Pular para o conteúdo principal

De olho no KAT

Desejado pelos Warriors, contrato de Towns pode dificultar a troca


   A temporada de trocas da NBA está aberta e muito coisa pode acontecer, muita gente é sondada, trocada e alguns rumores falsos surgem. Mas vou citar um que me chamou atenção, esse não é rumor, é uma sondagem que está acontecendo envolvendo Karl-Anrhtony Towns.
   O pivô do Minnesota Timberwolves está sendo monitorado pelo Golden State Warriors e sua possível elegibilidade para troca. Assim como escreveu Ethan Strauss do The Athletic, muitos dirigentes da NBA comentaram sobre a infelicidade do pivô dos Wolves durante um evento da G League. A equipe é uma das piores do Oeste com 11 vitórias e 20 derrotas, ocupando o 13° lugar na conferência. 
   Strauss acrescentou que a ideia dos Wolves é conseguir D'Angelo Russell, já que ele e KAT são amigos muito próximos, mas os Warriors têm outra visão para esse negócio. A equipe de São Francisco dominou a NBA nas últimas cinco temporadas, chegando as finais em cada temporada e vencendo três títulos, mas sem KD que foi para o Brooklyn, Thompson e Curry fora da temporada, é impossível chegar nos Playoffs.
   A temporada dos Warriors praticamente já acabou, uma vez que são os últimos colocados do Oeste e estão 5.5 jogos atrás do oitavo colocado. O foco da organização no momento é 2020/21, quando terão seus jogadores principais de novo e com uma escolha alta do Draft.
   Enquanto os Warriors dominavam a liga, KAT chegou apenas uma vez aos Playoffs em cinco temporadas, mas com números individuais muito bons, sendo All-Star nas últimas duas temporadas consecutivas. Na atual temporada atuou em apenas 23 partidas, por conta de uma lesão no joelho, mas mesmo assim tem médias de 26.5 pontos, 11.7 rebotes e 4.4 assistências. KAT seria a adição perfeita para a equipe, que mesmo nos tempos de dominância da liga não tinha um pivô que pontuasse, e sempre teve o garrafão como ponto vulnerável.
   Porém, sempre há um porém, como o pivô dos Wolves assinou uma prorrogação contratual em 2018 antes de firmar um acordo até 2023/24, a franquia de Minnesota não precisa trocá-lo agora, diferente do que aconteceu com AD e os Pelicans, pois o mesmo sairia da equipe de graça caso não tivesse sido trocado para os Lakers. 
   No momento os Warriors só sonham em ter o pivô, e podem sondá-lo pois somente com uma boa escolha no Draft de 2020 e alguns jogadores a negociação deve ser feita. Vamos ter que esperar a próxima temporada e o quanto os Warriors estão dispostos a oferecer por Towns.

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete