O bem que a ESPN tem feito para o esporte brasileiro não teremos como pagar. José Trajano, Juca Kfouri, João Palomini, Wlamir Marques e toda a equipe da ESPN Brasil moram em minhas orações, pedindo proteção e luz para que sempre venham a público denunciar a corrupção que se instala no esporte brasileiro como conseqüência da tentativa de massificação do esporte que ocorre através das verbas federais – sabemos que a massificação não ocorre, mas as verbas federais circulam (por onde? beneficiam quem?) e temos inúmeras dúvidas e desencontros quanto a aplicação dos recursos.
domingo, 15 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Rio 2016: Tenho pena, vai faltar bola no interior do Maranhão!
Com essa frase, Juca Kfouri, definiu a presença de espírito e a participação de Laércio Elias Pereira, o criado do CEV (www.cev.org.br), no programa Juca Entrevista da ESPN, transmitido ontem.
Como se não bastasse a manipulação do processo eleitoral
do COB, as denúncias de inúmeros listeiros do CEV, jornalistas como José Cruz (Correio
advogados (como Marcílio Krieger de SC), de Alberto Murray Neto (http://albertomurray.wordpress.com), membro do COB, a carta do prof. Ronaldo Pacheco (http://blog.cev.org.br/laercio/desculpas-aos-atletas-ronaldo-pacheco/) pedindo desculpas ao Esporte e aos atletas brasileiros, entre tanto outros fatos e ações contrárias a Olimpíada no Brasil, o prof. Laércio nos brindou com sua simplicidade e preocupação com o básico: a educação física do interior do interior de nosso Brasil, lamentando os milhões e prováveis bilhões que o país gastará com a candidatura e realização dos jogos no Brasil em prejuízo de sua população que ficará sem o básico: bolas para a prática esportiva.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
FGB: cadê a AGO de janeiro?
Povo do Rio Grande:
estou aqui, assistindo NBA e pensando em nosso futuro... Não estive em Lajeado, na reunião de dezembro que, me perdoem, vergonhosamente serviu de manobra para adiar a eleição da FGB e garantir mais uma reeleição do Carlinhos a frente do basquete gaúcho, caso este venha perder o pleito nacional. Agora, nesse momento, levantamentos nos levam a crer que ele possui 11 votos certos, contra 5 do Grego e 7 do Chakmati, ou seja, teoricamente vencerá por lá o que, por um lado, fico triste pelo trágico destino do basquete brasileiro e, por outro lado, me causa alívio, pois a promessa é não concorrer aqui e podemos vislumbrar um futuro melhor. Se vencer lá, ele irá concorrer de qualquer maneira no RS, pois a eleição no RS ocorrerá em até 14 dias após a eleição da CBB, permitindo que se eleja, renuncie e, no 15º dia, seja empossado na CBB. Assim ele deixará o príncipe herdeiro na cadeira de presidente – nesse sentido não peço desculpas, pois os clubes gaúchos são vergonhosamente achacados, acuados e aceitam passivamente as manobras do Carlinhos ou, por outro ângulo, concordam com tudo isso que aí está e, pelo resultado da assembléia, me resta dúvida do que realmente está ocorrendo.
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