sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

"Ainda não estamos nesse nível"

Isaiah Thomas vê os Celtics muito abaixo dos Cavaliers

   Os Cavaliers parecem realmente que são a equipe mais forte do leste, e o King continua no topo.
   Lebron James classificou sua performance como um F após um quase triplo-duplo (23 pontos, 11 assistências e 8 rebotes), mas sua equipe provou mais uma vez ser uma equipe acima da média na Conferência Leste com a vitória de ontem por 124-118.
   Ainda assim, Boston tem motivos para manter a cabeça erguida depois de quase reverterem uma diferença de 18 pontos no quarto período, mas o líder da equipe, Isaiah Thomas, criticou duramente a posição de sua equipe na Conferência Leste. 
   "Ainda não estamos nesse nível. Nós não estamos no nível do Cleveland, então temos trabalho a fazer. E nós temos que encontrar a saída". - disse Thomas a Chris Forsberg da ESPN.
   "As equipes realmente boas, você comete um erro e eles aproveitam isso, sejam os Cavs, os Warriors, os Spurs, esse tipo de equipe não deixa você sobreviver quando comete um erro. Não estamos nesse nível ainda".
   Com a equipe saudável e com Horford comandando o garrafão, conseguiram fazer uma boa sequência de vitórias e chegar a terceira posição do lado Leste, empatado com os Hornets. No entanto, os Celtics caíram para o-3 contra os líderes da conferência Toronto Raptors e Cleveland Cavaliers. A expectativa era que os Celtics brigassem no topo, mas eles não possuem vitórias contra os principais times da NBA.
   Os Celtics possuem um recorde combinado de 0-9 contra os oito melhores times da liga nessa temporada. Assim fica difícil colocar-se no patamar de uma equipe de elite, como um contender ao título, sem vencer os melhores fica impossível entrar nesse patamar. A equipe é boa sim, precisa de pequenos ajustes, mas realmente não vejo nenhum time do lado Leste ao nível dos Cavaliers, os mais próximos são os Raptors e ainda assim não vencem. É difícil derrubar o reinado de Lebron James e os Cavaliers na Conferência Leste, diria impossível até o momento.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

"Nossos jogos são completamente diferentes"

Lebron fala sobre comparações com MJ

   No basquete da NBA as comparações são tradicionais, antigamente se comparavam jogadores novos ou de futuro promissor com Doctor J., Magic Johnson, e depois que Michael Jordan dominou o mundo do basquete as comparações com ele tornaram-se rotina.
   Muitos jogadores foram chamados de "novos Michael Jordan", principalmente Kobe Bryant e Lebron James. Ninguém precisa ser como Mike, ele é incomparável, assim como Kobe, Lebron e tantos outros, cada um tem o seu valor para o basquete e um nível de basquete absurdos.
   Lebron que completa 32 anos amanhã, está chegando a idade que Michael Jordan tinha quando voltou a jogar basquete depois de uma pausa de um ano e meio para jogar beisebol. MJ ganhou três títulos consecutivos e foi duas vezes MVP da liga após os 33 anos, apresentando um basquete, que muitos diziam na época, ainda melhor que o anterior a sua aposentadoria.
   De acordo com Kyle Forster do The Score, os repórteres questionaram se Lebron estudou ou não Jordan para saber como ele foi capaz de prolongar as suas habilidades e atleticismo que tinha antes de deixar a liga em 1993. O astro dos Cavs respondeu:
   "Não, não fiz. Ele era muito mais um pontuador. Nesse ponto, ele fez um monte de trabalho extra (depois dos 30 anos). Nosso jogos são apenas diferentes. Seu corpo é diferente, meu corpo é diferente do dele. Você reconhece o domínio que alguém tem nessa idade, mas não há semelhanças em nossos estilos, em nada". - disse Lebron aos repórteres hoje.
   Existem algumas comparações entre os craques que são feitas, mas o fadeway de Jordan é aquela que Lebron vê como mais distinta. Ele comentou: "Não, é diferente. Ele tem muito mais elevação em seu fadeway do que eu, e ele foi capaz de usá-lo como um movimento. Nossos jogos são completamente diferentes".
   Lebron disse o que todos já deveriam saber, por mais interessante que seja comparar os grandes nomes da história do basquete é algo complicado de ser feito. Mesmo que sejam atletas da mesma posição, é difícil dizer quem foi melhor, por exemplo entre Shaquille O'Neal e Kareem Abdul-Jabbar, em muitos aspectos são diferentes, mas ambos foram sensacionais na posição de pivô. Nem Jordan é uma unanimidade como o melhor de todos os tempos, pra mim é ele com sobra, mas muitos creditam esse posto a Magic Johnson. 
   A questão das comparações é o que move o amor pelo esporte, eu vejo assim pelo menos, quando dizem que um cara dos anos 60 era um monstro corro atrás e procuro ver vídeos, ler sobre, estudar o cara. E vejo isso como fundamentel para podermos ter uma opinião formada sobre quem é melhor, pra mim Jordan é o Deus do basquete e Lebron o melhor ala da história, que provavelmente vai bater muitas marcas de MJ, e tomara que o faça, pelo bem do esporte, para sempre ter alguém querendo superar as marcas do outro. 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

"Eu penso que isso tudo é uma merda"

Kevin Durant defende árbitros da NBA

   O último relatório dos dois minutos finais do jogo do dia do Natal entre Golden State e Cleveland retira a culpa de Kevin Durant até certo ponto, admitindo que ele não tinha caído por vontade própria no final do jogo e que realmente deveria ter sido marcado uma falta.
   Durant, entretanto, não está muito interessado com essa absolvição, em vez de se revoltar contra a falta não marcada, ele foi para o lado dos árbitros em face dos relatórios que muitas vezes os condena. "Os árbitros não nos fizeram perder o jogo, nós perdemos o jogo. Eu penso que isso tudo é uma merda, a NBA jogo os árbitros embaixo do ônibus assim". - disse KD aos repórteres hoje.
Os relatórios foram motivos de controvérsia entre jogadores, treinadores e funcionários, e Durant citou a hipocrisia como a cereja do bolo, deixando claro que preferiria que a liga deixe os árbitros em paz. 
   "Você não pode nos multar quando vamos lá e reclamamos deles e depois jogá-los debaixo do ônibus nesse relatório de dois minutos. E quanto ao primeiro, segundo, terceiro, acho que isso tudo é uma merda. Eles querem se livrar deles. Os árbitros não merecem isso".
   Concordo com a postura de Durant, entendo o quão difícil é apitar um jogo de basquete porque já o fiz diversas vezes, e jogo campeonatos. Errar é normal, ninguém vai acertar sempre, e como o Durant ressalta eles não perderam por conta dos árbitros, essa postura da NBA coloca todo o peso de um possível erro sobre os caras. Mesmo que tenham errado, culpá-los e multar os atletas por reclamarem dos erros é hipocrisia mesmo, ou defende os árbitros ou não fala nada.
   Há alguns anos a arbitragem da NBA tem errado muito em lances cruciais, faltas que não são marcadas, caminhadas com a bola, inversões de posse de bola. Esses relatórios exaltam os erros dos árbitros, e sempre culpabilizam os mesmos, mas se algum jogador publicamente reclama é multado. A NBA está se posicionando de maneira errada, o que precisam fazer é uma reciclagem na arbitragem e encontrar outras formas de cobrança para minimizar erros.

Heróis do passado: A.C. Green

O homem de ferro da NBA
   Hoje vamos contar a história do Ironman da NBA, A.C. Green jogador que detém o recorde de jogos consecutivos da liga, em toda carreira perdeu apenas três partidas. Além de ser indestrutível, foi três vezes campeão da NBA e merece a lembrança.
   Green foi uma estrela em Ohio State, sua passagem foi emblemática mantendo médias de 14.7 pontos, 7.7 rebotes e 1.6 assistências. Nos seus quatro anos de NCAA terminou em segundo lugar em todos os tempos da universidade em rebotes e quarto em pontos, foi uma vez All-Pac 10, All-American Terceiro Time, e por seus feitos entrou para o Hall da Fama da Pac 12.
   Com bons números, Green chegou a NBA em 1985 nas 23° posição do Draft para o recém campeão Los Angeles Lakers. Sua chegada foi discreta com médias de 6.4 pontos e 4.6 rebotes, mas ainda assim em suas nove temporadas com a franquia foi seis vezes o líder da equipe em rebotes, foi duas vezes campeão da NBA tendo médias de 11 pontos, 8.2 rebotes e 50% de aproveitamento dos arremessos. Além disso, chegou as finais em 89 e 91, foi All-Star e duas vezes NBA Segundo Time de Defesa.
Jogando com proteção
   Quando se tornou agente livre em 1993, assinou com o Phoenix Suns, sua chegada foi vista como a peça que faltava para a equipe que havia perdido a final da NBA para o Bulls. Na temporada 93/94 teve médias de 14.7 pontos e 9.2 rebotes, mas o Suns foi eliminado nas semifinais de conferência. Suas médias se mantiveram boas nas temporadas seguintes, e quase teve a sua série de jogos interrompida por uma cotovelada contra o New York Knicks. Ele perdeu dois dentes e sofreu uma lesão na cabeça, mas conseguiu se manter jogando utilizando uma máscara e jogando poucos minutos.
   Na temporada 1996/97 foi trocado por Jason Kidd, indo jogar no Dallas Maverciks, onde se tornou o Ironman da NBA chegando a 907 jogos consecutivos e de quebra pegando 20 rebotes. Depois de três temporadas voltou para o Lakers, onde foi mais uma vez campeão da NBA na temporada 99/00. Na sua última temporada foi para o Miami Heat, quando terminou sua sequência de 1278 partidas, que começara em 19 de novembro de 1986 e terminou em 18 de abril de 2001. 
Último time
   Mesmo sem ter sido um jogador excepcional, ele sempre ajudou muito os Lakers nos três títulos que conquistou com a franquia, sendo um obreiro, extremamente efetivo. Green teve médias de 9.6 pontos e 7.4 rebotes, 3 x Campeão da NBA, 1 x All-Star, 1 x All-NBA Segundo Time de Defesa e recordista da liga em total de jogos consecutivos. O que impressiona em sua marca é o fato de ser ala/pivô, jogar sempre com muito contato corporal e ainda assim não ter perdido uma partida na liga, realmente é o Ironman.










quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

"Esse cara é velho e infeliz consigo mesmo"

Reggie Evans e J.R. Smith falam sobre trechos vazados

  Alguns trechos vazados das memórias de George Karl vem causando alvoroço, alguns de seus ex-jogadores aparentemente não gostaram muito do que leram.
   De acordo com os leitores de uma cópia avançada, Karl gasta parte de seu livro falando sobre alguns jogadores de suas equipes do Denver Nuggets, especificamente Carmelo Anthony e J.R. Smith. Reggie Evans jogou no Nuggets de Karl por duas temporadas, também jogou seus últimos jogos da carreira sob o comando de Karl em Sacramento, e não foi tímido nos comentários sobre o que achou errado.
   Evans twittou dizendo: "Eu tinha alguns bons companheiros no Denver Nuggets. Esse cara é velho e infeliz consigo mesmo".


   Enquanto isso, as palavras de Karl  também parecem ter atingido Smith, que Karl aparentemente escreveu ter "uma enorme sensação de direito, uma posse confusa, seus olhos sempre no próximo contrato e uma seleção de arremessos realmente inacreditável". Karl escreveu também que o pai de J.R. "incitava seu filho a arremessar e continuar arremessando desde o momento em que eu o colocasse na quadra".
   Smith não ficou impressionado. Ele disse em sua conta do twitter: "Ainda tentando ser relevante. Triste, só triste".


   O livro de Karl intitulado "George furioso" e aparentemente vivendo assim, deve chegar as estantes em janeiro. Só existem duas explicações pra esses comentários, ou Karl realmente pensava isso de seus atletas ou são apenas um monte de bobagens escritas pra fazer o livro vender. A impressão que deixou para mim é de um cara rude, no mínimo estúpido para ter esse tipo de opinião, me parece muito mais sensacionalismo do que veracidade.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Shaq eternizado em LA

Shaq vira estátua

   Alguns jogadores deixam uma marca tão impressionante na liga, principalmente em algumas franquias que apenas ter o número aposentado não basta para ser uma homenagem. Alguns atletas são imortalizados nas arenas com estátuas, como Michael Jordan, Magic Johnson, Scottie Pippen, Kareem Abdul-Jabbar, e agora, Shaquille O'Neal.
   O pivô dos Lakers, um dos mais dominantes da história (na minha opinião o mais dominante), será eternizado na frente do Staples Center. Segundo um twitter de Baxter Holmes, a franquia de Los Angeles anunciou que a estátua de Shaq será revelada no Star Plaza, fora do Staples Center antes do jogo do dia 24 de março de 2017.


shaqstatue

   A estátua é uma homenagem ao Big Aristotle, pelas suas oito temporadas com a equipe roxa e amarela, de muito sucesso. Shaq teve com o Lakers médias de 27 pontos, 11.8 rebotes, 3.1 assistências e 2.5 tocos por partida, sendo três vezes campeão da NBA e três vezes o MVP das Finais de forma consecutiva.
   O legado de Shaq com o Lakers, equipe em que atuou por mais tempo, é algo de dar inveja a muitos jogadores. A honraria que o pivô Hall da Fama receberá é algo inigualável, condizente com a carreira que teve como atleta. 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Heróis do passado: Kenny Smith

Tar Hells e boas campanhas
   Nossa série hoje contará a história de Kenny Smith, você já deve conhecê-lo da TNT norte americana ou do NBA2K, já que ele é Shaq são os comentaristas das partidas e entrevistadores do pós-jogo. Pra quem não sabia, Smith foi jogador profissional e teve uma carreira interessante na NBA.
   Smith nasceu em Jamaica, no Queens, New York, e começou a jogar basquete na igreja de Riverside. No ensino médio jogou por Archbishop Molloy High School, onde foi treinado por Jack Curran, o mais vitorioso treinador do ensino médio da cidade e do estado de New York. Em 1983 foi eleito McDonald's All-American e juntou-se a Universidade de North Carolina, onde seu jogo só melhorou, encerrando sua passagem na universidade com médias de 12.9 pontos e 6 assistências. Ele é o quarto da história dos Tar Heels em roubos de bola, quinto em assistências por jogo e segundo na história em total de assistências, nos tempos em que atuou (1983-87) levou a equipe a dois elite 8 e um sweet 16, com um recorde de 115-22 em seus quatro anos de North Carolina. Foram duas vezes campeões da ACC, ficaram empatados na primeira posição uma vez e nunca terminaram abaixo da 8° posição no ranking com Smith jogando.
   Em 1986 representou os USA no Campeonato Mundial de basquete, juntamente com Steve Kerr, David Robinson, Muggsy Bogues. Foi o segundo cestinha da equipe com 14.7 pontos, e anotou 23 pontos na final contra a União Soviética de Arvydas Sabonis.
All-Rookie primeiro time com os Kings
   Sua carreira na NBA começou em 1987, quando foi a sexta escolha do Draft de 1987. O seu primeiro ano como profissional lhe rendeu uma vaga no All-Rookie Primeiro Time, com médias de 13.8 pontos e 7.1 assistências. Ele atuou por três temporadas nos Kings, até ser trocado para o Atlanta Hawks na temporada 1989/90, onde foi reserva pela primeira vez em sua carreira, com médias de apenas 7.7 pontos por jogo e sendo titular em 5 das 30 partidas que jogou pela equipe de Atlanta.
2 x campeão da NBA e voando baixo
   Ao final da temporada 89/90 foi negociado para o Houston Rockets, onde atuou a maior parte de sua carreira, 6 anos. Na temporada 90/91 teve médias de 17.7 pontos e 7.1 assistências, ajudando os Rockets a alcançarem o seu melhor recorde da história na época, 52-30. Infelizmente foram varridos na primeira rodada dos Playoffs pelos Lakers. Mas as coisas melhoraram, os Hockets foram bicampeões nas temporadas 93/94 e 94/95 com Smith tendo médias de 11.7 pontos, 4.5 assistências e 42,5% de aproveitamento das bolas de três. 
   Depois da temporada 1995/96 perdendo muito espaço para Sam Cassell, Smith foi dispensado, assinando contrato com o Detroit Pistons onde ficou 9 jogos, depois foi para o Orlando Magic onde ficou 6 partidas e foi para no Denver Nuggets onde terminou a sua carreira. Ele se aposentou da NBA após 13 temporadas, com médias de 12.8 pontos e 5.5 assistências, com 39,9% de aproveitamento das bolas três, sendo 2 x Campeão da NBA, 3 x TOP 10 em bolas de três, 2 x TOP 10 em lances-livres, detêm o recorde de percentual de bolas de três dos Nuggets, e é líder de todos os tempos em várias categorias dos Kings e Rockets. Pode não ter sido o maior astro da história, mas foi fundamental para os títulos dos Rockets e ainda teve uma carreira consistente, digno de nossa lembrança.


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

"Aquela merda era muito pesada"

Mitando como sempre

   Agora sabemos porque o ícone do Philadelphia 76ers e Hall da Fama, Allen Iverson, nunca cresceu durante seus 14 anos de carreira.
   Será a Noite do Hall Fama Allen Iverson no Wells Fargo Center hoje a noite, quando os Sixers serão anfitriões dos los Angeles Lakers. Falando aos repórteres antes do tipoff , The Answer falou sobre seu condicionamento, e como nunca levantou pesos quando era um jogador ativo.
   "Aquela merda era muito pesada". - disse Iverson, de acordo com Derek Bodner da revista Phlly.
   Iverson acabou sendo um dos jogadores mais talentosos da história, escapando dos halteres, contando com sua marca registrada a tenacidade e sua atitude de nunca se entregar, levou-o ao estatuto de lendário.
   Prática, peso, quem precisa deles? Iverson nunca precisou, o cara era um talento nato, nascido para brilhar. Talvez pudesse ter sido ainda melhor se associasse seu talento ao treinos, mas quem se importa ele é The Answer.

Mito do jornalismo

Lenda do jornalismo 

   Hoje o mundo do basquete, principalmente da NBA ficou mais triste. O lendário repórter de longa data da TNT, Craig Saiger, faleceu aos 65 anos após uma longa batalha contra a leucemia.
   Ele será sempre lembrado por seu excelente trabalho como repórter de quadra para a "NBA no TNT". Sager também trabalhou cobrindo o basquete olímpico e os playoffs da MLB durante sua épica carreira na radiodifusão.
"Craig Saiger era um membro amado da família Turner por mais de três décadas e tem sido uma verdadeira inspiração para nós. Nunca haverá outro Craig Saiger, seu incrível talento, sua incansável ética de trabalho e seu compromisso com o ofício o levaram para o todo mundo". - disse David Levy em um comunicado.
   "Enquanto ele vai ser lembrado por seu traje colorido e as entrevistas da TNT dentro da quadra com treinadores e jogadores, é a determinação, graça e vontade de viver que ele exibiu durante a sua batalha contra o câncer que terão seu impacto duradouro. E nossas pensamentos e orações estão com a esposa de Craig, Stacy, e toda família Sager durante esse período difícil".
   No começo dessa semana, Sager foi introduzido no Sports Broadcasting Hall of Fame em New York. A honra veio antes de seu falecimento e uma justa e merecida homenagem, Sager é um dos melhores repórteres da história de todos os esportes, sua irreverência sempre foi sua marca registrada. Fica aqui nosso adeus a esse mito da reportagem, que Deus conforte a família e obrigado Sager por ter sido o melhor no que fez.

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

"É sempre bom voltar" - Thibodeau

Não tenho problemas com eles

   Depois de cinco temporadas como treinador do Chicago Bulls, Tom Thibodeau fará seu esperado retorno ao United Center logo mais as 23 horário de brasília, após 18 meses de sua demissão.
   Apesar da demissão, Thibodeau não parece ter qualquer sentimentos negativos em relação ao Bulls, dizendo que ele não tem nada além de "boas lembranças" de seu tempo em Chicago. 
   "É sempre bom voltar. Obviamente eu tive uma oportunidade este verão com a equipe dos EUA. Mas quando você volta, são um monte de boas lembranças quando estive aqui. Então estou ansioso para isso". - disse Thibodeau à Nick Friedell, da ESPN. 
   Embora a sua demissão tenha sido em grande parte devido à sua má relação com a administração, o treinador de 58 anos diz que não tem ressentimentos com seus antigos patrões.  "Eu não tenho problema com esses caras. Realmente não. Eles têm um trabalho a fazer, eu tinha um trabalho a fazer. Infelizmente, tivemos algumas lesões ao longo do caminho, e por isso não terminou talvez da maneira que todos gostariam, mas eu não tenho nenhum problema com esses caras". 
   Thibodeau teve um registro de 255-139 no seu tempo de Chicago, chegando aos Playoffs em todas as cinco temporadas. 
   "Quando você volta, olha o prédio, olha para o tempo que passou aqui. É óbvio que você constrói muitos relacionamentos durante esse tempo. Eu sei que é uma grande organização, a história, a tradição, ser parte disso, foi um grande período para mim, uma grande experiência".

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Heróis do passado: Darius Miles

Camisa 21 deu um up nos Clippers
   Se você, assim como eu, acompanhava a NBA nos anos 2000 certamente lembra desse nome, Darius Miles, um dos jogadores mais interessantes de serem assistidos. Um ala explosivo e habilidoso que dominava as quadras, mas que sofreu com lesões graves e teve a carreira prematuramente encerrada.
   Darius Miles nasceu em Bellevlle, Illinois e começou a jogar basquete e se destacar na East St. Louis Lincoln High School e na East St. Louis High School, também em Illinois. Seu nível de basquetebol era acima da média, Miles recebeu dos treinadores e da mídia 217 de 369 votos para ser eleito Mr. Illinois Basketball. Nos três anos que atuou levou o East St. Louis as quartas de final da Classe AA duas vezes, na temporada que recebeu o título anotou 1264 pontos, com médias de 22 pontos, 13 rebotes e 7 tocos, jogando praticamente em todas as posições.
   Com todo sucesso que teve, Miles foi selecionado no Draft de 2000 na terceira posição pelo Los Angeles Clippers, no ano em que mais atletas vindos diretamente do ensino médio foram selecionados, entre eles, Corey Maggette, Lamar Odom, Quentin Richardson e Elton Brand. Na primeira temporada foi selecionado a equipe de novatos, com médias de 9.4 pontos e 5.9 rebotes. Em seus tempos de Los Angeles Clippers, Miles e Richardson ajudaram a franquia a melhora seus recordes, mas sem sucesso de chegar aos Playoffs em 2001/02 por 5 vitórias.
   Depois da temporada 2001/02 foi para os Cavaliers onde ficou por meia temporada antes de ir para o Portland Trail Blazers. Na franquia de Portland teve seus melhores anos na carreira, e parecia que estava finalmente se encontrando na NBA. Mas teve alguns problemas, na temporada 2004/05 ele foi manchete muitas vezes por problemas com o treinador Maurice Cheeks onde teria insultado Cheeks com insultos racistas e teria dito: "não me importo se a equipe perder os próximos 20 jogos, desde que Cheeks seja demitido". De acordo com Chad Ford da ESPN e outras fontes, Cheeks pediu para Miles sair e ele responde "me faça". Ao sair do quarto para ver o gerente geral, John Nash, Miles correu atrás dele gritando: "é isso mesmo, corra pro seu papai".
Melhores anos de sua vida
   Ainda nos Blazers em 2005 anotou a sua maior pontuação, 47 pontos contra o Denver Nuggets que foi a oitava maior pontuação de um único atleta na história da franquia. No final da temporada sofreu uma lesão grave no joelho direito, cinco dias depois jogou o último jogo dele na temporada. Devido à uma cirurgia para recuperar uma microfratura em seu joelho, Miles perdeu a temporada 2006/07 e 2007/08. 
   O Blazers tentou derrubar o contrato de 18 milhões de dólares de Miles, eles pediram para NBA e a Associação de Jogadores da NBA para fornecer um médico independente para decidir se ele poderia voltar a jogar. O exame determinou que a lesão no joelho de Miles era severa o suficiente para decretar o fim de sua carreira, fazendo com que os Blazers pedissem a sua liberação. Mas Miles tinha a opção de assinar com outra equipe se tivesse um contrato oferecido, potencialmente os 18 milhões seriam revertidos caso Miles jogasse 10 partidas em 2008. Para complicar a história, Miles teve de cumprir exatos 10 jogos de suspensão por violar a política de abuso de substâncias imposta pela NBA, e ele teve de cumprir a suspensão antes de jogar por qualquer equipe.
   Em agosto juntou-se com o Boston Celtics para um contrato não garantido, lhe dando uma chance de consegui um lugar no acampamento de treinos. Embora tenha treinado duas vezes com a equipe, foi dispensado em outubro, antes da temporada regular começar. Miles foi para os Grizzlies, onde assinou até o final da temporada mas foi dispensado em julho de 2009 para a equipe abrir espaço no cap. 
   Miles foi de um fenômeno do ensino médio a um jogador promissor, muito bom e com a carreira sendo encerrada em apenas oito temporadas, com apenas 27 anos. Por conta da lesão e de demorar para se adaptar a liga, suas médias não retratam o quão bom ele era, 10.1 pontos, 4.9 rebotes e 1.9 assistências por jogo, sendo selecionado para o All-Rookie Primeiro Time em 2000. Miles era um dos jogadores mais empolgantes da liga e foi uma pena não ter jogado por mais tempo.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

"Estaria preocupado se ninguém me quisesse"

Cousins não se preocupa com rumores de troca

   Se DeMarcus Cousins quer sair de Sacramento, ele não está deixando parecer. Enquanto os rumores de troca começam a levantar poeira em volta dele nesta temporada, Cousins tem colocado a cabeça no lugar e jogando muita bola.
   Não que tenha sido um caminho tranquilo. Cousins lidera a NBA  com seis falta técnicas, e está indo no caminho para terminar entre os três primeiros nesta categoria pela sexta temporada consecutiva. Atualmente, juntamente com seu companheiro de equipe Matt Barnes, está sendo processado por seu suposto envolvimento em uma briga numa boate em New York, e os Kings estão 8-13, indo para a 11° temporada fracassada em sequência.
   Por tudo isso, Cousins diz que não espera ser negociado nessa temporada.
   "A menos que você saiba alguma coisa que eu não sei. Eu falo muito com a gerência. Estamos na mesma página. Não estou preocupado com isso". - disse a Marc Stein da ESPN quando perguntado sobre a possibilidade de ser trocado.
   Relatos indicam que o dono do Kings, Vivek Ranadive, abomina perder seu estimado pivô, e fontes disseram a Stein que o escritório ainda acreditar ser muito cedo para realmente considerar trocá-lo. Enquanto isso, as opiniões em torno da liga parecem divididas sobre a estrela e se valeria mesmo o peso de seu contrato.
   "Tudo sobre esse cara está errado. Não quero essa atitude em torno de meus jovens jogadores". - disse um executivo rival a Chris Mannix, do The Vertical.
   O treinador assistente dessa mesma equipe pensa de outra forma. "Essa situação lá fora estragaria qualquer um. Estou lhe dizendo, tire-o daquela bagunça e você verá uma pessoa diferente".
   Cousins será um agente livre irrestrito no final da próxima temporada, ele diz que toda a conversa comercial o lisonjeia mais do que distraí.
   "Saber que você é querido em toda liga ... Eu estaria preocupado se ninguém me quisesse. Então eu teria uma situação em minhas mãos, mas estou feliz onde estou, estou feliz com essa equipe. Estou em um ótimo lugar".
   Cousins encacharia como uma luva em várias equipes, adoraria vê-lo no meu Bulls. Acho que ele realmente goste de Sacramento e tudo mais, mas se uma boa equipe lhe quiser e tiver uma boa proposta ele deva deixar o Kings. Ele é um dos melhores pivôs da liga e se for para onde tenha quem lhe ajude a jogar, as chances de ganhar um anel possam se tornar reais e isso deve ser o que pese em sua decisão.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Stern e a polêmica com Chris Paul e Lakers em 2011

Stern tenta se eximir de veto nas negociações de CP3 com o Lakers

   O ex-comissário da NBA, David Stern, criticou nessa terça-feira a caracterização de suas ações ao cancelar um contrato de 2011 que teria enviado Chris Paul do New Orleans Hornets para o Los Angeles Lakers.
   "Vou corrigir para sua linguagem. Que cancelamento? O GM (Hornets) não foi autorizado a fazer esse comércio. E agindo em nome de nossos proprietários, decidimos não fazê-lo. Eu era um representante proprietário. Não havia nada a anular". - disse Stern a um grupo no Sports Business Radio Road Show, como descreveu Ben Golliver da SI.
   A questão foi complicada pelo fato de a NBA reconhecer os problemas financeiros da franquia Hornets naquele momento. Além da resposta a troca de outros proprietários que ele recebeu como comissário da liga, Stern também teve que tomar uma decisão como proprietário da equipe.
   "Quando você é comissário e você tem duas equipes que são vinculadas a você, como nos Lakers e Houston, os GMs sem querer atribuir, gastam seu tempo com bobagens a você, a impressão errada pode ser concedida. Foi uma das poucas vezes que decidi apenas ir a rádio, silencioso e deixá-los falar, fui morto".
   O episódio de Paul ao lado de sua manipulação da ida do Seatle SuperSonics para Oklahoma City em 2008, são duas marcas negras na carreira de Stern e seu legado. Sua declaração de que o gerente geral dos Pelicans, Dell Demps, não estava autorizado a negociar Paul com o Lakers também contradiz o que Demps disse na época. Demps disse que estava livre para trocar o armador.
   "Nunca houve uma troca. Nunca foi aprovado por mim como proprietário".
   Muitas das críticas derivaram do fato de que a liga se colocou nessa posição com a franquia de New Orleans, embora também se soubesse que vários donos não queriam que os Lakers acertassem com um talento como Chris Paul. O dono do Cleveland Cavaliers, Dan Gilbert, que tinha sido demitido pela partida de Lebron um ano antes, enviou um e-mail para Stern no dia da negociação pedindo para vetá-la.
   O que eu vejo nessa situação é que Stern sucumbiu as pressões externas e vetou uma troca que era legítima. Além de ter um interesse próprio nisso, por ser um proprietário, ele barrou a formação de uma equipe monstruosa o que seria hoje a formação dos Warriors com o KD. Na época teríamos CP3, Kobe e D12 chegando a franquia, uma máquina que renderia bons frutos. A atitude de Stern foi correta ou não?

KD quase foi pros Clippers

Kevind Durant cogitou jogar nos Cplippers antes de assinar com os Warriors

   Depois de finalmente assinar na Bay Area, o núcleo forte dos Clippers tornou difícil para Kevin Durant dizer não para Los Angeles esse verão.
   "Blake (Griffin), DJ (DeAndre Jordan) e CP (Chris Paul). Foi isso que tornou interessante. Esses três caras são tremendos, e talentos inacreditáveis. Eles fizeram isso difícil pra mim". - disse Kevin Durant a Chris Haynes  da ESPN. 
Jordan foi particularmente persistente em sua busca por Durant, um jogador que o grandão do Clippers compartilha um vínculo estreito desde 2008 quando entrou na liga.
   "Mais do que tudo, ele era apenas um verdadeiro amigo. No final do dia, ele queria que eu fosse para o Clippers, mas no final do dia ele não se importava. Ele ia ser meu amigo, não importa o quê. E eu meio que gravito em torno disso, exceto querer estar em torno de amizades genuínas, não importa para quem você joga, o que você faz, que decisões você toma. É por isso que eu estava a sua volta mais do que qualquer coisa". 
   Agora em lados opostos, KD e DJ disputam o topo da conferência oeste, e na minha opinião, possivelmente façam a final da conferência. E vejam como são as coisas, imaginem se o KD fosse pros Clippers, com toda certeza seriam uma máquina imparável, pelo menos no quinteto titular. CP3, DJ, Blake Griffin e KD juntos, isso é quase impossível de ser marcado.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Heróis do passado: Brandon Roy

Boa carreira universitária
   Hoje nossa série relembra Brandon Roy, um ala formidável que passou pela NBA e era astro em Portland, mas que teve sua carreira interrompida pelas lesões. Uma pena, pois o jovem atleta era um dos grandes nomes da geração dos anos 2000, quem lembra dele ou não conhecia, vem comigo.
   Brandon Roy começou a jogar basquete ainda no ensino fundamental, mas começou a se destacar na Garfield High School, de Seatle, quando foi considerado um dos melhores jogadores do ensino médio no estado. Por conta de seu jogado brilhante, ele foi cotado para entrar no Draft de 2002 sem nem mesmo ir para a Universidade, mas Roy desistiu da ideia, na época tinha sido rankeado como o 6° melhor ala e o 36° atleta para a classe de 2002. 
   Ele passou por dificuldades para chegar a universidade, seus pais e irmão não haviam frequentado a faculdade e sua dificuldade de aprendizagem lhe fizeram tentar quatro vezes o teste para atingir os requisitos da NCAA. Roy nem sabia se conseguiria cursar os quatro anos da universidade, ele cursou e se formou em Estudos Étnicos Americanos. E logo em sua primeira temporada foi cotado para o Draft, mas não tentou pois sabia que Nate Robinson e Martell Webster, seus companheiros de UW se inscreveram para o Draft. 
   Roy viu uma possibilidade de subir nos rankings de seleção se ficasse na Universidade de Washington por mais tempo. Ele anotou 35 pontos em dois jogos seguidos, marcas que eram a sua mais alta da carreira e o recorde da equipe. Na sua última temporada com médias de 20.2 pontos, 5.6 rebotes e 4.1 assistências, foi eleito jogador do ano da Pac-10 e foi All-American, além de ser finalista para os prêmios, Wooden, Naismith, Oscar Robertson e Adolph Rupp, levando a equipe ao Sweet 16 pela segunda fez seguida e postulando um recorde de 26-7.
Uma carreira brilhante interrompida por lesões
   Sua carreira na NBA começou em 2006, quando foi a 6° escolha do Draft pelo Minnesota Timberwolves, imediatamente trocado para o Trail Blazers por Randy Foye. Seus dois primeiros jogos foram muito bons, anotando 20 e 19 pontos respectivamente, porém já apareciam as lesões. Após um choque em seu calcanhar, Roy perdeu 20 jogos na temporada, mas ainda assim foi o cestinha dos novatos, participou do All-Star Game e foi o novato do ano jogando apenas 57 partidas, segunda menor marca da história.
   Na temporada seguinte foi titular nos primeiros 48 jogos, levou a equipe a 13 vitórias consecutivas, foi um reserva no All-Star Game, mas se machucou antes do fim de semana das estrelas e atuou com o tornozelo machucado. Na pré-temporada de 2008 fez uma cirurgia para retirada de um pedaço de cartilagem que lhe causava irritação no joelho esquerdo, o que lhe fez perder várias semanas, mas estava pronto no primeiro jogo da temporada. 2009 foi um ano mágico, ele anotou seu recorde de pontos (52), igualou o recorde da franquia em roubos de bola (10) e a partir de 16 de fevereiro teve 24 arremessos que empataram ou ganharam partidas nos últimos 35 segundos.
   Em 2010 foi pela terceira vez selecionado ao All-Star Game mas teve de se afastar por uma lesão no tendão direito. Em abril sofreu uma fratura no joelho direito e teve de passar por cirurgia. Na temporada seguinte as coisas pioraram de vez, Roy passava por problemas nos joelhos que lhe incomodavam desde a universidade e em dezembro foi anunciado que estava fora por tempo indeterminado. A partir disso começou a se especular que ele não jogaria mais ao nível de All-Star, em janeiro de 2011 passou por uma artroscopia nos joelhos, mas retornou em fevereiro. Infelizmente, não jogava mais como antes e assumiu um papel vindo do banco.
Timberwolves, último suspiro
   Durante o lockout de 2011 anunciou que se aposentaria porque seus joelhos não lhe deixavam jogar. Em 2012 tentou voltar, fez um procedimento com plasma rico em plaquetas, assinou com os Wolves e sentiu-se muito bem durante o campo de treinamento. Porém, sofreu um choque durante um jogo de pré-temporada e após cinco jogos da temporada regular teve de operar o joelho direito lhe tirando da temporada. Em maio de 2013 foi dispensado pelos Wolves e acabou sua carreira.
   Roy foi um grande jogador enquanto saudável, infelizmente seus joelhos lhe encurtaram a vida útil como atleta e lhe renderam sete temporadas. Nesse período foi 3 x All-Star, 1 x All-NBA Segundo Time, 1 x All-NBA Terceiro Time, Novato do Ano e All-Rookie Primeiro Time. Pena que não ficou saudável por mais tempo, pois certamente seria um dos grandes nomes da liga.


   
   

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Joelhos saudáveis de Natal

Apelando pro Papai Noel para voltar a jogar

   Esqueça uma bicicleta nova, trens de brinquedo, ou aquele Power Ranger vermelho, Chandler Parsons só tem um desejo nesse natal.

parsons

   O cara de 94 milhões de dólares dos Grizzlies pode estar em algo. A cirurgia do joelho que o jovem atleta de 28 anos sofreu no começo da pré-temporada, limitou-o a apenas seis dos 20 primeiros jogos da sua equipe nesta temporada. Suas médias são de apenas 7.7 pontos e 3 rebotes em uma média tenebrosa de apenas 39% de aproveitamento dos arremessos.
   Esperançosamente, Parsons pediu ao Papai Noel para que atenda o seu pedido, já que Mike Conley vai ficar de fora por seis semanas, e Memphis vai precisar dele.