Pular para o conteúdo principal

Brasil Olimpico da ESPN... ASSISTA no Blog do Paulinho

O bem que a ESPN tem feito para o esporte brasileiro não teremos como pagar. José Trajano, Juca Kfouri, João Palomini, Wlamir Marques e toda a equipe da ESPN Brasil moram em minhas orações, pedindo proteção e luz para que sempre venham a público denunciar a corrupção que se instala no esporte brasileiro como conseqüência da tentativa de massificação do esporte que ocorre através das verbas federais – sabemos que a massificação não ocorre, mas as verbas federais circulam (por onde? beneficiam quem?) e temos inúmeras dúvidas e desencontros quanto a aplicação dos recursos. 

Para Nuzman, ter as contas do Pan Rio-2007 questionadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e a divulgação imediata pela mídia foi/é/será um duro golpe que Nuzman não conseguirá absorver, com todo o lobby que faça em Brasília. A atitude da ESPN Brasil e outros jornalistas que aparecem na reportagem já é um alento para quem faz o esporte de base no país (atletas, técnicos e outros que constroem projetos pelo desenvolvimento esportivo na cara e na coragem). Entre os jornalistas eu acrescentaria José Cruz, do Correio Brasiliense como outro grande batalhador, mas que não citado, provavelmente pelo afastamento que se encontrava no período de elaboração do programa. Ainda Alberto Murray Neto, membro do COB, que expõe a ferida sem meias palavras.

Em relação ao programa eu creio que não seja problema sua divulgação via youtube. A ESPN, com os serviços prestados em prol do nosso esporte, tem uma audiência limitada – eu mesmo só assino o pacote completo da NET para poder assistir a ESPN e a ESPN Brasil, por que filmes a gente vê da locadora e anos antes dos telecines. Portanto, quando o Blog do Paulinho particiona e põe no youtube o programa Brasil Olímpico: uma candidatura passada a limpo. só quer escancarar a todos os 190 milhões de brasileiros a realidade do esporte olímpico e dizer: "não é essa maravilha que parte da mídia comprometida e confederações e federações estaduais estão dizendo por aí, nem o que atletas reconhecidos estão buscando passar". Espero, de coração, que a empresa ESPN Brasil veja a divulgação do trabalho como fundamental para que toda a comunidade tenha acesso as informações e denúncias divulgadas ali. Dito isso, deixo abaixo o link para a primeira parte das nove partes disponíveis no Youtube, sendo que a primeira leva as demais. Todos que lêem esse blog precisam ver o vídeo, principalmente quem não possui ESPN Brasil em casa, pois é um documentário sensacional, realizado com base nos fatos e não em suposições.


Eu já vi o programa duas vezes e algumas partes no youtube outras tantas e fico me perguntando: como deixamos essa gente nos enrolar, facilmente, sem resistir e sem mostrar nossa contrariedade a apropriação indevida de nosso dinheiro? Vamos manter e fortalecer a campanha Vai faltar bola no Maranhão: que os Jogos Olímpicos de 2016 sejam em Madri ou em Chicago, mas no Brasil, de jeito nenhum.

Comentários

@lisangelo disse…
O programa pode ser visto tambem no www.espn.com.br/360
Inclusive estou mandando emails para todo mundo na ESPN pedindo um programa nos mesmos moldes focando a eleicao proxima na CBB.

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete