Pular para o conteúdo principal

TOP 5: análise das escolhas


   Como a maioria já deve saber, ontem a noite foi o Draft da NBA e nesse post vou dar meus pitacos sobre as cinco primeiras escolhas. Vamos lá.

Pick 1: Karl Anthony Towns para o Minnesota Timberwolves. Foi um escolha segura, nem ótima, nem uma surpresa, é um jovem atleta que tem um potencial enorme para crescer e ser um bom jogador da liga. Não sei se virá a ser um All Star, aparentemente não, mas é o jogador os Wolves necessitava, ao lado de outros bons jovens como Zach LaVine e Andrew Wiggins (Novato do ano), a franquia pode ressurgir nos Playoffs com o tempo. Se Towns vingar, ele pode vir a ser o substituto de Kevin Garnett.

Pick 2: D'Angelo Russell para o Los Angeles Lakers. A princípio esperava-se que Okafor fosse o escolhido, mas foi perfeita a opção por Russell, disparado o melhor armador disponível no Draft, vai melhorar em muito o ataque dos Lakers. Não podemos compará-lo a Magic, mas o último armador selecionado pelos Lakers virou uma lenda. Se conseguirem contratar LaMarcus Aldridge nessa off season, os Lakers já contam com um time titular de qualidade com Russell, Randle, Kobe e Aldridge, já dá para os torcedores ficarem mais alegres. Dos atletas do Draft esse é um dos que acho que vai ter sucesso na liga.

Pick 3: Jahlil Okafor para o Philadelphia 76ers. Uma escolha desnecessária na minha opinião, embora Jahlil Okafor seja um pivô quase perfeito, os Sixers já possuem jogadores para essa função e nos últimos dois Drafts selecionou atletas para a posição 5. Não entendo o porque de mais um pivô, seria melhor ter escolhido um ala ou armador, mas de qualquer forma, Okafor é um jogador pronto para a NBA, só precisa provar que consegue marcar caras maiores do que ele, algo que ainda não enfrentou em sua carreira. 

Pick 4: Kristaps Porzingis para o New York Knicks. A escolha mais surpreendente do Draft, o jovem foi vaiado pelos torcedores do Knicks presentes no Barclays Center. Mas eu acho que é uma aposta, o cara é um bom ala/pivô, arremessa bem, sabe driblar, bom marcador, eu vejo as vaias como uma falta de informação dos torcedores e desrespeito com o atleta, e como uma aposta do Phil Jackson. Porzingis tem tudo para dar certo na NBA, ele deve ser o próximo estrangeiro de sucesso da liga.

Pick 5: Mario Hezonja para o Orlando Magic. Uma ótima escolha, jogador completo, junto com Victor Oladipo tem tudo para reerguer a franquia. Mesmo com uma média baixa de pontos, rebotes e assistências (7.7, 2.0 e 1.0 respectivamente), o ala mostrou ser muito versátil e arremessa bolas de três com extrema facilidade, tem tudo para dar certo. 

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete