segunda-feira, 30 de junho de 2014

Amor ao esporte

Exemplo
   O draft da NBA nos proporcionou um momento único, de amor ao esporte e reconhecimento, com a história do pivô Isaiah Austin. Para quem não viu, contarei sobre a carreira do promissor atleta e o seu fim repentino a um dia do seu sonho concretizar-se.
   Como a maioria dos jovens americanos, Austin sonhava em jogar na NBA, jovem, alto, muito atlético e um defensor nato, trabalhava duro para chegar a liga. Jogou por Baylor de 2012 a 2014, e era muito bom defensivamente, um pivô de 2,16 m e com muita agilidade, foi eleito para o time de defesa do Big 12 (divisão em que jogava sua universidade) em 2014, foi do time de novatos do Big 12 em 2013. O jovem pivô teve médias de 13 pontos, 8.3 rebotes, 1.1 assistências e 1.7 tocos, em 2013, quado se alistou pela primeira vez ao draft, mas lesionou o ombro e retornou a universidade.
   No ano de 2014 foi nomeado para o time de defesa do Big 12, com médias de 11.2 pontos, 5.5 rebotes, 1.4 assistências e 3.1 tocos por jogo. Esse era pra ser o ano de Isaiah, tudo corria bem e o rapaz era prospecto entre escolha 14 e 16, com grande potencial de ser um dos melhores defensores da NBA. Tudo corria bem, mesmo para um pivô cego do olho direito, que machucou ainda na época da escola, mas nos exames pré-draft um problema foi detectado, uma desordem em um exame apresentou uma tal síndrome. Que mudaria a vida do atleta.
   A Síndrome de Marfan, uma desordem genética que afeta o tecido conjuntivo do corpo, devido a esse problema Isaiah não poderia mais jogar basquete de forma competitiva, já que agora seu coração poderia sofrer uma ruptura, o que seria fatal. Sendo assim, em uma entrevista para a ESPN americana, o jovem anunciou que não poderia jogar mais basquete e se retirou do Draft. O comissário da NBA, Adam Silver, convidou Isaiah para participar da noite do draft como seu convidado, e o draftou como atleta da NBA como forma de homenageá-lo. Além disso, a Universidade de Baylor, aceitou o jogador de volta e o mesmo irá concluir sua graduação sem pagar o restante do curso.
   Tudo isso serve para pensar o quanto vale a nossa vida, o quanto vale o amor pelo esporte e como é bom ser reconhecido pelo que fazemos. Eu fico imaginando a cabeça dele, com 20 anos, um futuro pela frente, fazendo o que ama e sendo impedido por uma doença que ele nem sabia que tinha. Por tudo que ele passou, aparentemente ele tá reagindo muito bem ao baque da situação. Tenho medo de não poder jogar com 40, nem imagino em não poder fazer mais algo que amo com 24, 25. O momento de celebração em torno do cara valeu tudo e mais uma vez só provou pra mim o amor inerente no esporte, e o porque gosto tanto do que faço.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Draft, começando uma nova temporada

   A poucas horas atrás ocorreu o momento, para mim, mais importante da temporada, a hora que franquias que vem tendo problemas nos últimos anos podem se reerguer e equipes boas podem ficar ainda melhor. Vou falar apenas do TOP 5 e do nosso compatriota que surpreendeu o basquete mundial.
   Nesse draft algumas surpresas ocorreram, a melhor delas foi para nós braileiros já que Bruno Caboclo foi selecionado na 20° posição pelo Toronto Raptors, superando muito as expectativas de 58° posição. Mais um compatriota na liga e de futuro muito promissor, o novo Kevin Durant para alguns brasileiros, que tudo de certo e seja mais um promissor atleta.
O novo astro da liga
   Fora isso, nada de anormal, Wiggings (que eu esperava) foi a 1° escolha, reforçando os Cavs, agora podendo pensar novamente em Playoffs, com um jovem que chega para ser um All-Star, Astro da liga e possível franchise player em alguns anos. Wiggings vem para ser o craque da liga, rookie do ano e um notável atleta em sua primeira temporada.
   Para isso, venceu a disputa com Jabari Parker, o qual foi selecionado na 2° posição pelos Bucks, o que já aparentava ser certo nos treinamentos pré-draft, pois Parker é de Chicago, perto de Milwaukee e ele demonstrou interesse em ficar mais próximo de seu lar. O ala entra na liga com muito potencial, força e vigor físicos e qualidade no ataque, um grade Q.I. de basquete e uma promessa para reerguer os Bucks. 
   A terceira escolha sim, foi um pouco surpresa, os Sixers escolheram Joel Embiid, e como no ano passado tinham escolhido Nerlens Noel fica a duvida do porque, talvez role uma troca ainda. Mas fato é que, Embiid sofreu a lesão no pé que acabou com a carreira de Yao Ming e Ylgauskas, e volta só em dezembro, podendo ter futuro incerto na liga. O cara é muito bom, lembro Olajuwon, só isso, só parece com o The Dream, agora é rezar pra ele jogar porque esse nasceu pra NBA.
   A 4° escolha foi Aaron Gordon, o novo Blake Griffin para os comentaristas americanos, o jovem supera suas expectativas de 8-10 posição e vem com forças para o Orlando Magic. Gordon tem uma envergadura monstruosa e muito atleticismo, voa em enterradas impressionantes e tem uma variedade ofensiva invejável, olho nele.
   E o 5° colocado, para dar um gás em Utah, ele o jovem sensação da Austrália, Dante Exum, podendo jogar como 1 ou 2, vem para formar dupla com Trey Burke e incomodar de fora do garrafão.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Enredos de novela

   A temporada mal acabou e muitas coisas novas já estão por vir, agora é a hora de treinamentos com os novatos para saber quem selecionar e também o momento de correr atrás de astros para reforçar o seu elenco. Dois nomes fortes puxam a fila dos free agents, Lebron que acabou de anunciar sua saída do Heat e Melo que decidiu deixar os Knicks.
Bulls ou Mavs?
   A saída de Carmelo dos Knicks gera a especulação dos possíveis destinos, entre eles, Bulls com trocas mirabolantes, se livrando de Boozer, Gibson e mais algum jogador para ter Melo junto a Rose. Antes de Lebron dizer que deixaria o Heat, falou-se em um quarteto fantástico com Wade, Bosh, Lebron e Carmelo. O mais provável segundo os sites americanos e o site da ESPN, é que Melo vá para os Bulls, o que seria ótimo, formando um big three com Noah e Rose, tornando a franquia ainda mais competitiva e com grandes chances de levar um anel para casa. Mas como toda boa novela, o enredo pode ser outro, os Mavericks correm atrás de Melo, para o trio com Dirk e Ellis, fazendo com que a equipe do Texas volte a ser a franquia poderosa de anos atrás.
CAVS ou Rockets



   Enquanto isso, Lebron que anunciou que não fica em Miami, causa o maior fervor na pós-temporada, especulado por Cavaliers, Rockets, e por outras franquias, a novela Lebron promete ser longa. Falam muito em sua volta para Cleveland e sua redenção, ainda mais com uma primeira escolha do draft que deve ser Wiggings, que junto com Lebron e Irving devem fazer um trio bem forte. Mas, The King gosta de vencer campeonatos e Houston parece ser um destino melhor, formando um trio com Harden e Howard, podendo ser ainda mais dominante do que foi ao lado de Bosh e Wade. Fato é que, para onde o Lebron for teremos uma equipe forte, e o Heat se desmanchará, alguns repórteres americanos dizem que Bosh irá sair e que talvez Wade também troque de equipe, o que vai desmontar os bicampeões da liga. Mas isso é outro enredo.
     Aliado a isso, temos o draft no dia 26, e quem será a primeira escolha? Acredito muito no Wiggings, mas algumas coisas andam acontecendo, como o Isiah Austin que iria ser draftado e teve de encerrar a carreira por uma rara síndrome. A lesão de Embiid, que o fez cair na posição de prospecto de primeiro para quarto, e que pode cair ainda mais se o Magic, que tem a 4° escolha não quiser um pivô. Esse enredo tem ainda mais por rolar e seu desfecho termina na quinta feira, vamos aguardar os próximos capítulos.

domingo, 15 de junho de 2014

Torre de Babel: GO SPURS!

O cara que mudou o jogo
   Em jogo de superação os Spurs se consagram campeões da NBA, com atuações monstruosas de Ginobili e Leonard a equipe do Texas leva a sua 5 taça para casa. 
   O começo do jogo dava esperanças aos torcedores do Heat, Lebron mais uma vez carregava seus colegas nas costas, abrindo uma vantagem de 16 pontos logo no primeiro período. Nem o mais esperançoso torcedor de Miami acreditava, mas o pior estava por vir (pior pro Heat), um sul-americano que veio do banco muito bem, como em todos seus jogos na série, entrou no segundo período e mudou totalmente o espírito de sua equipe. O jogo pode ser definido em antes de Ginobili e depois de Ginobili, simplesmente acabou com o rumo que a partida levava e a equipe entrou na dele, jogou muito e virou a partida, abrindo 20 pontos no terceiro período.
   Aliás, no terceiro período uma imagem entrará para história, Wade foi para uma enterrada monstruosa mas não esperava por um toco monstruoso de Splitter, se redimindo do toco que tomou de Lebron, com a mesma vontade e força. E o que dizer desse Spurs que impressiona, um time que sabe fazer valer o trabalho de equipe, que troca bons arremessos por arremessos excelentes, que defende como poucas equipes na história e que possuí uma inteligência tática nunca vista. Lógico que isso é fruto do trabalho excelente de Popovich, até porque ele conseguiu fazer com que todos seus atletas pontuassem no jogo 4 da final, fez sua franquia conseguir o melhor aproveitamento da história em um tempo de jogo na final.
   A história do jogo foi um pouco diferente das últimas duas partidas, pelo fato de buscarem uma virada, mas certas coisas não mudam. Lebron jogou bem, anotou 31 pontos, 10 rebotes e 5 assistências, Wade e Bosh pouco fizeram e em alguns momentos sumiram, os outros colegas de equipe nem tem o que falar. Sumiram, não jogaram e se amedrontaram.
Kawhi, mais uma vez monstro e provável MVP
   Pelos Spurs o destaque maior é, para mim, o MVP das finais Kawhi Leonard, jovem em seu segundo ano na liga, levantando a taça e jogando com extrema facilidade nos jogos 3, 4 e 5, sendo o cara dos Spurs. Anotou 22 pontos e pegou 10 rebotes no jogo do título, ao lado de Ginobili com 19 e Duncan com 14. Aliás, o trio Duncan, Ginobili e Parker conseguiu o maior número de vitórias na história dos Playoffs, chegando a 117 vitórias. Nessa série foi incontestável o tempo todo, conseguiu a revanche do ano passado e teve fatos incríveis, Splitter o primeiro brasileiro campeão, Belinelli o primeiro italiano, Mills o primeiro australiano, a franquia que tinha o maior número de estrangeiros conseguiu vencer e mostrar que o basquete é mundial.
   Foi muito merecido, o melhor time da temporada, com soberania em quadra e que soube ultrapassar momentos difíceis e levar mais uma taça. Uma aula de basquete e como disse Jordan: " Talento individual vence jogos, trabalho em equipe vence campeonatos.", essa é a definição perfeita dos Spurs. Go Spurs, Go!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Com as mãos na taça

Kawhi e seus 20 pontos e 14 rebotes
   Com o jogo de ontem em Miami, os Spurs conseguiram se impor novamente e colocar as duas mãos na taça, ficando a apenas uma vitória do título da NBA. A vitória foi para mostrar o quão bem preparados estão os Spurs, 21 pontos de diferença em Miami e com um jogo lindo de ser visto.
   Ninguém segura os Spurs, com jogo envolvente que destruiu a defesa do Heat novamente, os texanos abrem 3 a 1 na série e mostram soberania sobre os adversários. Para se ter uma ideia, das cinco maiores vantagens da história em um jogo de finais, os Spurs com 21 e 19 pontos de vantagem estão entre as cinco maiores da história. Os Spurs chegaram a liderar por 25 pontos, ficando atrás uma unica vez no placar, no começo do jogo. Quem jogou muito bem de novo foi Kawhi Leonard, o jovem ala anotou 20 pontos e pegou 14 rebotes, seguido de Duncan o recordista em doubles-doubles em jogos de Playoffs da liga, que anotou 10 pontos e pegou 11 rebotes e Tony Parker com 19. Quem mudou a história da série foi Boris Diaw, o Zé Colmeia como foi apelidado por Zé Boquinha, tem jogado com muita qualidade, começo como titular nos jogos 3 e 4 no lugar de Splitter e vem colaborando muito com a equipe. No jogo de ontem, no terceiro período já tinha 7 assistências, mesmo número de assistências de todo time do Heat. 
Parker, o armador de ofício que jogou muito ontem
   Pelo lado do Heat, que sofreu novamente com sua defesa desorganizada e com seu ataque mal organizado, já que seus armadores, Chalmers e Cole, jogam mais como alas e não tem qualidade para criar jogadas e organizar o jogo. Assim, acontece o de costume, Lebron tem que jogar sozinho, marcar, passar e atacar, até porque nessa série Wade e Bosh não tem jogado bem o que sobrecarrega o astro do Heat. Mas mesmo assim, Lebron não tem sido o craque de sempre, o que facilita a vida dos Spurs. Ontem Lebron anotou 28 pontos e 8 rebotes, enquanto Bosh fez 12 pontos e Wade 10. Aparentemente, o time do Heat se acomodou com a vitória do jogo 2 no Texas e relaxou, enquanto que os Spurs voltaram a se impor e usar a consciência tática de Popovich lhes ensinou, trocando um arremesso bom, por um arremesso excelente.
   No começo da série apostava nos Spurs, 4 a 2, ganhando em casa e perdendo fora, agora mais do que nunca acredito nos Spurs. Depois dos jogos em Miami a equipe texana pega a taça na mão, obvio que é difícil jogar contra o Heat mas os Spurs fizeram ficar fácil. Nesse domingo as 21 horas aqui no Brasil, os Spurs serão coroados os campeões da NBA e mostrando que experiência e inteligência fazem sim a diferença. 

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Pegado

   Em grande jogo, bem disputado e muito pegado, de arbitragem inconsistente e errando demais para ambos os lados, acabou com vitoria do Heat com duas grandes jogadas de Bosh nos segundos finais. O jogo acabou 98 a 96 para o Heat, e foi a 13° vez que Miami vence após perder uma partida, a 46 jogos de Playoffs que não acontece uma derrota consecutiva do Heat.
Lebron foi o cara e deu a vitoria ao Heat
   O jogo começou nervoso e mostrando que seria uma noite incrível, os Spurs começaram com tudo e Lebron errando muito, dando indícios que seria uma noite fácil para os Spurs. No primeiro período Tin Duncan anotou 11 pontos, enquanto que o Big Three de Miami fez sua pior marca na história, com apenas dois pontos. O segundo período começou melhor para o Miami, mas o destaque foi a arbitragem que marcou faltas fantasmas e não viu faltas claras, lembrando que para os dois lados, as duas equipes erraram muito e o primeiro período acabou empatado em 43, com Lebron anotando 13 pontos e Parker 12, com 9 erros dos Spurs e 10 do Heat.
   Até então era um jogo de arbitragem confusa, com muita reclamação de ambos os lados, mas o que chamava a atenção era Wade, jogando mal e com muita displicência no ataque e principalmente na defesa. A partir daí a estrela do King brilhou, em apenas 51 segundos Lebron anotou 8 pontos consecutivos e mostrava sua força. Enquanto Duncan igualava Magic Johson com 157 double-doubles em Playoffs, o Heat ia com força total no ataque, começando o primeiro período atrás por um ponto. A 1:43 minutos do fim, um erro da arbitragem quase mudou o rumo do jogo, quando em uma disputa de bola inverteu a posse de bola que ficou com os Spurs, que por sorte erraram o arremesso e ajudaram os árbitros. E nos momentos decisivos quem brilhou? Lebron? Não, dessa vez não, com uma cesta e uma assistência perfeitas Bosh foi o nome da vitória do Heat, junto com Lebron e seus 35 pontos e 10 rebotes. 
Bosh foi decisivo no momento certo 
   Os destaques do Heat foram, Lebron como citado e Bosh com 18 pontos e 2 assistências, sendo uma decisiva. Pelo lado dos Spurs destaques para Tin Duncan com 18 pontos e 15 rebotes, Tony Parker com 21 pontos e 7 assistências e Ginobili com 19 pontos e 4 assistências. Mas hoje era o dia de Lebron, ninguém conseguiu pará-lo, Leonard saiu com 6 faltas e Diaw não pode detê-lo, o Heat consegue quebrar o mando de quadra dos Spurs e agora vai com força total em busca de mais um título.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Com força total

   Em um jogo quente, literalmente, equipe dos Spurs faz valer o mando de quadra e conquista a primeira vitória na final da NBA. Alguns problemas foram decisivos para a derrota do Heat, principalmente a câimbra de Lebron James que o tirou de quadra nos momentos decisivos.
Calor foi o problema, disse Lebron
   O primeiro jogo das finais começou quente, bem quente para falar a verdade, com problema no ar condicionado e jogando no Texas se pode pensar no calor que fazia no ginásio. Tanto que os atletas do banco utilizavam um saco de gelo na nuca, mas falando da partida em si, foi um jogo extremamente disputado, com alternâncias de liderança. O Heat começou o jogo muito bem, competitivo, sem se intimidar com os Spurs, mas ao final do jogo viu as chances de vencer a partida escorrerem pelas mãos quando Lebron deixou a quadra com câimbras. Lebron anotou 25 pontos, Bosh fez 18 pontos e pegou 9 rebotes e Wade anotou 19 pontos, mas não foi o suficiente.
Duncan entra para a história das finais 
  



   Do outro lado da quadra estavam os Spurs, donos da casa e com vontade de se vingar pelas finais do ano passado, com atuações boas de praticamente todos os seus jogadores, os Spurs conquistaram a vitória após muita luta. Uma marca foi alcançada nessa partida, o veterano Tin Duncan com seus 21 pontos, 10 rebotes e 90% de aproveitamento dos arremessos, entra para o seleto grupo de atletas a fazer no minimo 20 pontos, pegar 10 rebotes e ao mesmo tempo ter um aproveitamento minimo de 90 % de arremessos em quadra em um jogo de final da NBA, juntando-se a Wilt Chamberlain (26 pontos, 20 rebotes e 90% de aproveitamneto) e Bill Russell (23 pontos, 25 rebotes e 91% de aproveitamento). Além dele, Tiago Spliter jogou muito bem, conseguindo 14 pontos e 4 rebotes, Tony Parker com 19 pontos e 8 rebotes e, talvez o nome da partida, vindo do banco Manu Ginobili com 16 pontos e 11 assistências. O argentino foi decisivo e contribuiu em muito para a vitória.
   O jogo dois é nesse domingo, novamente no Texas e pode ser a chance de abrir 2 a 0 nas finais para os Spurs, e para o Heat é de suma importância quebrar o mando de quadra adversário. A bola sobe domingo as 21 horas com transmissão da ESPN.




E para você que curte roupas de basquete, a loja LK Store, entra no link, curta a página e se indicar que comprou através desse anúncio do blog por mensagem, você ganha um desconto. Não perde essa. https://www.facebook.com/LKStoreCapsandMore?ref=ts&fref=ts