domingo, 23 de agosto de 2015

"Erros" estatísticos

   
O maior erro de todos os tempos
   As estatísticas não mente, são perfeitas, mas as vezes deixam algumas lacunas. Em muitas ocasiões "trágicas", as equipes perdem excelentes jogadores no Draft por causa das estatísticas ruins ou porque não olham para um jogador em determinada posição. Há também jogadores que começaram sua carreira como "esquentadores de banco" e que acabaram se tornando All-Stars ao longo de suas carreiras.
   10° Gilbert Arenas: O 3 x All-Star, Most Improved Player, e o cara que teve uma temporada com média de 29 pontos por jogo, Arenas passou por toda liga antes de provar o seu valor nos Wizards. Olhando para sua carreira, Arenas jogou um bom basquete por um tempo e teria jogado ainda melhor, se as lesões não acabacem com a sua carreira. Um jogador como Arenas não merecia ser a 31° escolha, com certeza.
   9° Dennis Rodman: Rodman foi 2 x All-Star, 2 x Melhor defensor do ano, e liderou a liga em rebotes 7 vezes na carreira, mesmo sendo pequeno. Quando se aposentou os Pistons aposentaram a sua camiseta por todas as suas contribuições pelos campeonatos. Isso é a última coisa que se espera  para uma 27° escolha do Draft.
   8° Tony Parker: Parker foi campeão da NBA 4  vezes com os Spurs e MVP das Finais de 2007. Foi 6 vezes All-Star, e os Spurs não tinham ideia que a 28° escolha do Draft renderia um atleta tão bom e um futuro Hall da Fama.
   7° Alex English: Foi 8 vezes All-Star, líder em pontuação da liga em 1983, maior cestinha de todos os tempos do Denver Nuggets, motivo pelo qual tem seu número aposentado pela franquia. Um jogador com média de quase 30 pontos por jogo em uma temporada não deve ser um prospecto para a segunda rodada do Draft.
   6° George Gervin: George Gervin, The Iceman, foi 9 vezes All-Star, 5 vezes All-NBA Primeiro Time, 4 vezes o cestinha da liga e tem o número 44 aposentado pelos Spurs. Ele teve médias de 26 pontos por jogo em sua carreira, e anotou 63 pontos em uma partida. Acreditem, ele foi a 40° escolha.
   5° Dirk Nowitzki: Apesar de a nona escolha do Draft não ser tão ruim assim, no caso de Dirk, que é sem dúvida um dos melhores jogadores de todos os tempos, ser pego nessa posição é um erro. Dirk foi 13 vezes All-Star, liderou os Mavericks ao seu único título em 2011, onde ele foi o MVP das Finais. Por último e não menos importante, foi o MVP da temporada de 2007 e é o melhor jogador europeu da história da NBA.
   4° Manu Ginobili: Um grande jogador que quase não foi selecionado para a NBA, causou grande impacto com suas seleções para o All-Star Game e seu status de melhor sexto homem da liga por anos. Manu com 38 anos ainda é parte importante dos Spurs, foi 4 vezes campeão da NBA e jogando o seu jogo.
   3° Karl Malone: O maior jogador da história que não ganhou a NBA. Foi 14 vezes All-Star, 2 vezes o MVP da liga, é o segundo maior cestinha da história com mais de 36000 pontos. Ele foi a 13° escolha do Draft, um bom projeto, mas ele era melhor que todos os outros da classe e poderia facilmente ter sido o número um.
   2° Steve Nash: O armador recém aposentado foi duas vezes MVP e 8 vezes All-Star. Foi um dos melhores armadores da história e um dos passadores mais incríveis de ser visto. Nash foi a 15° escolha em possivelmente a melhor classe do Draft de todos os tempos, mas com toda a habilidade que ele apresentou na sua carreira poderia facilmente ter sido uma dos 3 primeiros.
   1° Kobe Bryant: Quem pode esquecer de Kobe. De um jogador muito jovem que não está pronto para o profissional, a um dos melhores jogadores da história. É um desperdício de tempo ficar falando sobre todas as suas realizações, as mais importantes são os 5 títulos da NBA, 2 MVP das Finais, o 3° maior cestinha de todos os tempos, o cestinha de todos os tempos dos Lakers, e o cara que chegou mais perto dos 100 pontos de Chamberlain, anotando 81. Kobe foi a 13° escolha do Draft pelo Charlotte Hornets e imediatamente negociado com os Lakers. 
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