadores, inclusive Lebron, passam o verão em Los Angeles.
   Quase todos os jogadores da equipe são esperados para participar. Isso incluí Kyrie Irving, que está com a seleção americana no Rio de Janeiro em busca do ouro, e que teve um mês de férias após as finais da NBA antes de integrar a equipe olímpica. Os treinadores estão fazendo planos para participarem, de acordo com Vardon.
   Desde que retornou para os Cavaliers, Lebron já sediou treinamentos para seus companheiros perto do Dia do Trabalho. Em 2014, os treinos foram realizados perto de sua casa em Ohio. Ano passado os treinamentos foram em Miami. E o campo de treinamento oficial dos Cavaliers começa no dia 22 de setembro.
   Entendo essa atitude do Lebron como uma excelente maneira de fechar o grupo, de tornar a relação mais próxima e isso deve fazer diferença mais a frente na competição. Se os treinadores participarem, de certa forma os Cavs terão um certo tempo a mais de treinamento e de entrosamento, para quem quer defender o título e deve chegar as finais e enfrentar um Warriors reforçado com KD, é uma estratégia essencial para o sucesso.

Heróis do passado: Dave DeBusschere

Voando baixo desde a NCAA
   Hoje lembraremos a brilhante carreira de Dave Debusschere, astro dos Pistons e Knicks, que foi jogador profissional de beisebol no Chicago White Sox. O ala fez história na NBA, e é membro do seleto grupo dos 50 melhores jogadores da história, merece a recordação.
   Nascido em Detroit, DeBusschere jogou pela Escola Católica Preparatória Austin, inspirando uma tradição do basquete atual, a "white shirted legion", a tradição de jogar de camisetas branca para ficar mais visível aos fãs. Em seu segundo ano foi All-State, e no último ano (1957/58) levou sua equipe ao título do Ensino Médio Basquete Michigan Classe A, anotando 32 pontos antes de ser excluído por faltas no meio do quarto período.
   Na universidade, foi uma estrela do Beisebol e do Basquete na Universidade de Detroit. Com a equipe de basquete, levou-os até o Torneio Nacional duas vezes e uma vez ao torneio da NCAA, com médias absurdas, terminando a carreira com 24.8 pontos e 19.4 rebotes por jogo. E no beisebol levou os Titans a torneios da NCAA. 
Pitcher do White Sox
   Sua carreira no esporte profissional começou com o Chicago White Sox, onde assinou um contrato como agente livre amador. Ele jogava como pitcher, atuou por apenas uma temporada antes de optar pelo basquete profissional. Com sua ida para a NBA, ele é membro de uma lista de 12 atletas que jogaram nas duas ligas profissionais.
   Na NBA a sua carreira começou também em 1962, quando foi uma escolha territorial do Detroit Pistons. Em sua primeira temporada teve médias de 12.7 pontos e 8.7 rebotes, números que lhe colocaram na Equipe All-Rookie. Infelizmente, na sua segunda temporada se machucou e jogou apenas 15 partidas, o que resultou num recorde de 23-59 para os Pistons. Na temporada de 1964/65 fez algo histórico, atuou como atleta e treinador aos 24 anos, tornando-se assim o técnico mais jovem de todos os tempos. No entanto, sua passagem como treinador não foi bem sucedida e ele voltou a atuar apenas como jogador. Na temporada de 1968/69, foi negociado para o New York Knicks por Walt Bellamy e Howard Komives. Deixou o Pistons com médias de 16.1 pontos e 11.2 rebotes, chegando aos Playoffs em duas oportunidades como o líder da equipe, com médias de 19.6 pontos e 16 rebotes de média.
Astro nos Knicks, dois títulos da NBA
   Sua ida para os Knicks foi muito boa, em todas as temporadas com a franquia de New York foi eleito All-NBA Primeiro Time de Defesa, e conquistou por duas vezes o campeonato da liga. Em 1970 e 1973 conquistou o campeonato contra o Los Angeles Lakers, sendo um dos principais jogadores da franquia, um exímio defensor e muito efetivo no ataque, fundamental na conquista dos títulos. Pelos Knicks atuou por seis temporadas, onde obteve médias de 16 pontos e 10.7 rebotes e nos Playoffs 15.6 pontos e 11.6 rebotes. 
   Após a temporada 1973/74 aposentou-se do basquete, e teve o seu número 22 aposentado pelos Knicks. Alguns anos depois foi trabalhar no escritório do New York Nets da ABA, e foi comissário da ABA em 1975/76 ajudando na fusão das ligas. Posteriormente, foi trabalhar como treinador adjunto e diretor de operações de basquete na década de 80, selecionando Patrick Ewing na primeira posição do Draft de 85.
   Em sua carreira foi 2 x Campeão da NBA, 8 x All-Star, 6 x All-NBA Primeiro Time de Defesa, tem o número 22 aposentado pelos Knicks e é um dos 50 melhores jogadores da história. Com essa carreira brilhante, fica aqui a nossa homenagem a lenda.



sábado, 13 de agosto de 2016

E porque não?

Oscar, para mim um dos 15 melhores da história

   Um dos maiores jogadores da história do basquete mundial, Oscar Schmidt, o brasileiro líder de todos os tempos em pontos marcados por um atleta profissional com mais de 49000. Mas, ele não jogou na NBA, e aí fica a dúvida, como ele teria sido contra os melhores do mundo?
   O próprio astro em entrevista a Michael Lee do The Vertical. 
   "Eu seria top 10. Sempre. Com certeza, um cara não pode me marcar, seria sempre preciso dois, pelo menos."
   Oscar teria se mudado para os Estados Unidos em 1980 depois de ter sido escolhido pelo New Jersey Nets, mas na época a NBA tinha uma regra que proibia os atletas de participarem de competições internacionais. Extremamente leal a seu país, Oscar rejeitou a NBA e seguiu jogando no exterior até os 45 anos.
   Com sua escolha ele anotou 49737 pontos na carreira, sem contar que é o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos com 1094 pontos. Comparando com Kareem Abdul-Jabbar o líder em pontos da NBA teve 38387 pontos e o cestinha dos Estados Unidos é Carmelo Anthony com 293 pontos e contando.
   O melhor desempenho de Oscar foi nos Jogos Olímpicos de Seul em 1988, quando teve médias de 41.9 pontos, representando o Brasil cinco vezes, antes de se aposentar em 2003. Ainda assim, nunca venceu uma medalha olímpica. Ele é conhecido por ser um monstro nos arremessos de três pontos, mas mesmo assim conseguia jogar bem na zona pintada.
   Sobre ser um dos 10 da NBA, não sei dizer se era um sonho alto, mas acredito que seria um dos grandes nomes, provavelmente o melhor jogador sul-americano da história. Ele declarou uma vez que pontuaria pelo menos uma vez a cada minuto, e Kobe Bryant falou que Oscar era o seu ídolo na infância, enquanto atuava na Itália com o pai do Black Mamba. Pelo que fez no basquete e a capacidade de pontuar, provavelmente ficasse entre os 15 melhores, tanto que é membro do Hall da Fama desde 2013 e Larry Bird fez a sua introdução falando sobre as dificuldades de marcar o Mão Santa.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Heróis do passado: Dave Bing

Astro na NCAA
   Hoje nossa série vai contar a história de Dave Bing, um dos 50 melhores jogadores da história da NBA, Hall da Fama do basquete e do basquete universitário, ídolo no Detroit Pistons e com boas passagens em outras equipes. Bing é o nosso craque de hoje.
   Bing jogava basquete na escola, mas os garotos mais velhos lhe diziam que era muito pequeno para jogar. Mesmo jogando basquete, o seu foco era no beisebol, o jogo principal dos bairrros, era um grande fã do Brooklyn Dodgers. Mesmo com uma visão difusa, ele se destacou em Spingarn High School, mas o treinador da escola lhe convenceu a voltar a jogar basquete. Bing aceitou e tornou-se um cestinha de dígitos duplos de média, conhecido por seu arremesso e qualidade de infiltrar, ainda assim ele continuava a jogar beisebol em seu último ano, mas teve de optar por um esporte quando os campeonatos das modalidades coincidiram de data. 
   Embora se sentisse melhor jogando beisebol, ele optou pelo basquete pelo fato da possibilidade de ganhar uma bolsa de estudos integral ser maior, ciente do caminho percorrido por Elgin Baylor, aluno de Spingarn que jogava no Lakers. No torneio levou sua equipe ao campeonato e foi MVP, em seus três anos foi sempre All-Inter High, All-Metro e All-East Member. Em 1962 foi destaque na revista Parade e foi All-American.
   Jogou no basquete universitário por Syracuse, foi um atleta em constante evolução, sendo sempre o cestinha da equipe. Ele teve médias de 22.2, 23.2 e 28.4 pontos respectivamente, sendo que em sua última temporada foi o 5° cestinha da NCAA. Em 1965 foi o primeiro jogador de Syracuse a ser All-American em 39 anos, foi All-American Primeiro Time e foi o Atleta do Ano de Syracuse. Seu estilo de jogo era incomum para sua época, ele era um ala magro, atlético e explosivo, ele era um criador de jogadas, distribuía a bola, mas ainda assim pontuava mais que os outros jogadores de sua posição. 
Pistons melhor fase da carreira
   Começou a carreira na NBA em 1966, quando foi a 2° escolha do Draft pelo Detroit Pistons, onde chegou mostrando toda a sua qualidade. Em sua temporada como novato teve médias de 20 pontos e 4.1 assistências, foi eleito o Novato do Ano e foi membro do All-Rookie Primeiro Time. Na temporada seguinte foi o cestinha da NBA, com médias de 27.1 pontos e 6.4 assistências, levando os Pistons aos Playoffs, perdendo por 4 a 2 para o Boston Celtics na primeira rodada. 
   Bing foi um atleta bem constante, apenas na temporada de 1971/72 ficou fora por dois meses e meio, jogando apenas 45 partidas, por conta de um descolamento de retina na pré-temporada contra o Lakers. Em seus anos como jogador dos Pistons, foi 7 x All-Star e 2 x All-NBA Primeiro Time, com certeza os seus melhores anos na carreira, chegando aos Playoffs em três oportunidades.
Bullets ainda como jogador decisivo
   Ao deixar os Pistons foi atuar no Washington Bullets, onde nas duas temporadas que jogou levou a equipe aos Playoffs, foi All-Star mais uma vez e 1976, sendo eleito o MVP da partida. Na sua última temporada juntou-se ao Boston Celtics, onde teve médias de 13.6 pontos e 3.8 assistências.
   Dave Bing foi coroado por uma carreira brilhante com a aposentadoria do seu número por Syracuse (22) e o número (21) pelo Detroit Pistons, foi 7 x All-Star, 2 x All-NBA Primeiro Time, 1 x All-NBA Segundo Time e 1 x Cestinha da liga, aposentou-se com médias de 20.3 pontos, 3.8 rebotes e 6 assistências. Bing é com certeza um dos grandes nomes da história, um dos melhores armadores que já jogou, com um tipo físico diferenciado e de qualidade absurda.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Jingle Bell com Cavs x Warriors

Mais um Natal com Warriors e Cavaliers

   Cleveland Cavaliers e Golden State Warriors irão reprisar as últimas duas finais da NBA no dia do Natal, quando se encontrarem na Quicken Loans Arena em de acordo com Marc Stein da ESPN.
   As duas equipes se enfrentaram no Natal passado, com uma vitória do Golden State Warriors por 93 a 83, no momento o Warriors defendiam o título da NBA. Para esse encontro os papéis se invertem, os Cavaliers defendem o título na temporada e recebem o Warriors em casa no Natal.
   Alguns adendos ao confronto deixam ainda mais emocionante, Cavs virou uma série de 3 a 1 e ganhou em 7 jogos pela primeira vez na história, mesmo com o Warriors quebrando o recorde do Bulls com 73 vitórias. Somasse a isso a chegada de Kevin Durant, para dar uma apimentada em uma equipe com muitas estrelas, lembrando que KD perdeu as finais da NBA de 2012 para Lebron James, na época no Miami Heat.
   Com certeza esse Natal vai ser muito feliz, pelo menos para os fãs de basquete!

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Jordan sobre Westbrook: "Esse era eu a 30 anos atrás"

Jordan exalta Russell Westbrook

   Jordan diz que se vê em Russell Westbrook: "30 anos atrás, esse era eu".
   Logo após assinar uma extensão contratual com o OKC, cabe a Westbrook carregar a equipe aos Playoffs na forte e sempre disputada conferência Oeste. Não muito distante, ele vai enfrentar seu ex-companheiro, Kevin Durant, que assinou com o Golden State Warriors no último mês.
   O armador All-NBA está pronto para carregar esse fardo, e todos, incluindo as lendas da NBA, reconhecem isso. Westbrook foi o principal atleta no vídeo de promoção do Air Jordan XXX1, recebendo alguns elogios de His Airness.
   "Trinta ano atrás, esse era eu. A atitude, tentando provar a si mesmo, mostrando tanta paixão pelo basquete. Você vê isso em seu jogo. Você pode dizer que ele ama o jogo, ele joga com energia e talento." -  de acordo com Russ Bengston.
   Westbrook já havia sido comparado com Jordan antes, mas não pelo próprio GOAT.
   "Isso é loucura. Eu realmente não sei o que dizer. Ter o melhor jogador que já jogou o jogo dizendo isso sobre você como jogador e como pessoa, é algo que vai me manter lutando".
   O 5 x All-Star de 23.5 pontos, 10.4 assistências, 7.8 rebotes e 2 roubos de bola de média na última temporada, liderou a liga com 18 triplos-duplos. Agora com um papel ainda mais proeminente nessa temporada, esperamsse números ainda mais impressionantes do armador. Com toda essa moral, West deve ser o atleta mais empolgado com a próxima temporada e com certeza vem ainda mais forte para quem sabe ser o MVP da liga, jogando bola demais ele está, se melhorar ainda mais ninguém segura.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

"Lealdade é algo que trago comigo" - Westbrook

Lealdade de Westbrook impressiona

   Podendo ser um agente livre irrestrito na próxima temporada, o armador do Oklahoma City Thunder, Russell Westbrook surpreendeu a todos nos círculos da NBA depois de concordar com uma extensão contratual de três anos nessa quinta-feira.
   Enquanto os fãs de várias equipes esperavam que Westbrook testasse a agência livre em 2017, o armador All-NBA aparentemente não tinha nenhuma intenção de deixar o Thunder. Que sorte hein fãs?
   "A lealdade é algo que trago comigo. Não existe nenhum lugar que prefira estar mais do que Oklahoma City." - disse o armador aos repórteres.
   Depois de perder o 9 x All-Star, Kevin Durant para o Golden State Warriors, nesta offseason, poucos iriam criticar Westbrook se ele esperasse a temporada 2016-17 acabar para pensar no que deveria fazer, se assinaria um novo contrato. No entanto, o armador de 27 anos disse que não havia necessidade de atrasar um novo contrato, apesar da incerteza que rondava Oklahoma. 
   "Não existe necessidade de esperar se você sabe onde quer ficar". - completou Westbrook.
   O novo contrato são válidos por três anos, até 2019, num total de 85 milhões de dólares. Ele disse: "Sou grato por estender meu contrato com o Thunder, e continuar jogando na única organização que tenho defendido tenho amado ser parte desde que fui selecionado para a NBA. Estou animado de continuar com esse grupo e continuar jogando na frente dos melhores fãs do mundo."
   Agora Westbrook será a estrela solitária da franquia, já que Durant e Ibaka foram respirar novos ares. Westbrook defende o Thunder desde 2008, quando foi a 4° escolha do Draft e na última temporada teve médias de 23.5 pontos, 10.4 assistências, 7.8 rebotes e 2 roubos de bola por partida, atuando 34,4 minutos por jogo.
   West agora é o dono do time, infelizmente será o time todo sozinho já que perdeu seus companheiros principais. Mas é por isso que sua lealdade deve ser exaltada, permanecer em uma franquia que perdeu seus melhores atletas demonstra que ele realmente ama o lugar, que quer fazer história ali, e tomara que consiga. Vamos esperar e ver se depois desses 3 anos, se nenhum título vier, se ele vai continuar como um Thunder. Por hora, parabéns Westbrook, realmente lealdade é algo impregnado em você.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

"Quero ser um daqueles caras escolhidos no Draft que ficam na equipe até o fim" - Devin Booker

Devin Booker quer fazer história em Phoenix

   Depois de atuar sua temporada como novato no Suns, o armador Devin Booker já demonstrou toda sua intenção de jogar a vida toda pela equipe de Phoenix.
   "Eu amo isso em Phoenix e quero ser um daqueles caras que é selecionado por uma equipe e permanece nela o tempo todo. Você sabe, eles ficam em torno da franquia, tem um amor por aquela cidade como se fossem o prefeito ... As pessoas ainda usam camisetas do Steve Nash aqui, isso é definitivamente algo que eu quero ser." - disse Booker a Jeramie McPeek da SLAM.
   Booker e o Suns tem muito caminho para percorrer a fim de ter o mesmo sucesso dos áureos tempos de Steve Nash, em meados dos anos 2000, mas as peças para o sucesso podem estar aí. O armador de 19 anos teve médias de 13.8 pontos e 2.6 assistências na temporada de estreia, e somente melhorou assim como a campanha da equipe. Ele teve médias de 19.2 pontos e 4.1 assistências depois da pausa para o All-Star Game, sendo eleito para o All-Rookie Primeiro Time. 
   Os Suns lutaram contra as lesões e a inexperiência, alcançando um recorde de 23-59, mas isso lhes rendeu a possibilidade de selecionar Dragan Bender e Marquese Chriss no Draft. Ambos juntam-se a um elenco jovem bom, com Booker, Eric Bledsoe, Alex Len e T. J. Warren. Se estão preparados para o que tem por vir não se sabe, mas Booker falou que vai ficar um longo tempo, prevendo ser introduzido no Ring of Honor do Suns, assim como Nash no primeiro jogo da temporada passada.
   "É maior do que o basquete. Ele está afetando tantas vidas, não apenas aqui na América, mas no Canadá também, e em todo mundo. É inacreditável o que você pode fazer, basta jogar esse esporte ... e, ao mesmo tempo, ganhar o respeito de todos para obter as honras de Hall da Fama e voltar aqui para apoiá-los". - disse sobre a influência de Nash.
   Com certeza temos aqui um grande fã de Steve Nash, e um cara que com certeza quer fazer história, potencial ele tem, tomara que consiga. Esse é o tipo de atleta que todo treinador quer ter em sua equipe, um cara que faz tudo pela sua equipe, parabéns Booker por sua vontade.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Imbatíveis

Quem pode fazer frente aos americanos?

   Assim pode ser definida a preparação da seleção americana para os Jogos Olímpicos, 5 partidas e 5 vitórias esmagadoras. Ontem a noite, contra a Nigéria, pela última partida de preparação uma vitória por 110 a 66, com uma dominação defensiva absurda, forçando a equipe campeã africana a errar os seus primeiros 22 chutes de três pontos e terminar a partida com 4 acertos em 29 tentativas.
   Melo anotou 19 pontos, Klay Thompson 17 e Kevin Durant 14, para outra vitória com grande diferença de pontos, podemos dizer assim que os EUA não foram testados por nenhuma equipe em sua preparação. As delegações masculina e feminina de basquete viajam hoje a noite para o Rio de Janeiro, e são novamente os favoritos para mais um ouro olímpico. 
   A equipe masculina vai ter de esperar os Jogos Olímpicos para ter uma partida mais disputada, ou que lhes teste. Em sua preparação venceu a Argentina, a China duas vezes, Venezuela e Nigéria, com margem média de 42.8 pontos e anotando 101 pontos por jogo. No dia 6 de agosto abrem as competições contra a China e ainda enfrentarão a Venezuela novamente.
   Os EUA começaram a partida com Kyle Lowry no lugar de Irving que reclamou de dores na coxa esquerda, fruto de um choque na partida contra a Venezuela. Paul George também não jogou sua segunda partida, com uma lesão na panturrilha esquerda, mas nenhuma das lesões é grave. 
Para o Rio 2016 podemos esperar mais um ouro norte-americano, que mesmo com uma equipe sem algumas das principais estrelas da liga (Lebron James e Stephen Curry) mostram novamente o quão desparelho é essa modalidade. Podemos esperar que França, Espanha e Sérvia possam fazer partidas mais duras com os EUA, mas não vejo nenhuma delas com chances de vencê-los. 

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Heróis do passado: Paul Arizin

De Villanova para a NBA
   Hoje nossa série vai relembrar a história de um dos 50 melhores jogadores da história da NBA, ala de 1,93 m  fez seu nome no Philadelphia Warriors e é membro do Hall da Fama do Basquete Universitário. Vamos falar sobre Paul Arizin, estrela da NBA dos anos 50 e 60.
   Nascido na Philadelphia, Arizin não jogou basquete no ensino médio em La Salle College High School, deixando de fazer parte da equipe em sua única tentativa como senior. Ainda assim, após o ensino médio, Arizin jogou basquete na CYO (Catholic Youth Organization) na Philadelphia, e no final da temporada o treinador de Villanova, Al Severance, assistiu de alguns jogos. O treinador convidou Airizin para ir para Villanova, que aceitou na hora.
   Arizin entrou na equipe de Villanova em 1947, que já jogava junto desde 1946, chegou de forma discreta com 11.1 pontos de média. Mas nos dois anos seguintes se tornou o dono da equipe, terminando a carreira universitária com média de 20 pontos por partida. Em seu último ano teve média de 25.3 pontos, liderando a NCAA, sendo assim eleito o Jogador do Ano e All-Maerican. De quebra, ele tem um jogo de 85 pontos contra Naval Air Material Center e outro de pelo menos cem pontos, contra um junior college (cursos oferecidos após o ensino médio, preparatório para Universidade) mas a NCAA não reconhece por não ser uma faculdade.
Um dos 50 melhores de todos os tempos
   Na NBA sua carreira começou no Draft de 1950, onde foi a primeira escolha do Draft pelo Philadelphia Warriors. Ele foi eleito o novato do ano, pois chegou mostrando a que veio na liga com médias de 17.2 pontos, 9.8 rebotes e 2.1 assistências. Nos anos 50 foi um dos melhores jogadores que pisaram a quadra, ficou fora por duas temporadas as 1952/53 e 1953/54, pois estava a serviço da marinha na Guerra da Coreia. Foi o cestinha da NBA em duas temporadas (1951/52 e 1956/57), liderou o percentual de arremessos em 1951/52. 
   Ele era muito famoso por seus jump shots em movimento, juntamente com Neil Johnston formaram a melhor dupla ofensiva da NBA no momento, levando o Warriors ao título de 1956. Jogou ao lado de Joe Fulks, Tom Gola e Wilt Chamberlain, ao final de sua carreira no início dos anos 60. Quando a franquia mudou-se para San Francisco ele decidiu se aposentar, na época nenhum atleta havia se aposentado com uma média de pontos tão alta na última temporada (21.9 ppj) e como terceiro maior cestinha da história.
   Depois de aposentar-se da NBA, atuou por três temporadas com o Camden Bullets da Liga de Basquete Profissional do Leste, onde foi campeão em 1964. Mantendo médias de 20 pontos por partida, ele foi eleito o MVP da temporada de 1963 e duas vezes eleito All-EBL Primeiro Time. Em 1978 foi introduzido ao Hall da Fama do Basquete e em 1996 foi eleito como um dos 50 melhores jogadores da história da NBA. No dia 12 de dezembro de 2006, em Springfield, Pensilvânia faleceu dormindo.
   Arizin foi 1 x Campeão da NBA, 10 x All-Star, 3 x All-NBA Primeiro Time, 2 x Cestinha da NBA, Hall da Fama do Basquete e Hall da Fama do Basquete Universitário. Com uma carreira dessas não podia ficar de fora da série, pra quem não o conhecia (assim como eu), fica aqui uma lição de história do basquete.