Pular para o conteúdo principal

Kobe: "Eu poderia ter marcado 80 pontos hoje. Não teria feito a mínima diferença".

Não tá fácil pros Lakers

   Kobe bem que tentou, mas o veterano com 20 temporadas jogadas não foi páreo para os Warriors. O ala veterano acertou 1 de seus 14 arremessos tentados, anotando apenas 4 pontos na derrota humilhante por 34 pontos na noite de ontem. 
   Após o jogo disse que um melhor desempenho não faria a menor diferença. "Eu realmente não estou preocupado com isso, honestamente. Meu arremesso está melhor. Eu poderia ter marcado 80 pontos hoje. Não teria feito a mínima diferença. Nós temos problemas maiores. Eu poderia estar lá com média de 35 pontos, nós seriamos o que, 3-11? Nós temos que descobrir como jogar sistematicamente em uma posição que vá nos manter no jogo."- disse a Baxter Holmes da ESPN.
   Kobe estava frustrado com a derrota (a 12° dessa temporada), mas ele falou a verdade sobre a sua equipe: os Lakers, francamente, não são muito talentosos. Ele não é isento, tampouco. Kobe tem médias de 15.2 pontos por jogo, com 31,1% de aproveitamento dos arremessos de quadra e 19,5% das bolas de três. Sua PER é de 10.2 e ainda assim, ele utiliza 29,5% das posses de bola dos Lakers quando está em quadra.
   Desde que a linha de três pontos foi implantada em 1984, houveram 844 jogadores com média de mais de 16 arremessos tentados por jogo. Kobe é o último colocado no percentual real de arremessos, o que faz dele um dos cestinhas menos eficientes da história. Ele é cúmplice no péssimo desempenho do Lakers. 
   Kobe atribui a sua baixa produtividade no jogo de ontem a falta de ajuda:
"Honestamente, foi difícil, os arremessos que tentei, pullup e jumpers, jumpers contestados, são difíceis de acertar aos 27. É muito difícil aos 37. Eu tenho que fazer um trabalho melhor, exigir uma ajuda da bola, obter alguns arremessos mais fáceis. Pin-downs, receber e arremessar, coisas do tipo. Esta noite apenas foi muito frustrante. É o tipo de coisa que leva o melhor de mim".
   Claro, se Kobe tem uma noite ruim dos arremessos (ele ainda arremessa 50% das bolas em todos os jogos dos Lakers nessa temporada), ele poderia simplesmente passar para seus companheiros de equipe. A maioria de sues companheiros não são campeões, e isso não importa contra equipes como o Warriors, mas ninguém está tão perto de ter a pior temporada da história em arremessos que Kobe Bryant.
   Uma inovação do treinador poderia ajudar, mas os Lakers em Byron Scott no comando que não parece estar interessado em para com as isolações de Kobe. Fato que, na segunda-feira disse que devido a experiência de Kobe: "Basicamente, ele tem esse privilégio". 
   Do jeito que andam as coisas, Kobe terá sua pior temporada da carreira, Scott vai ser demitido e os Lakers terão uma escolha de TOP 5 da primeira rodada do Draft de 2016.

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete