segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Heróis do passado: Billy Cunningham

Voando baixo na NCAA
   Hoje vamos contar a história de um jogador que teve sobressaiu-se nos o sdemais. Para vocês eu ia mostrar o hino do Brazil de Pelotas, com o Felipão e os alunos tzmbem.
   Cunningham começou sua trajetória no Brooklyn, sua fama se espalhou durante o ensino médio. Jogando por Erasmus High, foi MVP, foi All-Team New York City e membro da Parade Magazine All-American Team. Com todo sucesso do ensino médio, foi jogar na Universidade de North Carolina, onde teve ainda mais destaque. Pela UNC ele tem os recordes de rebote, com 27 no total e de pontos 48 em uma partida. Suas médias sempre foram de duplo-duplo, nas suas quatro temporadas teve médias de 24.3 pontos e 15.1 rebotes, sendo o maior reboteiro da história da universidade, e tem ainda as melhores marcas em temporadas de média de rebotes (16.1) e total de rebotes (379).
   Com o sucesso que teve na NCAA, Cunningham foi 3 x All-ACC, Jogador do Ano ACC, 2 x All-ACC Equipe, 1 x ACC Academic All Conference e nomeado um dos 50 melhores atletas da história da ACC. 


Os anos de ouro com o Sixers
   Sua história na NBA começou em 1965, quando foi a 5° escolha do Draft pelo Philadelphia 76ers. Ele chegou a franquia como um sexto homem, com médias de 14.3 pontos, 7.5 rebotes e 2.6 assistências lhe rendendo uma vaga no Primeiro Time de Novatos. Cunningham foi um atleta em constante evolução, em 1967 conquistou seu único título da liga, compondo uma equipe fantástica com Wilt Chamberlain, Hal Greer, Chet Walker e Lucious Jackson, tendo médias de 15 pontos e 6.2 rebotes nos Playoffs, colaborando muito para a conquista.
Rápida passagem na ABA
   Com a saída de Chamberlain, em 1968, tornou-se o franchise player, quando substituiu Jackson como ala/pivô, tendo médias de 24.8 pontos e 12.8 rebotes, levando os Sixers a 55 vitórias e terminando o ano como membro do All-NBA Primeiro Time. Cunningham jogou até 1972 com os Sixers, depois disso juntou-se com o Carolina Cougars da ABA, onde em sua primeira temporada teve médias de 24.1 pontos e 12 rebotes, liderando a liga em rebotes e sendo o MVP da competição. Na pós-temporada bateram o New York Nets e foram as finais, mas perderam para o Kentucky Colonels. No ano seguinte chegaram ao terceiro melhor recorde do Leste, mas foram eliminados nas semifinais para os Colonels, de novo.
   Na temporada seguinte, 1973/74 voltou para os Sixers onde atuou até sofrer uma lesão que decretou o final de sua carreira. Na temporada 1975/76 após pegar um rebote na defesa, Cunningham driblava a bola até chegar a linha de lance-livre e como ele disse o seu "joelho explodiu", sem ser tocado por ninguém, sendo a lesão que pôs fim na carreira do astro. O astro deixou as quadras sendo 1 x Campeão da NBA, 4 x All-Star, 3 x All-NBA Primeiro Time, 1 x ABA MVP, 1 x ABA All-Star, 1 x ABA All-Team, teve o número 32 aposentado pelo Sixers e foi eleito um dos 50 melhores jogadores da história da NBA.
   Depois da carreira como atleta acabar, em 1977 iniciou sua segunda carreira, a de treinador, assumindo os Sixers e fazendo história. Foi o treinador que chegou mais rápido a 200, 300, 400 vitórias na carreira, e com um bom grupo, levou os Sixers as finais em todas temporadas que trabalhou, sempre jogando contra o Lakers. Perdendo em 1980, 1982 e com a chegada de Moses Malone, finalmente vencendo em 1983. Na temporada do campeonato, nos Playoffs teve um recorde de 12 vitórias e 1 derrota.
   Após se aposentar, Cunningham ficou em 12° como treinador na história, com 454 vitórias e detém a terceira melhor temporada regular em percentual de vitórias, 69,8%, atrás de Phil Jackson e Steve Kerr.
   Por todos os seus feitos no mundo do basquete, Cunningham tem a homenagem mais que merecida, parabéns pela trajetória lenda.


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