Inaceitável a atitude racista de Maxi Lopes no jogo de hoje (24/6) contra o Cruzeiro. O Brasil é um país multirracial, formado por portugueses, holandeses, alemães, russos, franceses, italianos em regiões específicas e o negro em todo o território nacional, sendo que no passado foi o escravo, o ser humano sem direitos, transformado em animal. Hoje somos, no mínimo, 50% da população desse país. Isso persiste em algumas mentes por aqui e os argentinos são sempre protagonistas de atitudes racistas nos jogos de futebol – ou já esquecemos o que aconteceu no Morumbi anos atrás. A disputa esportiva, a pressão do jogo não dá direito a nenhum dos protagonistas de ofender o companheiro de disputa, por que é o que são: o Cruzeiro não jogaria sem o Grêmio e vice-versa, logo são co-dependentes para que o jogo ocorresse.
A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...
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