Pular para o conteúdo principal

Síndrome?

A síndrome do último volta a assolar Lebron

   Antes que digam algo do tipo, que eu não gosto do Lebron, que sou um hater ou algo assim, deixo claro aqui minha admiração pelo atleta e que ele é o melhor da liga na atualidade, indiscutivelmente. Porém, vem sofrendo com uma síndrome antiga e com a qual parecia já haver achado a cura.
   Para quem acompanha a liga a mais tempo, sabe bem do que falo, até o ano passado, Lebron que sempre jogou demais e teve atuações incríveis nos últimos anos, sofria de uma "síndrome do último período", pois sempre sumia nos momentos finais e consequentemente decisivos da partida. Parecia que isso havia acabado, afinal foi decisivo nas finais da NBA e até o jogo em que anotou 61 pontos nessa temporada era disparado o melhor da liga e candidato que liderava a corrida para o MVP. Infelizmente, após entrar para o seleto grupo de atletas que anotou 60 pontos ou mais na carreira, Lebron voltou a enfrentar sua "síndrome", com atuações péssimas no pultimo período.
   Nos jogos que seguiram após a marca de 61 pontos, Lebron tem errado muito e como no jogo de sexta contra os Nuggets, muito bem frisado por Zé Boquinha, parece estar com medo de definir as jogadas, quando tem oportunidade de arremessar opta por dar um passe, se livrando da reponsabilidade. E, contra fatos não hesistem argumentos, Lebron está jogando como o velho Lebron, que sumia quando devia resolver e isso o está prejudicando. Com essas atuações "comuns", Lebron caiu para segundo na corrida de MVP e viu Durant assumir a ponta e Griffin chegando perto.
   Provavelmente é apenas uma má fase, ninguém joga a vida inteira no topo, mas os torcedores do Heat esperam que isso passe rápido e os bons números retornem. As vitórias voltaram, após duas derrotas seguidas em casa, bateram os Rockets ontem e Lebron jogou bem, anotando 24 pontos, 5 assistências e 5 rebotes, mesmo com um aproveitamento abaixo de sua média (8/17 dos arremessos). O melhor jogador da liga precisa reencontrar seu basquete no último período e assim poder voltar a liderar a disputa de MVP, e fazer valer o título de King.

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete