Pular para o conteúdo principal

Treinadores do ano

Budenholzer e Donovan, são eleitos treinadores do ano pela NBCA

   Esse ano a NBA não tem apenas um, mas dois treinadores do ano, Mike Budenholzer do Milwaukee Bucks , e Billy Donovan do Oklahoma City Thunder, foram os premiados da vez pela Associação Nacional de Treinadores de Basquete (NBCA). Fato interessante e inusitado, Nick Nurse do Toronto Raptors, o terceiro colocado ficou apenas um voto atrás dos selecionados.
   O Bucks terminou a temporada regular com um recorde de 53-12, melhor marca da liga, e na bolha de Orlando tem uma vitória e uma derrota. Lembrando, a escolha foi baseada apenas nos jogos da temporada regular. Com isso, Budenholzer conquista pelo segundo ano consecutivo o prêmio.
   Em comunicado o treinador dos Bucks falou: "Primeiro, parabéns a Billy Donovan pelo excelente trabalho que ele e sua equipe fizeram em Oklahoma. Outro grande ano de trabalho de Billy, e novamente, outro grande de ano trabalho de todos os treinadores principais da NBA. Obrigado a todos pelo seu voto e apoio. Obrigado a nossos jogadores e funcionários dedicados em Milwaukee. Os jogadores são especiais, o staff é especial e tenho a sorte de treinar essa grande equipe e grande organização".
   Billy Donovan conduziu o Thunder a um recorde de 39-24, apesar da grande enfraquecida do elenco com a saída de Paul George e Russell Westbrook. A equipe venceu suas duas partidas na bolha de Orlando. 
   "Estou honrado por ser reconhecido pelos treinadores, eles são um grande um grupo de pessoas que eu admiro e respeito. Receber o prêmio de Treinador do Ano Michael H. Goldberg NBCA, ao lado de um treinador tão incrível como Bud torna ainda mais especial. As honras individuais sempre foram pra mim um reflexo da boa dinâmica da equipe, e tenho orgulho do trabalho coletivo que nossos jogadores, treinadores e organização fizeram nessa temporada. Estou ansioso pelo que virá em Orlando, quando voltarmos para o basquete e usarmos nossa plataforma para justiça social".
   Nurse é considerado o favorito pela maioria para o prêmio de Treinador do Ano, premiado pela mídia, com os Raptors na segunda posição da Conferência Leste mesmo com a saída de Kawhi Leonard. Dentre os nomes citados, acredito na vitória de Budenholzer, pelo excelente trabalho e por ter o melhor recorde da NBA, mas acho que de todos quem teve o ano mais difícil e fez o trabalho mais incrível foi Billy Donovan. Mantendo o Thunder em alto nível e sem contar com grandes nomes no elenco, além de CP3. 

Comentários

Mais Visitadas

Os 10 melhores jogadores não draftados da história

Big Ben, fez história na liga    Imagine que você tenha propensão para o basquete. Suponha que com seu talento cru, perseverança obstinada e apenas o trabalho puro e duro, floresce em uma universidade como um excelente jogador. Imagine-se como um jogador da NBA nos moldes, de talvez, Ben Wallace ou Bruce Bowen, Avery Johnson.Você se inscreveria para o Draft?    Embora Wallace, Bowen e Johson tenham tido carreiras de sucesso, eles compartilham uma característica incomum: eles não foram selecionados no Draft. Todos eles lutaram contra o emaranhado de obstáculos da NBA como agentes livres.    A situação de jogadores como esses ressoa alto e profundamente, ainda mais com a ascensão de Jeremy Lin nos Kincks, para o auge do conhecimento público. O filho de dois engenheiros de Taiwan, subiu da obscuridade da D-League para ser o rei de New York, liderando o Knicks a cinco vitórias consecutivas com médias de quase 27 pontos. Mas Lin também não foi draftad...

Qual seu maior medo filho?

A resposta a pergunta que Coach Carter repete várias vezes no filme homônimo vem com base no poema "Medo maior" de Marianne Williamson. A resposta do atleta, que começava a se envolver com drogas e a violência das ruas foi: “Nosso medo mais profundo não é sermos incapazes. Nosso medo mais profundo é termos poder demais. È nossa luz e não nossa escuridão que nos assusta. Não há nada de luminoso em se diminuir, Para que outras pessoas não se sintam inseguras a sua volta. Fomos todos feitos para brilhar como as crianças. Não está só em alguns de nós, está em todos. E ao deixarmos nossa própria luz brilhar, Inconscientemente permitimos que outros façam o mesmo. Já que nos livramos do nosso próprio medo. Nossa presença automaticamente libera outros.” (do filme Coach Carter) Agora, leia o poema...

Dikembe Mutombo, o Humanitário

Quem viu a NBA nos anos 1990 lembra de Mutombo, o jogador de 2,28m, pra gonário do África e que foi estudar nos EUA, mas acabou na NBA. Mutombo se aposentou em 2009, mas apenas das quadras.. .  Dikembe Mutombo nasceu em Kinshasa, capital da República Democrática do Congo, como o sétimo de dez filhos de Samuel e Biamba Marie Mutombo. Em 1987, ele foi para os Estados Unidos com uma bolsa acadêmica para estudar na Georgetown University, em Washington, DC. O objetivo era seguir uma carreira médica, mas seu talento chamou a atenção do treinador John Thompson, que o convidou para fazer parte do time da universidade. Com 2,18 metros de altura, Mutombo logo se destacou, mas concluiu a graduação. Desculpa, graduações - Linguística e Diplomacia - e tornou-se, ao longo do tempo, poliglota, dominando nove idiomas, entre eles cinco africanos. Mutombo ficou na NBA por 18 anos, após ser draftado pelo Denver Nuggets, em 1991, na quarta posição. Sua última temporada foi representando o Houston Roc...

RSS do Mais Basquete