Pular para o conteúdo principal

Heróis do passado: Peja Stojakovic

Kings foi onde mais brilhou
   Hoje nossa série ira relembrar a carreira de um estrangeiro que fez sucesso, muito conhecido por sua eficiência nas bolas de três. Contaremos a história de Peja Stojakovic, de descendência Sérvia mas nascido na Iugoslávia que fez muito sucesso na NBA, principalmente no Sacramento Kings.
   Sua carreira no basquete começou aos 15 anos, quando começou a jogar no KK Crvena zvezda, onde atuou por duas temporadas como profissional e foi campeão nacional uma vez. Aos 16 anos mudou-se para Grécia, jogando no PAOK, ele atuou inclusive contra seu futuro treinador, Byron Scott que estava encerrando sua carreira como uma das estrelas do Panathinaikos. Na sua última temporada com o PAOK, Peja teve médias de 23.9 pontos, 4.9 rebotes, 2.5 assistências, e 1.2 roubos de bola na Liga Grega e 20.9 pontos, 3.6 rebotes e 1.5 roubos de bola na Euroliga.
Mavs e seu único título
   A carreira na NBA começou em 1996, quando foi a 14° escolha do Draft pelo Sacramento Kings. Ainda assim, ele continuou na Grécia e somente assinou no lockout da temporada 1998/99. Depois de duas temporadas no banco, ele foi titular na temporada de 2000/01 com médias de 20.4 pontos e 5.8 rebotes com 40% de aproveitamento das bolas de três. Nessa temporada ficou em segundo na eleição para MIP. Nas duas temporadas seguintes foi All-Star, participando do concurso de três pontos e sendo o campeão nas duas ocasiões. A temporada de 2003/04 foi novamente All-Star, foi o segundo cestinha da liga, ficou em quarto na votação para MVP e foi eleito para o All-NBA Segundo Time, além de ser o líder da liga no percentual de lances-livres (93,3 %) e bolas de três feitas (240). 
   Em 2006 foi trocado por Ron Artest, indo para o Indiana Pacers, ele perdeu os quatro jogos dos Playoffs contra o New Jersey Nets. Ao final da temporada assinou novamente com os Pacers, somente para ser negociado para o New Orleans Hornets pelos direitos de Andrew Betts. Em novembro de 2006 tornou-se o primeiro jogador da história da NBA começar uma partida com 20 pontos consecutivos, anotando sua marca mais alta da carreira de 42 pontos. Ele ficou muito tempo fora das quadras, principalmente por uma lesão nas costas. 
   Em 2010 chegou ao Toronto Raptors juntamente com Jerryd Bayless, depois de atuar em apenas duas partidas foi dispensado. Ele havia perdido 21 partidas por uma lesão no joelho esquerdo. Em janeiro de 2011 ele assinou com o Dallas Mavericks, sendo campeão da NBA, com médias de 7.1 pontos por jogo nos Playoffs. No mesmo ano, em dezembro anunciou sua aposentadoria por problemas no pescoço e costas que lhe impediriam de seguri jogando.
Reocnhecimento
   Com média de 17 pontos por jogo na carreira e 1760 bolas de três convertidas, a carreira de Stojakovich o tornou um astro reconhecido, tendo o seu número 16 aposentado pelos Kings. Ele foi 1 x campeão da NBA, 3 x All-Star, 1 x All-NBA Segundo Time, 2 x Campeão dos arremessos de três. COm uma carreira sólida na liga, merecia o nosso reconhecimento e a pequena homenagem.


Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete