Pular para o conteúdo principal

Finalmente um jogo

Uma partida excepcional

   Finalmente tivemos um jogo de qualidade, é bem verdade que já tinha gostado da partida do ano passado, mas certamente essas regras novas tornaram o jogo mais competitivo. Enquanto assistia a partida um amigo meu comentava pelo facebook que era chato, que os jogos dos anos 90 eram pegados, e momentaneamente concordava com ele. 
   Até o terceiro período o jogo estava um espetáculo, muitas enterradas, dribles e pontes aéreas, no terceiro período já ficou bem disputado, tanto que terminou empatado. Mas o último período realmente valeu a pena, o clima de final da NBA tomou conta, com os treinadores pedindo revisões de jogadas, atletas reclamando da arbitragem, faltas fortes e uma partida decidida por um lance-livre.
   O final da partida e o semblante dos atletas somente comprovou a intensidade do jogo, todos ensopados de suor e exaustos. Lebron disse em entrevista pós jogo: "Foi muito divertido". A partida não terminava com um placar tão apertado desde 2010, na vitória de 141 a 139 do Leste contra o Oeste. Davis resolveu o jogo com o lance livre final pro terget score, Kawhi foi o MVP com 30 pontos, Lebron e CP3 anotaram 23 e pelo time Giannis o grego fez 25 pontos, Kemba 23, Embiid 22 e Gobert 21.
   Davis comentou na entrevista pós jogo: "Eu disse pro meu time que erraria o primeiro, para colocar um pouco mais de pressão sobre mim aqui em casa". Outro ponto alto do jogo foi a numeração dos atletas, a equipe Giannis jogando com o número 24 e a equipe Lebron com número 2, homenageando Kobe e Gigi, além de um círculo preto com sete estrelas, para homenagear todos os mortos na tragédia. Como o próprio Lebron comentou: "Sua presença foi sentida".
   Todos os ingredientes juntos tornaram a partida a melhor que eu vi nos últimos anos, estou me referindo ao All Star Game, foi o melhor que vi desde o último do Michael Jordan em 2003. As homenagens foram espetaculares, os shows incríveis, a abertura, apresentação do Common sensacionais e de quebra um jogo competitivo e espetacular. Que os próximos anos seja tão bons quanto esse!
   

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete