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Distribuindo o conhecimento

Eu tive um professor na universidade que preparava as aulas práticas e as deixava a nossa disposição, para xerocar. Ele dizia que ter a aula pronta na mão não gerava capacidade de reproduzí-la com a mesma qualidade que ele. Teria que trabalhar, ter experiência e conhecimento sobre o conteúdo.
Enquanto no Brasil se faz torneios, jogos, clínicas (quantas?) e não divulga-se com a necessária antecedência, de forma que todos quantos quiserem possam organizarem-se e participar, os hermanos - atuantes na NBA e na Europa – estão passando o que aprendem para seus conterrâneos menores, futuros jogadores.

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(essa não encontrei link, apenas esse banner, mas já ocorre semana que vem)




Para finalizar, rumo a capital federal: uma partida para o norte do continente. Os norte-americanos fazem clínicas, camps e todo tipo de evento para vender seu produto e atrair a atração dos jovens durante o verão, mantendo a mente sã e o corpo são. Coach K não é diferente. Entretanto ele inova. Cria a Duke Basketball Online Clinic. Por alguns dólares é possível ter acesso ao curso on line. O mais prolongado deles custa US$ 115,00. É caro? Faça uma parceria entre quatro colegas e acesse as dicas do último Campeão Olímpico, semi-finalista da NCAA 2010/2011.


CLINICA_DUKE_ONLINE




O que quero com isso? Reflexão sobre:
  1. a formação de técnicos de basquete no Brasil, com ênfase na ENTB;
  2. o desenvolvimento de clínicas e camps da modalidade, ministrado por técnicos de basquete;
  3. convidar os antigos atletas para palestrarem para seleções, camps de forma a multiplicar a experiência do ex-atleta e aprendermos com ela;
  4. Camp da CBB – organizado e pago pela CBB. Fazer por região (5 camps), em janeiro/2012, com foco nos atletas das seleções estaduais de cada região e mais algumas vagas abertas pela entidade para atletas da faixa etária estipulada.*
Grana pra fazer isso a CBB tem. É só querer gastá-lo bem e não apenas em viagens infrutíferas como a atual licença para ir à FIBA.
Quem acrescenta mais idéias e ações para elevar o basquete brasileiro e vinculadas a idéia de camps? Escrevam!

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* Números da proposta do item 4. Fazer a cada 3 estados, para viabilizar pelo número de pessoas envolvidas na organização. 72 atletas masculino e feminino das categorias sub-15, sub-17 e sub-19. 28 pagos nessa faixa etária, ou seja, cada estado terá 100 vagas. Na faixa eária dos 12 aos 14 anos mais 100 vagas pagas pelos atletas. Hein, mas essa grana não é para escorregar. É para pagar contratação de monitores para ajudar na organização do evento. Assim, atender-se-á 5.400 atletas.

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